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domingo, 20 de novembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: ALHO E BUGALHOS

Porque neste blog, faço comparações, entre o futebol, politica e turfe? Muitos me perguntam, pois, não entendem. Seria uma falta de assunto? Uma reclusa morbidez? Ou existe uma razão? Não porque estas atividades se aproximam, no seus erros e em seus acertos.

Hoje temos uma nova promessa no futebol. Se chama Gabriel Jesus. Muito bom jogador para a idade que ostenta, embora Pelé na idade dele, já até campeão do mundo o fora. Mas a imprensa futebolistica gosta de endeusar jogadores antes da hora. Eu tive o privilégio de ver jogar, alguns centro avantes que penso, em minha humilde opinião, serem bem superiores a Gabriel Jesus. Entre os que vem imediatamente a minha cabeça, cito, Vavá, Coutinho, Tostão, Careca, Reinaldo, Ronaldo, Romario, como os que mais me impressionaram. Alhos e Bugalhos.

Vejo no turfe, coisas similares, principalmente aqui no Brasil, onde sem que uma análise minima de percentuais, reprodutores são idolatrados e outros crucificados. E isto porque? Primeiramente por não termos estatísticas intiligentes nas respostas as nossas necessidade. E segundo por um eterno imediatismo que temos em descobrir pela segunda vez a pólvora.

A qualidade de um cavalo, seja na pista ou no breeding-shed, necessita de tempo. E evidentemente a formação, não só de uma série histórica como termos de comparação. Imaginem, o que seria Dubawi, se não houvesse Galileo? Ou Clackson, sem Ghadeer, para nos manter a nivel nacional?

Endeusar um Gabriel Jesus, estando ainda viva na nossas mentes a recente imagem de Romário, é no minimo uma situação constrangedora, para não se dizer injusta. Pode ser feita. Pode ser imaginada, Pode ser até defendida, mas creio que deva ser, acima de tudo, provada. Opiniões particulares são apenas opiniões. As tenho, as exponho, mas deixo claro que são apenas opiniões. Quando existe uma defesa estatística, trato de expo-la. E que cada um chegue a sua conclusão. Ninguém é dono da verdade. Nem os números. Nada é mais vulneravel que alguém que no jogo de xadrez se ache a Raínha.

Falemos de importações. Estamos nos assujeitando a trazer apenas a aquilo que nós é oferecido. Isto é o inicio do fim. Já vi isto no Chile, anos atrás. O TNT trouxe por conta própria, o melhor que tivemos em termos de shuttle. Cavalos com bons resultados no hemisfério norte. A contribuição foi importante. Candy Stripes, Royal Academy, Elusive Quality e Northern Afleet. Uns sozinhos, outro como participante do grupo. O melhor shuttle que tivemos foi Roy. Porque? Porque em apenas uma geração aqui nascida conseguiu o maior percentual de ganhadores de grupo. São os números que dizem isto. Não sou eu opinando.

Abro aqui um parênteses- Tirar um ganhador de grupo numa geração, é o minimo que um garanhão tem que produzir, para que seja considerado um garanhão. Três deve ser considerado bom reprodutor. Mais do que isto, é quando a gente tem que respeita-lo como algo realmente especial. Fecho o parênteses.

Roy. como já afirmei anteriormente, foi entre os elementos de shuttle, o que mais produziu. Seu percentual foi de mais de 13%. Ele é um Fappiano, uma tribo que aqui na América do Sul, sempre foi sinal de sucesso. Acho que estas coisas funcionam. Sei que muitos acreditam que não. Mas eu penso que sim. First American e Signal Tap, que o digam e Impression é o pai do cavalo brasileiro de maior volume por prêmios ganhos. Glória de Campeão. Acho que isto prova minha tese. Ou pelo menos, ajuda...

Fazer Gabriel Jesus em um Ronaldo antes da hora, é como pegar um garanhão e coroa-lo de éguas, porque produziu apenas a um cavalo de exceção,