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quarta-feira, 15 de junho de 2016

PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: PORQUE DEIXAMOS DE FORJAR CRAQUES?

E HORA DO LANCHE
E HORA TÃO FELIZ
QUEREMOS BISCOITOS SÃO LUIZ


Eu não quero biscoitos São Luiz, mas confesso a você que estou quase que num recreio, pelo menos numa hora tão feliz! Juro a vocês que rezava todos os dias, para que a luz divina iluminasse os dirigentes da CBS, e estes demitissem o Dunga. Dunga já não havia dado certo na primeira vez. Fracassou no Internacional - seu único emprego como treinador fora da CBS - porque trazê-lo de volta? Porque procurar aquela sua antiga namorada, quando existe tantas outras mulheres no mundo? Desespero? Penitência? Assombração? Sei lá. O Guardiola uma vez chegou a dar a dica que adoraria dirigir a seleção brasileira. Será que ninguém da CBS captou o toque sutil? HELOOOOO! 

Hoje sinto que o Brasil, como pais, há de melhorar. Caiu Dilma, caiu Dunga, caiu o Despicable Me, o Eduardo Campos. E creio que a prisão do Lula é apenas uma questão de tempo. Só falta acabar com o PT, o Flamengo acertar o passo, cairem alguns dirigentes no Jockey Club de São Paulo e o Salgueiro voltar a vencer um carnaval. Ai, o mundo será um paraíso, pelo menos para mim.

Detesto polemizar, mas creio que quando você escreve sobre assuntos polêmicos, não são poucos, aqueles a se levantam e emitirem criticas a seu trabalho. Seleciono cavalos de corrida e no tempo vago, escrevo. Quem não gostar que mude de canal...

Esta questão do estado da pista de grama do hipódromo da Gávea, depois de uma forte chuva, é uma encrenca. Vejam as carreiras do ano passado. Quem dos vencedores das principais provas se provou, como um grande cavalo de corrida? Diria que ninguém. E o que acontecerá daqui para um ano? Talvez o mesmo. Logo, desculpem-me aqueles que chiaram com minhas observações, mas eu tenho um ponto. Serºa que My Chery Amour e melhor que Daffy Girl. Naõa acrdito que uma das partes aceite a troca pura e simples de anumais. Embora como já aqui afirmei antes, não creio que o pupilo do Venâncio pagou um added em dobro por acaso. 

Você acompanharam o primeiro dia de Royal Ascot? Porque lá a pista não parece influir no resultado das carreiras? Porque lá os favoritos vingam? Já se perguntaram sobre isto?  Eu penso que lá, neste meeting, existe uma concentração de craques. e isto faz a real diferença. Craque é craque.

Abro um parênteses. Na terça feira fui ao Centro de Treinamento do Itajara e tive a oportunidade de conversar com o Lineuzinho e concordamos com um detalhe que me parece importante e mais do que isto, um óbvio ululante. Pelo menos para nós. Craque não respeita adversário e muito menos o estado que se encontra a pista. Much Better ganhou um Latino na grama e outro na areia. Venceu na leve e na pesada. E sabem porque? Ele é o exemplo do craque. Preferências ele realmente as tinha, mas qualquer que fosse a situação, em que se encontra-se a pista, o resultado sempre era o mesmo: Much Better na cabeça. Fecho o parênteses.

Craque tem preferências, mas de maneira alguma diminuiu a sua vontade de suplantar seus adversários, quaisquer que sejam as condições em que se encontre a pista. Preferência sim, aversão nunca.


Apenas dois favoritos venceram nas provas de graduação máxima. Será que o apostador é burro? Que o mundo turfista estava completamente errado? Eu acredito que Wazel Blade é craque na distância a que se propõe. English Major e El Shaklan são os melhores desta geração? Parece que sim, no momento que apenas eles ganharam as provas de grupo da mesma, até aqui. E confirmaram, mesmo na grama considerada ruim. Desvencilhando-se dos demais e isto corrobora minha tese. Seriam craques? Diria, por enquanto, que são apenas os lideres desta geração.

Falei ontem de duas potrancas invictas do Figueira do Lago. Inteligência Pura e Ixquenta. Ambas estão invictas na areia. Ambas tem pedigrees de grama, mas elas também parecem não respeitar até aqui seus adversários na areia, quanto mais o estado em que se encontra a pista. Seriam elas craques? Ainda não afirmo que sim, mas me dou o direito a pensar que existe esta possibilidade. O tempo se encarregara de responder.

INTELIGÊNCIA PURA

IXQUENTA

Sempre defini o que vou dizer como uma tese. Eu defino um grande cavalo de corrida, pela sua vontade de vencer. Ele pode não ganhar, mas tenta e vai ao limite de suas forças. Quanto maior for esta sua capacidade de tentar, maiores serão suas chances de se provar em pista e transmitir futuramente estes caracteres à sua prole. Sunday Silence era feio, incorreto de um pedigree altamente duvidoso, mas a sua gana em ganhar era tanta, que ele em pista foi melhor cavalo que o virtuoso Easy Goer. No breeding-shed? Nem se fala!

Teria sido diferente com Clackson, Redattore, Hard Buck e Romatin? A vontade que sempre demonstrara, e, oista, mesmo em condições adversas, foi a peça chave de seus sucessos no breeding-shed. Ou não? Ou será que foi apenas o fato de três dos mesmos terem mães geneticamente superiores?

Isto acontece com as linhas maternas em um pedigree. Existem familias que desrespeitam as adversidades. Quando você vê uma familia como a de Ma Belle ou de Donnegale, ultrapassar grandes eletricistas, e continuar com sua vereda e se manterem vivas, por gerações, tem que acreditar em dominância. E eu penso que a vontade de vencer, pode não criar uma dominância em pista, mas certamente reflete na performance no breeding-shed e por isto acredito que craque desrespeita a tudo e a todos, pela simples razão dele ser um craque.

Portanto, há de se convir, que talvez não houvessem este fim de semana, craques entre os seus participantes da maioria das provas disputadas na Gávea. Evidentemente que o estado da pista contribuiu com os baixos resultados, mas o que na realidade temos que pensar é que faltam craques hoje aqui no Brasil. Onde estão os picos cdentrais, os Much Betters, os Itajaras? Muita gente, que nada sabe rotula o apenas bom cavalo de craque. Estariam eles certos? Não, pois, sengundo vó Adelina, ninguém é capaz de suplantar a coragem do ignorante, quando mais suas opiniões

É obvio que faltam craques. Nós em nossa criação, já não os fazemos em grande quantidade. Perdemos este hábito, muito em função da queda genética que tivemos. Digo, sem ter medo de estar exagerando, que eles - os craques - estão cada vez mais pontuais e blindados por seus reponsáveis, em envolucros de seda, mas que não conseguem esconder as verdadeiras falhas. Portanto, não culpem apenas a pista. 

E TENHO DITO