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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

PONTO CEGO: RESPEITO É BOM E EU GOSTO

Falei de como cada povo possui uma espécie de perfil. O do brasileiro, frisei na oportunidade, é querer levar vantagem em tudo. A lei do Gerson. Mas existe outras facetas que não consigo entender. Por exemplo, o jogador brasileiro tirar a camisa, logo após ter feito um gol. Seria promessa? Antipatia de mostrar na televisão os nomes dos patrocinadores? Orgulho de colocar a vista de todos, seu corpo de atleta? Pode ser a última, pois Walter - o gordinho simpático - faz gol para burro, mas não me lembro dele tirado a camisa. O que seria então, partindo-se do principio, que mesmo na mais relis pelada de várzea sueca, quem tira a camisa irá levar um cartão amarelinho pelas fuças.

O futebol é uma coisa diferente. O tal do Pedro Rocha, teve seu dia de Pelé, nesta última quarta feira a noite no Minerão. Dois gols assobrosos, no mais alto nível, mesmo entre os criticos mais exigentes e um final nada feliz. Uma expulsão, quando seu time ganhava de dois a zero e prenunciava-se uma goleada, foi uma ato falho de sua parte.Ele foi expulso e o Atlético fez um e esteve perto de fazer dois. Pois, bem, se o Atlético empata ele estaria irremediavelmente sendo acusado de culpado. Como ganhou, o fato será esquecido. Mas a pergunta minha continua: porque o jogador brasileiro de futebol tira sua camisa após fazer um gol?

Eu estou satisfeito com a mexida no mercado que a compra de First American trouxe para o seio do mesmo. Uma saraivada de perguntas tomou conta de minha mala de recados. Quantas coberturas serão vendidas? A que preço? Quando custou o cavalo? E outros detalhes concernentes a transição de Bagé para o Paraná.

Volto a repetir: assessoro mas de maneira alguma decido. Decisão é uma função do proprietario. Preço, por sua vez, é questão entre comprador e vendedor. Ninguém, nem mesmo eu, tenho a ver com o fato. Vou dizer uma outra coisa. Existem duas formas de pensar no mercado. Por exemplo o Aluizio Merlin Ribeiro, só vende duas coberturas de seu reprodutor Acteon Man por ano. Um para seu criador. Outra apresentada pela ANPCCC. Porque faz isto? Primeiro para preservar um cavalo que já tem idade, e um problema em uma das mãos. Isto aumentará a vida útil do animal? Provavelmente, sim.. E segundo porque não interessa a ele, por dois tostões criar um problema para si, do tipo, perder uma carreira importante para um filho de Acteon Man, de propriedade e criação de um terceiro.

Como os tostões não fazem diferença para ele, é uma forma de agir. Certa ou errada, é a decisão dele. Outros exploram o cavalo, até as últimas consequências, vendendo coberturas a quem pagar o preço determinado. O que é tremendamente válid, também. 

Se me perguntam a minha opinião, eu acho que deva haver uma forma intermeditária. Do tipo, prefiro só ter coberturas entre os membros do condominiuo, para prezervar a condição fisica do animal e manter um certo controle. Outrossim, isto não impede que um dos condôminos, venda seu direito ao serviço, para quem quer que seja.

O que será decidido em relação a First American, não cabe a mim decidir, no máximo dar minha opinião, se ela for requirida. Agora o que me agrada, é que não sou apenas eu, que se preocupava com o cavalo. Gente com quem nunca mantive contacto, comunicou-se  comigo para saber o destino do cavalo. E alguns, até para paramenizar. A estes respondo, agradeço mas não mereço. Todo os louros da compra, devem ser dados aos adquirentes.

 Isto é tremendamente edificante e bem longe daquela máxima do filósofo carioca, Carlos Imperial: falem mal, mas falem de mim. Todos que se comunicaram, sem exceção, só falaram bem. Todos são de opinião que nunca houve por parte de seus responsáveis anteriores, o respeito que este cavalo deveria ter. E isto mostra, pelo menos para mim, uma faceta do leitor, deste blog. Ele sabe o que quer e tem uma opinião própria.

Eu abomino a falta de respeito, em qualquer nível de ação. vó Adelina era enfática, respeito é bom e eu gosto! Exemplo, o Atlético perdeu para o Grêmio no Mineirão, mas com o time que tem, pode virar o jogo na Arena do Grêmio. Improvável? Acho que sim. Mas longe de ser impossível. E por que o Marcelo, foi demitido, horas depois de um jogo perdido e em um campeonato que ainda não tem um vencedor? Por ele ter levado seu time a final da Copa Brasil? Por ele ter levado o Atlético a quarta posição no campeonato Brasileiro? O cara em seus últimos seis anos, frequentou as finais em cinco. Então o que há de errado com ele? Alguém seria capaz de me explicar? 

No caso de First American, rodá-lo pelo Brasil e pelo continente, tendo um plantel fixo em Bagé, de primeiríssima linha, meu pareceu uma atitude não muito defensável. Verdadeiramente uma falta de respeito. Mas cada um sabe onde seu calo doi e esta é apenas minha opinião. No meu caso, estou feliz, porque gosto muito deste cavalo. Desde que ele era um potrinho. Ano que vem tenho um filho seu selecionado para a Black Opal, de criação do Santa Rita da Serra, que acho que pode ser um divisor de águas. E que ele seja muito feliz, nestes últimos anos de sua vida, cercado de gente, que pelo menos tem respeito por sua capacidade de transmissão, que o manterá num lugar, e com éguas de sua altura.