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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

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HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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sábado, 19 de outubro de 2019

Magical wins the Champion Stakes

13 DIAS DEPOIS DE CORRER O ARCO, M,AGICAL EMPLACA MAIS UM GRUPO 1




King Of Change Wins The Queen Elizabeth II Stakes (Sponsored By QIPCO)

ACONTECEU EM LEOPARDASTOWN



SEGURA VITÓRIA DE KING OF CHANGE NO QEII



Qipco British Champions Fillies & Mares Stakes

STAR CATCHER É UMA ESTRELA DIFICIL DE SER PEGA

Esta potranca é simplesmente sublime. Lembra a mim, bastante seu pai na forma como joga suas mãos. Exprimida pela gigantesca representante da Juddmonnt farms, SunMaiden, ela conseguiu se esgueirar entre a mesma e Delphinia que liderava a carreira junto aos paus, e livrar cabeça nos metros derradeiros.

Irish Oaks, Vermeille e agora o Champion Filly and Mare, parece ser algo acima de qualquer suspeita e a dupla Gosden e Dettori, mais uma vez confirmou o que deles era esperado.




Stradivarius LOSES Qipco British Champions Long Distance Cup

KEW GARDENS POR DIFERENÇA MINIMA BATE A STRADIVARIUS

É muito difícil achar uma corrida de 3,200 metros emocionante. mas os 300 metros finais desta me tirou do sofá. O grande favorito Stradivarius chegou a livrar mínimo diferença. mas o filho de Galileo voltou e venceu no photochard.

Galileo, sempre Galileo...




Qipco British Champions Sprint Stakes

PRIMEIRA ZEBRA NO CHAMPIONS DAY: 33-1



CHAMPIONS DAY


ASSISTA CONOSCO
O CHAMPIONS DAY
EM ASCOT

BOM DIA


HOJE NA TV


ACONTECEU EM DUNDALK



THOROUGHBRED DAILY NEWS





HORSES



TATTERSALLS


Lady Prancealot (IRE) wins the 2019 Pin Oak Valley View (G3)





THOROUGHBRED NEWS



 



PAPO DE BOTEQUIM: TEMOS QUE RECRIAR NOSSO TURFE


Quando a simplicidade era somada ao talento, as coisas no futebol brasileiro fluíam de uma forma mais eficiente. Teria sido diferente no turfe?



Vendo estas duas fotos, não seria a hora de se dar um basta,  ao que está acontecendo em nosso futebol e turfe? E porque não iniciando este processo com um sonoro e direto eu não aguento mais isto!

Eu vivi estas duas épocas e não será saudosismo algum, achar que era uma era melhor. Pois ela era!

Um dos maiores gênios de futebol brasileiro, foi Sen dúvida alguma o Tostão. Quem o viu jogar sabe disto. Fisicamente pequeno,  dai o apelido, e como Sócrates com uma formação intelectual diferenciada dos demais, Tostão fez uma Copa do Mundo, ao lado do Pele, esplendida, quando a grande maioria da mídia especializada, acreditava que estes dois não poderiam jogar juntos. Não só jogaram como esnobaram.

E sabem porque? Vontade de vencer.

Hoje o Flamengo de Jorge Jesus, demonstra aquilo que no turfe mais acredito. A vontade de vencer. Para seu time, não importa apenas ter a posse de bola, mas saber o que fazer com ela quando a assume. Isto é que vejo em cavalos que tem a vontade de vencer. Mas como levantado por Jesus, o Jorge, não basta ter vontade. Tem que se dar o passo seguinte. E ai entra o trabalho tanto do treinador, quanto o do jóquei.

Na Folha de São Paulo, Tostão é a única coisa que presta atualmente. Sua coluna é direta, sem firulas e critica a coisas que todos acham mas não tem coragem de dizer. Os seus não aguento mais, são constantes e cada dia mais diretos. Parecidos com os meus. Não que me queira comparar a ele, pois, seria muita presunção de minha parte. Mas as repulsas são as mesmas. Repulsa de quem já viveu o melhor e não o vislumbra mais...

Futebol não é escola de samba, onde a cadência determina a evolução da mesma na avenida. Futebol é surpresa. Aquela mesma surpresa, que Tostão causou aos ingleses, quando girou na Copa de 70 para o lado que os italianos não esperavam e serviu a Pelé que deu aquele faz que o gol é teu, de Carlos Alberto, que sepultou de forma definitiva, com a idéia que a Europa era a catedral futebolística mundial. Vi este mesmo Tostão, um ano depois no Maracanã, na "revanche" com os ingleses, com quase 200,000 pessoas. arrancar do treinador britânico o comentário: até sentado eles são capazes de fazer o gol.

