GILDED TIME
Recebi esta do Adolpho Smith de Vasconcello Crippa, hoje pela manhã. Segundo ele, tirada de um blog que acompanha sobre corridas. Leiam que a comento no final
Pio Pinheiro disse...
Aron, olá. Sobre o Gilded Time. Quando da recente estréia de seus primeiros produtos nascidos na sua temporada de cobertura aqui no Brasil, li um artigo do Renato Gameiro que informava, lá dos EUA, categoricamente, que seus filhos são nulos em pista de grama. O termo usado por ele foi "filhos de Gilded Time tem ojeriza por grama". Foi graças a essa informação que cravei no Bolo e joguei firme em seu último filho a estrear até aqui, o Aye Lad, no sexto páreo de sábado (23/01). Pule de 6,40 ganhou por 11 corpos. O Adolpho Smith está certinho em suas considerações, mas acho difícil que saia algum produto que renda bem em grama. Abs.. .
Recebi, confesso que fiquei feliz do Pio ter ganho, mas gostaria de deixar claro que os filhos de Gilded Time tem ojeriza pela grama nos Estados Unidos, pois, muitas das éguas que recebeu eram de pedigrees calcados no dirt. No brasil, a maioria das éguas que recebeu são de grama e de sangue europeu bem gramáticos.
Nos Estados Unidos todos querem o cavalo do dirt. Aqui no Brasil, preferem o de grama. Isto é um fator a ser levado em consideração.
Creio que Spend a Buck é um bom exemplo a se discutir, neste aspecto. Seus filhos andavam pouco em qualquer tipo de pista. Um defeito de Buckpasser nos Estados Unidos. Mas os poucos que andavam o faziam no dirt, até que ele recebeu uma craque argentina, Auspiciante, descendente de um linha de Tourbillon. Este foi seu único produto ganhador de grupo, e o fez na graduação máxima em pista de grama. Ele, por assim dizer, aceitou uma indução.
Daí eu ter achado que ele seria um diferenciador no Brasil. Mostrou em pista alta classe, tinha relativa stamina e aceitaria de bom grado, como já aceitara, reprodutoras que pudessem lhe somar a grama. Ele provou que eu não estava errado. Ele e todos os outros Buckpasser que aportaram em terras sul-americanas: Spend a Dollar no Peru, Logical, e Egg Toss na Argentina, Seattleman Day no Chile, etc...
Os Damascus já provaram que também andam bem na América do Sul. Principalmente na Argentina, no Peru e no Brasil. E mesmo anteriormente os Gilded Times no Brasil, onde Band Gipsy venceu a milha do GP. Presidente da Republica (Gr.1) na Gávea. Ele que possuía uma mãe Master Willie, uma avó Habitat, numa bisavó Ribot e em uma tataravó Big Game. Tudo grama. E com Mr. Time que ganhou a milha do GP. Costa Ferraz (Gr.3) na Gávea e foi terceiro no GP. Presidente da Republica (Gr.1) em Cidade Jardim. Este até com poucos pontos de grama.
Aviso aos navegantes e transeuntes, os Gilded Times igualmente vão ganhar na grama ai no Brasil. Seus pontos de maior força serão a classe e a velocidade. Podem até pecar em termos staminicos, pois, não sei até onde as éguas brasileiras influênciariam na feitura de um possível stamina em seus filhos. Ele era limitado em stamina. Quando o tentaram estender, deram com os burros n'água.
Agora aqui entre nós. Quando um clássico por volta da milha passar da grama para areia, se eu fosse vocês jogaria no Gilded Time que estiver presente na contenda.
