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quinta-feira, 30 de junho de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: AS CONSEQUÊNCIAS DE UM EXCESSO DE OTIMISMO


Nada mudou no mundo. Tudo funciona da mesma forma desde que o homem usou o tacape pela primeira vez. O que se desenvolveu, na verdade, foi tão somente a tecnologia e nossa forma de adaptarmos a ela. Vou defender minha tese, explicando porque.

Entra século, sai século e as coisas se repetem, como se fossem produzidas por um mesmo diretor. E na verdade talvez o seja. Pelo menos esta é a crensa de católicos em relação a Deus, dos budistas em relação a Budah, dos árabes em relação Maomé e até dos petistas em relação a Luiz Inácio Lula de Silva. Afinal, nesta grande peça teatral chamada história da humanidade, os artistas são os mesmos. Não mudam. Todos seres humanos.  Todos com os mesmos temores. Todos dependentes de seus desejos.

Você vê um Trump, proferir as asneiras que profere e simplesmente justificar suas ambições, desconheimento do que está fora de seus designios com ações estapafurdias e pensa ser ele o único, neste pais? Pois não é. nem o foi. É como se voltasse no tempo, 150 anos, e imaginar que o general Custer, com as mesmas doentias ambições de assumir a Casa Branca, achou que com 500 soldados aniquilaria com os 4,000 guerreiros recrutados por Touro Sentado em Little Big Horn. Os expulsaria das colinas das montanhas negras, onde estava o ouro a ser extraído, a única salvação de um pais em depressão. E seria levado nos ombros do povo, a Casa Branca. Moral, perdeu seu escalpo, justamente lá. Não na Casa Branca e sim em Little Bir Horn. Espero apenas que Trump perca o seu no próximo Novembro.

A vida se repete e os erros também, por isto o conhecimento da história é de suma importância. O Vasco da Gama foi para a sua terceira derrota, e a segunda em São Januário, provando que aquela alucinação de sobrar na segunda divisão não passou de uma situação em transe psicótico. Ele a ela pertence, e até aqui, o melhor, mas isto não o credencia de maneira alguma a aspirar sobrar na turma. Messi precisou chorar, entrar em transe autista, e quase numa crise psicótica de mea culpa, para que fosse pela primeira vez considerado pelo argentino, como um argentino. Revistido de um novo tango, Fica! Fica! Agora sim ele assumiu o ritmo portenho. Meus caros hermanos, se com ele vocês não estão chegando a lugar algum, imaginem sem ele...

O brasileiro é um viciado no êrro, por simplesmente desconhecer a história. Se estudasse um pouco veria que aquele erro que estava cometendo, já havia sido cometido antes por outro desinformado como ele próprio. E, pelo menos economizaria um fracasso em sua vida. Mas errar não é privilégio do brasileiro. Errar é uma faculdade humana. Mesmo nas sociedades consideradas mais avançadas. A diferença é que uns erram por desconhecimento. Outros por excesso de confiança.

Foi necessário um verdadeiro Ragnarok - apocalipse na mitologia nórdica - da Islândia em relação a soberba Inglaterra, para todos acordassem e chegassem a conclusão que tudo é possível enquanto houver resiliência naquele que tenta. Ai eu pergunto, o que falta ao turfe brasileiro, para tomar coragem e ser colocado na posição que nunca a meu ver poderia ter saído? 

Eu acho que as máquininhas nos hipódromos vão ajudar. Eu eu afirmo, MUITO! Mas como nos Estados Unidos, não vão resolver a situação do turfe local. Belmont Park, continua Belmont Park sem maquininhas, enquanto Emerald downs, continua a ser Emerald Downs, com maquininhas. A diferença é que o segundo hipódromo como mais uma dezena de outros, iguais a ele, não só sobreviveram, como prosperaram.

Estamos numa fase de sobrevivência. Cidade Jardim e Tarumã, que o digam. um tentando não afundar. Outro, graças a ação de alguns criadores paranaenses, tirando a cabeça de dentro d'água. Gávea e Cristal continuam indo, muito bem obrigado. Outrossim, qualquer ondinha, os trará ao patamar de sobrevivência.

Genéticamente estavamos atrasados desde o inicio. A II Guerra Mundial, fez com que avassassemos no tempo e recuperassemos o tempo perdido. A seguir o aparecimento de sangue novo, de industriais, além das tradicionais famílias deu um empurrão na mesma, e fomos capazes de sermos reconhecidos nas patas de Siphon, Sandpit, Verginie, Pico Central, Riboletta, Redattore, Hard Buck e outros. Aí, não sei porque, o retrocesso. Duro e aterrador. Caímos no buraco negro. De uma hora para outra, simplesmente desaparecemos das vitrines mundiais. Hoje o campeão brasileiro é preterido comercialmente ao uruguaio e há de se tomar conhecimento da superioridade do cavalo brasileiro em Maronas. Existe uma explicação? Claro que existe. Ela pode não convencer a mim ou a você, mas que existe, existe.

O mundo procura por novas formas de enérgia inteligente. Nós, que não conseguimos sequer justificar o Pré-Sal, achamos que estamos no caminho certo. Somos os reis da cocada preta. Cheios de jogo de cintura. Balela. Levando em conta nossa politica, temos que agir de forma completamente distinta no turfe. Com transparência e humildade. A politica não deu certo, mas nosso turfe pode dar. Afinal, se o tennis deu, a fórmula um deu, o surf deu, o volley deu, o handball feminino deu, porque no turfe, uma atividade disputada por gente altamente bem sucedida fora dos hipódromos, não poderá dar?