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quarta-feira, 14 de junho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: DE VOLTINHA EM VOLTINHA

Sou muito cobrado por muitos,pore minhas opiniões e afirmativas e eu acho que isto é um direito alienável de quem lê. Tudo que for opinião é facultativo de discução. O que for afirmativa, de critica. Mas até aqui eu não havia sido criticado por meu estilo de expor idéias e conceitos, até que recentemente um leitor comentou que eu dava muitas voltas para chegar ao verdadeiro ponto. Ele estaria errado? Evidentemente que não. Mas isto não seria um estilo? Ou a minha fprma de chegar ao ponto?

Sheakspeare, Joyce, Eliot, Lawrence, Dickens e Flaubert, parte do autores que me fizeram amar a ler e arriscar a escrever, floreavam antes de chegar ao referido ponto. Virginia Wolf e Lima Barreto iam direito ao ponto, principalmente se neste ponto houvsse uma ferida. Enquanro Graham Greene e Sommerset Maughan determinaram, de forma distinta, a arte de construir um história sem se afastar do eixo principal. Não tenho a minima pretensão a me comparar a nenhum deles. Dominaram suas respectivas artes e épocas, cada um a seu estilo. Logo, meu caro e ilustrissimo leitor, estilo não se discute, opiniões sim.

Sempre olhei o turfe como algo no qual você vence, muito pelo bom senso, E eu não acho que voltar, em qualquer patamar de disputa, de uma inatividade seja uma coisa simples. Iron River, Inteligência Rara e Huber, em trÇes graus distintos - claiming, normal e grupo 1 - demonstraram de forma contundente, isto sendo derrotados, principalmente os dois primeiros, por adversários de classe inferior. Todos treinador por um mago no assunto, capaz de tirar água de pedra. Porém, a inatividade tolhe o atleta. Isto acontece com o jogador de futebol, o atleta olimpico e também com o cavalo de corrida. Ele trabalha bem e parece estar pronto, mas quaqndo chega a hora da verdade, algo acontece e suas pernas pesam. 

No turfe, normalmente comentamos que faltou uma carreira, pois, querendo ou não a velha máxima que uma corrida vale por dez trabalhos, é verdadeira. O cavalo desperta de sua inatividade e volta a sentir o gosto pelo embate.

Sempre fato do cavalo que fosta de correr. Bal a Bali é um exemplo ainda vivo e em atividade. Arrogate outro. Este fom de semana tive a oportunidade de trocar idépas, longamente com Dulcidio Guignoni. Todos nós sabemos que arrancar dele mais de 15 palafras em uma frase, é tambem tirar água de pedra, Mas quando ele fala de Coray, Bal a Bali e Estrela Monarcos, seu tosto todo se ilumina e ele desanta a falar e afirmar coisas que o deixam supreendidos, como por exemplo que Coray, continua sendo em sua opinião, o melhor cavalo de corrida que treinou. Que se a oportunidade lhe fisse dada, ganharia tudo que viesse pela frente. Inclusive o Brasil, vencido por outra pupila sua, enquanto Coray no entendimento dele corria erroneamente o OSAF. Para ele não havia termo de comparação entre as duas.

Outro fato que deixou claro, que desde que assumiu o Centro de Treinamento do Vale da Boa Esperança, não viu trabalharem melhor que Bal a Bali e Estrela Monarchos. Faziam brincando, o que os outros não conseguiam fazer botando os bofes para fora. Coisas que acontecem na madrugada e poucos são os turfistas capazes de tomar conhecimento.

Outro dia, o Muricy Ramalho disse em um programa de esportes, que a imprensa não sabia mais do que 10% do que realmente acontecia em um vestiário. Pois bem, o mesmo se aplica nas manhãs dos centros de treinamento do Rio de Janeiro. 

Desculpem, mas não me venham com basófias do que porque muitas coisas acontecem nas pistas. Na grande maioria das vezes, ela tem que acontecer, só que a gente não tem a minima idéia, da possibilidade do fato se concretizar.

Posso estar dando mais voltinhas, mas se me permitem nunca gostei de comparações, porque a verdade dos fatos nem sempre é de conhecimento seu. A cloaca da imprensa escrita. imagina mais do que realmente sabe. Eu prefiro tentar deduzir, dando minhas voltinhas e sabedor que com sorte, poderei até chegar a grande parte da verdade.

Alguém poderia supor que o homem que fez Bal a Bali, não considere o filho de Put it Back, o melhor cavalo que treinou em sua vida? Tenho pavor quando um treinador jovem, e que nem grandes cavalos treinou, emite uma opinião forte que este ou aquele é craque. Ele nunca treinou outros daquele nivel, em quantidade suficiente, de criar um parâmetro fidedigno em sua mente. Ai na pista o leão que visionou, se torna um gatinho â frente de seus olhos.

Ninguém inicia em sua profissão treinando a exceção. Pode até acontecer, porém, é pouco provável. Assim, quando menos engabelar o cliente, melhor aprenderá com suas derrotas, pois querendo ou não seu número será maior que as vitórias.