HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS REGINA

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

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HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

THOROUGHBRED DAILY NEWS


 

LAUREL PARK 9 22 18 RACE 10 THE FRANK J De FRANCIS MEMORIAL DASH GRADE III

Uni - 2018 - The Noble Damsel Stakes

PAPO DE BOTEQUIM: STALIN ERA QUE SABIA DAS COISAS

STALIN UM DOS HERÓIS DA ESQUERDA 
TINHA UMA MANEIRA PRATICA 
DE ATINGIR O PODER 
E COMO MANTE-LO SE NECESSÁRIO FOSSE
SEU MÉTODO ERA SIMPLES.

Segundo o democrata vermelho, idolo de cabeceira da Manuela D'Avila quem vota e como vota não conta absolutamente nada: quem conta os votos é que realmente conta. Simples, não?

Pois, é como esta tal de urna eletrônica é adotada apenas no Brasil e na Venezuela, me faz crer que o mais importante em uma eleição, é quem progama estas máquinas. Você vota 17 e ele computa 13, de tantos em tantos votos.

Tudo que é eletrônico, pode ser manipulado. Aliás, em qualquer pesquisa, é quem computa as opiniões, quem realmente decide. Assim sendo, se você quer que as pessoas acreditem no que você afirma, encima de análises sobre pesquisas realizadas, você tem que ser bastante transparente. E se possivel pesquisar por conta própria.

Como disse aqui em mais de uma oportunidade. Para cada dez pesquisas que levo adiante, uma realmente me leva a alguma conclusão que penso ser factivel de ser copiada. Mas mesmo assim, tem gente que duvida. Aliás duvidar é um direito de cada um. Mas duvidar não quer dizer simplesmente não concodar e sepultar, Se a pessoa está imbuída a melhorar, tem que testar no papel a tese e ver se ela é realmente factivel ou não, sem ter que testa-la fisicamente na expressão da palavra.

O que será exposto abaixo, pode não soar crivel aos mais céicos, mas para mim que pesquiso, apresenta um alto grau de cofiabilidade. A começar com o que estes três ganhadores de grupo tem em comum?




Eu diria que são filhos de uma Galileo, de uma mesma linha materna, netas de Mill Reef. É uma afinidade.E o que vem a seguir?



Três produtos de reprodutores diferentes, de tribos distintas e de linhas matenas distantes. O que há de afinidade? Todas as terceiras mães são filhas de Habitat. Sendo que uma delas tem como filha uma Shirley Heights, este um filho de Mill Reef. La Collina, foi ganhadora de graduação máxima aos 2 e 3 anos na Irlanda.

Uma vez pode se sorte, duas quem sabe, coincidência. Mas quando acontece a terceira, é hora de você prestar a máxima atenção ao fato. E qual passa a ser a moral da história. Eu, se tivesse a oportunidade de adquirir uma Galileo, daria preferência a úma que tivesse com terceira mãe uma filha de Habitat. E se a segunda fosse da tribo Mill Reef? Melhor ainda.

Imagina quando não se tem dinheiro para se adquirir uma Galileo?

HORSES



GOOD MAGIC


OS REIS DOS TATTESALLS



HORSES



A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS: JUMENTUS 13.13

Meu querido Bernardo, desculpe não lhe responder as ofensas, nem a seu email, que peca por um simples detalhe: objetividade. 

Quero ressaltar que apenas não tenho culpa de você achar em sua vã consciência, e provado desconhecimento, que Sagamix, Sinndar, Holy Roman Emperor, Rock of Gibraltar, Trempolino, Miesques Son e Peintre Celebre não trouxeram a você o sucesso esperado. E no seu caso, ter duas femeas de Sulamani, para correr, realmente não o ajudou em nada. Prova apenas que você é um sujeito despreparado, mas também sem sorte...

Vivemos tempos exaltados de opiniões politicas em nossos trefegos e torridos trópicos do hemisfério sul. Um dos legados de um alcooltra hoje encarcerado por corrupção e lavagem de dinheiro. Este senhor conseguiu, foi na verdade dividir um pais, criando as classes dos mortandelas e dos coxinhas. Além de particularmente enrriquecer e aos seus. Dividir, nunca foi, em minha opinião, uma coisa que some. Que contribua favoravelmente para desenvolver, o que quer que seja.

