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sábado, 8 de outubro de 2016

PONTO CEGO: O TURFE BRASILEIRO NÃO VAI ACABAR

Não me levem a mal, nem coloquem palavras em minha boca. Eu não acredito que o turfe vai acabar no Brasil. PONTO PARAGRAFO !

Nunca afirmei isto e acredito que esteja ainda longe de fazê-lo. Outrossim, penso que pelo andar da carruagem ele vai retroceder, a passos largos e celeres, aos tempos dos anos 40 e 50. Familias, criando para uso próprio. E as corridas passarão a ser uma troca de figurinhas e disputas de taças. O mercado interno ficará cada vez mais restrito r correremos para nós mesmos. E o porque que não vai acabar, fica muito claro para mim explicando o porque.

O Brasil venceu cinco Copas do Mundo, sendo que as três primeiras de 1958 a 1970 de forma impecável. Período este, em que o Brasil era respeitado dentro do campo. A era de Pelé, Garrincha, Newton Santos, Didi, Amarildo, Tostão, Gerson,  Djalma Santos, Carlos Alberto, Rivelino, Zito e Jairzinho. Três de seus técnicos campeões foram nascidos no Rio de Janeiro, um em São Paulo e outro no Rio Grande do Sul.

Logo o Rio de Janeiro, um dia foi o berço do grande futebol. Como foi o berço de outras atividades, já que Fernando Henrique Cardoso, nosso melhor presidente, Tom Jobim nosso maior músico e Vinicius de Moraes, o grande poeta de nossa história, igualmente nasceram no Rio. Mas o Rio faliu, depois de governos, completamente desgovernados e hoje, já não creio que possa ser cognominado, berço de coisa alguma. Por incrivel que possa parecer, a não ser no turfe. 

Não é de hoje que o Rio de Janeiro domina o turfe brasileiro. E o faz, sem ter mais as famílias tradicionais como as de Peixoto de Castro, Paula Machado, Rocha Faria e Grimaldi Seabra. Logo, houve um desenvolvimento de proprietarios.  Isto foi produto de uma educação turfistica, que funcionou e fez da Gáva o centro das atenões por muitos anos, no século passado. Eu sou produto desta educação.

Não sinto que São Paulo esteja hoje, colaborando com a manutenção do status-quo do turfe. E levando-se em consideração que poucas serão as chances de Tarumã e Cristal voltarem a viver seus anos dourados, fica com a Gávea, a responsabilidade da ação de não deixar o turfe acabar no Brasil.

Nos dias atuais, dois dos maiores proprietarios no Rio de Janeiro, o Alvarenga e o Estelinha, fecharam suas portas, e a coisa ficou mais apertada, com a partida do Santa Ana do Rio Grande, do São José da srrra, do TNT, do São José e Expedictis e com a diminuição do Mondesir. Mas a batalha será vencida. Disso, não tenho o menor resquicio de dúvida.