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sexta-feira, 28 de abril de 2017

PONTO CEGO. UMA QUESTÃO APENAS DE OPINIÃO

Vó Adelina dizia que o pior cego era aquele que não queria enxergar. Eu penso que seria aquele, que sabe que não exerga, mas acredita que pode agir sem ajuda alheia. Mas aceito, que é uma questão de opinião. Como acredito que o Palmeiras do Felipão, do Luxemburgo, e a academia do Ademir da Guia, certamente todos com menos estrelas, tiveram melhores resultados do que o Palmeiras do Dudu e do Borja. Volto a repetir, trata-se de uma questão de opinião...

Vou contar uma historinha. Existinha um ceguinho que morava num bairro denso e bastante populoso. A ele foi alugado um cachorro de trabalho e uma bengala de madeira e assim todo dia ele ia buscar seu pão na padaria, independente de sua irmã, que pode voltar a trabalhar para pagar o cachorro e as demais despesas de casa. Quentinha e cheirosa, - a bisnaga não a irmã - era todo dia trazida para a casa, pelo ceguinho. Todos os dias ele fazia o mesmo trajeto, cada vez mais rápido e cada vez se sentindo mais seguro. Estava bem acessorado e seus dias pareciam um paraíso.

De tanto o fazer aprendeu como fazê-lo. Como era sovina e orgulhoso, devolveu o cachorro pelo qual sua irmã pagava um aluguel e abandonou a bngala, pois, não queria que as pessoas pensassem que era dependente da mesma. Moral da história, no dia seguinte, sem cachorro e sem bengala o ceguinho foi pegar seu pãozinho. E morreu atropelado.

Muita gente no turfe acha que aprendeu e que não precisa de ajuda. Só não entendo porque, estes que se arvoram a continuar sozinhos, não abrem mão. por exemplo, de seus cardiologistas e advogados e passam a se alto receitar e defender. 

Tenho esperiências de alguns ex-clientes que depois de terem tirado A, B, ou C, acharam que bastava se adquirir os irmãos e primos de A, B ou C e toda a situação já estaria previamente resolvida. Mas descobriram a um custo muito maior que ao invéz de terem a Gisela Budchem, adquiriram genéricas, que não tinha o efeito da original.

Sou arquiteto, e aprendi que num projeto, este só tem a chance de funcionar, se tiver inicio, meio e fim. Se o projeto não é bom, arquiva-se. Se é bom, constroi-se, e para isto a bola passa primeiramente aos engenheiros e depois a equipe de construção. Abandonar-se qualquer projeto no meio, ou criar desvios alternativos que agradem a amadores, é dar chance ao azar. E a gente sabe que mesmo os bafejados pela sorte não podem viver eternamente dela, em suas atividades. Há de se ter conhecimento e imaginação.

Se existe uma atividade que poucas são os burros que nela militam, esta atividade é o turfe. Apenas que as feras que em suas fabricas, negócios ou escritórios, trazidos a atividade, não se aceitam iniciar como gatinhos, mesmo que no estágio selvagens.

Ninguém nasce sabendo. Tudo é uma questão de tempo. Você com uma boa dose de imaginação, tem que aceitar o fato que precisa de conhecimento para obter sucesso. Não pode apenas depender da sorte. Sei que falo isto em defesa própria e da classe a que pertenço, a de bloodstock agents. Outrossim, os resultados estão aí, e basta que o interessado em melhorar sua performance, descubra quem tem mais resultados do que ele e tenha a humildade de aceitar. E isto não é uma questão de opinião. Arriscaria a afirmar que é de sobrevivência...