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segunda-feira, 31 de julho de 2017

PONTO CEGO: INVENCIBILIDADE E PERFEIÇÃO

Quem diria, o Palmeiras que segundo os entendidos, iria ganhar todas as competições da face da terra, pois, era o elenco mais próximo da perfeição, parece estar com o mesmo destino de Greta Garbo: morrer no Iraja! Pelo dinheiro que gastou - evidentemente do patrocinador - com o bonde Borja, o trem Felipe Melo e cia, era, segundo muitos, para arrasar. Mas foi na verdade arrasado. Já perdeu o campeonato paulista, já se foi da Copa Brasil, ambas sem sequer chegar a final, parece-me dificil o Brasileirão deste ano e lhe sobrará  então a Libertadores, que deveria ter sido a competição a ter se concentrar. Desde o inicio. Vó Adelina dizia com muita propriedade: quem quer tudo, acaba se engasgando. Mas já que falamos do roto, que tal dos esfarrapados? O Flamengo e o Atletico Mineiro, que deveriam ser os times a fazer frente ao Palmeiras, pois mesmo em muito menor escala, igualmente tiveram seus investimentos, não apresentam melhores condições. O time carioca pelo menos se mantém a duras penas na Copa Brasil e foi o único time no campeonato brasileiro a dar um suadoro no Corinthians, no campo do mesmo. O Atletico Mineiro é até goleado pelo Botafogo, o que me parece estranho, pois o alvinegro do Rio, não costuma fazer mais de um gol por jogo. E a virada que sofreu do São Paulo, é para mudar de profissão... Enquanto isto Corinthians e Gremio, que pouco investiram esta temporada, navegam em mar de almirante. O Corinthians com um homem a menos ganhou do Palmeiras e com o mesmo numero de jogadores do Gremio. Qual a conclusão que se chega? Dificil se chegar a perfeição apenas achando que ela tem um preço. Você precisa de conhecimento e acima de tudo uma direção.

No turfe acontece a mesma coisa. Não basta se investir alto e teoricamente nas coisas certas, para se obter sucesso. Tem que saber administra-las. E o que menos se vê são coisas bem dirigidas, quando proprietarios, querem fazer o trabalho de profissionais. O Edson Alexandre, um amigo de longa data, deu um show com o Céu de Brigadeiro, para se citar apenas um de seus pupilos. Não acredito que na história do turfe brasileiro, um cavalo tenha ganho a milha Internacional e a milha e meia do GP. São Paulo. E porque? A sabedoria de saber gerenciar. De saber o momento certo de gastar sua munição. O Edson, é o modelo do proprietario profissional. Outros tentam, mas inutilmente...

Dizem os grandes artistas, que é bastante dificl se atingir a perfeição. Michelangelo quase quebrou uma de suas obras, por achar que chegara nela, bem perto da perfeição. Eu infelizmente nunca cheguei a estar profissionalmente atrelado a algo próximo a perfeição, como chegaram Frankel, Ribot, Black Caviar e mesmo o nacional Itajara. Acredito que estiveram no patamar dos Deuses. No Olympo da atividade. Much Better, Da Hoss e Einstein, três dos melhores cavalos que selecionei em minha vida, chegaram a dois degraus dela, e quiz o destino, que em distâncias distintas: a milha e meia, a milha e a milha e um quarto.

Muitas vezes as pessoas confundem invencibilidade com perfeição. Eu discordo. São coisas semelhantes, mas não necessáriamente iguais. Nem sempre o invicto será o perfeito, e certamente que o perfeito não necessariamente tem que se manter invicto. Secretariat na triplice coroa norte-americana foi um exemplo de perfeição, com três recordes batidos e um Belmont Stakes que ficará para sempre marcado para na antologia do turfe mundial. E falhou em mais de uma oportunidade.


INVENCIBILIDADE TEM AS VEZES 
UM COMPONENTE
QUE NÃO SE AJUSTA A DEFINIÇÃO
DO QUE SEJA PERFEIÇÃO: 
A QUALIDADE DOS ADVERSÁRIOS.


Apenas como exemplo, vi que Domingo Chard Brown tinha nada menos que 10 inscrições entre os hipodromos de Saratoga e Monmouth Park e cinco delas para mim, eram impossiveis de serem descartadas. Ai eu pensei. Se alguma delas não desse e uma das outras cinco sim, eu iria me arrepender. O que fiz? Uma acumulada entre os dez inscritos, sabedor que noo máximo teria nove vencedores, pois, no Haskell Invitational, Chad Brown tinha duas inscrições. No frigir dos ovos, ele ganhou sete, numa só tarde em dois hipódromos, Deu para embolsar uma graninha...

Timeline, não conseguiu provar aquilo que eu suspeitava, mas tinha minhas dúvidas. Invicto em quatro apresentações, poderia vir a ser o lider desta geração, pois, o Haskell foi mais carreira que o Jim Dandy, vencida, na vespera, por Good Samaritan. Mas, como é de conhecimento publico, invencibilidade não é sinonimo de perfeição e ele ao virar a reta, já estava irremediávelmente batido. O final foi eletrizante mas o resultado da carreira, no máximo, discutivel.

Os Estados Unidos vivem esta temporada, uma crise de qualidade. As fêmeas me parecem ser mais decisivas que os machos. Songbird, Vale Dori, Stellar Wind... Vejam o número de inscritos por prova de grupo, naquele que é considerado mais importante dia em Monmouth Park. Apenas três no Shuvee de Saratoga e cinco no Clement L. Hirsh de Del Mar. O que está havendo?