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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

FINEST CITY


THOROUGHBRED DAILY NEWS






CAPE SALES



FIQUE DE OLHO


PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: ARROGATE O MEU CAVALO DO ANO


Qualquer eleição, seja para o presidente da maior potencia mundial, como nos Eclipse Awards, existirão controversias em alguns pontos. Uns dizem que foi Putim que decidiu esta eleição. outros que California Chrome foi privilegiado em sua escolha para cavalo do ano em função de ser um possivel stallion a ser explorado nos Estados Unidos. O que fazer com estas conjecturas? Não sei. Sei apenas que o mercado de cavalos de corrida é um sistema como outro qualquer e para tal existem mecanismos hábeis de estabilizar,  e mesmo controlar o sistema: Liberdade de imprensa, direito de critica, jornalismo independente e mobilização da opinião publica. E neste momento, sinto vontade de novamente usar a expressão chula. São nestes dois últimos itens, que a porca entorta o seu rabinho.

Como haver um mobilização publica e ao mesmo tempo se estabelecer um jornalismo independente e incapaz de tomar partidos. De torcer. De querer para si aquilo que mais lhe traga paz financeira? Pois, é, é complicado. Mas existem várias formas de se medir se uma opção foi a certa ou foi a errada. Trump perdeu as eleicões por mais de três milhões de votos. Três milhões de votos é voto para burro? Muitos paises nem tem três milhões de votantes regostrados. Mas ele ganhou-a no colégio eleitoral e esta é a regra do jogo aqui nos Estados Unidos. E deve ser respeitada até ser modificada e isto aconteceu pela segunda vez por aqui. Gore também teve mais votos que Little George. Mas ambos conseguiram mais delegados. O que fica claro, é que tanto Little George quanto Trump, não são os escolhidos pela maioria do povo e sim pela maioria dos delegados. Estariam os norte-americanos insatisfeitos? A resposta veio no dia seguinte da posse. No Inalgural Day muitos compareceram, No dia seguinte numa passeata de desagravo, principalmente levada a efeito pelas do sexo feminino, na mesma cidade, Washington D. C., pintou um publico 20 vezes maior nas ruas. E em outras 30 cidades a coisa veio a se repetir. Logo, aí está a resposta, que independe da imprensa de A, B ou C, me parece a resposta do povo. Mas se o a voz do povo é a voz de Deus, como diziam os antigos, ou ela erra como outra qualquer, como os discipulos de Barrabás, isto passa a ser um outro problema. A regra do jogo tem que ser comprida e se ela por duas vezes contrariou a maioria da população, mude-se a regra.

No Eclipse Award, existe muita pressão. Conheço bem a questão. Quando Rachel Alexander levou o titulo de cavalo do ano, batendo a até então invicta Zeyiatta, eu achei a escolha errada. Eu e grande parte da população turfistica, não pressionada, nos sentimos roubados. Ontem quando California Chrome levou o titulo que até o Zé da Esquina sabia pertencer a Arrogate, foi outro momento em que me senti roubado. Ainda mais que no único confronto direto entre os dois, na mais importante prova do calendário norte-americano, Arrogate não deixou a minima dúvida de quem era o melhor.

Assim sendo, instituo aqui o titulo do Albatroz Awards, que elege por unanimidade e num sistema nada ditatorial - já que sou apenas eu que voto - Arrogate como cavalo do ano. E faço retroativo o mesmo titulo em relação a Zenyatta.

GRANDES ÉGUAS FRANCESAS



PONTO CEGO: CREDIBILIDADE AINDA CONTA

Quantas vezes no Brasil, você foi obrigado a ouvir, aquela famosa barbaridade: ele rouba mas faz! Aposto que centenas de vezes. De Adhemar de Barros a Paulo Maluff. De Collor a Lula. Pois, é agora se acostumem com outra frase que vai tomar conta do noticiário internacional: não importa o que ele fala, importa como ele age! Esta vai ser a defesa dos correligionários de Donald Trump, para justificar as coisas impensadas que diz.

Eu acho que você tem viver sob sua palavra. O que você diz é tão importante como o que você escreve. Na história, lembro-me quando Kennedy mandou um emissário a Charles De Gaulle, com um envelope onde estavam as fotos das bases de mísseis que a Russia, estava constryíndo em Cuba. Quando o mensageiro, disse que dentro daquele envelope, estavam as fotografias que provavam as acusações de John Kennedy conta Nikita Krushchev, De Gaulle se recusou a abrir o envelope dizendo: o que o presidente dos Estados Unidos, afirma, para mim é bastante. não preciso abrir o envelope! Pois, é hoje, na era Trump, nem as fotos do envelope,  convenceriam quem quer que seja. 

