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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: SUSPEITAR OU BOIAR?

Existe uma evolução natural em todo e qualquer esporte. Nas últimas olimpiadas disputadas, e ainda por cima em um pais tropical, 27 recordes mundiais caíram e 91 recordes olimpicos foram literalmente estralhaçados. A que podemos atribuir esta melhora? A evolução natural, que na verdade pouco tem de natural?  Não acredito que seja por ai. São as novas técnicas de treinamento e saude, que possibilitam esta evolução. A medicação também. Outrossim, a ação de profissionais experimentados no corpo e na mente de um atleta, para mim é primordial.

Nada é diferente no turfe, onde recordes são batidos, não tão frequentemente, mas em um bom número, quase todos os anos. Neste caso, as justificativas são ainda maiores, pois, existe o fator pista. Dizem os entendidos que pista não modifica a ação de um cavalo de corrida. balela. Modifica e modifica muito. E eu diria mais, atrapalha. Imaginem que em futebol, o campo ruim prejudica o time grande e cria maiores possibilidades que o time mais fraco, cresça.

Cavalos são criaturas que a principio não raciocinam, como aqueles que votam no PT. Todos agem por instintos. E quando o chão abaixo de si está escorregadio ou pegajoso, para um cavalo de corrida, é uma situação distinta. As chances de equalização se tornam muito maiores. Nunca gostei de usar como desculpa para uma derrota de um cavalo, o estado em que se encontra a pista. mas poderia, ou melhor deveria, já que é um fator. Nunca entendi porque cavalos argentinos e chilenos em sua grande maioria, correm em dois tipos de pista: o arenoso e o gramático. E o cavalo brasileiro sofre tanto rebate quando a pista é trocada.

Mas existem tendências. Por exemplo os Seattle Slews são cavalos que correm ainda mais na areia pesada, ou talvez, corram a mesma coisa que na leve. Isto é não sifrem rebates e os outros sim. Os Northern Dancers, que correm em qualquer pista, o fazem com maior frequência na grama. Talvez por esta diversidade sejam elementos que se alastraram com muito maior intensidade, nos dois lados do Atlântico, que outras linhas.

Moro nos Estados Unidos desde 1987, mas acompanho o turfe a mais tempo. Os europeus não costumam tocar nos Seattle Slews e nos Deputy Ministers. Os norteamericanos evitam os que apenas de dão bem na grama. Aqui não é o pais da grama. É o pais do dirt. E quando houve um movimento para se trocar o dirt, pelo sintético, houve uma queda brutal do desempenho de certas linhas. Profissionais como Baffert, pareciam sepultados, outros como Chad Brown, cresceram. Logo, o tipo de pista influi até no treinamento de um profissional.

Perco todo este espaço, e penso que seja necessário. Pois, no Brasil, um pais essencialmente de classicismo na grama, são os reprodutores melhor vistos no dirt, que sobressaem. no turfe brasileiro e não é de hoje: Earldom, Tumble Lark, Spend a Buck, Put it Back, Present the Colors, Yagli Wild Event e ficariamos aqui a citar nomes, por um bom tempo. E eles produziram grandes cavalos de grama e sabem porque, Porque alguém tem que ganhar, além do que durante anos capitalizamos oa herança de boas importações europeias do após guerra.

Seria de bom alvitre contrariar a natureza das coisas. Explico-me.  Trazer um Seattle Slew ou um Deputy Minister de grama. Não se muda a direção das coisas na transmissão genética. Muitas vezes são necessárias duas ou três gerações, para que a metamorfose venha a acontecer. Não é exagero. Trata-se realmente de uma metamorfose - e das boas - fazer uma linha tipicamente de dirt, gerar algo de util na grama. Só se houver dominância por parte do quadrante inferior.

Tudo isto é por demais subjetivo. Sei disto. No máximo que você consegue é suspeitar. Ok, mas sou ainda daqueles que prefiro suspeitar do que simplesmente boiar.

27 e 91