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terça-feira, 18 de abril de 2017

PAPO DE PEDIGREE: QUE PAIS É ESTE?


Não sou rico e vivo de meu trabalho. Escolhi um lugar paradisiaco para morar, dentro de minhas condições financeiras. Vivo modestamente, mas com prazer. Logo, espanta-me certas observações que sou obrigado a assistir na televisão, como parte de uma normalidade que os contraventores, tentam imputar a nós como parte do jogo de vida. Meu Deus, que jogo? A vida não é um jogo. Pelo menos para mim.

O dono da Odebrecth - Emilio - afirmou em delação premiada, com a maior naturalidade, que este sistema de corrupção, foi implantado no Brasil, a partir de 1985. Isto é, há mais de 30 anos. E que ficou mais organizado a partir de 2002. E o que me vem a mente com estas datas 1985 e 2002, apenas dois nomes: José Sarney e Lula. Como me lembro de vó Adelina que me repreendia, quando eu voltava todo lanhado do futeboç de rua. Diz-mecom que andas e eu direi com és!

Lembro-me também que nos 21 anos da ditadura, talvez não houvessem estas extravagâncias, que me fazem crer que é o preço, no Brasil, que se cobra pela liberdade. 

Discordando do ex-presidente da Odebretch, eu acho que o sistema de corrupção no Brasil, teve seu início quando a expedição de Pedro Alvares Cabral aportou na Bahia.  Naquele exato momento, estabeleceu-se o sistema de trocas, entre os nativos e os portuguêses. Na época acoisa versava no tocante a troca de pepitas de ouro por espelhinhos. Hoje são medidas politicas por milhões de dolares.


A frase seguinte de seu filho foi ainda mais lapidar: nenhum politico no Brasil se elegeu sem o uso da caixa dois. Imaginem se todo este dinheiro do oleoduto da corrupção tivesse sido canalisado para a educação, para a segurança, para o saneamento básico e para as outras necessidades preementes de uma população que paga impostos e nada recebe em troca. A não ser espelhinhos...

Sabe qual é a impressão que tenho. Que o verdadeiro presidente do Brasil, desde 2002, foi o Emilio Odebretch, euq tina em Lula, um molequinho de recados. E en Dilma, uma anta de estimação. Que pais é este?

Na criação de cavalos de corrida, a coisa não funciona necessariamente assim. No Chile, Pretty Cocketta, acaba de produzir uma ganhadora de grupo, o Cotejo de Potrancas, e ela se trata de uma filha de Crocker Road, numa mãe Indian Lodge, numa mãe Nijinsky Model, numa mãe Cinco Grande. Outro simposio de reprodutores fracassados, dentro e fora das pistas.

Mas prestem a atenção no número de duplicações neste pedigree. Seis linhas de Somethingroyal, pai e mãe com importantes duplicações masculinas e femininas, determinam que em algum momento haverá a transpiração de uma classe.



Esta égua, coberta por um reprodutor sem expressão acaba de gerar a uma ganhadora de grupo no Chile, como o reportado acima. O que dá para imaginar é que ela foi a força, que imperou no cruzamento. Isto me faz crer, que quando as duplicações não funcionam na pista, de alguma forma irão funcionar no breeding-shed. Então o que há para se perder?


Em 2008, eu aqui escrevi um artigo - que trata-se um dos primeiros deste blog - que versava sobre a importância das duplicações em éguas. Aqui ressalto alguns paragrafos deste artigo.

Fico imensamente feliz quando vejo que o que escrevo e tento defender de forma técnica, é usado por leitores em proveito próprio. Pois esta é a intenção deste trabalho que desenvolvo com a ajuda de quatro criadores brasileiros.

O que se segue abaixo é um lúcido processo de padreação que considero dentro dos padrões sempre defendidos por este blog. Se ele vai dar certo ou não, o tempo dirá. Mas se der, pelo menos seu idealizador terá consciência do porque deste sucesso...

... Antes que me alongue mais no assunto principal desta observação, aproveito para abrir um parênteses. O para mim consagrado cruzamento do haras La Biznaga que congrega Berstein e éguas Egg Toss, tem como base o Rasmussen Factor em Busanda, no caso presente por sua filha Finance (Nasrullah), terceira mãe de Berstein e pelo chefe de raça Buckpasser (Tom Fool), pai de Egg Toss. A simples presença de Buckpasser em pedigrees sul-americanos me parece sinônimo de sucesso. Imaginem se somarmos a presença duplicada de sua mãe, uma das melhores descendentes de La Troienne. Nada precisa mais ser comentado sobre este fato. Os resultados respondem pelos mesmos. Fecha parênteses.

Stormy Electriz, vitima de uma problema, não chegou sequer a correr, mas possui a meu ver o primeiro fator básico para almejar sucesso reprodutivo: ela pertence a linha materna 4-k, por seu mais importante ramo argentino, o de Eme, sua quinta mãe. Independentemente deste fato ela possui um imbreeding em Northern Dancer na razão 4x4, através de seu filho Storm Bird e de uma sua filha Wild Applause, o que em meu parecer aumenta ainda mais sua capacidade reprodutiva, em relação a aqueles que possuem imbreedings neste grande chefe de raça, mas por elementos de mesmo sexo. Seu outro imbreeding em Raise a Native na razão 5x5, ajuda, mas não o considero tão conclusivo.

Quando você cruza Stormy Electriz com Slew Gin Fizz, além da afinidade física existente entre estes dois elementos, é gerado no pedigree do produto a nascer um Rasmussen Factor em Gold Digger, por sua melhor filha Lillian Russel (Prince John), avó de Slew Gin Fizz e por seu melhor filho, o chefe de raça Mr. Prospector (Raise a Native), pai de Roar. Alguns interessantes imbreedings são igualmente detectados neste cruzamento que tenderá a um dia dar certo se repetido em várias oportunidades.

Esta é a forma de cruzar que tenho induzido meus clientes e amigos a se utilizar. Um cruzamento consciênte, que leve em conta as aptidões fisicas e locomotoras dos dois elementos em questão, mas que acima de tudo determine Rasmussen Factors em importantes éguas e imbreedings e linebreeds que possam equilibrar a falta de qualidade que temos a nivel internacional, das ferramentas que possímos em nossas mãos...

Recordar é viver.