Eu que assisti a posse de Trump pela televisão fiquei impressionado com o pouco publico presente. E fiquei ainda mais surpreendido quando Sean Spicer o novo Washington House Press Secretary afirmou que a posse de Trup foi a que congregou o maior numero de pessoas em washington. Dizem que uma foto, valem por mil palavras. Vejam a esquerda o comparecimento na posse de Obama e a direita na posse de Trump. Existe alguma dúvida? 



Nunca pedi a alguém que acreditasse em minhas palavras, mesmo sendo estas palavras corroboradas por fatos. Fatos frutos das analises sob o olhar de resultados conseguidos em pista. Se minha análise foi correta ou não, cada um decida o que mais lhe agradar. Mas duvidar da palavra ou do fato, é querer complicar uma coisas simples de se entender: como é factivel de erro, apenas se apoiar numa opinião meramente pessoal!

O que ouvi do novo White House Press Secretary, só pode ser uma tentativa de tirar a atenção do que aconteceu no dia seguinte a posse daquele que o selecionou, não só em Washinton, como em várias cidades dos Estados Unidos e do mundo. Uma massiva presença, protestando contra o novo governo Trump. Ignorar, o problema, cangurus fazem muito bem, enterrando sua cabeça no solo. Mas não resolvem o problema em si.

Dizer a verdade, nem que seja apenas a sua verdade, cria algo que considero de suma importância: credibilidade, E mesmo em um mundo, como o de hoje em que vivemos, onde os valores tem mudado constantemente, - nem sempre para melhor - se há uma coisas que todos exigem, é credibilidade.

E esta credibilidade tem que ser levada em conta, quando você
e prevê que algo possa a acontecer. Vou a um exemplo que acaba de acontecer este fim de semana em Fair Grounds. Quero primeiramente deixar claro que este é um hipódromo que não me inspira propriamente confiança, mas Guest Suite, um castrado que correu a sua quinta carreira, pelo contrário, sim. Ele ganhou os 1,700m do Leconte Stakes (Gr.3) como um cavalo bom. Está certo que a competência não assustaria ninguém, mas eu tenho aquela velha tese, que quando você não toma conhecimento de seus adversários, é porque você pertence a uma outra turma. A outra carreira.

Ele estreou aos 2 anos em outro hipódromo que não me inspira nenhuma confiança. Ellis Park. Menos ainda que Fairgrounds. Saiu do perdedor em Keeneland, onde para você ganhar, tem que inspirar toda e qualquer confiança. Foi terceiro, em um stakes, em seu primeiro teste clásscico onde chegou na terceira colocação e depois,  só voltou as pistas, para um allowance, que venceu por meia arquibancada muito bem obrigado. 

No Leconte seu tempo não foi estas coisas, como disse antes seus adversários não eram de meter medo em ninguém, e pelo jeito ele irá correr o Risen Star Stakes e depois o Louisiana Derby, outras duas provas que nenhuma confiança me inspiram. Então porque acredito que este cavalo, possa ser efetivo no Kentucky Derby?

Eu diria que um filho do champion Quality Road, numa filha do champion and horse of the year Ghostzapper, numa segunda mãe, irmã de A, P, Indy, tem genética suficiente para disputar qualquer prova da triplice coroa norte-americana. Imbreed em Raise a Native 5x5x5, Mr. Prospector 4x4 e Secretariat 5x4, ela advém de uma linha materna que a cada ano ganha mais força, a 3-l.


Lassie Dear, a mãe de Weekend Surprise está criando a sua própria árvore, e penso que nos próximos cinco anos, a 3-l, estará numa posição invejável. Dizia isto a cinco anos atrás da 1-n, e não é que este ano este foi o segmento que mais ganhadores de graduação máxima produziu em 2016. 14 ao todo? E o segundo colocado na geração de individuais ganhadores de grupo. Um total de 37.

Guest Suite, não está badalado. Tem tudo para não chegar ao Kentucky Derby. Porém, eu creio que ele chegará e o faço pela credibilidade que seu pedigree me inspira. Porque não consigo sentir esta mesma fonte de inspiração dos politicos, sejam eles de onde forem?

ACONTECEU NO JAPÃO



domingo, 22 de janeiro de 2017

THOROUGHBRED DAILY NEWS









PONTO CEGO: O QUE O CORAÇÃO NÃO SENTE...


Amo a curiosidade e portanto respeito quem é curioso. Um leitor me perguntou com todo o cuidado, quase que pizando em ovos, o que eu queria dizer, tendo todo dia publicado fotografias, em algo que batizei como Fique de Olho. Caro Werneck, uma vez vó Adelina me alertou, para o que ela sugeria ser, uma defesa corporal. Assim dizia Adelina Gameiro: o que o coração não senti, a boca não diz, mas os olhos entregam. Nunca me esqueci. São na verdade os olhos que entregam cada um de nós. Demonstram medo, alegria, cólera, surpresa, pacividade, inteligência, carinho, amor enfim, são os olhos que lhe ditam o que está aconrecendo ou quem é na realidade aquela outra pessoa, numa interação normal.

