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quarta-feira, 22 de junho de 2016

PONTO CEGO: EU NÃO ACREDITO QUE TODOS POSSUÍMOS ALMA DE VIRALATAS


Eu acho que o Brasil, é uma país inebriante. Ele o atrai de uma forma, que você não sente forças para resistir.  E em pouco tempo age e pensa que nem um brasileiro. Veja, foi apenas o Juan Carlos Osorio fazer um estágio no São Paulo, para fixar-se no número sete. Quando assumiu a seleção mexicana e perdeu na Copa América, não foi por menos, 7x0 para o Chile.  

Temos a terrível tendência a adptar-mos a adversidade. Desde 2003 esta tendência se tornou ainda maior. Somos resignados por formação. Como diria Nelson Rodrigues, possuímos o sangue dos vira-latas. Convivemos com adversidade com tanta tranquilidade, que com tempo achamos que sua presença é normal. Eu acho que não deveria ser assim. E graças a Deus, existem uns que lutam contra ela, levando o tempo necessário para virar a mesa.

Nenhum tempo é longo demais, para se combater a adversidade. Não me recordo, do Figueira do Lago, ter duas potrancas invictas em três carreiras - ainda mais no hipódromo da Gávea. Se eu estiver errado, corrijam-me. Não acredito que isto seja um feito fácil de se conseguir, levando-se em consideração, advirem de dois pais distintos e dois profissionais de treinamento diferentes.

O primeiro grande passo para virar a mesa da adversidade, foi mudar seu centro criatório de Campinas para São Miguel. O segundo foi por dois anos seguidos ter sido ancoras de reprodutores importantes a aportar por aqui: Holy Roman Emperor e Rock of Gibraltar. Ciente do que tinha em suas mãos, mudou-se literalmente com malas e pentes para o hipódromo da Gávea. Nenhum resquicio sequer de sua geração 2013, ficou para trás. E quarto adotou aqueles que considerava os dois mais importantes treinadores locais, Guignoni e Venâncio Nahid.

Seria mais simples, ficar em Cidade Jardim, onde atualmente a competitividade parece mais branda. Prêmios nunca foi seu problema. Logo, poderiam ter ficado na fácil tarefa de tirar doce das mãos de crianças. Mas ao contrário desafiaram a adversidade de frente e tanto Inteligência Pura como Ixquenta, a meu ver - conheço esta geração bem - tendem a liderar esta geração. O problema é saber, qual delas assumirá o lugar de destaque. O que não deixa de ser para o Figueira do lago, uma problema espetacular.

Eu defendo mudanças sempre que estas se mostram necessãrias. Aceito o conservadorismo, mas o turfe é tão dinâmico, que você tem que captar suas mudanças e se adptar as mesmas, senão perde o barco e fica a mercê das ondas.