HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL
HARAS SANTA RITA DA SERRA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS REGINA

HARAS REGINA
HARAS REGINA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO
HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

STUD H & R
STUD H & R - TOQUE NA FOTO PARA VER UM UM GP. BRASIL QUE VAI FICAR NA HISTÓRIA

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO
ONDE A VELOCIDADE IMPERA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS NIJU

HARAS NIJU
toque na foto para conhecer nosso projeto

HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA
HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

albatroz bloodstock agency, Inc.
albatrozusa@yahoo.com

sábado, 6 de maio de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: COMO ESTÁ, AINDA NÃO DÁ

O Eduardo Batista do Palmeiras caiu. Era uma crônica consentida desde o seu inicio. Porque? O Palmeiras se preparou adquirindo um elenco caro e se esqueceu de colocar um treinador a sua altura. Tá na cara que a sombra do Cuca nunca deixou o parque palmeirense. E não acho que o Eduardo Batista não fosse o treinador para a função, por ser jovem. O Ze no Flamengo, o Jair no Botafogo e o Carlyle no Corinthias funcionaram, sendo estes seus primeiros trabalhos e em equipes igualmente de pesadas camisas. Mas o que me preocupou no caso do Eduardo Batista, é eu já ter ciência que ele, em outro grande time, se complicou, o Fluminense. Foi um desastre monumental. Muito teórico e pouco pratico. E para mim, prancheta é uma coisa, vestiário é outra.

Em 1963 eu estava no Maracanã, eu e mais 195.000 pessoas para assistir um Fla Flu. Era uma outra época, O Flamengo estava a quase 10 anos sem ganhar um titulo e vinha embalado. Foi o zero a zero mais excitante que assisti. Talvez tenha sido o maior publico entre times, Pois, sei que numa outra oportunidade compareci . acho que em 1971 - ao Maracana, para assistir a um Brasil e Inglaterra, com direito a gol do Tostão, sentado. Mas o turfe brasileiro não ficava atrás.

Já estive na Gávea com publicos capazes de não só encher as arquibancadas como o gramado a frente delas. Haviam projetos de desvio de trânsito. A cidade parava. Na verdade o Rio parava em três ocasiões: no Carnaval, no Grande Premio Brasil e no Fla Flu.


Não vou discutir que o carnaval e o futebol não estejam no DNA do brasileiro. Estão. O turfe não. Todavia, como explicar o abandono das multidões? Perdeu seu charme? Caiu a qualidade do espetaculo? Problemas de segurança? De credibilidade? A internet tirou turfistas do hipódromo?

O Rio de Janeiro sempre teve praia e isto nunca privou - até os anos 80 ' que o turfe fosse um esporte, pelo menos charmoso, para aqueles que não entendiam nada do que acontecia na pista. Aonde exatamente erramos o passo?

O brasileiro adora mitos e tem um grande comprometimento com a vitória, seja ela conseguida da forma que for. Jogou bem e perdeu o jogo, que se linche o treinador. Jogou mal, fez um gol com a mão, mas venceu, a coisa fica ainda mais divertida. O mesmo acontece no turfe: a polemica da vitória de Big Lark sobre Baronius  no GP. Brasil, precedida pelas batalhas campais entre o citado Baronius e o companheiro de barn de Big Lark, Dark Brown, até hoje é relembrada. Ninguém se preocupa que o tempo tenha sido fraco ou que o vencedor não tenha sido idolatrado como craque. O importante foi a polemica.

Eu detesto polemizar, embora seja eternamente acusado de polêmico. Acho que não o sou. Apenas defendo meus conceitos, pois, eles são baseados em fatos provados. Estava na cara, pelo menos para mim, que o Eduardo Batista não completava meio semestre. Mas não consigo visualizar porque ninguém dá bola para nossas provas máximas do turfe.

Vi e compareci a alguns GP. São Paulo superlotados na decada passada. ainda sob a gestão do Marcio Toledo. Mas, instantaneamente compreendi que não era bem por ali. Muito comedor de empada, muito fã do Renato Aragão e pouca gente com a capacidade de colocar a mão no bolso e ir parta o guiche. mas a tentativa do Márcio foi pelo menos vádida, afinal ver Cidade Jardim cheia, me agradou. Não me convenceu, mas me agradou.

Este fim de semana, teremos mais uma versão da festa do GP. São Paulo. Não me animei a ir, embora tenha pelo English Major, que correrá a milha, um carinho especial. É muita mão de obra, ir apenas por ir.

Desejo que a nova diretoria de Cidade Jardim, volte a colocar o clube nos trilhos. O Brasil precisa de pelo menos dois hipódromos atuantes. Como está, ainda não dá!