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domingo, 21 de maio de 2017

PONTO CEGO: A VOLTA AOS TRILHOS

A gente sempre será obrigado a imaginar, soluções extremas, toda vez que pensar em melhoramentos para o turfe brasileiro. E porque? Porque nosso turfe necessita de soluções extremas. 

Andou rodando um boato que a nova gestão de Cidade Jardim, ia acabar com a sua vila hipica, transferindo-a para outro lugar e loteando seu espaço, que há de se aceitar ter uma valorização maior, do que manter cavalos de corrida. Eu sempre defendi, que esta é a solução, tanto para Gavea e Cidade Jardim, que estão situados, em valorizados terrenos de zonas, das mais nobres das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

A Gavea tem a vantagem de sua área destinada a vila hipica dar para a lagoa Rodrigo de Freitas, enquanto a destinada a Cidade Jardim, dá para a marginal. Logo, são vistas e acessos distintos, Não importa, esta é uma solução onde a venda de patrimonio, tenderia a resolver os problemas financeiros dos dois clubes, pelo resto de suas vidas. Sou contrario que para se resolver problemas tenha que se vender patrimônio. Outrossim, neste caso acredito que seria diferente do que por exemplo, vender o Posto de Monta e simplesmente acabar com a monta no Estado de São Paulo. Eu falo de transferência de uso. Novamente no Rio de Janeiro a coisa ficaria mais simples, pois, além dos centros de treinamento das serras cariocas, algo poderia ser construído na Barra da Tijuca ou Recreio dos Bandeirantes. Em São Paulo, talvez aproveitar o hipodromo de Campinas ou se ainda não foi vendida a Chacara dos Ferreiros, ou as duas simultaneamente.

Poucos são os hipódromos do mundo, que mantém cavalos de corrida alojados permanentemente em suas dependências. na Inglaterra e na França, 90% desses cavalos ficam alojados em Newmaket e Chantilly. Em Gulfstream, a frente de minha casa, diminuiu-se consideravelmente a área de sua vila hipica e centros de treinamento foram desenvolvidos a uma hora do hipodromo. São atualmente, entre os de grande porte, pelo menos três. Moral da história, o Stronach está tendo a oportunidade de  construir uma cidade em Aventura, com a parte comercial já erigida e agora com torres de moradia e hoteis, prontas a vir.

Ademais, temos um turfe que necessita de premiação. Nos Estados Unidos, uma premiação de vitória em hipódromo de primeiro nivel, representa 15 vezes o valor de um trato mensal. Quanto poderiamos ter de premiação na Gávea e Cidade Jardim, se houver dinheiro nos cofres de nossas agremiações? Aumento de prêmio, cria a possibilidade de o cavalo de corrida passar a ser um bom negócio, e isto teóricamente trairia mais investidores para o mercado. Associaria-se a estas medidas, um marketing que trouxesse jogadores e quiçá, transformariamos estes dois hipódromos a uma nova Palermo. Eu me refiro a gente que goste de jogar, não apenas de empada.

E com isto aumentariamos o investimento na criação. Por exemplo porque não instituimos como em outros países - principalmente nos Estados Unidos - um bonus em Cidade Jardim para o SP Bread? Isto não poderia motivar interessados em investir na criação? O mesmo poderia ser institucionalizado para Bagé e Paraná.

O Brasil é rico. Repleto de imaginação. Não mede riscos. Então pergunto, o que falta para o turfe voltar a seus trilhos?|