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domingo, 20 de novembro de 2016

PONTO CEGO: O MATUNGO DIFICILMENTE QUEBRA

Eu estava em Chicago. havia chovido na véspera, fazia um pouco de frio, aquele bem gostoso da manhã, porém já notava-se muita gente indo para o trabalho com copos de papel cheios de café pelas ruas. Se existe duas coisas que combinam nesta cidade e o frio e o café.

Adoro Chicago, embora conheça apenas pouco. para mim, o centro e aquela milha famosa de lojas, é o meu horizonte. estava hospedado na Trump Tower e assim, tudo podia fazer a pé. Sai para meu passeio matinal, quando depois de vencer alguns quarteirões, vi um ajundamento de pessoas numa esquina. Todos olhavam algo no chão. Não deveria ser uma pessoa. pois, o circulo era pequeno. Pessoas exigem mais espaço e em menos de segundos o 911 funciona por aqui. Carros de bombeiros e de policia, aparecem com saidos do centro da terra.

Como todo curioso, aproximei-me. Era um passaro. Bonito, mas de raça desconhecida. Confesso que conheço pouco de nossa fauna aviária, mas aquelas cores, faziam dele algo especial. Ele manquitolava, e possivelmente tinha um problema nas asas, pois, embora tentasse, não conseguia levantar vôo.

Achei fantástico que tantas pessoas estivessem preocupadas com ele. Em Nova York, passariam por cima. no Brasil, já estaria em alguma panela. Mas em Chicago, todos pareciam preocupados com o mesmo. Imediatamente uma senhorta que disse a todos ser veterimária, aproximou-se do passaro e constatou que ele tinha um problema na asa e que havia perdido um de suas pernas. Como? Ela não sabia dizer, embora várias pessoas exercessem suas respectivas curiosidades, com perguntas e observações.

Tive que seguir em frente, pois, teria ainda que pegar um avião. Mas não consegui o resto do dia, tirar aquele passaro de minha cabeça. Não sou muito chegado a gatos, adoro cachorros, outrossim, aquele pássaro me fez ver quão impoirtante é a vida e acima de tudo, que muita gente, era capaz de sencibilizar-se com a sua dor.

Vi cavalos de corrida perecerem na pista, e creio que Boticão de ouro, que ainda lutou por sua vida, por várias semanas, foi o que mais me sencibilizou. Quebrou a metros de consagra-se no Derby paulista. Aqui nos Estados Unidos, barbaro, acidentou-se no Preakness e passou a ser um assunto de comoção nacional. nunca nenhum cavalo recebeu tantas cartas e e-mails, enquanto tentava sobreviver. Porém, os esforços foram também em vão.

Eu não assisti, mas creio que a morte de Ruffian, até então invicta como Barbaro e Boticao de Ouro, foi a que mais a atenção do mundo chamou. Nunca um cavalo havia colocado fucinho a sua frente em ponto nenhum de qualquer carreira. Ela largava, ricava e em um determinado dia sucumbiu em uma carreira desafio, contra o ganhador do derby, em Belmont Park.

Houveram outros desastres, pois, neste game, isto é viável de acontecer. Cavalos de corrida, se esforçam em seus limites, e todos, sem exceção, fazem força em uma pata de cada vez, deslocando sobre ela, todo o peso de seus corpos.Por isto a criação dos mesmos exige esmero. Voc~e não apenas cria um atleta. Você cria um atleta que disputa carreiras de alto risco, poi, a completyde do problema, está não apenas no resultado da carreira, mas sim na forma com que elen se movimenta.

E estes desastres acontecem, na grande maioria das vezes, com os bons. Aqueles que desafiam seus próprios limites. O matungo não se esforça e por isto dificilmente quebra.