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terça-feira, 22 de novembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: CRIATURAS DE HÁBITOS

Amo os cavalos, e eles não cessam de gratificar-me. Haveria uma razão? Eu diria que sim. Certamente por possuirmos algo em comum: somos criaturas de hábitos.

Se negar a fazer algo, ou simplesmente ignora-lo, não deixa de ser também um hábito. E sobres estes, tenho vários. Um deles é de nada ler ou acompanhar do noticiário brasileiro de cavalos de corrida. Me sinto no direito de adotar minhas próprias conclusões, que se não forem as mais abalisadas, pelo menos são minhas. Não sofrem interferências de incautos. Hoje, não acompanho nenhum blog da atividade, pois, tenho o meu, e que é dificil de permaner no ar, pois, um a dois artigos por dia, requer assunto, um pouco de conhecimento e muita imaginação. E eu diria, que em se tratando de turfe brasileiro, os assuntos estão mais escassos com o passar do tempo. e imaginação passou a ser um golpe de mágica.

Diferentemente da politica e do futebol, onde um ex-governador é preso, dia sim, dia não, e que coisas estranhas acontecem no campeonato brasileiro e em detrimento, muitas vezes de um só concorrente, eu diria que o turfe é um paraíso.

O Vasco pode não subir para a primeira divisão. Se você dissesse isto no inicio da competição, seria motivo de chacotas. Esperava-se que o gigante da colina, não só vencesse a competição, mas também de forma invicta. O Internacional pode cair pela primeira vez para a segundona. Imaginem ele, que na opnião de 8 em 10 experts no assunto, no inicio da competição  era candidato ao titulo e figurou na liderança do mesmo por algumas rodadas, está na situação que se encontra, com um quarto técnico contratado.

Na politca, pelo que entendo, entre aqueles que não possuem foro privilegiado - aliás um assinte a inteligência humana - só faltam Lula e Dilma, O resto já tosou o cabelinho, colocou o uniforme laranja e vive hoje as nossas custas a comer pão com manteiga, na Papuda, em Bangu ou na carceragem de Curitiba. Quem poderia prever isto, no inicio de 2003. Nem o grande profeta Lula.

Mas o que dizer do turfe? Principalmente do turfe brasileiro. Onde estamos e para onde realmente iremos? Antes de chegar a tristes conclusões, torna-se importante salientar que esta não parece ser a primeira crise no setor. Tivemos muitas ao longo de nossa história. Outrossim, há de se convir, mesmo entre os mais fervorosos samaritanos, que esta é a mais aguda, pois, além das deficiencias naturais inerentes a nosso sistema, a Lava Jato, nos atinciu pela proa.

Volto a repetir, um turfe que depende de acusados pela Lava Jato, não merece sobreviver. Desculpem, aos que assim não corcondam, mas existem fortunas que não foram esculpidas sobre vantagens ao erário publico. E elas estarão ainda presentes no que sobrar desta atividade. E se o mercado interno se adequar, sobreviveremos, como o fazem a Argentina e o Chile.

Como reslver nosso problema? A resposta está em duas direções, que a meu ver caminham paralelas. Jogo e novos proprietarios. Estas são as metas de urgência, a serem atingidas. 

Somos um atidade, em que 80% dos proprietários, são também cruadores. Isto é uma grande anomalia. Ao mesmo tempo que acho infantil, dizer que o brasileiro não joga. O brasileiro joga, na loteria esportiva, na purrinha,  na raspadinha, cuspe a distância e até no bicho, em que o que está escrito é o que vale. Só não joga no turfe, pois, já em diversas oportunidades, ressaltei aqui, por ser complicado.

Teste. Entregue nas mãos da senhora sua mãe a revista do jockey club, com seus programas. Ela não entenderá bulufas e muito menos como tirar proveitos daquelas informções, jogando. Para o leigo, nossos programas parecem estar escritos em grego. Mais fácil uma raspadinha ou jogar no milhar.

Por sua vez, trazemos em nosso seio aquele famoso jargão que o turfe é sinônimo de perdição. Um cara perde todo o seu finheiro numa novela, nunca será a bolsa de valores a responsável e sim os cavalos de corrida. Vivemos em uma atividade que é mal vista, onde o leigo tem certeza que as corridas são manipuladas e suas chances de ganhar dinheiro são nulas. Confia-se mais em um casino, que num hipódromo. Não interessa que as maquininhas ou a roleta possam estar viciadas. São mais honestas que os jóqueis no parecer de muitos.

Estes muitos, não tem a minima noção que temos comissões de carreiras, que mesmo que sejam boas ou más, tentam minimizar os desajustes ocorridos nas carreiras. Laboratórios que detectam possiveis dopagens. Um publico, ao qual pouco passa a desapercebido. Cameras em todos os lados, como em bancos. mas somos vistos como um antro de perdição. O primeiro passo para a queda da renda familiar do brasileiro comum.

Estou de saco cheio de ouvir sempre o mesmo comentário, de quem nunca pós os pés num hipódromo. Tem muito roubo nas corridas de cavalo. E em nossa politica? Naquele deputado que este acusador votou? Existe uma santa honestidade? Olhem um ex-governador do Rio de Janeiro, que tinha mesada de empreiteiras e só andava de helicóptero. E quando tinha que se utilizar de sua limousine, equipada com fontes e jacares flutuantes, o fazia parando o transito, como ali estivesse algo divino.

Se queremos fazer de nossa atividade algo sólido, temos que mudar a imagem que nos cerca. Formar novos turfistas e rezar para alguns deles se tornem proprietários e nunca criadores. E implementar o jogo. Se a loteria esportiva, em que suas chances de ganhar são quase impossíveis, não vemos rebates financeiros de familias, por que no trufe, onde suas chances são bem maiores de ganhar algum, veremos declinios na área financeira, familiar?