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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

RECORDAR É VIVER: CARA RAFAELA


ELA ESTAVA NA COLINA DE KEENELAND
LÁ ONDE A CORUJA FAZ SEU NINHO
MAS NÓS A ACHAMOS E A SELECIONAMOS

PAPO DE BOTEQUIM: OS DOGMAS QUE NÃO ACEITO

É bastante interessante com cada um pensa sobre assuntos que granjeiam o turfe, principalmente no tocante a criação de cavalos de corrida. 

Nestas primeiras vendas, adquiri um potro, de fisico irrepreensível cuja mãe ostentava a idade de 21 anos quando o pariu. Sei que 21 anos não são oito, mas igualmente tenho conhecimento que a mãe de um cavalo chamado Secretariat tinha, 18 quando a ele deu a luz. Gosto muito deste termo dar a luz, pois, discorrer sobre uma um fato verdadeiro, é igualmente dar a luz a alguém que precisa de uma informação para solidificar suas convicções. E no turfe brasileiro, com a inexistência de uma bibliografia maior, dogmas e bolas de cristal, crescem de uma forma assustadora.

Em defesa dos idosos, como eu, escrevo esta defesa de posição.



Seria Somethingroyal uma exceção? Não, mas tenho que aceitar o fato que não são muitas as éguas de 18 anos que podem vir a produzir filhos com o fisico que SecretariaT exibia. Vejam acima. Existem outros casos? Certamente que sim.  E ai esta aquilo que considero o X da questão. Um elemento normal advindo de uma mãe de idade avançada é uma coisa. Um fisico privilegiado nas mesmas condições é outra.  E eu acredito no fisico privilegiado.

Ai um leitor me perguntou se o cruzamento entre elementos de idade avançada não seria um fator prejudicial ao potro?  Afinal o pai do citado potro que trás o sugestivo nome de Orange Juice, First American, tinha na época que cedeu seu sémen 20 anos de idade. Evidentemente que a primeiras vista, não seria a melhor solução. Outrossim lembrei a elste leitor, que Bold Ruler o pai de Secretariat ostentava a idade de 15 anos quando fez o mesmo em relação a Somethingroyal. Logo não poderia ser considerado um jovem.  

Mas vamos por partes pois, foi assim que Jack Estripador se manteve por bastante tempo exercendo sua atividade.

Tac de Boistrom, ganhador de dois Prix Royal Oak (Gr,1) tinha uma mãe de 25 anos. Rewilding, ganhador da Dubai Sheema e do Princeof Wales Stakes, ambas provas de graduação máxima e terceiro para Workforce no Derby, tinha uma mãe de 23 anos. Forever Young, ganhador do Singapore Guineas (Gr.1), tinha uma mãe que contava com 22 anos quando o pariu. Assim como Teaspoon, Willamina, Meu Chuck, Touriga e outros, foram gerados quando suas mãe ostentavam 21 anos de idade, como Orange Juice. São alguns exemplos que imediatamente vem a. minha cabeça. Desta forma, não quero dizer que sejam casos usuais, outrossim, que acontecem, quando o individuo excede em fisico.

Deixo claro, que éguas de cria são basicamente diferentes de reprodutores. Ela é que carrega o pesado, amamenta e os ensina a sobreviver. geralmente com um outro já na barriga. Reprodutores tem ate seis meses de descanso quando não ativos em dois hemisférios. Mas há de se convir que são poucos aqueles que funcionam bem nos dois hemisférios. Assim sendo, torna-se lógico observar que o desgaste fisico de uma égua. ao longo do tempo, é maior que de um reprodutor. Porém, o que deve ficar bastante claro, é que a qualidade de transmissão de um sémen, dificilmente decai com a idade do reprodutor, mas a do leite da mãe, sua parte interna onde o potro se desenvolve e a locomoção da mesma no pasto, sim, Evidente que na grande maioria das éguas. Logo, são pontos que devem ser avaliados pelos criadores. Mas ao selecionador, o que interessa, é o que está a sua frente. Se é um Secretariat ou um Orange Juice, não importa a idade dos pais. O que importa é o individuo em questão.