Respondida a pergunta do Carlos Werneck, aproveito para afiançar a aqueles que me leem, que os olhos são também de suma importância na seleção de um cavalo de corrida. Primeiramente você deve optar para quem tem dois, ou um no minimo. Segundo eles determinão a expressão e a atenção que um cavalo de corrida pode ter. Eu particularmente não gosto daqueles olhos fundos, muito menos dos pequenos e menos ainda dos sem brilho. Mas é é questão de gosto pessoal, embora poucos tenham sido os bons cavalos em pista, que tinham estes três últimos tipos de olhos. Mas longe de ser impeditivo.

O Fique de Olho serve também tipo um alerta para que nosso leitor fique ligado em todo detalhe, por menor que possa ser, e independentemente parecer algo, para ele a primeira vista,  que não parece ter valor algum. Tudo que publico tem uma razão, que pode não ser a mais correta, ou quem sabe a mais sensata, outrossim, pelo menos é a minha. A forma como vejo e analiso o turfe a minha volta. O que pelo menos já vale alguma coisa. Tem gente que nada tem a dizer ou acrescentar, e estes segundo vó Adelina, tem olhares de peixe morto...

FIQUE DE OLHO


CALIFORNIA CHROME


ECLIPSE AWARDS

















PAPO DE BOTEQUIM: QUANDO SE É MEHOR SE TER UM BARCO OU UMA AMANTE ARGENTINA

Alguma coisa cheira mal no reino da Dinamarca. Não se comparam mercados. É uma norma que adotei no século passado. Cada um tem o seu, com distintas caracteristicas. E nenhum está, a meu ver, "mais certo" do que o outro e sim, pode até estar, mais adequado ao pais ou estado em que é desenvolvido. Por exemplo, porque o livro 1 da Australia teve um nivel inferior de reservas não atendidas que Keeneland? No Magic Million 10%, em Keeneland 33%. Primeiro por tratar-se de oferecimentos distintos. No pais do hemisfério sul foram oferecidos lotes de yearlings. No estado de Kentucky era um leilão mixto, isto é, desmamados, éguas de cria e reprodutores. Mas o conceito de mercado é o mesmo. Junta-se em um mesmo lugar gente que quer vender e gente que quer comprar. No entanto, em uma das casas de 10 apresentados, apenas um era defendido. Na na outra, três. E aí que reside a diferença dos mercados.

Diversas podem ser as razões desta disparidade. Condições climáticas, fraco desempenho do leilão, pouca qualidade apresentada, valorização indevida do produto levada a efeito pelo vendedor, situação economica do pais, enfim, muitas razões e não cabe a mim, tornar publico, uma coisa que passa a ser apenas uma opinião pessoal. Que como tal, cada um tem a sua, como seu nariz.

O que sinto é que houve uma inversão de foco. Existem hoje mais investidores norte-americanos indo comprar na Australia, do que Australianos vindo a Keeneland comprar. E é ai, que a porca entorta seu rabinho. Pois, existe um diferencial de hemisfério, que garante melhor mercado a aqueles nascidos nos Estados Unidos. Porém, a Australia entendeu, que hoje tem como o Japão, já possui uma raça fixada e capaz de suprir suas necessidades internas. Como num time acertado de futebol, você só é obrigado a mante-lo no topo, com aquisições pontuais.

Isto só é possivel de ser conseguido, se este mercado interno, seja capaz de manter a atividade dentro de suas próprias fronteiras. É o que parece igualmente estar acontecendo, com nossos vizinhos Argentina e Chile. Mas isto é outro assunto. Voltemos aos trilhos, antes que o trem desencarrilhe.

O mercado brasileiro, e principalmente o sul-americano é distinto. Existe aquele tal de bairrismo e pior ainda, o nacionalismo. Duas veredas que não deveriam ser trilhadas, por quem gosta de cavalos de corrida. Tem gente que mora em São Paulo e se vê obrigado a correr no Rio da Janeiro, porque está cada vez mais dificil se manter nas condições atuais, oferecidas por Cidade Jardim. Textualmente afirmam que não gostam da maneira de ser do carioca, que não confiam no profissionalismo no Rio de Janeiro enfim, o Rio de Janeiro parece não ser o seu lugar de agrado. E tão logo as coisas melhorem no estado em que reside - que podem inclusive não ser o seu de nascimento, eles trarão de volta os cavalos adquiridos a Cidade Jardim, tão logo as coisas melhorem. Eu acho isto altamente triste, pois, o turfe é um mercado que mistura prazer e profissionalismo. Diferentemente de uma bolsa de valores ou venda de carros, bois ou ovelhas.

