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sexta-feira, 9 de junho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: BAL A BALI

Bal a Bali areanha o record em Santa Anita

Estou no Brasil, a terra voronil do céu cor de anil! Gosto da terra em que nasci, o Rio de Janeiro, com todos os seus problemas e atitudes pouco reais. Estou hospedado em Copacabana, não no palace, mais no Princess. E porque optei este ano por Copacabana e não por Leblon e Ipanema, como são de meu costume? Porque estou tentando redescobrir a cidade que me fez homem e que proporcionou ao amor, que nutro pelo Flamengo, pelo Salgueiro e também pelo hipódromo da Gávea. Mas cego, ainda não sou, Somos um sociedade cravejada de problemas e nosso turfe é um reflexo disto.

Corrupção é coisa antiga. Na verdade teve seu inicio com uma serpente covencendo Eva a roubar o fruto proibido. O tempo passou e as monarquias e tiranias, através das distintas eras, aperfeiçoaram o ato de corromper que finalmente institunalizou-se com a Máfia, cujo pensamento básico era: se todos são culpados, não haverão culpados.

Institonalizada, ela foi muitas décadas depois, aperfeiçoada em seu mais alto teor de esmero, por uma facção criminosa brasileira conhecida pela a alcunha de Partido dos Trabalhadores, cujos mentores  de  Dirceu e Lula, - de maneira tipiniquim - incorporaram o dito que quem não roubar, que segure as chaves da cadeia. Nunca na história deste pais, roubou-se tanto! E parece que no Planalto de Brasilia, muito poucos foram aqueles que quizeram ficar com a incombência de ser os guardiões da chaves.

Somos seres humanos, logo pereciveis a atos falhos, porém nós é dado o direito de enveredar por onde quisermos. Mary, filha de Henrique VIII e Catarina de Aragon, era um poço de virtudes, mas quando assumiu, fez prevalescer sua crensa no catocismo e saiu matando a todos que não fossem católicos. Não é atoa que virou nome de drink: Bloody Mary. Lula, por sua vez, era um poço de defeitos. Enriqueceu, afundou um pais,  e hoje é conhecido como Pinguço. Logo extremos, recaem na mesma vala comum. Porém, são nossas escolhas, que determinam o nosso destino. O problema é que muitas vezes não nos contentamos em traçar apenas nosso destino, e acabamos influenciando o destino dos outros. E somando-se a tudo isto, existe a fatalidade.



Bal a Bali tinha um destino: o de ser talvez, um dos maiores corredores de nossa história, como assim o foi, enquanto este no Brasil. Vendido para interesses norte.americanos, por soma recorde para um animal em campanha, ao pisar em solo estrangeito, foi acometido de um mal, que normalmente acaba com a vida atlética de um animal. O aguamento. Graças a Deus não desistiram dele, e mesmo não sendo mais o mesmo, está nas pistas e creio que se saindo bem acima das expectativas nele depositados, após o problema.

O fato de ser treinado por Richard Mandella, ajuda. Ele é para mim, o grande benfeitor do cavalo brasileiro nas terras de Tio Sam. Lembro que a maior mentira do século de npssp descobrimento, foi quando Pero vaz de Caminha, escrevendo para a corte portuguesa, afirmou que no Brasil, tudo que fosse plantado, haveria de dar. Mas a grande verdade de hoje, é que todo cavalo brasileiro, entregue a Richard Mandella, haverá de correr. E com Bal a Bali em que peze o infortunio, também haveria de ser.

Tenho muitas duvidas em seu valor reprodutivo. Falta-lhe a meu critério não só pedigree, como fisico. Sua duplicação em Gonfalon, mãe de Ogygian e avó de Honour and Glory, mesmo levando-se em consideração serem dois elementos fracassados no breeding-shed, talvez seja a razão de seu sucesso. O outro seria a presença, que não deixa mais duvidas de Clackson. onde ele está, algo acontece. Outrossim Bal a Bali terá chance numa fazenda que já foi a maior da história deste pais, a Calumet Farm e que agora age de forma estranha, e por isto, pode até tornar-se eficaz, no caso presente.

Mas porque meu pé fica atrás em relação a Bal a Bali? Um direito adquirido o de desconfiar. Um direito que nasce com o desenrrolar de sua experiência. Creio que Einstein, Pico Central, Siphon, Sandpit, juntamente com Bal a bali, certamente devem ter sido os cinco melhores corredores nacionais com campanha nos Estados Unidos. O que os quatro últimos fizeram no breeding-shed? Não creio que Bal a Bali possa vir a ter um pedigree superior aos mesmos. Enquanto isto, Redattore, Hard Buck e o próprio recentemente desaparecido Fluke, não podem ser comparados aos anteriores, pelo que foi feito em pistas norte-americanas, mas tinham algo de distinto: grandes pedigrees.

Volto a repetir. Cego, ainda não sou, Somos um sociedade cravejada de problemas e nosso turfe é um reflexo disto. Mas de quando em quando um Bal a Bali, um Itajara, um Much Better , um Pico Central e um Farewell aparecem para nos fazer acreditar que ainda exista uma luz no fundo do tunel. Que mesmo decadentes geneticamente falando, somos ainda, acima dos pezares, capazes de de vez em quando, produzir cavalos de nivel internacional.

Volto a repetir, pois, muitas vezes nos esquecemos disto, o Brasil já provou ser capaz de produzir - em que peze a fraca genética - o cavalo de nivel internacional. Não o produzimos em número suficiente, mas num minimo, que se houvesse um melhor marketing de apoio, poderia nos manter pelo menos na última prateleira da vitrine. Como não temos este apoio, vamos e voltamos, sem nos manter em lugar algum.