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terça-feira, 28 de junho de 2016

PONTO CEGO: HORA DE SE ESCOLHER O MELHOR DA GERAÇÃO

Uma coisa deve estar clara na visão daqueles que acompanham o turfe. Dá mesma forma que não existe um grande homem, que não tenha atrás de si uma grande mulher, eu diria que não existe agente de cavalos de corrida, sem que atrás não haja um treinador de qualidade. E creio que a reciproca possa ser verdadeira, embora existam muitos treinadores se achem superiores aos cavalos que treinam, muitos deles selecionados por um agente.

Não existem muitos grandes treinadores no Brasil. Isto é uma verdade. Como também não existem um número grande de bons agentes. Esta é outra, até mesmo mais aterradora. Logo, quando dois grande profissionais - agente e treinador - tem a sorte de se juntar num projeto, as chances deste projeto se tornar sucesso passam a ser maiores. Porém, mais uma vez, volto a lembrar, que isto de maneira alguma representa uma garantia. Do agente ruim com o treinador péssimo, também pode vir a sair o resultado bom, só que percentualmente isto me parece ser mais difícil.

O inexperado para muitos pode acontecer. Como por exemplo a Iceland bater a Inglaterra. Amigos, não importa que um pais tenha mais antiga história e um maior numero habitantes. No campo são 11 contra 11, e as vezes o coração suplanta a razão. E uma coisa há se dita. Os ingleses quando escasquetam uma coisa, empacam, e não há quem os faça mudar de idéia. Num pequeno espaço de tempo decidiram não só sair do mercado comum europeu como também e da copa europeia de futebol. Cortaram definitivamente os laços. 

Nunca fui um otimista. Acho que os "underdogs", só vencem em situações especiais, mas sou inteligente o suficiente para saber que embora poucas, estas situações podem vir a acontecer e a gente deve estar preparado para tal. O importante, em minha opinião, é saber que existe um prêmio do outro lado da montanha. Algo com que você sonha e espera um dia ter. Porque, não concientizar-se disto e colocar suas forças num projeto de um tunel?

Eu já estive do lado de lá da montanha e garanto, que quero para lá voltar. Aliás quem foi, pelo menos uma vez, não aceita em ficar do lado de cá. Outrossim, é duro ver quanta gente dúvida que possa se chegar ao outro lado... Se entregam aos vaneios da sorte e do acaso...

Vamos parar de tocar o bumbo, deixando de lado os discursos graniloquentes e as piruetas virtuais, eu diria que o turfe de hoje está muito mais profissionalizado no Brasil, que anos atrás. Não estou falando da boca para fora. Existe uma consciência maior por parte do profissinal brasileiro na atividade. A repulsa ao inaceitável, passa a ser o amadorismo, que muitas das vezes, vem emanado mais de cima. Do próprio proprietário. Ele não quer se preocupar com os meandros da coisa. Exige apenas os resultados. Chegar mais rapido a seu objetivo é seguramente sucesso. Mas saber por que lá chegou, lhe garantirá permanência onde estiver.

Como disse anteriormente resultado por resultado o Maradona deu mais a Argentina, do que o Messi, embora o último, em TODOS os quisitos requeridos na profissão e fora dela, tenha suplantado ao grande jogador de futebol que foi Maradona. Mas pode ser que para o torcedor argentino, sejam os resultados aqueles que contam. E as vitórias cessaram após a era Maradona. Isto não é uma opinião. Isto é um fato. Eu, particularmente, gostaria de contar com Messi, na seleção brasileira. Ele me agrada mais que o Hulk.

São muitas vezes os olhos os grandes enganadores de nossa mente? Ou é a mente que fazem nossos olhos ver coisas que não deveriam ser vistas daquela forma? Quando afirmei após sua estréia que Frankel seria do mesmo nivel de Ribot, deveria si ter sido conduzido a um hospício preso a uma camisa de força. Graças a Deus, apiedaram-se de mim, não fui e Frankel me ajudou um pouquinho a não pensarem que eu fosse um tarado mental. 

Achar Maradona e Messi dois craques é fácilimo, pois, seus olhos, quanto mais experiência ganham, mais coisas enxergam. O mesmo quando se vê um Frankel, um Itajara, um Sea the Stars e uma Zarkava, elementos que no máximo na segunda carreira, já haviam garantido para mim, serem elementos de alta exceção. pela forma como se movimentam. A elasticidade de seus musculos e a a destreza de sua espinha dorsal. O dificil é ver isto em algo ainda inédito. Assim sendo, há de haver um pouco de irresponsabilidade em seu parecer, pois, separar o joio do trigo, não é um bicho de sete cabeças, mas afirmar que este ou aquele tem tudo para ser um ser superior, requer conhecimento, experiência e acima de tudo coragem.

Não posso falar nada do potro paulista que venceu este fim de semana. Um filho de Holy Roman Emperor. O que sei é que tirando English Major e El Shaklan, nesta ordem, apenas Olympic Galaxy, aquele tordilho que estreou na sexta carreira de sábado, me encheram os olhos, entre os dois anos machos. Mas não acredito que isto seja pouco, por que três cavalos já molduram uma carreira e sendo eles, respectivamente descendentes das familias, 8-h, 16-g e 1-l e filhos de dois reprodutores que acredito que sejam respeitados em nosso meio, Put it Back e Roderic O'Connor, é um prenuncio que a qualidade está aos poucos, tomando conta de nosso seio clássico. Desculpem a aqueles que assim não o pensam, mas para ganhar no Brasil, com o tempo, deixará de ser apenas uma questão de físico. Evidentemente um GP. Brasil em pista normal. O individuo tem que ter algo a mais. Afinal Maraton, o melhor potro paulista, também tem excelente pai, e descendende da 9-g, via Emerald Hill, que eu acho não deve exigir maiores explicações.

Mas creio que o melhor de uma geração, é aquele elemento que demonstrou os melhores resultados em relação a seus coetanos. E como uma vez por de sorte. Duas coincidência, eu vou ficar com um daqueles que por pelo menos três vezes garantiram o pão de cada dia, de seus responsáveis. English Major ou El Shaklan? O confronto direto, que tiveram na última carreira, acho que responde melhor toda esta questão...