ORANGE JUICE



Para me ater a fatos recentes, Grand Cru que adquiri e não me arrependo de te-lo feito, é produto de um senhor chamado First American que na época contava com 17 anos, numa reprodutora que obtivera apenas um vitória em pista e que tinha 15 anos e se chamava Just Lucky quando o pariu. Da mesma forma que no mesmo ano selecionei a Fillmore, cujo pai era um senhor chamado Wild Event de 20 anos e a mãe uma senhora não corrida de 13 anos chamada Official Glory, quando o pariu. E para por um ponto final nesta questão, Einstein, um dos melhores inéditos que tive o privilégio de selecionar, tinha um pai de 21 anos quando contribuiu com seu sémen, e uma mãe de 18. Preciso dizer mais alguma coisa, ou um Santa Anita Handicap não responderia a qualquer dúvida?

Temer idade, seja no pai ou na mãe, é criar mais um dogma, que a meu ver não deveria ser sequer pensado, que dirá criado. E ademais, se em um ano você adquire um Hambúrger - e o turfe brasileiro há de vê-lo brilhar- porque no ano seguinte não um Orange Juice, para a refeição se tornar completa?

Tenham com o lema, que o individuo sempre será o centro da questão. Sei que o feio corre como o torto também. Da Hoss e Sea Girl foram rejeitados pelo mercado de Keeneland, por não serem corretos de aprumos, e deram a aqueles que confiaram em minhas crenças, duas Breeders Cup Mile e dois 25 de Mayo, pois, fisico tinham, e o equilíbrio prevaleceu. Mas dentro da regra fujo das exceções, que apenas confirmam o valor da regra. E procuro aquele elemento que poderá ser o atleta maior. 

Não aconselho a quem quer que seja, adquirir éguas de idade avançada e nem mante-las se nada de útil vieram a produzir. Todavia, na posição de selecionador de produtos para a pista, abstenho-me de dogmas, crendices e como não tenho bola de cristal e a mim foi negado o direito de ver o interior de um cavalo,  valho-me apenas do que vejo e preenche meus requisitos.

Até aqui em se tratando de provas de grupo, acerto na faixa dos 25%, o que me fez sobreviver profissionalmente. E, como disse, tenho a minha forma de ver as coisas. Respeito a dos outros, mas que uma coisa fique clara: não aceito dogmas.

HORTSES

O JAPÃO CHAMANDO ATENÇÃO DO MUNDO



PONTO CEGO: UMA SIMBIOSE GENÉTICA

Existem coisas que você aceita, embora não entenda. Mas como sou um rebelde, aceito poucas coisas mesmo que não as entenda. Um cavalo que sempre me chamou a atenção por pedigree, fisico e campanha foi sem dúvida alguma, Shackleford. Mas tenho consciência que o filho de Forestry não fez jus no breeding-shed, ao que demonstrou em pista. Não sou eu que digo. São os resultados que informam a quem dele faz proveito.

Esta semana, ele conseguiu seu quinto ganhador de grupo, o que a meu ver é muito pouco para quem já tem sua quarta geração estreando. E o que me chama a atenção, é que trata de seu quarto ganhador que irá em seu pedigree não menos de três imbreeds. E com o significativo ato de ser o terceiro com um tripé formado pelo binômio magico e um imbreed num terceiro nome.

Atentem para os pedigrees dos elementos abaixo e vejam se não existe um simbiose genética? 






