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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

PONTO CEGO: TEMOS QUE VOLTAR A EXPORTAR PARA OS Estados Unidos

Não gostaria levantar polêmicas, embora ela façam intensa parte em min ha vida. Mas que o nosso turfe está numa merda de fazer gosto, disto não tenho dúvidas. E não está pior, pois abnegados em nossos quatro hipódromos tentam insanamente melhorar o nível, com a propriedade de seus cavalos. Pois, ser hoje proprietário de cavalos de corrida no Brasil, é uma façanha. Apenas ultrapassada por quem ainda quer criar estes cavalos de corrida.

Não tenho balizamento maior, pois, vivo fora do Brasil e embora existam lampejos de alta classe de alguns poucos, na média a coisa não passa de insossa. E quando estes lampejos surgem, imediatamente o mercado da Ásia nos acena. Um mercado, financeiramente tão forte como os demais, mas que para mim representa um fim de linha. Ao contrário do norte-americano, que pode representar um inicio de linha.

Na Ásia, eles são normalmente castrados, manipulados e o jogo parece ser a maior motivação local. Quando se vende, não acredito ser o mais importante a quantia ofertada e sim esta quantia somada para onde este cavalo será levado. Pois, um negócio trás outro e em termos de vitrine o turfe norte-americano me parece bem mais abrangente. Siphon e Sandpit abriram nossas portas que infelizmente por culpa exclusiva de um governo corrupto - e que não levava nenhum - não a conseguimos manter aberta. Criamos dificuldades de exportação e mais ainda de importação de matéria prima, reprodutores, éguas de cria e potrancas, com taxas abusivas, como se o cavalo de corrida fosse um carro ou um bolsa da Louis Vitton.

Não tenho a solução, outrossim, a primeira coisa que deveria ser feita era a abolição destas taxas. Paulo Guedes, que tem ligações profissionais com gente do turfe, deveria ser o primeiro a nos aproximar e levar a ele este pedido, provando quantos empregos e divisas este mercado trás para o seio da economia brasileira.  Sem matéria prima de boa qualidade, não dá para produzir um produto competitivo no atual mercado. Não podemos viver de lampejos casuais. Temos que produzir gerações confiáveis. Temos que voltar exportar para os países que fazem a diferença no hemisfério norte. Ou pelo menos a Austrália e a Africa foi Sul.