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quarta-feira, 26 de abril de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: O MOLHO DA SALADA

Semana passada levantei aqui a tese sobre aquilo que rotulo como saladas genéticas. O termo salada é meu. A genética é mundial. Pois bem, aconteceu dias atrás, um fato que pode definir com exatidão,  minha maneira de pensar. Um cavalo chamado Liam´s Cruiser do Zimbawe, venceu em Cingapura uma prova de graduação 3. Até ai morreu o Neves, imediatamente diria vó Adelina, embora não seja um fato corriqueiro um nascido em Zimbawe, ganhar prova de grupo onde quer que seja. Mas ele ganhou e me interessei em saber o porque. A curiosidade as vezes o leva as certas cpmclusões.

Penso que qualquer salada fica mais palatavel, com o molho adequado. Para muitos - e me incluo neste grupo - salada sem molho é que nem empada sem azeitona. Da para comer, mas nunca é a mesma coisa. Pois bem Liam´s Cruiser trás em seu pedigree, uma salada genética composta pelo doublé mágico - imbreeds em Northern Dancer e Mr. Prospector - e mais duas duplicações em matriarcas do naipe de Natalma e Best in Show. Agora o que diferencia este pedigree de tantos outros com as mesmas características é o fato dele ter até a sexta geração nada menos que sete linhas de Northern Dancer, e pasmem, por sete mensageiros distintos. Isto \e muito dificil de ser conseguido.

A base do pensamento de Tesio, sempre foi os linebreeds. Eles os explorav na forma de St. Simon, seu pai Galopin e de grandes matriarcas, de uma maneira avassaladora. Nearco tinha 24 linhas de Pocahontas, até a nona geração, o mesmo número de Galopins, existentes no pedigree de Ribot, que igualmente trazia 13 de St. Simon, por 10 diferentes mensageiros. Um verdadeiro luxo!

Como luxo, igualmente é  o quadro de imbreeds de Liamºs Cruiser. Numa breve pesquisa, constataremos até a nona geração, a presença de 18 linhas de Nearco, 14 linhas de Hyperion e 10 de Native Dancer. Há de se notar que estes trÇes, estão entre os cinco mais importantes chefes de raça do ´seculo passado.

Vou dar uma dica, de como elabora minha lista de selecionados. Quando você seleciona um cavalo, o primeiro passo, - e acredito  que seja melhor forma de se fazê-lo - é isentar-se do pedigree, pois, um belo mapa genético acaba o influenciando. E aquilo que é mais ou menos, envolvido em um pedigree de luxo, o acaba tornando mais condencendente. Na lista final, sempre existirão mais elementos do que aquilo que você acha viável de adquirir e assim éexatamente neste momeno, que você entra com o estudo dos pedigrees, para se separar genéticamente o joio do trigo.


Lembro, que haverão, além dos reservados e daqueles a quem você não tem acesso, os feios que correm, e os geneticamente incorretos que o fazem também. Outrossim, estas duas últimas categorias, são na vedade exceções e por isto deverão ser tratados como tal.  Nunca como uma regra. Mas que um molho certo torna uma salada mais palatavel, disto não tenho o menor resquicio de dúvida.

Amanha trarei outro caso.