DANUSKA’S MY GIRL
Northern Dancer 5x4, Mr. Prospector 5x4e Secretariat 5x5
DREAM IT IS

Northern Dancer 5x5x5, Mr. Prospector 5x5Storm Cat 3x3
MALAGACY 

Northern Dancer 5x5x5, Secretariat 5x5, Pleasant Colony 4x3
PROMISES FULFILLED

Sequence 6x6, Northern Dancer 5x5 e Mr. Prospector 5x4

Existe esta osimbiose, pelo fato do pedigree de Shackleford estar cravejado de chefes de raça e me recordo do celebre senhor LuiZ - vivo mas sepultado turisticamente - que ficava enojado quando eu citava o número de chefes de raça existente nos pedigrees clássicos. Pois é, aqui fica provado a importância do fato.



ACONTECEU NA SUECIA, DUAS EUROPEAN LISTEDS



terça-feira, 21 de maio de 2019

SCAT DADDY SOZINHO JA E´ BOM, IMAGINE COM UMA AJUDINHA?


FADIG TIPTON



RECORDAR É VIVER COM NICK ZITO


Aidan O'Brien - The Young Prince of Ballydoyle

MAURICE




PAPO DE BOTEQUIM: O REPRODUTOR NACIONAL

Existem pequenos detalhes que despertam a atenção de muitos. Não foram um nem dois leitores deste blog que atentaram para o fato de War of Will não trazer em seu pedigree, uma linha sequer de Mr. Prospector. Foram até aqui sete leitores. Isto se chama atenção. Pois, eu previno aos mesmos, que já estou acostumado com isto, pois os quatro mais importantes filhos de Acteon Man, o ganhador do Grande Prêmio Brasil, Belo Acteon, o ganhador do Derby, Famous Acteon, o ganhador de grupo 2, Huber, e para mim o melhor de todos Gladiador Acteon, igualmente não trazem uma linha sequer deste que é o mais importante reprodutor do turfe norte-americano e juntamente com Northern Dancer do turfe mundial. 

Agora o difícil é ver um grande cavalo de corrida que não tenha em seu pedigree, o baixinho notável. Existem, mas são tremendamente raros de serem encontrados. E eu não sugiro abster-se do mesmo. Só por penitência ou pagamento de promessa.

Np Brasil a linha de Mr. Prospector se alastrou com mais vigor que a de Northern Dancer, outrossim, embora isto seja um fato, poucos são os ganhadores de grupo, do mais alto calão, que não tenham em sua estrutura materna, a presença de Northern Dancer. E diria que muito em função da importante participação de Ghadeer em. nossa criação. Voltando a minha experiência pessoal, ele é o avô materno de Belo Acteon, Gladiador Acteon e do também ganhador de grupo Falcon Acteon e pai de segunda mãe de Huber e Famous Acteon. O que leva a crer, que o sucesso de Acteon Man como pai de ganhadores de grupo, deve-se tanbém a presença de Ghadeer, no pedigree de suas mães.

Que Fenômeno, é um caso aparte. para mim, o mais importante pedigree entre os cavalos nacionais. Trás já prontinho o binômio mágico e uma duplicação ma importante matriarca Tamerett. É um Pretty Polly na linha de Balidaress Love arranja um égua com Mr, Prospector e Northern Dancer no pedigree e imediatamente terá um produto com quatro linhas de Mr, Prospector e três de Northern Dancer. E se ainda por cima tiver em seu pedigree os nomes de por exemplo Secretariat, Nureyev ou Danzig, formar-se-ão tripés. Mas voltemos aos trilhos.

Fomos incapazes de "fazer" um macho sequer de Ghadeer em um garanhão de ponta. Vocês não acham este fato estarrecedor? Seria uma Karma maligno, ou simplesmente chutamos, mais uma vez, o balde na eterna ânsia do modismo.

