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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

PONTO CEGO: A ETERNA SITUAÇÃO DO DISSE ME DISSE!

Quero deixar antes de tudo claro, que nada entendo de treinamento de cavalos de corrida, quanto mais medicação dos mesmos. Acredito apenas que sei ver um cavalo bem treinado e suspeito de um quando este oatece estar medicado. Como? Pelos resultados tendo como base, a alternancia de comportamento, em participações oficiais de um referido cavalo, nos mesmos. 

Partamos do principio que o efeito do dopping é a negação do espirito esportivo. A Russia, e seus atletas - os que não estavam no esquema - estão pagando um preço nuito caro, pela iniciativa que vinham tendo, no tocante a performance artificial de seus atletas. Com isto, o inocente, paga na mesma moeda que o pecador. Mas o certo é banir, para evitar uma proliferação  maior de atitudes não condizentes com o espírito olimpico, por parte de outras nações.

O maior ponto verdadeiro é que o dopping sempre esteve a frente do controle sobre o mesmo. São os laboratórios que aparecem com novas fórmulas e os veterinários não só são instruidos de como usar a nova medicação, como também como camufla-la. E a coisa funciona por algum tempo, até que as máquinas dos labortorios que fiscalizam, sejam devidamente calibradas. Ai estas novas substâncias são reconhecidas e banidas, mas outras já estão nas prateleiras para serem utilizadas.

E o jogo do gato e do rato.

Não cabe a mim discutir se este cavalo foi ou não prejudicado, por perder para um cavalo que carregava certa substância em grau considerado proibitivo. As vezes foi apenas inferior. É a maioria dos casos. Cabe as autoridades do turfe, que zelam por sua transparência, faze-lo. Mas neste interim, como diria vó Adelina, o bom cabrito não berra. Foi pego com a boca na botija, tentar justificar deixa o aroma da questão mais impregnado ainda.

O recente caso acontecido com Ceu de Brigadeiro, me parece controvertido em toda a sua concepção. Eis aqui a opinião de alguem que milita nesta atividade desde 1972 e acredita que já viu o suficiente, para ter uma opinião própria e destituída de qualquer paixão ou preferência. De um lado, a defesa de um proprietario, que justifica o uso da testoterona, não como elemento de camuflagem e sim como uma forma de manutenção não a melhora do status de treinamento de seu pupilo. Do outro lado, um laboratório internacional que diz ao contrário.  Com quem pode estar a razão?

Ceu de Brigadeiro ganhou a milha de São Paulo e passou no teste veterinãrio, acho que pelo laboratório paulista. Posso estar errado? Ganhou a seguir a milha do Rio de Janeiro, e foi pego por um laboratório internacional. Ai volta a correr e não repete as mesmas atuações anteriores. Existe gente, que pode achar que a máquita do laboratório que julgou a primeira corrida não estava calibrada da mesma forma que a do laboratório da seguinda. E como por medida de precaução, na terceira carreira nada que foi usado anteriormente, levou o cavalo a não repetir as duas corridas anteriores. Quem pensa assim se, acha no pleno direito de imaginar que houve dolo.

Há tambem a corrente da tolerância. O laboratório que analisou as provas de Céu de Brigadeiro, achou a substância mas determinou que estava dentro dos limites. Chama-se tolerância, que varia de cemtro de treinamento. Na Australia e nos Estados Unidos, seria tolerável dentro de um padrão. Na França e na Inglaterra, o padrão parece ser bem mais exigente. Na Russia, tolerância total... Por isto, desconfia de tolerância. Para mim, é ou não é. Não existe cavalo tolerantemente dopado...

Para os que assim não coadunam em pensamento de eliminar tolerância, como o proprietário de Ceu de Brigadeiro, tem todo o direito de achar que não houve dolo e que a possivel medicação, não passa de um tratamento, lógico para a manutenção do estado de um atleta. Mas no caso de Ceu de Brigadeiro, sob um mesmo céu, dois resultados veterinãrios são julgados de forma disnta. É isyo que me deixa cabreiro.

Volto a perguntar, com quem está a razão?

Ceu de Brigadeiro, volta a vencer e nada é pego, pelo mesmo o laboratório que o condenou na segunda corrida, diria que os proprietarios do mesmo, teriam um ponto forte para defender a teses. Que provavelmente seu cavalo é simplesmente superior, e exerceu este seu direito em pista de forma honesta. Mas o problema é na corrida seguinte, bem mais amena, Ceu de Brigadeiro perdeu. E com isto, gera-se a dúvida. E quanto mais se colocar a colher neste angu, mais ele poderá desandar,

Estamos todos sujeiros as regras do jogo. Quem inscreve um cavalo no hipódromo da Gávea, sabe que se ganhar, terá que estar sujeiro a uma exame laboratorial pesado, que pensamos ser mais tigido do que estamos acostumados a lidar. Os responsãveis de Ceu de Brigadeiro estavam cientes disto, quando da inscrição. Desculpem, mas este é o preço que pagamos para provar a lisura de nossas corridas. Se não, optemos pela Rússia que parece que com 200 rublos, qualquer questão pode ser resolvida, pelo próprio governo...

Aconcelharia apenas a ABCPCC que normatizasse os resultados, elegendo apenas um laboratório para as analises de ambos hipódromos, de Cidade Jardim e Gavea, e sugeriria que fosse o mais rígido. Parece que a idéia não é tão ruim, pois, nas provas da Copa ANPC, disputadas este fim de semana em Cidade Jardim, as provas vão para a França. Pelo menos assim teríamos certeza, do que aconteceu e não em dúvida que talvez as máquinas, de laboratórios distintos, estejam calibradas de forma diferente, ou existem diversos tipos de tolerância. Caso isto não seja adotado como norma, cairemos sempre nesta situação, do disse, me disse.