Na minha maneira de ver, você deve correr o cavalo onde ele possa desenvolver melhor seu rendimento. Hoje, creio que a grande competitividade se dá na Gávea. Mas isto não faz de Cidade Jardim, um pária. Evidente que existem dois tipos de proprietários: aqueles que querem estar se possível diariamente com seus cavalos e os outros que querem que aquilo que investiu esteje onde esteja, possa melhor exercer sua função e ressarcir seus gastos. São apenas visões distintas. Uns estão mais ligados no negócio que tem por finalidade ganhar corridas e outros no hobby e no prazer de ver seus cavalos todos os dias. Quem está errado? A primeira vista ninguém. 

Lembro-me do grande criador - e quem devo muito de minha carreira - José Carlos Fragoso Pires, que nunca viajou seus cavalos para o exterior. Queria os aqui e tinha mais prazer em ir a Gávea, onde mantinha seus cavalos com Alcides Morales, do que subir a Serra, onde tinha cavalos como o João Maciel. os resultados embora distintos, não faziam para ele a menor diferença, em termos de prazer. Isto, de maneira alguma fez o Santa Ana do Rio Grande, menor do que poderia ser. Mas isto foi o que feliz manteve o senhor Fragoso Pires na atividade. E estamos falando do segundo maior produtor de ganhadores de grupo de nossa história. Não de um Stud ou Haras qualquer.

Hoje tanto o Stud H e R, quanto o haras Figueira do Lago e o haras Regina, - todos clientes e amigos - tem seus cavalos divididos entre três centros de treinamento no Rio de Janeiro, treinados pelo Nahid Solanes e pelo Guignone. nenhum reside no Rio de Janeiro. Dois tem residência em São Paulo e outro em Porto Alegre. Outrossim, para eles, são estes três treinadores e centros de trinamento, que no momento oferecem, melhores condições para defender o interesse de seus produtos.

Coisas podem mudar no turfe. Eu mesmo que não tenho cavalos de corrida para evitar um conflito de interesses, tive uma égua micada em minha mão, e decidi a levar para Cidade Jardim - numa época que ainda eram pagos os prêmios - pois, naquele momento, este hipódromo oferecia melhores condições de se colocar na vitrine um dois anos. E meu plano era vende-la, pois, não gostaria de competir contra meus clientes. E como eu achava que Baby Victory seria uma égua precoce, fiz esta opção por São Pauloi´. Creio que não estava errado, pois, ela foi a Champion 2yo, o que me propiciou a vende-la em muito melhores condições em Keeneland.

O ser humano que se deixar levar pelo bairrismo, apodrece, pois a inércia o fará ter seus pés presos ao solo que mais ama, ou que a sua cochera está mais perto de ser acessada. Eu particularmente acho que o ar da Gávea - menos - e o de Cidade Jarmim, - mais - são mais poluídos para atletas equinos, que do que os dos centros da serra fluminense. Onde se aglutinam o maior número de cavalos em treinamento que hoje correm no Rio de Janeiro. E não deve ser coincidência o fato de percentualmnte os que mais ganham provas de grupo de nosso calendário nacional, ganham, ali são treinados. 

Local não faz um matungo correr qual um craque. mas propicia, uma melhor condição de desenvolvimento a qualquer cavalo, Tanto isto é verdade, que houve um tempo que os cavalos treinados em Curitiba - uma de nossas cidades consideradas padrão - iam a Cidade Jardim e se davam bem. Dificilmente perdiam a viagem e chegavam a colocar profissionais locais, na vitrine do turfe nacional. Teriam os cavalos do Paraná mais pedigree? Seriam os profissionais curitibanos melhor preparadores que os paulistas? Não para as duas perguntas. O diferencial eram as condições de treinamento, principalmente no que se refere ao ar que se respira. Mas o Tarumã desmoronou, por concições outras - espero que por pouco tempo , ao mesmo tempo que Cidade Jardim decidiu parar de pagar prêmios - espero que por menos tempo ainda. A Gávea - para desgosto de muitos bairristas - no momento passa a ser o centro das atenções. Mas como tudo na vid,a as coisas podem mudar. Por isto, bairrismo não o leva a lugar algum. O estanca no mesmo lugar.

O importante acredito eu, é se ter em mente o que é melhor para seu cavalo, pois, ele bem preparado, acabará repercutindo bem em você e vice-versa. Viver de barrismo e odiar uma situação em que vive, além de muito triste, não o leva a lugar nenhum. Pelo menos no turfe, onde insegurança e o despreparo são eternas inimigas do sucesso. E quando isto acontece, passa a ser mais interessante se ter um barco, ou uma amante argentina.

VENDAS EM CAPE TOWN



ACONTECEU EM SANTA ANITA


ACONTECEU EM TAMPA


ACONTECEU EM FAIR GROUNDS



sábado, 21 de janeiro de 2017