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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

PAPO DE BOTEQUIM:DE UM ÊRRO ORTOGÁFICO A UMA HISTÓRIA FELIZ

Acho que foi em 1990, que eu adquiri a uma potranca desmamada nas vendas de Keeneland, pela vil quantia de 500 dolares. E tive ainda a coragem de nomina-la Pointe du Bute, uma região litoranea -na verdade chamada Point de Bute, que havia recentemente conhecido no Canadá. Errei ortograficamente ao nomina-la. O Pedro Jarbas topou e a levou para o Brasil.





Tratava-se de uma filha do nada respeitado Megaturn, ainda por cima, com uma mãe de estrutura genética altamente duvidosa. Imaginem, Advocator, Young Emperor e Count Fleet, mas justifiquei com o Pedro, que se tratava de uma linha materna, que havia feito coisas do arco da velha na criação brasileira.  Inclusive para mim. Porque então uma potranca poderosa e lindissima não o poderia fazer também, mesmo custando apenas 500 dolares?

A linha 1-o, sempre foi para mim, uma incógnita. Regular para média no lugares que passou, mas de excelente participação na criação brasileira, principalmente por uma uruguaia não corrida chamada Cantata, mãe no Brasil, do derby winner Canavial e do ganhador da primeira prova da tiplice coroa paulista, Caucaso. Coisas da familia Seabra... 

Pois bem, anos antes, quando nem profinalizado ainda era, indiquei ao luiz Gordo, uma potranca pelo excelente em pista mas execrável na reprodução, Quartier Latin. Era uma potranca longa bem ao estilo antigo europeu, e o Luiz, - por iniciativa própria, pois, em nada influi -  por uma mariola e duas cocadas, a adquiriu. Pois bem, largando por fora de todas na distância de 2,000 na grama da Gávea - posição considerada impossivel de se alcançar qualquer tipo de sucesso, principalmente na mais alta esfera clássica - Long Lady, ganhou a Taça de Ouro, batendo a nada mais, nada menos que a Oaks winner Apple Honey, e igualmente reconhecida mãe de Itajara. Posteiormente foi vendida para a Europa.

Long Lady era uma neta de Capri, uma irmã de Canavial. Três ou quatro anos depois, com o aparecimento de Off the Way, uma potranca esqueletica e pequena, mas que corria qual uma leoa, bisneta de Cantata, passei a ver a linha 1-o como algo diferente. E comentei o fato com o senhor Atualpa Soares, que sorrindo me passou o pedigree de um milheio que vi correr e havia me impressionado tanto como Quartier Latin. Seu nome, Indaial.

Indaial, como todos nós já sabemos, era diplicado em linhas maternas em Zula e Zula era também uma 1-o. Tudo isto veio a minha cabeça, quando decidi lançar em Pointe du Bute, que deveria ter se chamado Point de Bute, como aqui já foi explicado.

Tudo isto ficou em minha cabeça e como uma coisa leva a outra, Pointe du Bute venceu duas de suas cinco participações em pista, é como castigo veio a ser coberta pelo inominável Robbama. Detalhe não fui eu que indiquei Robamma para o Pedro...

A 1-o conta até os dias de hoje, com nada menos que 27 descendentes, individuais ganhadores de grupo no Brasil, sendo que 16 dekes de graduação máxima. Só de Cantata, descendem, Laughing Boy, Free Willie, La Greve, Lamor, Off the Way e Long Lady.


EÉ Vencedora, Gene de Campeão, Goecochea, Graphus, Hipervencedora, Indaial, Instinto Campeaõ, Kashmir Valley, La Greve, Lamor, Laughing Boy, Long Lady, Off the Way, Tango Uno, Zarzamora and Zimbamia, são os ganhadores de graduação máxima, descendentes da familia 1-o, sendo que a Oaks winner paulista Zimbamia, é filha de Pointe du Bute.

E que o Salgueiro arrase hoje a noite.