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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: A PROCURA DE SEUS LIMITES

O Marcelo Augusto me mandou isto


A EVELOÇÃO É O CAMINHO DO RETORNO,
DEPOIS DE TER HAVIDO UMA AFASTAMENTO.
A IMPERFEIÇÃO É O ESTADO DE RUÍNA 
DEVIDO A QUEDA;
A EVOLUÇÃO É O TRABALHO DE RECONSTRUÇÃO
DA PERFEIÇÃO PERDIDA.



Muitos podem achar que estas palavras de Pedro Ubaldi, 
são semânicas perdidas. 
Erram os que assim o pensam. 
Ontem publiquei uma pequeno Papo de Botequim, 
tendo como fundo a sobrevivência dos Royal Chargers 
e a possibilidade deles estarem de volta as suas origens, 
a Europa e os Estados Unidos. 
Não seria isto uma evolução? 
Um trabalho de reconstrução da perfeição 
um dia existente e depois perdida?

Ubaldi nasceu na Italia onde escreveu seus primeiros doze livros e veio a morrer no Brasil, depois de ter escrito mais 12 livros. Ele era um graduado em seu pais de origem nas leis e na música, porém distingui-se como um estudioso de religiões. Confesso que há muito não me lembrava sequer de sua existência. O Li quando jovem, extasiei-me com seu raciocinio, mas pouco a pouco fui assumindo novos conhecimentos e ele ficou como que catalogado em um canto de meu cerebro. Não mais como um arquivo morto. O Marcelo me fez revive-lo em meus pensamentos e que eu estava comentendo um ledo engano em deixa-lo de lado.

Das poucas coisas que me recordo de seus ensinamentos, foi o conceito que energia e espirito, cuja conclusão que me trouxeram era a de serem farinha de um mesmo saco. E este saco era a sua vida. Confesso que não me lembrava das palavras que o Marcelo reviveu em minha desmemoriada memória e reproduzi acima. Outrossim, elas tem um sentido que se aplica demaias as teorias que trago comigo, da evolução do cavalo de corrida no mundo. talvez sem sentir elas tenham influênciado minhas crensas e eu não mais me lembrava delas. Mas creio que energia e espirito  são a base da matéria. da sua, da minha, da nossa matéria.

Em algum lugar devo ainda ter um de seus livros, chamado a grande substância, ou coisa parecida. Tenho uma versão em espanhol, que adquiri a descadas atrás na Argentina. Chegou a ser meu livro de mesinha de cabeceira. Hoje vários o são. Gosto de ler vários livros a um mesmo tempo. Um dia o acharei, em meio as muitas mudanças que fui obrigado a fazer.

Eu penso que a origem da energia de uma tribo ou de uma familia, está edificada em um elemento. Ele é o gerador do espirito que vai reger a matéria no desenvolvimento de suas geações. Ele necessita, em sua longa caminhada, de outros elementos que reconstruam aquela perfeição perdida. Phalaris foi um marco à sua época, como anos depois seu neto Nearco demonstrou também ser. Um neto deste último chamado Northern Dancer apareceu na sequência e mesmo para aqueles que não conseguem acreditar que exista uma minima possibilidade de transmissão linear, eles são exemplos dificeis de ser explicados. Juro que entendo aqueles que não acreditam, como um vez disse aqui, levei muito tempo para aceitar que vivia em um planeta redondo, e depois com o aprendizado descobri, que não havia planeta que não fosse redondo dentro do sistema solar. Aceitei o fato e toquei a minha existência.

Como expliquei ontem existe a necessidade de uma miscigenação para que a coisa se desenvolva. O que Tesio defendia como a entrada de novas caracteristicas para fortalecer a espinha dorsal de uma enercia existente e que vinha se propagando através de décadas e gerações, eram nada mais nada menos, o que demonstramos ontem acontecer com os Halos, os Robertos e os Sir Ivors. Todos nascidos nos Estados Unidos. Dois consagrados nas pistas europeias, e que hoje conseguem sobreviver com relevo, apenas na Africa do Sul, no Japão e na Austrália. Mas vivem e como suspeito e espero, vão voltar as suas origens reedificados. 

Eles não são outras raças. Eles são produtos da mesma fonte de energia, apenas renovada pela miscigenação de mudanã de ambiente e confronto com outras aptidões. Eles, mesmos os fortes, necessitam de outras tribos, que deixem eles exercerem suas dominâncias e assim reforcem suas características originais. Outrossim, nos mesmos países que citamos, que os Royal Chargers conseguem ainda sobreviver, nada pode ser levantado de grande vulto a respeito dos Son-in-Laws, Hurry Ons, Tourbillons e The Tetrarchs? Não lhes parecem, deveras sutil? Por isto me empenho em pedir que o grandes "geneticistas" possam ter a gentileza de me explicar o porque?

Não acho que o criador de hoje tenha que se preocupar com estas coisas. Ele simplesmnet não pode nega-las por desconhecimento. Ou se deixar levar por profissionais que não endo o sentimento da coisa, ou desconhecimento do fato, o negam de forma veemente. isto aconteceu comigo, anos atrás quando comecei a defender a volta dos imbreeds. Cairam de pau. Passou-se menos de uma década, e as vozes contraditórias calaram-se. E voces sabem porque? Pela contundência dos fatos. Mais de 70% dos ganhadores de grupo nos países importantes, traziam pelo menos uma duplicação em seu pedigree. Hoje 25% dos mesmos já trazem de três a quatro duplicações. E não se supreendam, pois este percentual irá aumentar, pelo menos em meu período de vida.

Recebi esta semana um email de um jovem criador brasileiro, que agora veio a ser meu vizinho aqui nos Estados Unidos e que quer alçar vôos maiores. E é isto que o criador brasileiro deve ter em conta. Sonhos maiores. Horizontes colossais. E dentro do que afirmei, outro fato me impressionou bastante. Este jovem criador apresentou-me um sistema de inspeções que tem como base, o aumento de chances percentuais de conseguir atingir seus objetivos. Se vai dar certo ou não, não tenho como responder, pois, ainda não comprei minha bola de cristal, todavia, que tem nexo e isto é que vale: está na direção certa.

Outra dúvida que tive em minha vida foi o tal do infinito. Nunca consegui entende-lo. Hoje o idolatro, pois, sei que ele na verdade é aquilo que eu anseio. Sempre crescer naquilo que faço e nunca chegar a meu limite. Os procuro, mas na realidade espero que não vá alcança-lo. Afinal, este é a minha responsabilidade de reconstrução da perfeição um dia existente e depois perdida.