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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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segunda-feira, 29 de maio de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: O RESUMO DA OPERA

Em coisas relativas a cavalos de corrida, procuro trabalhar com a realidade, nunca com a ficção. Digo isto porque sou ainda um daqueles que cre que aja uma grande diferença entre a ficção e a imaginação. Imaginação faz parte da realidade. Ficção é algo que se inventa, mas longe de se poder ser considerado real.

Quando cursava o ginãsio - como era chamada a meu tempo - a matéria que mais me fascinava era a história. Talvez ela tenha sido aquela que me despertou o senso de pesquisa e mais do que isto  uma evolução em meu interesse sobre a comparação. Ouvia a aula e chegando em casa, ia imediatamente pesquisar.  E olha que no tempo antidiluviano - o meu - não havia internet. A coisa tinha que ser feita nas enciclopedias e nos livros. Foi neste exato momento que assumi a posição de rato de livraria.

E sempre descobri, por dedução lógica, que qualquer que fosse o ato da história, sempre havia no minimo duas versões. Uma, escrita pelos vencedores, heróica e retumbante e pelo menos outra, quando escrita por quem assistiu o fato e tentou ser imparcial. Pode ser a mais certa, porém existe algo de fidedigno. Ai restava a minha a imaginar o que era realidade e o que era ficção. neste ponto é que você necessita a imaginação, que com o tempo formará seu conhecimento.

Um cliente, me perguntou porque um reprodutor trazido ao Brasil, filho de um chefe raça, na irmã de dois craque, que se portaram muito bem no breeding-shed e filha de uma champion, também irmã de outros dois outros craques, sendo ambos reprodutores e acima de qualquer suspeita. E minha resposta é simples. Não queira fazer Nero ou Caligula, agir como Julio Cezar. O último era um homem de grande valor, os dois primeiros, tenho lá as minhas dúvidas...

Ninguém pode transmitir aquilo que não tem. Frase básica do senhor Atualpa Soares. E, com todo direito que tem de opção, se você joga suas fichas, - gantando menos - mas na crensa que possam existir saltos atavicos, - isto é o ovelha negra de uma familia nobilíssima - saiba que eles existem, mais seu percentual é minimo.

Desculpe ser claro, mas 95% das éguas que vão para o breeding shed, não foram em pista aquilo sonhado por seus proprietarios e criadores. E um grande percentual, nem sequer conseguiu correr e outro de matungas. Logo, é meu raciocinio natural, que alguém, neste cruzamento, tem ter que ter tido classe na pista, para isto ser transmitido ao rebento a nascer. É aquele celebre caso, que sempre ressalto, de para se gerar um elemento de características japonesas, um dos elementos tem que ser japonês, ou descendente de um.

E eu acho que existe uma inevitabilidade que o reprodutor tenha sido bom em pista. Eçe tem que ter fisico, pedigree e campanha. Se não for uma campanha brilhante, paciência. mas algo tem que ter demonstrado em pista. Até nos casos de cruzar com uma champion, considero isto necessário.

Já trouxemos muitos irmãos dos irmãos e nada conseguimos de útil. Inclusive de grandes reprodutores de sucesso em nossa criação. Entre eles, posso citar irmãos de Henri le Balafre, Millenium, Ghadeer, Alydar e ai por diante. O que eles contribuiran? ZERO!

É aquela história do cara que se vangloria de ter saido com a irmã feia, daquela artista de cinema, monumental.

Não temos dinheiro para trazer aquilo que seria básico. Temos que esperar em trazer elementos de excelente fisico, campanha e pedigree, depois que eles tenham fracassado nos principais centros criatórios e assim mesmo em regime de shuttle. Quando na verdade foram os cavalos de campanha média, com fisico e pedigrees, que aqui aportaram os que trouxeram sucesso. Muitos de tribos em fase de extinção, ou off-broadway, logo nos tornamos depositarios de Wild Risks, Relics, Hurry Ons, Hyperions, Mahmouds e outras coisitas mas.

Resumo da ópera: Se não der para comprar Louis Vitton e Channel, vamos de Ralph Loren e Calvin Klein, todavia é importante acreditar que não é numa Sears oun uma J. C. Penny que você se colocarã, no mesmo patamar das marcas anteiormente citadas.