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sexta-feira, 2 de junho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: QUAL O VALOR DE UMA IMPORTAÇÃO? - PRIMEIRTA PARTE

Royal Orbit

Quem não se comunica, se trumbica! E quem não se moderniza, mofa! A primeira fase é de vó Adelina. A segunda é minha. E creio que as duas são de tremenda validade. 

Muitas lojas estão fechando nos Estados Unidos, pois, o povo hoje prefere comprar na Internet. Isto faz parte hoje da modernidade. Enquanto a coisa ficar entre as lojas pequenas, não é bom, mas longe de ser o fim do mundo.

O problema é quando as grandes lojas anunciam que vão fechar. Elas são ancoras nos grandes shopping centers, e se elas forem para o brejo, todos irão pata o brejo. Pois os shoppings não podem viver de cinemas, restaurantes e academias de ginástica.

Nossas "ancoras" são os reprodutores. Eles são os pilares de sustentação de nosso mercado, Principalmente aqueles que tem a capacidade de gerar elementos capazes de vencer fora de nossas fronteiras. Porque faço esta ressalva? Não tenho dúvidas, que Ghadeer e Clackson foram os mais efetivos sementais de nossa era moderna, porém, ele não conseguiram ter sucesso, como o nacional Itajara, e os importados Roi Normand e Spend a Buck, fora do Brasil. Desculpem, mais isto não é uma opinião. É um fato.

Meu pai era comerciante e quando tomou o conhecimento do que fazia, me deu dois conselhos. O primeiro que só se vende bem, quando se comprou bem. E que em dúvida ficar, o do dinheiro ou o do cavalo, sempre optar pelo dinheiro. Duas observações simples, porém efetivas se encaradas com seriedade.


Holy Roman Emperor

Temos que investir melhor. E o melhor investimento é com aquele que não pertence a uma lista de vendas. Poucos são os descartaveis que com a mudança de ambiente, conseguem ser aquilo que nunca conseguiram ser. Vejam o caso de Holy Roman Emperor, testado e de resultados moderados na Europa - levando-se em consideração  a alta qualidade das éguas que cobriu  a uma lista. E Roderic O'Connor, que estreava, Até aqui considero o resultado de Roderic melhor, outrossim, mesmo não sendo nenhum deles um must, há de se convir que Holy deu o ganhador da Taça de Prata de São Paulo e Roderic, o ganhador do Derby carioca.  Mas um que serviu em Bagé e tem 93 produtos registrados e outro que serviu em São Paulo e consta com 107 produtos registrados, é ainda pouco.


Roderic ganhando o Irish 2000 Guineas

Roderic tem quatro ganhadores de grupo, dois de graduação máxima e dois de grupo 2. Holy tem dois ganhadores de grupo, um de graduação máxima, e outro de grupo 3. Se atermo-nos apenas a frieza dos números, Holy tem um percentual de classicismo de 1,86%, enquanto o de Roderic é de 4,30%. Números são números, porén servem como indicadores. E neste caso o inédito, mais uma vez sobrepuja o testado. Ghadeer, Roi Normand e Clackson,  a nossa trinca máxima por número de ganhadores de grupos registrados, entraram na reprodução brasileira inéditos. E isto não me parece ser um detalhe que possa a passar a desapercebido.



Royal Orbit

Holy entrou na reprodução brasileira com 8 anos de idade. Rock, que veio no ano seguinte, com 13, o que para mim, já é um complicador para esta temática. Lembro que muitos anos atrás o Modesir trouxe, de forma definitiva, a um ganhador do Preakness Stakes, Royal Orbit, que contava com 18 anos. Lembroñe que o Leo Pires Pinto, disse que era um grande investimento, pois, seria um formador de plantel. Royal Orbit teve 50 produtos, sendo três deles ganhadores de grupo: Uci, Vat e Zoa. Alcancou um indice 6% de aproveitamento clássico. Pergunto, e dai? O que Royal Orbit contribuiu como sire of sires, ou avô materno, na reprodução brasileira? Vou ser curto e grosso. Lembro-me que apenas uma filha de Royal Orbit a produzir em solo brasileiro, um cavalo ganhador de grupo. Foi no Sta. Ana do Rio Grande, que se chamava Tia Neide, a mãe de Duquesa d'Alba, esta uma Present the Colors. Vocês não acham pouco?

Trazer um reprodutor de idade que não tenha se provado positivamente em seu pais de origem, é em minha concepção uma total perda de tempo. Mas posso estar errado...