Perdemos esta capacidade nata que tínhamos de decidir jogos, usando o elemento surpresa. Passamos a ser aquele futebol cadenciado de passar o pé encima da bola e pensar ai o que fazer com a mesma. Quem acompanhou como eu o turfe brasileiro dos anos 70 e 80, tem saudades. Seus sucessos posteriores nos Estados Unidos, na década seguinte, não aguenta mais o que é visto nos dias atuais. Estamos nos arrastando dentro e fora da pista.

Da mesma forma que o futebol brasileiro, que segundo o Tostão, deve ser recriado, eu acredito que o turfe brasileiro igualmente tem que ser recriado, não só dentro, como fora das pistas. E novamente dou como exemplo o Flamengo. O clube primeiro se organizou fora de estádio. Depois se acertou dentro do mesmo. E assim ele conseguiu derrubar uma série de dogmas, que surgiram no futebol brasileiro moderno, depois de nosso apogeu. Inclusive que time grande tem que ter estádio.

Resumindo, o Flamengo mudou de patamar. O turfe brasileiro tem que mudar também! 

Em 84 tivemos um lampejo de reavivamento no futebol brasileiro. Estes lampejos acontecem também no turfe brasileiro. Mas nunca ficaram tão espaçados, como estão atualmente se encontra. Dificilmente somos capazes de numa mesma geração gerar a dois elementos de exceção. Um Much better x Sandpit, Revless x Off the Way, ou um Falcon Jet x Flying Finn.

Cada um tem o direito alienánel de escolher quem seriam em sua opinião, os melhores 15 produtos brasileiros. Em sendo assim, eu apresento a minha lista de Emerald Hill a Bal a Bali. Notem, que é o maior espaçamento que vivemos o de Einstein a Bal a Bali. Oito gerações. Eu considero isto inadmissível, para não dizer lamentável.


Emerald Hill (1974)
   3 anos
Duplex (1977)
   1 ano
Revless (1978)
Off the Way (1978)
   2 anos
Immensity (1980)
   3 nos
Itajara (1983)
   3 anos
Falcon Jet (1986)
   3 anos
Much Better (1989)
Sandpit (1989)
   2 anos
Siphon (1991)
   4 anos
Riboletta (1995)
   4 anos
Pico Central (1999)
Hard Buck (1999)
   3 anos
Einstein (2002)
   8 anos
Bal a Bali (2010) 

Evidente que se trata de uma opinião meramente pessoal. Assim como o Tostão tem o direito de ter a sua. Eu tenho direito a minha. E pela primeira vez o hiato foi de 8 anos. Em 8 anos pode-se destruir um pais. Lula que o diga. E notem que Einstein, não correu em solo brasileiro. Se ele for retirado desta lista, o hiato passa a ser de 11 anos. O que em outras palavras quer dizer, que há 11 anos, ficamos privados de ter um herói que nos imbuísse de ir torcer nas pistas. Sendo este último herói, Pico Central.

Temos que recriar não só nosso futebol, quanto o nosso turfe. Trazer de volta o publico aos hipódromos. Tornarmo-nos novamente noticia. E para que isto venha a acontecer, temos que produzir, como produzimos, heróis em pista. E heróis são em parte, produtos de uma genética melhor. Ou estarei escorregando na maionese.

HORSES



PONTO CEGO: CADÊ O FURACÃO


Quando Isac Newton deixou uma maçã cair de sua mão, ele já suspeitava que havia na terra algo com a capacidade de atrair as massas com peso à superfície do planeta. Não foi uma idéia que saiu do movimento por ele feito. O movimento apenas corroborou aquilo que suspeitava. O senso da gravidade faz com que os planetas do sistema solar se mantenham em suas respectivas posições girando entorno do sol. Se não fosse assim, imaginem levar com Marte pela cara! Eu diria que hoje a lei da gravidade, é tão importante, mesmo no Brasil, - onde no nordeste já houve um movimento para revoga-la - que arriscaria a afirmar que é uma das poucas leis que o Gilmar Mendes seria incapaz de vetar, mesmo que garantissem a ele tratar-se de uma manobra do Sergio Moro.

Conceitos nascem de observações, e Federico Tesio talvez tenha sido o maior observador em nossa atividade. Ele ouvia as estrelas e contemplava os fatos mais corriqueiros com extrema atenção, pois, tinha a nítida certeza que deles emanavam lições a serem aprendidas por quem soubesse capta-las. Seu respeito ao caracter de um cavalo, deve ter se solidificado com a vitória que ele descreve de Sunstar no Derby de Epson, cruzando o disco visivelmente manco. Seu prenuncio que três gerações seria o ponto máximo que uma transmissão linear poderia chegar, teve igualmente como base, aquilo que ele na época acredita ser o maior balizador de classe. A madeira do poste de chegada de Epson. O fato do momento de um craque existir estava na fecundação do útero e dai por diante você só poderia perde-lo, deu-se em sua experiência na criação de cavalos E assim foi ele, pouco a pouco, moldando seus conceitos que objetivaram a ele criar Nearco e Ribot, duas das maiores obras já construídas na história do turfe mundial.

