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domingo, 13 de novembro de 2016

PONTO CEGO. UMA MONUMENTAL PISADA NA JACA

Esperei um tempo para me pronunciar, pois aprendi com vó Adelina, que o tempo é o pai da razão. Mas confesso que o deixei passar e mesmo assim não entendi a mudança de pista acontecida no hipódromo da Gávea, de um prova de grupo, na semana passada. Não seria melhor ter adiado a mesma, como é feito na Europa? 

Uma prova de grupo tem como obrigação maior, tentar provar a qualidade de um animal, entre aqueles, que teóricamente, são os melhores numa determindade idade, distância e pista. Se você muda a pista ela perde totalmente o sentido. E o que prova? Absolutamente nada!

Lembro que nesta carreira duas invencibilidades de quatro corridas, foram interrompidas, e pergunto, em prol do que? Não caberia aa conexões, cobrar da comissão de corrida, algo?

Talvez esteja sendo duro demais. Louvo a quem dá seu tempo sendo comissário de corrida. Nunca o fui, embora garanto ter assistido mais corridas pelo mundo que qualquer dos comissários, somando todas as suas experiências. Sei que uma decisão deste teor de severidade, deve ter tido um respaldo técnico. Mas não teria sido mais lógico adiá-la, como se faz na Europa, quando um meeting é suspenso vitima de condições climaticas?

O que uma mudança de pista propicia a aqueles inscritos? Que o melhor será prejudicado se não for um elemento capaz de exercer na areia pesado aquilo que é capaz de exercer na pista de grama. E volto a bater na mesma tecla: o que isto prova? Que o menos pior, na mudança de pista ficará favorecido. Uma mudança de pista obrigatóriamente deveria ser acompanhada de uma opção de retirada sem ônus de qualquer dos participantes e uma devolução de poules, de quem assim o exigir. Guarda-se o jogo, e adia-se a carreira. Simples além de muito mais lógico e justo. Este é o sentido normal de quem quer prezervar a integridade do classicismo que uma prova de grupo exige em sua essência.

Mudar a pista e obrigar a quem jogou e a quem foi previamente escrito a dançar no novo ritmo, é roubar um direito adquirido em prol de não sei o que? O movimento de postas? Talvez... Mas gostaria de lembrar aos navegantes deste barco, que em nosso turfe, onde na maioria das vezes ganha aquele que cansa menos, ou pela lei das probabilidades, aquela velha ladaínha, onde alguém tem que ganhar, não vejo lucro técnico algum, em obrigar a quem corre ou quem assiste, participar deste circo, montado pela comissão de corridas cuja preocupação demonstrou ser, de desapego ao classicismo em prol de uma solução simples e desculpem, burra..

FOI INDUBITAVELMENTE UMA PISADA NA JACA