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domingo, 27 de novembro de 2016

PONTO CEGO: NADA COMO UMA BOA TITIA

No final do século passado, eu comprei para mim uma potranca que me encheu os olhos. Ela era portadora de uma duplicação, em minha favorita reprodutora, Lalun. Tratava-se de um filha do pouco fashionable Northern Spur (Sadlers Wells) numa mãe Rheigold. Resumindo um pedigree que poucos norte-americanos poderiam compreender. E ademais, embora pequena, era uma formosura e custou um mariola e duas cocadas.

Um casal amigo que se encontrava nas vendas me peguntou se não poderiam associar-se. Disse que sim, mas ele impunham uma condição. Queriam dar nome a potranca. Concordei. Acertada a situação, Bob, me perguntou o que me fizera comprar aquele potranca, pequena para os moldes norte-americanos. E eu não sei porque respondi que ela a cara de uma tia minha.

Eles pesquisaram e vieram com um nome surpreendente: Titia. Achei barbaro. Evidentemente que ela não foi nenhum fenômeno, mas nas mãos de Neil O'Callagham, na época meu treinador, ganhou seis e mais de US$250,000 em prêmios. Ela defendeu nossas cores por 47 vezes e além das seis vitórias, arrumou 21 placês - entre primeiro e segunda colocações. Resumindo, ela corria e o cheque vinha... No final de sua campanha a vendemos e a história para mim terminou por ali. Foi bom enquanto durou...

Porisso fiquei surpreendido, ao examinar os resultados do Thanks Given Day, e ver que uma filha sua, Lady Fog Horn, acaba de ganhar o Falls City Handicap (Gr.3) em Churchill Downs. Esta, trata-se de uma filha de Zavata, um filho de Phone Trick, reprodutor em atividade em Indiana. Logo, pode parecer tara minha, mas só consigo pensar que este resquicio de clássicismo é advindo desta duplicação. Mas pode ser que não.