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domingo, 23 de julho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: MANIAS

Tenho minhas manias. Uma é gostar de futebol, mesmo num pais, que joga rojões no pseudo homosexual e aplaude a chegada de um outro, condenado por esquartejamento. E crio minhas ilações. Talvez tenhamos a mais competitiva disputa de uma serie de segunda divisão no ano em 2018. Se o São Paulo cair, Internacional não subir e o Vasco voltar ao lugar que gosta, imaginem o campeonato que teremos. 

Mas o futebol nunca foi a minha primeira opção fora do turfe. Eu quando era menor era ávido pela leitura. Mas há de se convir que nos anos 50 e 60 a televisão era um xarope. A coisa realmente melhorou bastante na telinha, a partir dos anos 70 e creio que a Globo é parte desta fascinação que hoje, esta forma de comunicação, exerce a seu publico. As novelas são uma prova inconteste do que um dos personagens de Marilyn Monroe uma vez disse: A televisão é o Country Club do pobre

Eu honestamente acho que a televisão é o espelho da sociedade que ela serve. Se há Ibope, os preços dos comerciais se tornam maiores. O restante não passa de total indiferença. A televisão aproveita-se do momento. Se Lenin ou Hitler estivessem ativos nos dias de hoje, seriam trazidos ao Faustão para a dança dos famosos. Enquanto a televisão vive do Ibope, o cinema e o teatro sobrevivem de bilheteria. A leitura é o único divertimento que tenta escravisar o leitor, vendendo a imagem que ele pode aprender. E ele aprende, se quizer. Por isto tenho a obrigação de doar meu tempo, escrevendo muito pelo pouco que aprendi até aqui.

Segundo dados estatísticos, um norte-americano da classe média, em média vê 6 horas por dia de televisão. Isto são 8 anos - talvez perdidos - em relação a uma vida de 65 anos, teoricamente vivida. Como se dorme normalmente 8 horas por dia, isto representa cerca de 21 anos. Somem e verão que na cama e na frente da televisão se jogam fora, 29 anos de sua vida. Isto é quase a metade de uma existência.

Nunca deixei de ler, pois, quem pega o gosto pela leitura, não a troca pela televisão, nem pelo teatro ou cinema. Quem hoje não lê, não lia antes e dificilmente lerá um dia, pois, não criou o hábito que com o tempo se torna uma dependência. Mas confesso que leio menos do que lia, pois, a pesquisas que levo adiante, me tomam parte do tempo. Pesquisa toma tempo. Vai da idéia, passando pela montagem do universo, a compilação dos dados e finalmente a analise dos mesmos. Por isto ela ocupa bastante tempo em sua existência. E com um agravante. As vezes ela não o leva a lugar algum.

Hoje entre as linhas maternas temos aquela que já vieram consagradas do século passado, e outras que vem se consagrando a partir da modernidade. Acho que falar de Pretty Polly ou mesmo Mumtaz Mahal, é sempre importante. Porém, o que interessa para o investidor é qual são os segmentos modernos que estão obtendo os melhores resultados em pista. Isto é o presente e o passado recente. Eles são na realidade a base de um futuro.

Tenho minhas pesquisas consubstanciadas a partir da instituição das chamadas provas de grupo, levadas a efeito, a partir de 1974, porém, penso que quase 50 decadas, não representam o que hoje está acontecendo. São realidades distintas. Prefiro pegar períodos menores, pois, estes representam mais a realidade do que periodos longos.

Tenho a certeza que as linhas que mais se vem se expandido na era moderna, são certos segmentos das familias, 16, 8 e 9, Contudo, tenho que reconhecer que além da 14-c e 9-c, as verdadeiras donas do pedaço, dois outros segmentos, tem que ser repeitados, pois, seus respectivos crescimentos têm sido notável: a 1-n e a 4-m.

Analisando-se os resultados conseguidos de 2010 até este fim de semana passada, - quase os 8 anos - , a linha 4-m contribuiu com 54 individuais ganhadores de graduação máxima. Entre os quais nomes de bastante relevância, como a recente vencedora de dois Oaks, Enable e o vencedor do Eclipse Stakes, Ulysses.

Volto a repetir. No turfe não existem verdades absolutas, mas pelo menos relativas. Não temos a certeza de um teorema de Pitagoras, mas pelo menos sabemos que certas familias funcionam com mais intensidade que outras. O mesmo acontece com tribos e estrutura genéticas. Qual prevalesce? Não há uma prova. mas você tem que partir de um principio. Eu parto das minhas maternas. Outros preferem se ater apenas ao pai. E embora tudo se resuma numa questão de gosto, existem maneiras de se provar quem possa estar mais certo. Basta cruzar com mais frequência a frente no disco de chegada.

Como disse tenho minhas manias. E uma delas é dar prioridade as linhas maternas.