Olhem que o maior reprodutor na criação japonesa no momento é japonês e se chama Deep Impact. Eleito para cobrir filhas de Galileo ganhadoras de graduação 1. O maior reprodutor australiano, é Snitzel, que é filho de outros australiano, Redoutes Choice. Não seriam estes dois mercados os mais emergentes no momento? Isto se chama criar linhas próprias. Que seria uma das funções principais do sistema de shuttle no Brasil. Ou estarei escorregando na maionese? E nós não o fizemos em relação a Royal Academy, Spend a Buck e Elusive Quality. Graças a Deus foi conseguido com um filho de Northern Afleet ate aqui, O jºa citado Que Fenômeno, que por esforço próprio de um criador que agora vê seu trabalho ser reconhecido, com a ida deste reprodutor para o desenvolvido centro de Bage, é um exemplo atual, do que pode ser feito se houver um mínimo de vontade.

Está na cara que se não fizemos com Ghadeer, seria muito difícil de se fazer com outro qualquer. Logo, o erro crucial é nosso. Abominamos o reprodutor nacional e respeitamos em excesso fracassados em pista e também no breeding-shed, desde que tenham pedigrees importados. 


Fast Gold o pai de Setembro Chove

Eu penso que Clackson, Romarin, Redattore, Zenabre, para se citar apenas alguns, deveriam ter servido de exemplos.   Mas pelo visto, não. Hoje vejo Setembro Chove ir bem com seus filhos em pista e continuar a ser ignorado no tattersall.  Não desperta o menor interesse e não importa já ser pai de cinco ganhadores de expressão máxima com uma produção reduzida e com éguas de bubia potencialidade. E eu me pergunto porque? Afinal, ele que é filho direto daquele que considero o melhor Mr. Prospector que passou pelo breeding-shed nacional, Fast Gold. Analisem seus nºumeros e me venham atacar. E ainda por cima, foi um corredor de nível internacional.

O que há que incomoda tanto ao investidor brasileiro. no tocante ao reprodutor nacional? Sim, porque seu desprezo no tattersall, assusta ao criador de usa-los e não conseguir vende-los. 

Confesso e agora me penitencio de não ter dado a devida bola ao cavalo Victory is Ours. Talvez por ser de areia e de fundo. Mas seus filhos fisicamente me agradam e ele é um Northern Afleet - como Que Fenômeno - numa mãe Broad Brush importada e pertencente a uma linha materna que funcionou por aqui. Nçao seria outro erro, ignora-lo, em função de reprodutores importados de reconhecida modéstia em pista?


Glória de Campeão 


Outro corredor de nível internacional é Gloria de Campeão,. Alguém seria capaz de me apontar alguém que tenha ganho em pista mais do que ele no Brasil, sendo importado ou nacional? Pois bem, com pouquíssimos filhos já deu a dica que dará certo se reais chances a ele forem ofertadas. Ele puxou a seu avô materno Clackson na produção fisica e parece que em Bagé pelo menos numericamente tem tido mais aproveitamento que obteve no Paraná. 

Pergunto, sem querer causar polêmicas, poderemos nos dar ao luxo de não "fazer" um filho de Wild Event? Eu pensaria que não. Temos que ter consciência que se Drosselmeyer e Shanghai Bobby são considerados palavras de baixo calão nos Estados Unidos e aqui tiveram, ou estão tendo boa participação em nosso mercado, que nosso sarrafo para com a genética, está extremamente baixo. O desconhecimento para com o nosso pedigree, de alguma forma ajuda, pois, o investidos do hemisfério norte, tem menos medo do exótico do que aquele que é reconhecidamente fracassado em seu pais de origem.

Quando digo que fomos incapazes de "fazer" um filho de Ghadeer, entendo a um de Henri le Balafre, Locris, Waldmeister, Tumble Lark, Executioner e tantos outros que por aqui passaram com sucesso. E s'ao av"os maternos consagrados. Timidamente fomos capazes explorar dois filhos de Roi Normand, um de Felicio e tenho que pensar para achar outros mais.

