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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

RAIO X - OCEANIA

Manter a Austrália e a Nova Zelândia sob constante mira, é uma atitude sensatoa de se levar em consideração, por parte daqueles que querem evoluir turfisticamente. Pois, estes dois países são o elo de ligação entre o turfe de primeiro escalão, Europa/USA/Japão e os demais.

Dando-se uma primeira e rápida olhada nas primeiras 19 provas de grupo disputados na Oceânia, constataremos um equilíbrio na divisões de força, entre as tribos Nearctic (Northern Dancer) e Raise a Native (Mr. Prospector). Estas duas linhas contribuíram, até o presente momento, com um total de 15 ganhadores sendo 9 via Northern Dancer e 6 via Mr. Prospector.

O que nota-se ao observarmos com um pouco mais de atenção é que Danzig não impera como fator de alta importância, neste inicio de campanha. Tem dois filhos, ambos descendentes de Danehill, ganhadores de um total de 5 carreiras, já que Red Ruler (Viking Ruler), ganhou 3 carreiras, todas na distância da milha e meia. Pasmem em três semanas.  Mas existem dois Nureyevs (ambos por Spinning World), um Nijinsky, um Sadler's Wells e um Try My Best que completam o quadro.

Entre os Raise a Native, todos alinhados via Mr. Prospector outro equilíbrio para o momento. Dois Machiavellian, dois Seeking the Gold, um Hussonet e um Belloto.

Levando-seem consideração que ambos os países dão bastante ênfase a seus programas criatórios com elementos nativos, há de se esperar que a grande maioria de seus cavalos de esfera clássica, não sejam abonados com um número efetivo de chefes de raça. Houve neste inicio de ano 6 (3,57%) elementos com 9 ou menos chefes de raça em seus pedigrees, até a quinta geração. Mas ao mesmo tempo um com 21.

O castrado de 5 anos Gold Trail (Hussonet-Trail of Gold por Danewin) ganhador dos 1,200m do ARC Blandford lodge Railway Hcp. (Gr.1) em Ellerslie (Nova Zelândia) , além do sugestivo número de chefes de raça, nada mais possuí que faça seu pedigree altamente importante na escala de classicismo. Não é imbreed em cavalo algum, num país que dos 19 vitoriosos, nada menos que 16 (84,21%) são imbreed e 5 (26,31%) trazem pelo menos um Rasmussen Factor até sua sexta geração.

Todos os 17 individuais ganhadores de grupo, pertencem a distintas linhas maternas.