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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: SUCESSO É SUCESSO !

Outro dia me perguntaram porque eu não voltava a morar no Rio de Janeiro. Evidentemente que a pergunta veio de um paulista que achou que eu estava endeusando demais o Rio de Janeiro durante as Olimpiadas. Primeiro, eu quero deixar claro que João Gilberto estava iluminado quando afirmou que você nunca deve voltar a um lugar que você foi muito feliz. Seria como 20 anos depois, voltar com a primeira namorada. Não vai funcionar. Segundo que se fala em Olimpiada Brasileira. Desculpem, mas a exceção do futebol, todos os demais esportes chamados de olimpicos foram disputados nas arenas, nos estádios, nas praias, nas lagoas, nas ruas, enfim onde o Rio de Janeiro tinha algo a contribuir. E as imagens que foram feitas pela NBC, foram simplesmente deslumbrantes.

Eu não desfruto de muitos amigos por aqui e vizinho para mim é que nem sogra. Eles lá e eu aqui. E todos - e não foram poucos - sem exceção vieram a mim perguntar se o Rio de Janeiro era tão lindo como aparecia nas imagens, ou havia truques fotográficos. A todos respondia, que fotografia tem seus truques, mas ninguém conseguiria, por melhor fotografo que seja, fazer dona Dilma, um ser sexual. Senhores, deixem de bairrismo, mas o Rio de Janeiro é fundamental. Se ele é uma estado de espirito e muitos não conseguem conviver com ele, azar. Azar destes, porque o Rio de Janeiro é bom para burro.

Mas é uma cidade falida, que nunca soube votar e que ficou mal acostumada com o tempo em que foi Distrito Federal. Foi o centro da cultura brasileira por um tempo, e não é mais. E depois, achei meu paraíso por aqui. Não vou mudar.

Não sou contra a "volubilidade". Acho que quanto mais voluvel você seja no turfe, melhor, pois, ele muda de tempos em tempos. E você tem que observar, concluir e adaptar-se a nova situação. Aquele cavalo que não lhe trás confiança no inicio, pode com o tempo provar que você estava errado. Cabe a você, colocar a viola no saco e passar a respeita-lo. Torcer contra, nunca! Ignora-lo, jamais!

E é assim que sempre agi, dentro e fora do turfe. Erro, e assumo. Acerto e coloco a boca no mundo. Afinal sou carioca.

Acho que Arrogate responde a todas as perguntas que possam haver sobre o que é o turfe: paciência e perseverança. Com todos os problemas que sofreu, tempo foi dado a ele, por um treinador que não parece ser dos mais paciêntes. Logo, o dedo desta façanha tem que ser apontado para que vem acima dele. A Juddmonte farms. Sempre que a oportunidade se apresenta, eu cito como exemplo Lord Derby, HH. Aga Khan, Tesio, Boussac e Phipps. Nos tempos modernos HH. Aga Khan (que está em sua terceira geração) e Juddmonte Farms. Seria a toa que faço estes comentários, a torta e a direita?

O que se escreve fica. Seja um erro de português - que cometo muitos - seja um erro de opinião - que graças a Deus os cometo em muito menor número. Você escreve hoje e daqui a 10 anos alguém te cobra, independentemente de ser levado em consideração que você possa ter mudado de opinião, pelos fatos que o cercaram depois do escrito. Por mais que o que você escreve seja produto de uma época, o que esta escrito está consumado. Quem não aceitar esta hipótese, que não excreva.

O importanto é que não me sinto um deslumbraado. Sou sim, um empolgado com coisas que acho importantes, pois, ainda sei quando o trigo é trigo e o joio é joio. E o que foi feito pelos responsáveis de Arrogate foi simplesmente primoroso. Épico. O melhor trigo existente na face deste planeta. Seria uma coisa que eu ansearia fazer, e olha que eu já supreendi a muitos...

A Juddmonte tem a cara de seu dono, o Prince Khaled Abdullah, um dos homens fortes do petroleo árabe. Fundada em 1970, quando ele compareceu aos leilões pela primeira vez e saiu arrebatando toda aquela égua que tivesse demonstrado classe e que tivesse pedigree - logo esta classe não era produto do acaso - a Juddmonte faz coisas inusitadas mesmo num mercado tão comercializado como o atual. Não é a toa, que hoje este estabelecimento de cria, tem em suas lides, três broodmares of the Year, Slight Dangerous, Toussaud e Hasili. Vocês sabem que com apenas uma destas, já se garante o sucesso de um haras por décadas. Imaginem três...

Correr Frankel aos quatro anos e arriscar a perder sua invencibilidade, a Coolmore e Sheikh Mohammed dificilmente o fariam. O valor comercial para estes, está acima do desafio da compertitividade. Trazer um seis anos, como Flintshire com duas segunda colocações no Arco, a uma nova campanha e ganhando tudo como ele está ganhando nos Estados Unidos de olho numa Breeedrs Cup Turfe, tem seus méritos. O que fez agora com Arrogate, - aduirido em leilão - primeiro esperando o tempo exato de maturalização, e depois arriscando numa segunda carreira de sua vida, na mais importante prova do verão de um 3 anos nos Estados Unidos, o Travers Stakes (Gr.1), não seria digno de nota? Se não é o que seria? Chegar a Marte? As observações de dona Dilma depois de arrastada para fora de seu governo desastroso?