Com a crise que estamos sendo obrigados a passar em nosso turfe, acho que o garanhão nacional é uma boa alternativa de suplanta-la, at[e que esta bastarda taxa de 42% de importa;'ao seja definitivamente banida de nosso mercado. estão coibindo trazer matéria prima para construirmos nosso produto, pois, algo]em deve achar que trata/se de um supérfluo. Não seria hora de alguém tentar demonstar as nossas autoridades  os empregos e divisas que o turfe trazem? Muitos militares que estão nesta gestão tem ligações com a cavalaria. Se liguem no fato, pois, vale a pena, pelo menos tentar...

MAURICE




PONTO CEGO: VAMOS PINTAR A CASA BRANCA NO ESTILO BRASILEIRO?

Esta me foi mandada pelo Marcel Bacelo mas representa muito do jeitinho brasileiro de ganhar dinheiro, principalmente no seio politico.

Vivemos num momento distinto no Brasil, trazido pela Lava Jato e por um novo presidente eleito com a função de consertar as coisas que o PT, armaram para pintar a Casa Branca. Continuem lendo e entenderão.


Donald Trump resolveu pintar a Casa Branca e solicitou 3 orçamentos:

Chinês Pediu 3 milhões
Alemão Pediu 7 milhões
Brasileiro Pediu 10 milhões.

Trump perguntou ao Chinês como iria fazer?
Ele respondeu:
1 milhão para Tinta
1 milhão para mão de obra
1 milhão de lucro.

Depois perguntou ao Alemão?
Ele respondeu:
3 milhões para tinta
2 milhões para mão de obra
2 milhões de lucro.

E por último  perguntou ao Brasileiro?
E ele respondeu:
4 milhões para mim
3 milhões para você
3 milhões eu vou dar para o chinês pintar

É por estas e outras que as coisas nunca funcionam no Brasil. 

Acabamos de ver concretizada a maior transação já realizada no mercado brasileiro com a venda de New Year's Day para o Japão. O que imediatamente vem a cabeça de todos, seria separar US$1,000,000 e comprar algo de porte. mas ai entra a questão: como pagar US$420,000 de taxas que com transporte comissões e seguro colocará o novo reprodutor no Brasil, numa faixa de US$1,500,000. E nenhuma garantia que ele poderá produzir outro ganhador do Kentucky Derby. mas isto não vem ao caso.

O que viria realmente a ter sentido seria pura e simplesmente  derrubar esta taxa de importa;'ao, irreal e abusiva, que ao contrário de outras nações, destrói com o incentivo de fomentar um mercado que trás empregos e divisas. Seria tão complicado de se entender? Ou teria que ser desenhado?

No governo anterior, facilmente seria utilizado o sistema proposto pelo grupo brasileiro para pintar a Casa Branca. Depois da Lava Jato, a coisa ficou mais difícil e com este novo governo está querendo taxar o que achar supérfluo, e diminuir custos, derrubar a taxa parece complicado. E o pior que eles estão certos. Apenas errados em tratar a importação de Thoroughbreds como superfulo.

Você tem um produto que quer transformar em divisas no mercado externo e priva o criador brasileiro de trabalhar com que o mundo quer em termos de genética parece um processo de sufocamento lento e doloroso. Se o turfe acabar, para onde irão aqueles que dele dependem? Assaltar? Vender pizzas? Tentar se inscrever no Big Brother Brasil para depois tentar a câmara?

Não sou executivo de nada mas dois polos de exportação deveríamos atingir. O mercado europeu com a prova que nos hipódromos e aeroportos não há mormo e o mercado norte-americano com a queda de taxa de importação, pois, ali estão as maiores barganhas e o que mais deu certo no Brasil. Se nada for feito, cairemos mais fundo no poço do ostracismo, até encerramos nossas portas definitivamente.

OS REIS DO PEDAÇO


ACONTECEU NA AUSTRALIA











segunda-feira, 20 de maio de 2019

2019.05.19 Premio Tudini (ITA) - Buonasera

2019.05.19 Premio 136th Derby Italiano - Keep on Fly

2019.05.19 Premio Carlo D'alessio (ITA) - Assiro

Is Aidan O'Brien the greatest trainer ever??? Relive some of his champio...

