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terça-feira, 12 de julho de 2016

PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: A BELEZA DE UM PUDIM

Uma vez o Croiff disse que quem quizesse beleza fosse ao Louvre, não a um campo de futebol. Ele justificava assim aquele carroussel holandês, que vivia de um turbilhão de movimentos, não de jogadas bonitas. Uma verdadeira Laranja Mecânica.

Mas ao mesmo tempo ele queria deixar claro que a eficácia daquele futebol, era o que importava. Não a forma e maneira de se coletar resultados. Pois bem, foram duas vezes vice-campeões mundiais. Algo de eficaz, aquele futebol tinha. 

Não havia beleza muito menos eficácia alguma, no futebol apresentado entre França e Portugal, nesta disputa final da Eurocopa 2016. E sabem porque? Porque não existiu nenhuma eficácia alguma. Era só feio. Nem ao Louvre merecia ir...

Em cavalos de corrida a eficácia do uso do galão faz a diferença. Não me engano quando tenho a oportunidade de bater o olho num Frankel em sua primeira corrida e afirmar que ele seria o segundo Ribot. Na segunda carreira de Zarkava e Sea the Stars e afirmar que ganhariam o Arco. De ver um Camelot, em sua terceira carreira e sentir que era o tipico cavalo para Epson. E vocês sabem porque? Porque eles tinham a beleza de um pudim e porque selecionar cavalos que apenas andam à sua frente confesso que embora seja complicado, não é impossível. Tenho tido até aqui muita sorte. Agora vendo-os em corrida, o mistério se dissipa. Impossível errar... Basta ter experiência e algum olho. Agora esperar que ele ganhe o Derby, para então ser ter uma idéia, não tem mais graça.

Os norte-americanos trabalham no cronômetro, mas respondam honestamente, dá para acreditar que um cavalo que trabalha 9 segundos vai ser craque? Que ele é veloz e precoce, tudo bem. Mas dizer que é craque? Mas, mesmo assim alguns foram, porque, porque existem especialistas que no galope já distinguem o joio do trigo. Lembro-me de Gilded Time. Dava para sentir que seria um fenômeno em pista. Até vó Adelina o identificaria. Houveram outros.

No primerio galope de Much Better, o João Maciel me telefonou e disse: este é craque! Mesmo assim levou a ele algumas corridas para provar. Com Little Baby Bear ele me falou que se estreasse no Diana, ganharia. Não há mistério. Existe sim competência.

Porém existem treinadores, que com o cuidado não querer fazer crescer as expectativas de um proprietários, em um determinado animal, esperam estrear para então tirar o peso de seus ombros. Poucos são os que afirmam, antes da coisa acontecer. Não é que eles sabem mais do que os outros. Eles são apenas mais atrevidos. Trata-se de uma questão de posicionamento. Já fui chamado de metido. Eu diria que sou apenas mais atrevido em minhas conclusões.

Sete filhos de Frankel estrearam até agora. Todos venceram. Uma coisa quase que inacreditável, mas até aqui, nenhum deles me deu um clique. Talvez Seven Heavens, que ganhou em Ascot e cuja mãe foi segunda no Falmouth Stakes (Gr.1). Outrossim, cabe-se lembrar que apenas éguas extraordinãrios puderam ser servidas por ele. Logo, a mãe entrou com o útero.