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domingo, 16 de abril de 2017

PONTO CEGO: TURFE É BOM SENSO

Li em algum lugar, me impressionou, mas não consigo me lembrar onde. Qualquer pessoa tem direito de ter ilusões, se houver lógica e racionalidade nas mesmas. Esta deveria ser a base de qualquer raciocinio. Infelizmente não é assim que as coisas funcionam, no Brasil, principalmente na era PT e porque não dizer, que também em seu turfe.

Sonhamos o inpossível e vivemos na irrealidade.

Turfe não é sorte. Turfe é bom senso.

E dentro do bom senso, não consigo sintonia, de como as leis de medicações funcionam no Brasil. Nossos exames são levados a França. E é exatamente aí, que a porca torce o seu rabo. Porque? Explico o porque.

Tenho uma certa experiência no turfe francês e uma maior nos Estados Unidos e igualmente tenho plena certeza que existe um canyon entre ambas formas de agir e pensar. Nos Estados Unidos, é traçada uma linha e você não pode ultrapassa-la. Trata-se de uma politica que aceita um certo número de medicações dentro de um limite. Na França, nada é aceito e os laboratórios de lá ao contrario dos laboratórios norte-americano, tem como objetivo descobrir faltas. Um sistema quer apenas disciplinar. Outro punir.Filosofias distintas de duas civilizações, diametralmente opostas.

Volto a repetir. No perfil norte-americano a idéia é disciplinar a medicação. No lado francês, punir a quem der algo. E assum todo o treinador carioca que está acostumado a ministrar certos tratamentos, pode ser pego de repente com a simples mudança da calibragem, das máquinas.

Quem está certo? Quem está errado? Não me apetece decidir. Cada um tem sua forma de agir e você tem que dançar conforme a música a ser tocada.

No meu modo de ver, o cavalo de corrida é un atleta e como tal tem que ser vitaminado para manter ou melhorara sua performance. Logo, acredito que o tratamento seja válido, pois, nada tem a ver com dopping. Mas lembro que sou um leigo na questão. Não vivo de ilusões, mesmo sendo elas lógicas e racionais, outrossim, não reprovo aqueles que as tem. E piamente acredito que uma anta - tenha presidido um pais ou não - não consiguira correr, mais do que um cavalo de corrida, mesmo que nela seja injetado o melhor dos doppings. Mas igualmente tenho consciência que a medicação ilicita tem um efeito negativo na vida reprodutiva de um cavalo. Vocês se lembram que um dia o grande veterinário - talvez o maior que o Brasil já conheceu - Alceu de Ataide, fez um trabalho aqui publicado e nele é demonstrado que pouquissimos foram os cavalos ganhadores das quatro principais provas brasileiras, sairam-se bem na reprodução? Assim sendo, algo há de se temer.