2019 Yushun Himba (Japanese Oaks) (G1)

RECORDAR É VIVER COM NIEL DRYSDALE



PAPO DE BOTEQUIM: UM STAYER DE PRIMEIRA LINHA


Sou um apaixonado por violinos e nunca consegui esconder meu grande respeito para os Stradivarius.

Não consigo também esconder minha maior predileção pelo form britânico. Foi de lá que tirei meus primeiros ensinamentos e na realidade foi também o meu primeiro e mais profundo amor. E mesmo em se tratando de provas que exijam apenas stamina, considero certos ganhadores, cavalos especiais.

Tenho viva lembrança de elementos como o ganhador de três versões da Ascot Gold Cup Sagaro. Os de duas Ardross e Le Moss e o recordista com quatro Yeats. Todos foram cavalos extraordinários. Algo me diz que Stradivarius, irá bisar a grande prova em 4,000 metros de Royal Ascot, no meeting que se aproxima. E creio que tenho fundamentos para defender esta tese, Afinal, sua atuação na Yorkshire Cup, demonstrou que ele além de ter stamina, possui aquela vontade de vencer que diferencia as feras dos gatinhos selvagens. Ele corre com raiva e extrema determinação. Ele luta por cada centímetro com as orelhas para trás como a procura de mais chão. E ele tem Dettori que apenas a Godol[hin parece n'ao ter interesse de usar.



Seu pedigree me parece superior aos anteriormente citados, todos ganhadores da Ascot Gold Cup. Talvez a exceção de Yeats. Mas mesmo comparativamente o acho de uma potencialidade indiscutível. Seu pai Sea the Stars - irmão materno de Galileo - tem o ecletismo próprio do cruzamento de um flyer, com uma ganhadora do Arco, filha de um milheiro, numa linha alemã de alta potencialidade staminica. Já se provou em pista e no breeding-shed. Levado a cobrir com uma matriz de alto poder staminico, já que se trata de uma filha do Derby winner francês Bering - segundo colocado para Dancing Brave no Arco - numa neta da extraordinária Pawneese, produziu a algo que no fundo, não acredito hoje ter adversários em distâncias longas.



Muito foi cobrado de Pawneese, por sua apagada participação no breeding-shed. E não tiro a razão da cobrança. Ela tinha um pedigree discutível. Há de se aceitar que Stradivarius é o primeiro grande cavalo a descender dela, mesmo sendo ela uma descendente da consagrada família 9, principalmente por seu ramo de maior transmissão de stamina: o de sua mãe Plência. Dele, entre outros descendem o ganhador do King George, Montaval e o herói do Arco em recorde, Peintre Celebre. Ambos com reconhecida fraca participações no breeding-shed.



Eleito o Cartier stayer Horse of the year, na temporada anterior,  este cinco anos, a meu ver, tem tudo para repetir o feito. E a dobradinha John Gosden e Frank Dettori, a mesma de Enable, que tem confirmada sua volta a pista, provavelmente no meeting de Royal Ascot, para tentar uma inédita terceira vitória no Arco. é uma garantia que dificilmente seu padrão de carreira tenderá a cair.

Adquiri recentemente uma potranca que tem este tipo de pedigree, onde o fundo transborda para onde você direcione sua visão. Guardada as devidas proporções trata-se de um Victory is Ours numa mãe Nedawi, na linha de alta stamina de Sea of Love. É fundo para ninguém colocar defeito e ainda por cima ela tem um fisico do tipo das grandes corredoras do século passado. O que se procura com isto? Uma ganhadora do Diana ou uma cinco anos sem vitória. Este é o preço do risco. E para todo o risco haverá um preço. Resta a você avalia-lo e topar o desafio.
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ACONTECEU NA IRLANDA