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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

PONTO CEGO: TIRANDO O FLAMENGO E O SALGUEIRO, QUALQUER PRAZER ME "ADVERTE"

Nasci no Brasil. Como poderia ter nascido em Londres ou em Tegucigalpa. Vivo da corrente anti-nacionalista, por que sou daqueles que acreditam que nacionalismo é uma doença de crianças. De gente que se esconde por trás de estigmas e esteriotipos. Que cria dogmas defendidos por uma ação, que a pátria está acima de tudo. Desculpem, mas a pátria nada tem a ver com o desenvolvimento de uma força da natureza ou de um ser normal que tenta a evolução, por intermédio da melhora. Você pode ser bom, em qualquer idioma e chegar onde quer, com qualquer formação.

Nesta olimpiada, que graças a Deus, ficaram livres do PT, da Dilma e do Lula, o que se vê, é gente vaiando adversários e enaltecendo feitos, que até o presente momento, muito deixam a desejar. E o nacionalismo barato, que deveria reconhecer mais o valor daqueles que ganham, do que as bandeiras que defendem, muitas vezes vem a tona dentro de seu lado mais obscuro.

Vamos aplaudir a quem tem valor. Vamos valorizar a supremacia de poucos. A olimpiada é um exemplo de suplantação humana. A chegada aos limites da mente e do corpo humano. Por isto merece de minha parte o maior respeito.

Tenho a mesma forma de conduta em relação ao turfe. O turfe brasileiro ainda vive da sombra de bairrismos. Não existe em minha opinião coisa mais barata e reles, que o bairrismo. A vida inteira ouvi na Gavea, gente menosprezando o que acontecia em Cidade Jardim e vice versa. Isto é pobre demais. Cheira a final de feira. E por que digo isto? Porque hoje, com a situação que vive o hipódromo paulistano, parece que nada que lá acontece tem valor.

Tive a sorte de poder selecionar para um cliente novo e promissor, a Black Opal, ao Champion 2yo, English Major. Sinto orgulho disto. Como sempre digo, não é fácil se escolher um elemento bom, quando mais o melhor. Mas não vou, por causa disto, menorprezar a Maraton que vem agora de duas vitórias em graduação máxima, pelas mesmas terem sido conseguidas em Cidade Jardim. Este filho de Holy Roman Emperor, bateu a El Shaklan, por uma distância maior que English Major havia determinado na Gávea. São fatos que nada têm a ver um com o outro, porém, pelo menos para mim, criam um parâmetro que estamos falando de dois elementos que possuem alguma classe.

Mas tem gente que pensa de forma distinta. Para mim, o segundo ou terceiro melhor animal da geração anterior. por mim igualmente selecionado, Drollig, foi e perdeu em Cidade Jardim, como favorito, para um cavalo que muitos davam como já acabado. Frisson, ganhou a milha internacional. desculpem, mas isto não é bolinho não. Pode ser que 80% das corridas paulistanas hoje, não estejam trazendo o prestigio de outrora, todavia, quando se chega as principais provas da milha a milha e meia, a gente tem que tirar da cabeça, o lugar em que elas são disputadas e manter apenas na mente, os cavalos que dela participam.

Se amanha os melhores cavalos dos 2,000 metros forem ao Tarumã ou ao Cristal disputar uma carreira milionária, como a Copa ABCPCC não seria computado o valor técnico de seu resultado, pelo simples fato da prova ter sido disputada no Tarumã ou no Cristal? Desculpem, os que assim não pensam, mas trata-se de uma incapacidade mental.

Como nas olimpiadas o que vale é o individuo. O que ele é capaz de produzir entre os melhores daquele setor. A forma como o conseguiu. Onde nasceu, é para mim o que menos importa. A grande vantagem de Michael Phelps, de ter nascido nos Estados Unidos, é o apoio técnico que recebeu desde que demonstrou talento. Outrossim ele poderia ser francês,  australiano, alemão,  japones, russo, chinês e mesmo brasileiro, que nunca deixaria de ser Michael Phelps. Ou será que Cielo, o recordista mundial de velocidade no mundo em piscinas, nasceu em Cincinnatti?


TENHO ORGULHO DE TER NASCIDO. 
NÃO IMPORTA ONDE. 
O SIMPLES FATO DE TER NASCIDO
E ME DESENVOLVIDO COMO HUMANO 
É A RAZÃO DE MEU VERDADEIRO ORGULHO.

POR ISTO, SINTO AFIRMAR QUE,
TIRANDO O FLAMENGO E O SALGUEIRO 
QUALQUER PRAZER ME "ADVERTE"

Não me sinto inferior a um britânico ou francês, por eles terem nascido em centros turfísticos mais desenvolvidos. Fiz por onde em chegar na segunda colocação de um King George e vencer uma Dubai cup e um Santa Anita Handicap, com cavalos brasileiros. Compareço a meetings e leilões internacionais, onde conveso com todo o tipo de gente. E sem humildade alguma, afirmo que não me sinto interior aos mesmos.

Ontem assisti pela madrugada, uma aula que o volley norte-americano. até então tido como em decadência, nos deu, a nós brasileiros, francos favoritos do campeonato. E olha que esta seleção do Bernadinho, há mais de uma década que é um dos poucos orgulhos brasileiros. O que fica disto? As lições que um cara inteligente como o Bernadinho deve ter assimilado. Voltaremos melhor e mais fortes, na próxima. por são nas derrotas que a grandes vitórias são forjadas. E isto é que faz a diferença entre alguém que tem o compromisso com a vitória, em relação a aquele que o tem o vicio de perder. Quem sabe, se esta derrota não tenha vindo na hora certa?

Vamos pensar global. Deixemos de lado bairrismos e nacionalismos. Que se de valor a quem merece, não apenas a aquele que possa ser objeto de nossa torcida, pela simples coincidência geográfica, de ter nascido no Brasil.