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domingo, 27 de setembro de 2020

PONTO CEGO: UM OSAF QUE NÃO COMPROMETEU

PERIGOOOOOOOSA

Tivemos a disputa de mais um GP Nelson e Roberto Seabra, originalmente GP OSAF, que teve sua disputa inicial em 1979 com a vitória da argentina The Garland. 

A prova de meio-fundo para éguas foi a última adição nas tradicionais provas clássicas do festival do GP Brasil que mantém seu formato de 4 provas de G1 (velocidade, milha, meio-fundo éguas e distância clássica) desde de então. Vamos à prova. 

A eventual ganhadora PERIGOOSA (Public Purse em I'm a Lady) e a quase tríplice coroada Mais Que Bonita largaram se estorvando e abrindo após o pulo de partida. A prova se desenrolou com um ritmo muito bom com Hacienda puxando a fila e Olympic Dust indo atrás e emparelhando na altura dos 1.400 metros finais. Nesse momento Mais Que Bonita se já está posicionada em terceiro lugar, Kim Besinger acompanhava a seguir muito fácil e PERIGOOSA corria acomodada na antepenúltima colocação. No final da grande curva as ponteiras já mostram sinais de grande exaustão, o piloto de Mais Que Bonita se posiciona para o ataque juntamente com a égua do Araras enquanto o jóquei da vencedora traz sua montada com a única preocupação de contornar bem a curva sem desgastar sua montada. 

A égua do Stud Eternamente Rio domina francamente a carreira e recebe o ataque imediato de Helquis. Alexandre Correia abre sua montada deixando duas éguas algo estorvadas neste movimento e aciona sua égua no momento certo para dar caça às ponteiras. Faltando aproximadamente 100 metros pro disco o jóquei da ganhadora somente corrige sua monta que havia se desviado um pouco para dentro durante a reta evitando qualquer possibilidade de contato com sua adversária. A seguir chegaram Helquis e Kim Besinger que vinha sempre fácil durante o percurso, mas pelo que vi na câmera frontal não conseguiu se alinhar corretamente na reta. 

PERIGOOSA é uma descendente da excepcional matriarca Court Lady (AP Inshalla Ltda) e traz na linha alta o sangue do americano Damascus. Criação e propriedade do Haras Doce Vale. Teve o treinamento de Venâncio Nahid. No atual estágio de confronto do turfe brasileiro a vencedora se mostrou superior à égua mais gabaritada da prova. Contou com uma direção tranquila principalmente no posicionamento durante a curva e apresentou uma aceleração suficiente para a vitória. Um elogio à pista de grama da Gávea, que mesmo definida como pesada se mostrou em excelente condição, dando chances equânimes a todas as participantes. 

O cronômetro marcou 2.01.34s para a distância da milha e um quarto. Primeira vitória de G1 na campanha de PERIGOOSA, que registra uma vitória de G2 no GP Marciano de Aguiar Moreira em 2019. Estas foram minhas impressões sobre o "Brasil das éguas". Espero que a jornada seja excelente para todos os envolvidos.

Abs, Baronius