Conceitos não nascem de um sonho. Eles aparecem a sua frente com observações ou na leitura de alguém que passou pelas mesmas experiências. Outro dia recebi o comentário de um leitor expressando-se da seguinte forma: ... quando o cara acha que sabe tudo e não tem que aprender. E fazem analises qualitativas, encima de momentos de emoção, ao invés de analises quantitativas baseada em fatos e números ... Pois bem este é o pensamento básico de quem quer ter certeza do porque as coisas acontecem. Não se decide ou estabelece um conceito com um resultado e sim com uma sequência dos mesmos.

Sei que muitos discordam de Tesio, que acreditava na transmissão linear e grande parte de seu sucesso se deve a ele, que até hoje é considerado um mago na seleção de linhas maternas, que vendidas baratas se tornavam, depois de passarem por sua mãos, priceless. Então porque não acreditar que algo como Northern Dancer-Sadlers Wells-Galileo-Frankel, Northern Dancer-Danzig-Danehill, Mill Reef-Shirley Heights-Darshaan, Raise a Native-Mr. Prospector-Fappiano-Unbricdled e outros mais segmentos não possam ser consideradas transmissões lineares? Teimosia? Abstenção da realidade? "Ilógicidade"?

O mercado norte-americano sofreu a sua grande revolução;'ao com o aparecimento do binômio Nasrullah-Bold Ruler. que infelizmente não conseguir construir um terceiro nome, a não ser no citado tripé Mill Reef-Shirley Heights-Darshaan, ainda ativo nos polos inferiores dos pedigrees clássicos, os polos destinado as mães. Porém na sequência de suas dinastias, outro segmento germinou como Seattle Slew-A. P. Indy, mas que não conseguir madurar num terceiro elemento, embora o citado Mineshaft tivesse todas as características para fazê-lo. Ele foi indubitavelmente o filho de A. P. Indy com a maior capacidade de c cristalizar-se no breeding-shed. Mais do que Tapit, o filho do excelente em pista, Pulpit.

Outrossim, não foi apenas A. P. Indy que possa ser considerado o melhor que Seattle selo foi capaz de gerar, outro em pista com igual ou até maior capacidade locomotora, surgiu antes e se perdeu na poeira reprodutiva: Slew O´Gold.

Slew O´Gold embora fosse filho de uma n'ao corrida filha de Buckpasser pertencia a um dos ramos mais férteis estadunidenses, o da 9-f via Bourtai. Afora isto, confesso que o resto da estrutura genética de sua mãe, Hill Prince-Stimulus me causava dúvidas. Como cavalo de corrida foi extraordinário, ganhou 12 de suas 21 carreiras, com um total de oito provas de grupo, e se ganha a primeira versão da Breeders Cup Classic, onde foi segundo colocado para Wild Again, estaria entre um dos maiores de sua era.

Champion 3yo e Older Male, foi para a Three Chimenys e não foi supresa que em sua primeira geração, bombou. Quatro ganhadores de grupo 1, Ate Inspiring, Golden Opinion, Gorgeous e Táctile. Um ganhador de grupo, um na geração seguinte nascida em 1987, Dramatic Gold e dai para frente em 15 outras gerações apenas mais um, Thirty Six Red. Porque isto aconteceu? Não sei. Mas aconteceu.

Eu não afirmaria que as chances de Slew O´Gold no breeding-shed eram enormes. Diria que no máximo acima da média, não só pelo que ele apresentou em pista, mas também por seu fisico e põe que não dizer 75% de seu pedigree. E volto a afirmar, fazendo tudo certo, ou quase tudo certo, isto não lhe garante sucesso. Mas aumenta em muito as possibilidades de consegui-lo.

A prova cabal é o que está acontecendo com o Flamengo. Contratando os profissionais certos, mantendo suas contas em dia e jogando o futebol que está jogando, não há furacão que desvie o seu rumo.

O QUE VEM POR AI: AMANHA




sexta-feira, 18 de outubro de 2019

The Derby - 1939

PELAS PROXIMAS SEMANAS
APRESENTAREMOS AQUI VIDEOS
DAQUELA QUE É CONSIDERADA A MAIS IMPORTANTE
CARREIRA PARA OS TRÊS ANOS NO PLANETA

VEJAM OS COSTUMES E AQUELES
QUE MOLDARAM OS PEDIGREES 
DA ERA MODERNA

The Derby 1937 Aka Pathe Gazette Presents (1937)

The Derby 1947 (1947)

BOM DIA


THOROUGHBRED DAILY NEWS