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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: PEPINO É QUE NEM RABO DE PORCO


Eu acho que politica deveria ser feita, apenas em Brasilia, e nos palacios estaduais das capitais brasileiras. Pelo menos era assim que as coisas aconteciam antes de eu me mudar para cá, em 1987 e anos depois o malfadado PT assumir o controle sobre o país. O que o PT fez? Destruiu o Brasil em proveito próprio. Criou um plano de sustentação de poder - que acreditava ser eterno . E para que isto viesse a se tornar realidade, roubou e deixou roubar em todas as escalas da politica brasileira. A cada dia aflora mais um escandalo. A cada hora é descoberta uma nova sangria. Hitler precisou de uma guerra para acabar com aquilo que fora feito para dominar por 100 anos. Um torneiro mecânico precisou de menos tempo, para praticamente acabar com o Brasil. 

Pois bem a politica não fica apenas concentrada em Brasilia e nos Palacios de governo estaduais. Isto est\a claro. Ela é hoje, parte de todo e qualquer assunto e local. Não deveria ser, mas infelizmente é. O Jockey Cub, não deveria ser usado para discuções politicas. É um oasis de lazer na grande capital paulista. Deveria funcionar como uma valvula de escape das tensões reinantes no dia a dia de cada um. O que é uma utopia, de se pensar, é que em Cidade Jardim, quando eu frequentava, muitos eram os grupos interessados em discutir as coisas do turfe.

Enquanto no Rio discutia-se turfe, em São Paulo a coisa parecia direcionada para a Bolsa de Valores. Não há como se tapar o sol com a peneira. São Paulo é o Estado de nossa União mais poderoso da nação. O Rio de Janeiro, é um estado falido e infelizmente tanto Paraná como Rio Grande do Sul, sobrevivem a trancos e barrancos, e não é de hoje, em se tratando de turfe. Mas em turfe, por incrivel que possa parecer, as situação entre Gávea e Cidade Jardim são contrárias. Gavea, vai bem obrigado e Cidade Jardim, vai de mal a pior.

O novo prefeito de São Paulo, fala em transformar um majestoso hipódromo construído nos anos 40, em área de lazer e centro cultural. O que em outra palavras seria trazer a periferia para o bairro mais chique de São Paulo. Isto me faz lembrar algo que li, muitos anos atrás de um romancista britânico do século XVIII ou XIX, que deixava bastante claro um pensamento: o idealismo de uma pessoa cresce na proporção direta de sua distância do problema.

Desculpe o senhor Doria, que penso ter ouvido o galo cantar, mas não sabe onde. Acredito que não existe pessoa mais distante de Cidade Jardim, queele próprio. Talvez o Hadad... Se as coisas vão mal tendo o Jockey Club de São Paulo uma localização privilegiada, imaginem se o transferirem para Itaquera ou Casa Verde? Fecha de vez. E o que faremos da mão de obra que vive exclusivamente dele? E leve-se em conta que parte dela, que não sabe fazer outra coisa do que escovar um cavalo de corrida?

A experiência da América do Sul, prova de forma concreta, que alguns paises podem sobreviver com apenas um grande hipódromo. Uruguai, Peru e Venezuela são provas disto. Outrossim o turfe me parece melhor na Argentina e Chile, que contam cada um, com três hipódromos de peso. E acabou na Colômbia...

Nunca fiz politica naquilo que paga o meu pão de cada dia. Não seria agora. Eu acho que o problema do Jockey Club de São Paulo, é antigo e sugere que outras gerências, foram igualmente culpadas. Portanto, o declinio não é de hoje. Vem se acentuando a mais de uma década. A diferença entre o governo Temer e a atual gestão do turfe paulista, é qu Temer recebeu uma terra arrasada e acéfala. A atual diretoria do Jockey Club de São Paulo, não. A situação não era boa, mas longe de ser periclitante, como ora se apresenta.

Vendeu-se tudo, até obras de arte, para se pagar salários. Não quero aqui culpar ciclano ou beltrano. Meu negócio é cavalo de corrida. Porém, não creio que acabar com patrimonio, seja a melhor fórmula para se reeguer uma atividade que se encontra moribunda. Posso estar enganado, mas sempre acreditei que uma boa idéia, pode mudar tudo. Será que ninguém a consegue ter uma, com respeito a Cidade Jardim?

Não vejo uma solução para o que está acontecendo com o turfe paulista. Não sou pago para isto, nem me considero expert em administração de hipódromos. E volto a repetir, não quero crucificar a ninguém, prinipalmente pelo simples fato que não sinto das forças de oposição, uma vontade ferrenha de pegar o pepino e tentar desentorta-lo. Talvez pelo simles fato que pepino é que nem rabo de porco, depois que nasce torto, permanece torto, para o todo o sempre.