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terça-feira, 25 de abril de 2017

PONTO CEGO: AS FORMULAS DO TURFE

Falei ontem do caso dos xerifes no futebol brasileiro e como eles prejudicam e prejudicaram seus próprios times com seus excessos e alucinações. E o que dizer de simulações? Primeiro foi aquele juiz, cognominado de Indio, que quase caiu a frente do centro-avante Luiz Fabiano. Ai o caso de gandula contra a Universidade Catolica e o beque Palmeirense, Mina, que levou 5 segundos de atraso para fingir que fora atingido no rosto. Mas eu que achava que a coisa ficaria restrita a este nivel, descobri que não. Canastrão é coisa que muita gente não consehue deixar de ser. O treinador do Internacional Antonio Carlos Zago ao fingir ter levado uma dedado no olho, ganhou o prêmio Alberto Roberto que dizia com muita propriedade que o que atrapalha a representação e a figuração. Uma questão de idéia e imagem.

A gente quando escreve, tem a nitida impressão que todos vão compreender a ideia ou a imagem que você quer transmitir. Ledo engano. As interpretações diferem, de pessoa para pessoa, como vinho a água. E muitas destas interpretações transformadas em perguntas são válidas. Eu acredito que estas - as validas - devam ser levadas a sério, pois, foi sua falta não explicar melhor sua teoria, que levou a dúvida a cabeça do leitor.

Tenho muitas vezes me referido aqui que certas duplicações são mais efetivas que outras, e as que não tem aqui alta representatividade, pelo menos mal não irão fazer. Na verdade esta é uma explicação simplista, pois no caso de duplicações femininas, o fato delas existirem em um pedigree, provam a capacidade de determinada matriarca poder ser considerada matriarca. Levem em consideração o número de produtos de uma reprodutora em frente ao número de um reprodutor. Não existe termo algum de comparação, dai a teoria do Rasmussen Fator, ter tanta aceitação, nos mercados de maior visibilidade.

Leon Rasmussem, com grande propriedade, conceitua de um RF Formula 1, a duplicação que emana as duas linhas maternas, isto é do reprodutor e da reprodutora. Eu "metido" que sou conceituo com Formula 2, aquele que tem a matriarca na linha baixa e ela é repetida no pedigree do reprodutor, em qualquer posição exceto de sua linha materna. E de Formula 3, em que situação se inverte. E porque acredito nisto? Porque éguas que normalmente não tem suas duplicações em foco num animal clássico, quando em situações de Formula 1, 2 e 3, normalmente emergem do anonimato e passam a ser fatores importantes no classicismo transmitico..

Vamos a um exemplo pratico. Um cavalo que já foi de grande interesse de um Haras brasileiro chamado Colete, que acaba de vencer outra prova de grupo, - este fim de semana - desta feita na California. Ele é duplicado em Runaway Bride naquele sistema que conceituo de formula 2.

É o unico caso de duplicação em Runaway Bride é este. Não seria esta tese possivel de ser aceita pelo menos como viável?