HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL
HARAS SANTA RITA DA SERRA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS REGINA

HARAS REGINA
HARAS REGINA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO
HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

STUD H & R
STUD H & R - TOQUE NA FOTO PARA VER UM UM GP. BRASIL QUE VAI FICAR NA HISTÓRIA

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO
ONDE A VELOCIDADE IMPERA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS NIJU

HARAS NIJU
toque na foto para conhecer nosso projeto

HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA
HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

albatroz bloodstock agency, Inc.
albatrozusa@yahoo.com

terça-feira, 4 de julho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: ACHANDO O SEU CANTO

O turfe brasileiro está hoje abaixo da Argentina, Chile e até do Uruguai. Houve época que chegou a dominar o continente. Outrossim, nosso turfe é um retrato de nosso pais. Imaginem que estamos projetando uma inflação de 4,5%, esta é apenas menor no continente, que o pais que o Lula e a Dilma queriam para nós: a Venezuela.

Logo, estar na posição em que nos encontramos, é uma siuação normal, a primeira vista. Porém, não a "segunda vista". E porque afirmo isto? Porque nosso parque industrial, é infinitamente superior a de nossos vizinhos e a grande maioria dos investidores de nossa atividade, são industriais e profissionais liberais, enfim gente de alto nivel. Assim sendo, era de se esperar uma melhor posição. E não foi a Lava Jato, que desmoronou com nosso mercado. Ela contribuiu e muito, mas já no final de uma queda que vinha se avolumando a mais de uma década.

Nós brasileiros, temos por defeito fundamental de querer justificar erros com a eleição de um bode expiatório. Vejam no futebol, atividade esta, que todos nós acreditamos entender. Barbosa em 50, Ronaldinho fenomeno em 1998 e Felipão o pai do 7 a 1 em 2014. No Brasil não se analisam as verdadeiras razões do porque não ter conseguido chegar lá, como por exemplo a Alemanha depois daquele 2x0 em Tóquo, resolveu estruturar sua atividade olhando a base num projeto que só veio a surtir efeitos 12 anos depois. E olhem o que é a Alemanha hoje em termos futebolisticos, por causa daquela derrota. Esta chegando as finais até com o time C.

A importancia das medidas defendidas pela retórica sobre a fragilidade de nossa genética, não pode ser exagerada, pois, isto sim, irá gerar mais incerteza. Mas de maneira alguma devemos no posicionar como aquele time de futebol que só joga na retranca a espera de um contra ataque. Temos que fazer frente aos ventos fortes que sopram do hemisfério norte - que sempre sopraram só que ultimamente como tverdadeiros furações - provocados pelos grandes moinhos que estabilizaram-se nos maiores potentados turfisticos. Não podemos de ter medo de ir a um King George, a um Arco da mesma forma que devemos continuar a pensar ser possivel se vencer uma Breeders Cup, ou uma Dubai Cuo. É possivel. Falo isto por ter estado lá, ganhando, disputando e perdendo. O resultado, embora seja de suma importância é menor que a magnitude do compromisso que você assume ao decidir ir. Mas para tudo, é necessário conhecimento e imaginação. Da seleção ao projeto, da execução ao desfecho. Nada pode falhar, pois, nossa genética nos deixa num nivel de limite máximo. Como que pisando sobre ovos.

Outro dia falei sobre Don Quixote e penso que todo investidor no mercado de corrida brasileiro, tem que ter um pouco de Don Quixote. Nada a mal nisto. Muito pelo contrário. A coisa só irá realmente se complicar, quando você assumir que os moinhos de ventos são dragões, que Dulcinea vale a pena, que Roscinante é um puro sangue e que vale a pena ouvir os conselhos de Sancho Panza. Ai a coisa complica...

Todavia, até para isto, tem-se que ter, uma forma de agir e de ser. No inicio temos que fazer uso daquilo que vó Adelina definia - no final de sua vida - como a estratégia da beleza e da paciência. Se der beleza, se não der paciência, pois, aprendeu-se algo. O tempo irá moldar seus destinos e ambições, a imaginação o levará a saltos maiores e o conhecimento irá lhe garantir o retorno que tanto anseia. Mas nunca se esquecendo que outros anseiam como você, exatamente aquilo que você tem em mente. E sua obrigação, tentar suplanta-los, independentemente de saldos bancários. 

E aí que entra a teoria de achar o seu canto. Voltando a vó Adelina, ela sempre dizia haver um chinelo velho para um pé cansado. Sou velho, mas longe de me sentir cansado. Por isto, sempre no turfe procurei por meu canto. E descobri que quando você faz de seu canto o turfe mundial, você pode ser apenas um grão de areia, na imensidão de uma praia. Mas penso ainda ser melhor, viver como um office boy em New York, do que um rei na Tanzania.

O meu canto não é apenas Hallandale Beach e ganhar o GP. Brasil ou o Pellegrini. O meu canto é a universalidade que só o turfe lhe pode proporcionar. O seu canto, é saber lutar com as armas que tem, mesmo sabendo que os desafios que possam vir, sejam encardidos. Se você não tem Galileo, nem aquela ganhadora do Oaks descendente de Pretty Polly, não adianta achar que comprando um barco, seus sonhos se tornarão realidade. Se o seu sonho é ganhar o King George, o Arco ou a Breeders Cup, algo tem que funcionar a seu favor. Algo que voce imagina que possa elevar seu grau de estima pela atividade e o necessário potencial de luta. Algo que o equipare a genética alheia. Utopia? Não, necessidade. 

Este algo, meus amigos existe e está a sua disposição com conhecimento e imaginação. Trata.se de uma sua estrutura de pedigree que pelo menos lhe crie chances de sucesso. E este,  quando você assim o conseguir, acreditem, será o seu grande Momento de Alegria, como amanhã, neste mesmo bat-canal e nesta mesma bat-hora, tentarei explicar.