Abro aqui um parênteses. Nada tem haver com a Juddmonte, mas creio que a vida pode ser feita também de coincidências e acasos. Foi num dia 31 de Agosto, que um carro abarrotado de bombas foi lançado ante a guarita do então sargento Mario Kozel, trazendo-lhe a morte. Não é que uma das pessoas culpabilizada por este atentado, no mesmo dia 31 de Agosto é colocada para fora da posição de presidente da republica? Logo longe de mim ser acusado que não respeito a sorte ou o acaso do espirito Santo. Eu apenas acredito mais no fato estudado, pensado, bem urdido, como todos que parecem cercar a Juddmonte farms. Fecho aqui meu parêntes, com a certeza que provei o meu ponto de vista, querer nem sempre é poder, mas as coisas no turfe não acontecem por acaso.

Arrogare ganhou por quase 14 corpos em recorde. Recorde de distância não do Stakes.  Vocês sabem o que é ganhar em Saratoga os 2,000 metros em 1'59"36? Se achar simples, tente.

Voltando anos atrás descobrimos que Bobby Frankel era apenas o mais bem sucedido treinador de cavalos de claiming do estado de New York. Khaled Abdullah, que não corria claimings e esteve sempre voltado pata Arcos, Derbies e King Georges, visualizou algo que nenhum outro havia visualizado em Frankel. Provavelmente um futuro grande treinador. Para tornar uma história lomga, curta, Bobby foi um dos maiores treinadores norte-americanos da história, graças, principalmenmte ao apoio da Juddmente Farms. De familia judia, se recusava a por seus pés em Dubai, e seu patrão um árabe respeitava isto.

Vou contar uma pequena passagem que presenciei. Eu trabalhei por algum tempo junto a Juddmente em Lexington, Kentucky. Um dia eu estava na sala de Garrett O'Rourke, ent'ao apenas manager do haras e eis que de repente entra o Prince Khaled. Ninguém tinha até ali conhecimento, que ele chegara na vespera, muito tarde da noite. Depois das trocas de cumprimentos ele pediu ao Garrett para ligar para Bobby Frankel, na California. Sem sentir, Garrett fez uma cara meio assustada. O principe notou e perguntou-lhe porque. Garrett explicou que Bobby estava naqueles dias... E prontamente o principe complementou. Então tente ele mais tarde, não quero incomoda-lo. Isto demonstrou para mim o repeito que um dos homens mais fortes do mundo, tinha pelo profissional que lhe prestava serviços. Respeito que a maioria dos proprietários não cosenguem nutrir por aqueles que o servem. E Bobby, não era de agradar ninguém. Tinha a sua vida e você tinha que se adaptar a sua forma de viver.

O contato que fiz com a Juddmonte me fez ter um bom contacto com Frankel, principalmente em Saratoga. Não jogo golfe e Bobby muito menos, logo, haviam horas para se conversar, depois que a imprensa o deixava em paz. Frankel verdadeiramente tinha aqueles seus dias, que não dava nem para chegar perto, outrossim, era uma pessoa afável e que se preocupava com tudo que se passava a sua frente. Quando seu ôvo estava virado, eu ia a Chad Brown, na época seu auxiliar e hoje um dos melhores treinadores da costa este. Mas quando estava normal, Frankel como disse, era uma pessoa espetacular, que pensava em seus cavalos 24 horas por dia.

Pois bem, no telefonema que dei ao Garrett paramenizando-o por Arrogate e Seven Heaven, ouvi dele que fora Bob Baffert que com ele marcaram três cavalos nas vendas de Keeneland. Dois Tapits e um Unbridleds Song. Um dos Tapits foi Mohaymen, e o Unbridleds Song. Arrogate. Nenhum dos Tapits consegui adquirir, sobrndo-lhe apenas o Unbridleds Song.

Porque falei em Bobby Frankel, se foi Bob Baffert um dos mentores por trás de Arrogate? Por que se tratam de dois grandes treinadores com filosofias distintas e mais do que isto com atitudes bem diferentes. Bobby não ia aos leilões, por isto não era ornamentado em ouro, pois, não trazia aos criadores de Lexington, os grandes clientes. Bob Baffert é o oposto. Vai mais aos leilões que a seu barn, nas épocas de Setembro. E os dois servem ao principe Khaled Abdullah. E sabem porque? Porque o principe, se adapta a situação vigente. Ele tem a capacidade de visualizar qualidade humana onde este humano estiver. E a explora a seu favor. Tem gente que reconhece cavalos. Outros reconhecem gente. E ainda existem aqueles que mesmo não reconhecendo nem cavalos nem gente, em compensação sente o cheiro de um bom negócio no ar. Sucesso é sucesso. Se conseguido honestamente, deve ser respeitado, seja conseguido por quem quer que seja e onde for.


VAMOS E VENHAMOS
SUCESSO NÃO É PROPRIAMENTE
TER FAMA
SUCESSO É FAZER BEM
AQUILO QUE SE AMA

Se o sucesso for ficticio, beijado pela sorte ou conseguido desonestamente, há também uma solução: impeachment.