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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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sábado, 15 de outubro de 2016

PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: QUEM ACHA QUE SÓ TURFE SABE, NEM DE TURFE SABE!


Moro aqui nos Estados Unidos desde 1987 e o tempo faz de você um habitante natural e participante da história local. Vejo este país como algo incrivel de se morar, contudo, há de se convir que se você morar no extremo oeste, fica sujeito a terremotos. Se habitar o norte, se torna um escravo temporal da neve. No centro do pais, foca atrelado aos tornedos e no sul não dá para fugir dos furações. E ai eu penso que nós brasileiros deveríamos ser um povo diferenciado, pois, nada disto nos afeta. À exceção da seca no norteste, das enchentes após as chuvas no sul e o PT em Brasilia, a natureza foi por demais condencendente conosco. Contudo, diria o criador a São Pedro, no Brasil o povinho que foi colocado influía negativamente com mais intensidade do que terremostoe, neve, tornedos, furações e maremotos. Temos um povo que vota 
 em Lula, Dilma. etc...

Lula, a alma mais pura do Brasil, refuta as acusações contra ele, seja num triplex, seja em um sitio, seja nas fantasmagoricas palestras, do qual não existem fotos ou videos. Dilma ataca aqueles que reprovaram suas contas de campanha de 2014, tentando tapar o sol, com uma peneira esburacada. E tudo isto é feito com um povo que trabalha e grande parte dele está sem emprego, por causa destas figuras grotescas. Mas delas não se afastam.

Mas não há nada perfeito. Os norte-americanos ainda não satisfeitos, com tudo que a natureza emprega para açoitar sua população., eles resolveram tentar eleger o Trump, um Lula sofisticado, mas com o mesmo nível de cerebro de uma Dilma Roussef.

Costumo falar de futebol, de turfe, de politica e até de assuntos compornamentais, não por ecletismo, mas sim, por formação pessoal. Tenho ciencia que não sou o dono da verdade e acredito que você não deve ser especializado em nada. Para se vencer em qualquer atividade, você tem que ter noções gerais de tudo e um especial conhecimento maior sobre esta atividade. Pois, tudo tem relação em sua vida sentimental ou profissional. Tudo, mesmo o menor e mais insignificante dos detalhes. 

Muito brasileiros desgostam de argentinos. Sei que é duro gostar da maioria dos argentinos, principalmente quando o assunto é futebol ou turfe. Eles são para a América do Sul, o que representam os parisienses para a Europa. Mas eu acho que um pais que já tem seis Premios Nobels, tem que ser respeitado, principalmente sendo sua população muito menor que a nossa, que não acredito que tenha até o presente momento, levado sequer, um cheque sueco. Menotti, um técnico que trouxe para a Argemtina seu primeiro campeonato do mundo - se bem que na Argentina e em condições nebulosas - tinha uma frase que me marcou bastante: Quem acha que só futebol sabe, nem de futebol sabe!

Confesso sem me sentir ridiculo, que venero aqueles que são capazes de construir numa frase, uma grande base para um pensamento maior. Churchill foi o maior deles no mundo. Machado de Assis, Paulo Francis e Nelson Rodrigues, no Brasil. Nelson Rodrigeus foi por demais feliz quando escreveu que a mais sórdida pelada, é de uma complexidade shakesperiana.

Viver não é simples. Vegetar sim. Viver para mim, é tentar achar a razão do porque que as coisas acontecem. E no turfe, elas acontecem de uma forma por demais subjetiva. E você tem que ter a hombridade de saber que tudo tem uma razão. Mesmo que não encontre uma explicação para elas.

Outro dia falei de minha opinião sobre cavalos se sairem bem ou não, em pistas de grama ou areia, coisas que evidentemente afetam o cavalo brasileiro e nem tanto aos argentinos e chilenos. Ai eu vou para um assunto ainda mais polêmico. O problema da curva. Os cronometros demonstram que na curva os cavalos correm em menor velocidade que nas retas, mesmo na reta oposta, onde eles normalmente são sofreados. O que isto significa? Que o cavalo sentre que algo está diferente em seu equilibrio, e por uma questão de instinto de prezervação, diminuem sua marcha.

Pois bem, existem cavalos que mantém na curva a mesma velocidade e ganham posições sem serem acionados. Não digo apenas dos cavalos que ponteiam ou daqueles que são exigidos. estes últimos não contam. Refiro-me aqueles que naturalmente galgam posições. Foi exatamente isto que me fez me apaixonar por Hard Buck. Ele tinha na curva a mesma forma de galopar que em qualquer reta. Ganhava posições, e no final entrava bem na reta e sem estar estenuado. Assim, mesmo sendo um cavalo que tinha evidentes limitações staminicas, correu uma das duas mais importantes milhas e meia do mundo, e foi segundo. 

Vários foram os cavalos que captei esta caracteristica. Não muitos, é verdade, mais vários, e quando mais compacto ele for, melhor me parece seu equilibrio. Acho que um dos segredos para as corridas de duas curvas - no Brasil acima dos 2.000m na pista de grama - é saber explorar aquele cavalo que não diminui seu ritmo nas mesmas. Eles conseguem correr mais distância, mesmo não tendo teoricamente a stamina para tal. O fazem porque cansam menos, pois, seu desenvolvimento na curva é natural. Não forçado. 

Mas teorias como estas se aplicam para os Grande Prêmios Brasil, São Paulo e nossos dois derbies, mas não se aplica por exemplo ao Grande Premio Carlos Pellegrini, pois, este é corrido com apenas uma curva. Trata-se de um assunto polêmico e muitos discordarão de meu ponto de vista. O que quer dizer que talvez eu não esteja certo e muito menos estes errados.

Pois bem, faço das palavras de Cezar Luis Mennoti, as minhas palavras: Quem acha que só turfe sabe, nem de turfe sabe!