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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: A PREOCUPAÇÃO GERAL

Cheguei a triste conclusão que todos nós viemos dos macacos. O que simboliza isto? Nada.

Hoje termina mais uma jornada minha pelos haras brasileiros, Foi proveitosa. Fiz Bagé, Tijucas do Sul, São José dos Pinhais e São Miguel. Vi muito e aprendi mais ainda. Senti quão morfológicamente avançamos e sei que há ainda espaço para crescermos mais. Basta melhorarmos nossa genética. Contudo, senti tanto nos hipódromos, quanto nos haras, uma grande e mesma preocupação, A nuvem negra de inimagináveis proporções: o pessimismo para com o futuro do turfe brasileiro.

A situação está complicada, porque o que não está funcionando na realidade é a essência. Dinheiro é a solução para muitas as coisas desde que se saiba o que fazer com dinheiro. E creiam, que isto no turfe, é ainda uma tarefa complexa. Mas vendeu-se o Posto de Monta, a Chacara dos Ferreiros, os talheres e os garfos e não há ainda dinheiro? Hoje, quem dirige os destinos de Cidade Jardim alega a falta de dinheiro, embora não pareça bem a questão crucial para a queda de qualidade do espetaculo paulista. Vender garfos e facas, me pareceu ridiculo e nem por meus mais sórdidos e impublicaveis sonhos, poderia supor a alguns anos, que o que está acontecendo como Jockey Club de São Paulo, fosse uma situação plauzível de acontecer.

Acho que deveriamos sentar, refletir, discutir, antes de tomar o primeiro passo. Afinal, depois que a vaca atolar de forma definitivca no brejo, tirar ela de lá, é tarefa quase impossível. Logo, ficar nesta inércia de nada fazer e apenas contestar, não nos levará a lugar algum. Desculpem, a aqueles que não concordam, mas o turfe brasileiro tem dinheiro. Não é rico, mas diria ser pelo menos remediado, pois, é formado de proprietarios cuja solidez de seus bens, me parece acima de ualquer discução. Logo, se soubermos alocar o investimento, será muito dificil a coisa não ir para frente. Pelo simples fato que a atividade vai bem, em qualquer ponto do mundo. Menos na cidade mais rica do continente sul-americano. Há como se entender?

A primeira ação é criar uma campanha de trazer o publico de volta. Por exemplo, se a gente colocar a Catharina Zeta-Jones pelada, não haverá lugar para homens no hip\odromo, e o Bred Pitt, em relação as mulheres. Assim, sendo existem formas e formulas. Talvez pelar estes dois idolos hollywoodianos, não seja a melhor idéia, mas haverão outras e quem se candidatou, tem a obriagação de acha-las. Assumiram por que queriam e hoje não largam o osso, por que assim não o desejam.

Atraído o publico temos ue simplificar a interação do jogo  para com este recém chegado turfista. Ele tem que entender como apostar e como ler um retrospecto. O conhecimento vem com tempo, mas necessita que estas duas variantes sejam completadas em um primeiro estágio. Gente com um mesmo uniforme, colocada nas dependências de Cidade Jardim, como hoje é feito em Keeneland, é o segundo passo, neste processo de interação jogo, individuo. Sua tarefa? Fazer este novo turfista aprender o caminho das pedras. 

Se o novo turfista for bem assessorado, entender o que está fazendo e quem sabe com sorte ganhar, ele volta e acaba trazendo alguém consigo. Precisamos igualmente de publico. O Marcio Toledo trazia gente que a meu ver nada tinha haver com a atividade em dias de grandes festas. Este comedores de empada, embora pouco ou nada contruibuíssem com o aumento substancial do movimento de apostas, lotavam as arquibancadas. E quem sabe um punhado deles não voltou e passou a gostar da atividade? Ganhar um Derby ou um Diana, com as arquibancadas vazias, como acontecido no Derby e no Diana de dias atrás, em Cidade Jardim, é que me parece mórbido. Cheira a final de feira. Cheira a desolação total!

Chegou a hora daqueles que investem pesado na atividade, tomem uma ação enérgica sobre o que está acontecendo. Não passa a ser uma caça as bruxas e sim uma caça aos erros cometidos. Não importa se cometidos por A, B ou C. Não é hora de se crucificar culpados. É hora de dar a volta por cima.

Eu pego hoje um avião ainda mais discrente com Cidade Jardim, que estava antes. A sobrevivência deste importante hipódromo é vital. Vejam, que se amanhã um maluco, resolver que não se paga mais prêmios na Gávea, sucumbiremos. Vocês acham esta situação ridicula? Pois, embora seja, lembrem, que se Cidade Jardim um dia aceitou, porque a Gavea não aceitará?

Sou contra toda e qualquer forma de monopolio. Até numa disputa de bola de gude. E estamos caminhando, a passos largos, para isto. É do equilibrio das forças de Gavea e Cidade Jardim, que está a alma do turfe brasileiro. Um querendo fazer melhor que o outro. Uma luta saudavel para a manutenção de proprietarios. Mas a grande verdade, é que ontem tinha mais gente em Madalena, que no dia do Derby, em Cidade Jardim. E com todo respeito ao prado de Recife, isto me pareceu patético.