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segunda-feira, 16 de abril de 2018

PONTO CEGO: A ESPERA DO MILAGRE DIVINO

Verdades são para ser derrubadas. Vejam, impossivel sempre esteve ligado a imagem de Messi da mesma forma que o improvavel,  era o retrato de Guardiola. Vencer o impossivel, tanto quanto o improvavel, pincipalmente numa Champions League, com times como o Liverpool e a Roma, requeriam muita imaginação de quem assim pensasse. Mas o futebol, sempre visto como uma caixinha de supresas, apronta também das suas. E os milagres se sucederam.

No dia seguinte foi a vez da Juventus quase processar outro milagre contra o Real Madrid. O que para alguns representa a temporada das bruxas soltas. Mas o que se deve ter em mente, é que milagres existem. Só não são frequentes e muito menos factiveis de resolver todas as soluções a seus problemas.

Porque milagres não podem suceder na criação de cavalos de corrida? Diria que o nacional Clackson possa ser considerado um deles. E igualmente seriam, outros nacionais se chances a eles fossem ofertadas. 

Não vou entrar na seara que geneticamente embora inferiores, os consagrados em pistas nacionais, tem - a meu ver - muito mais chance de se sair bem, que os fracassados no hemisfério norte, mesmo aqueles de grandes pedigrees e excepcionais campanhas.  Mas pista e genética são coisas e breeding-shed e capacidade de transmissão outras. Enquanto não entendermos isto, nada poderá mudar em nosso mercado. 

O pereba no futebol brasileiro, não pertencerá a seleção equatoriana, mesmo que para lá transferido. O que é ruim, é ruim em qualquer parte do mundo que tentar exercer naquilo que já fracassou. Mas em cada cabeça, uma sentença. Nem todos são capazes de linchar Nero ou Caligula, pois, genéticamente pareciam superiores.

Não deveriamos ser assolados por aquele celebre complexo de vira-latas, que graças a Deus no futebol, já foi extimto, evidentemente depois, de nossas duas primeiras conquistas mundiais. E devemos isto, a Pelé, Garrincha, Didi e Newton Santos, que para mim, não me consta, serem genéticamente superiores aos derrotados europeus.

Não há duvidas - particularmente - que Ghadeer, Roi Normand, Wild Event, Waldmeister, Locris e Henri le Balafre, que foram nossas melhores experiências entre os importados. Não me consta que fossem fracassados reprodutivamente no hemisfério norte, assim com Royal Academy, Northern Afleet, Roderic O' Connor e Elusive Quality foram nossos principais elementos de shuttle. Algum deles poderiam ser taxadoxs de fracassados no hemisfério norte?

E porque então insistir em já testados de nenhum sucesso? Penitência? E porque então gastar com eles quantias milionárias? Teimosia? A espera de um milagre divino?

Vou mais longe. Li uma vez num livro de lingua inglesa, e que infelizmente não recordo seu titulo, que o lugar mais seguro para qualquer navio, é seu porto. Só que navios não foram construidos para no porto permanecerem. Da mesma forma que se a um agente for dado o ensejo de vetar 10 prospectos de corrida, suas chances de estar certo são muito grandes. Outrossim, não acredito que seja facultativo a um profissional da seleção, esconder-se atrás de seu porto. Ele tem que sair oceano afora.

Não estou a espera de milagre algum. Quero apenas que todos se concientizem que da maneira que as coisas estão sendo tratadas no turfe brasileiro, estaremos em breve de mal a pior. Temos primeiro que punir inadimplência, a seguir diminuir os custos de nossos leilões dando a eles uma melhor tratamento e finalmente dotarmos nossos hipódomos de meios que possam fazer um aumento substancial em seu movimento de apostas, e com isso gerarmos fonte de aumento de prêmios.

Como pode ser visto, um ação pode ser tomada, resta a nós termos coragem de empreende-la.