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sexta-feira, 28 de julho de 2017

PONTO CEGO: O SONHO

Como me reportei em mais de uma oportunidade, sou uma criatura de hábitos. E dos que tenho, talvez o maior, seja o de ler colunas de jornais. Quando mais jovem, com mais tempo e menos preocupações, lia todas a que pudesse ter acesso. Hoje sou mais seletivo, e aqui para nós não existem tantos mais, como Nelson Rodrigues, Paulo Francis, Castelo Branco, João Saldanha, Armando Nogueira, Antonio Maria, Stanislaw Pontepreta e outros. Porém, dentro das colunas esportivas existe ainda uma de mantem o alto nivel das de antigamento. A do Tostão.

Dentro dos enumeros acertos deste que foi um dos jogadores mais inteligentes que tive a oportunidade de ver jogar, ele fez um comentário que resume sua experiência de vida. Neymar está pra ir para o Paris St. Germain e a turma do Barcelona, está, em coro, fazendo força para ele ficar. O que seria melhor para ele? Em minha opinião só ele sabe. E o Tostão, que parece ter a mesma opinião escreveu em sua coluna que ele deve decidir por seu sonho: se for jogar com o Messi, fique. Se for ser o protagonista numa cidade charmosa com Paris, que vá, Simples não?

Eu digo simples, pois, se você quiser matar um homem, o prive de seus sonhos. Ele então será pouco mais do que um vegetal. Sonhos em turfe, não se discutem. Tentam-se. Você pode querer ganhar as estaristicas de criadores, querer gslvanizar para sim um GP. Brasil, ou sair pelo mundo com um Bal a Bali debaixo do braço. Como diria aquele porteiro de um antigo prédio que morei: qualquer prazer me adverte!

Mas qualquer que seja o seu sonho, você não pode apenas viver em função do bafejo da sorte. Você tem que lutar por ele. Você tem que se utilizar de conhecimento e imaginação. Amanhã é dia de King George, meu grande sonho, que se Deus quizer, que um dia quase realizei. Outrossim, para poder chegar pelo menos na segunda colocação, tive que escolher o cavalo certo, traçrs um plano ousado e tentar cumpri-lo da melhor forma possivel. Fui reconpensado com uma atuação, que deve ter sido a maior de um cavalo brasileiro em continente europeu, pois, o King George é um sonho de TODOS que militam na atividade. E tentar vive-lo com um cavalo brasileiro, se não houver um bom planejado, tem uma chance imensa de virar um pesadelo.

Quando que alguém poderia supor que teriamos campeões na Formula 1, em Roland Garros, na Dubai Cup, no salto em altura e distância, nas piscinas olympicas, no volley feminino e masculino e não tão somente nas canchas de futebol? Pois, conseguimos. Com cavalos sucede a mesma coisa. É dificil, mas longe de ser impossível.

Mudei-me paa os Estados Unidos em 1987. E quando digo Estados Unidos, não estou me referindo a New York, Miami, Chigago, Boston ou Los Angeles, pois você sai do Brasil e sobre um degrau em sua escala. Estou me referindo a Estados Unidos MESMO! Middle East, Lexigton, Kentucky. Numa almoço o editor da Blood Horse, me peguntou se tinhamos hipódromos da América do Sul. Não me esqueço dos olhares furtivos, da curiosidade insensata, da esbornia, da tentativa de me inpingir cavalos que nada tinham a ver. Cresci na atividade porque ganhei na hora que tinha que ganhar e perdi, quando a inevitabilidade se tornou presente.

Dentro disto quando vejo, certos gerenciamentos serem levados a efeito no Brasil, sem o minimo conhecimento de causa e o dinheiro cair pelo ralo, penso que tudo tem um limite. Um dia aquele que perde, seu rico dinheirinho, enche o saco e prefere comprar um barco ou arrumar uma amante argentina.

Portanto, não podemos aniquilar com o sonho de quem quer que seja. Mas, como profissionais, temos como obrigação colocar este sonho dentro de uma certa perspectiva de viabilidade, onde a lucidez se faça presente e aquele que sonha, possa um dia transformar este seu sonho em realidade.