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sábado, 17 de junho de 2017

AS CONFISSÕES - PRIMEIRA PARTE

Houve um tempo, que eles eram vistos na faculdade como os três mosqueteiros. Onde estava um, estavam todos! Adalgiza cursava a cadeira de psicologia, Martha a de engenharia e Pedro a de arquitetura. Mas nos intervalos entre as aulas, invariavelmente se encontravam no campus da faculdade. Tinham até um local favorito, à sombra daquela grande árvore que devia ser a mais velha ali plantada. Era uma amizade que dificilmente seria destruída. Afinal quando se é jovem tudo parece eterno e indistrutivel.

Porisso, para Adalgiza era deveras estranho, estarem os três ali reunidos, passados tantos anos, em seu consultório, para um consulta profissional. Martha e Pedro, estavam tendo problemas conjugais e cabia a ela ouvi-los e tentar decifrar o que estava realmente acontecendo com aquele que era considerado pela imprensa carioca como o casal 20.

Depois de perguntar como ia indo o Juquinha, seu filho, Pedro finalmente quebrou o silêncio sobre a questão daquele encontro, que já estava deixando a todos constrangidos. Sei que o problema, está sendo causado por mim, mas acredito que com a sua ajuda, poderemos se não saná-lo, pelo menos minimizá-lo. Nós nos conhecemos a anos e creio que ninguém pode ter mais chances de decifrar o que está acontecendo Martha soltou um som que demonstrava, que ela não estava de acordo. Adalgiza não sabia se pela escolha de seu nome, ou apenas pela impossibilidade do problema de ser sanado ou minimizado. Tudo parecia nebulozo entre aquele casaç que na cociedade parecia ter uma união da mil e uma maravilhas.

Adalgiza olhou para ela, procurando não demonstrar sua desaprovação pelo expressado, porém, não se conteve e perguntou: algo que está em desacordo, Martha? A resposta foi seca e direta: acho que isto não nos levará a lugar algum. Uma total perda de tempo.

Uma linha havia sido traçada. Pedro queria ultrapassá-la, Martha não. Mas a ela cabia apenas ouvir. Porém, precintia os indícios de um grande impasse, que na maioria das vezes, separa um casamento considerado feliz. Para Adalgiza, tratava-se claramente de um pulo de cerca. Pedro, havia traido Martha, com outra mulher e esta dificilmente o perdoaria. Martha tinha escrupulos, embora fosse aparentemente para muitos - e certamente para a profissional - uma porra louca e Pedro sempre fora um galinha. E ademais, Martha detinha a grana da familia, e nunca fora, desde os tempos da faculdade de dividir sandwich, quanto mais marido.

Na faculdade fora sempre assim. Adalgiza era aquela que pensava antes de falar. Martha a que falava sem pensar. E Pedro era o recluso que pouco pensava, mas que agia sem falar. Na época achavam que se completavam. Mas na juventude acha-se de tudi. o que fazer? O que lhe sobrava de beleza fisica, faltava-lhe de massa cefálica. Na verdade era um um trio que se completava, numa época de descobertas e conquistas que eram parte do cotidiano.

Adalgiza se apaixonara por Pedro, ao primeiro olhar. Mas foi Martha, com seu jeito brejeiro e ousado, e por que não dizer com a força financeira de sua família, que havia conquistado, definitivamente, o coração de Pedro. Uma história que a humanidade vê repetida, enumeras vezes.

Mas Pedro, sempre teve em Adalgiza, seu porto seguro. Era nela que sempre despejava seus problemas. E Martha sentiu sempre o desafio que Adalgiza podia se constituir na mente de Pedro. Eram interesses distintos, mas que se atraiam como polos opostos. Depois de casada abandonou a convivência com a amiga e confidente e o galinha aceitou.


Vou tentar colocar, de uma forma sucinta, como a coisa começou. Demonstrou novamente a iniciativa, Pedro, que para Adalgiza, de sucinto nada tinha. Sempre fora um cara prolixo, dono dificuldades intransponiveis de colocar em ordem tanto idéias quanto mais soluções. Era lindo, consagrado em sua profissão, mas prolixo. Sempre o foi, e sempre o seria, ao ver da psicóloga A não ser que tivesse sido sujeito a uma recente lobotomia.