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quarta-feira, 26 de novembro de 2025

PAPO DE BOTEQUIM: UM PELLEGRINI BRASILEIRO ?

As corridas de mais vulto, cessaram na Europa e tão se reconstruindo nos Estados Unidos, pouco a pouco, depois de uma recente disputa de mais um Breeders´s Cup. Nevada Beach, foi um dos primeiros a reaparecer em um grupo 3, apagando de forma definitiva o fracasso que foi a sua participação na Classic, aliás como era de se esperar.

Ontem em meu Extra ! Extra ! inseri um pensamento do grande Nelson Rodrigues, que levanta uma verdade que acho clara e por demais objetiva. Falta ao brasileiro uma responsabilidade maior para ser o maior do que quer que seja. E vejo em Baffert as vezes isso. Nevada Beach é um exemplo límpido do que acabo de afirmar.

Outrossim, não parece ser o caso do Renato Junqueira, nosso entrevistado desta última segunda-feira dia 24, na live do Ninho do Albatroz. Pouco o conhecia, mas depois de um leve bate-papo de pouco mais de uma hora, hoje posso afirmar ser ele um criador e proprietário, com os pés no chão e pleno conhecedor que cavalo de corrida não é boi. Explico-me. É que com elementos de porte menor como Havana Cigar e Colina Verde, considerados pequenos, pelos idiotas do mercado, ele conquistou um Derby paulista e uma tríplice coroa, provando terem eles, as mesmas chances na pista que grandotes como Sandpit e Revless.

Outro boa noticia, é que ele vê na vontade de vencer - como eu - a maior virtude de um cavalo de corrida pode ter e tenta detectar este predicado na índole dos animais que inspeciona.  Como? Não lhe perguntei, pois, cada um tem sua forma pessoal de "sentir", aquele a quem examina. 

Hoje detentor, em seu currículo, de uma tríplice coroada, de um Derby winner paulista e um gnhador do Grande Prêmio São Paulo, falta lhe o Derby carioca, o Brasil e aquela que irá disputar em Dezembro, o Grande Prêmio Internacional Carlos Pellegrini.

Pulo grande na vida de um cavalo de porte médio e ainda pouco corrido? Talvez. Mas a história não lembra dos covardes e sim dos corajosos, que mesmo mortos, deram a sua contribuição para qualquer coisa que seja. Ademais o que Havan Cigar apresentou em Cidade Jardim, despertou em mim, aquela confirmação de ser ele algo diferenciado. E quem sabe, depois de ganhar a maior carreira so continente, volte suas vistas para as demais que faltam?

E o que ele não pode deixar perder, neste momento, é a oportunidade dos seis quilos de descarga dados aos três anos, na prova de San Isidro. Ainda mais, que diferentemente de um passado longínquo, os melhores três anos argentinos, não esperam mais pelo Pellegrini, já que seguem outras rotas a partir da disputa da Carrera de las Estrelas - a Breeders Cup argentina.

Todavia estes seis quilos preciosos, a ele concedidos,  podem fazê-lo letal contra aquele que na minha opinião será o grande favorito da prova, o também brasileiro Obataye.

O pupilo de propriedade do Rio Iguassu e criação de Eraldo Palmerini - ambos patrocinadores do Ninho- Obataye, evidente que deve levar o favoritismo, no momento que demonstrou ampla superioridade no recém disputado Latino Americano. É cascudo, viaja bem, sempre teve a conexões perfeitas e mostra um definitiva vontade de vencer. E teremos a oportunidade de ver em ação, os dois mais importantes jóqueis do continente Moreira e Leandro, o que por si só, aumenta  consideravelmente as chances de seus pupilos, contra os demais

Pena que faltará a presença de Ethereum, pois ai quem sabe pudéssemos reeditar a inesquecível carreira de 1993...