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sábado, 5 de novembro de 2016

A BREEDERS CUP JUVENILE TURF E MAIS UM TABU QUE CAI

A Breeders Cup Juvenile Turf é daqueles pareos que não justificam serem rotulados de graduação 1. Criada em 2007, em suas primeiras nove versões não conseguiu um ganhador que se firma-se nas temporadas seguintes. E que reprodutivamente tornaram-se zeros a esquerda. Vide Pounce.

Resumindo, campos sempre cheios, esta milha é indubitavelmente estabilizou-se com uma prova de ninguém. Do tipo, por nós bem conhecido, como alguém tem que ganhar. So que quando você se refere a grama nos Estados Unidos este alguém que tem que ganhar, geralmente é filho de Kittens Joy.

Vi quando Oscar Performance fez aquela sua segunda carreira, a nivel antológico na qual venceu por meia arquibancada, depois de uma estreia sofrivel, sujeita a descolocação, ambas em Saratoga. Sua vitória, naquela oportunidade, foi tão sinificativa, que não apenas eu, mas quase toda a comunidade turfistica dos Estados Unidos, entendeu que ali nascia uma estrela. Levado a belmont Park, venceu os 1,700m do Pilgrim Stakes (Gr.3), em greande estilo, sem mexer um musculos sequer, por mais de seis corpos e estabelecendo a boa marca de 1'42" e trocados. 

Agora fala-se em Royal Ascot, coisa que modestia parte fui o iniciador com Hard Buck, - não no meeting de Royal Ascot - pois, até ali o cavalo treinado nos Estados Unidos, não se sentia apto a atravessar o Atlântico e disputar na grama, pareos de suma importância em Ascot.

Acho a ideia barbara. De há muito o turfe deixou de ser uma caixa hermeticamente fechada e limitada por fronteiras. Se os europeus vinham e ganhavam, porque os norte-americanos não iam lá, e pelo menos disputam? O tabu parece que definitivamente caiu.

O pace desenvolvido até os 1,200m, a nivel de record e o tempo final de 1'33" e varios quebradinhos, evidenciam que o desfecho foi pouco convincente. Embora a supremacia apresentada por Oscar Performance tenha sido indiscutivel, creio que ele tenha ainda de melhorar muito para comparecer ao winners enclosure de Royal Ascot, em uma prova de grupo.