No turfe brasileiro sempre nos limitamos a sobreviver e não exatamente crescer, por este mesmo conceito de divisão. O do bairrismo. Paulistas e cariocas. Até os apoios eram divididos. Gauchos com cariocas, paranasenses com paulistas. E aonde isto nos levou? Ao nada. Sem união, passamos a ser vitimas dos acharques internacionais de grandes potencias criatórios que tinham que se livrar de seus dejetos e com a ajuda de teleguiados brasileiros transformar o Brasil num grande lixão genético.

Sim pois genética boa, associada a grande capacidade locomotora, não garante sucesso reprodutivo. Certo que aumenta em muito as chances, mas de maneira alguma é sinônimo de sucesso. Principalmente se previamente testada, e fracassada, com oportunidades reais em centros de maior potencialidade. Resumindo, não deu com Aga Khan e a Coolmore, não vai dar em São José dos Pinhais, Bagé ou mesmo onde você cria no Estado de São Paulo.

Vou abrir um parênteses, pois, a muito tempo não o faço.  Vou fazer uma analogia, pois o estado de Kentucky na criação de cavalos de corrida, está para os demais estados, como Aga Khan, a Coolmore e a Juddmonte Farms, estão para os criadores brasileiros. Cite um reprodutor que saido de Kentucky, foi sucesso num centro inferior dentro do território norte-americano? Pois bem, até Spend a Buck, que obteve relativo sucesso no Brasil, não conseguiu florir no Texas. E porque deu no Basil? Foram poucos os Buckpassers que não deram na América do Sul, embora nenhum deles tenha dado nada em qualquer outro continente. E o caso de Big Bown, agora em new York? Fecho paênteses.

Quando pela primeira vez nos unimos para a formação de sindicatos de importação de reprodutores, a união ao invéz de fomentar a força, nos levou a forca. Nunca tanto dinheiro foi jogado fora, em shuttles escalafobéticos baseados na teoia que o fracasso, pode se tornar sucesso num golpe de sorte. Plim Plim! Rede Globoooo!

Vejam os excessivo número de ganhadores do Arco que aqui aportaram. depois de retumbantes fracassos na Europa. Qual foi o legado dos mesmos? Fizeram algum garanhão? São importantes avôs maternos? Eu não consigo ver a vantagem nestas iniciativas. Talvez o prazer de encher a boca e dizer-se portador de filhos de um ganhador do Arco? Eu também teria se ele fosse Montjeu ou Sea the Stars. Mas nunca no caso de Sinndar ou Sagamix.

Os mais recentes bem sucedidos reprodutores que importamos, tinham três coisas em comum: Foram apenas acima da média em pista. Tinham pedigrees off-broadway mas genéticamente corretos e não eram considerados fracassados anteriormente, a exceção de Spend a Buck. Muitos dos quais, inéditos. Pena que você não acreditou no fato que uma coisa é se trazer um bilhete fechado- Outo de compra um bilhete já corrido e sem sucesso. O que esperava? Que a loteria anula-se o sorteio e fizesse outro e ainda po cima desse seu número? Não é culpa de ninguém que você tentou viver um sonho... que na verdade já era um pesadelo anunciado.

Se você acredita em estatisticas e elas não são tendenciosas como as do Data Folha, há de convir que ao seguir o padrão da lógica, suas chances de atingir seus objetivos serão bem maiores, do que tentar demonstrar ter mais potencial que a Coolmore e Aga Khan. E não me venha com esta que a disparidade de qualidade competitiva, possibilite que o pereba só por se brasileiro seja titular de uma seleção futebolistica de um centro de menor rigor técnico. A situação é a mesma. Não sei porque as pessoas teimam em não enxergar. Só tenho uma resposta: a preguiça de pesquisar e a falta de paciência de esperar. 

Com preguiça e sem paciência, se não houver um conhecimento grande e uma imaginação portentosa, os burros vão dar na água. Vide população brasileira quando acreditou que um torneiro mecânico e seu poste iriam solucionar os problemas do Brasil. Eles apenas o agravaram. Criaram uma cortina mágica, que fumcionou por alguns anos, mas que caiu, juntamente com o palco e quase destruiu o teatro. Teatro este que pode ser destruído se elegeem outro poste que acha em seu twitter, que cassar os direitos de seu senhor e pastor, se escreve com ç, como caçar animais.

Quem leu a Biblia - que não foi o meu caso - não achará o Jumentus, por ser parte de uma cartilha apenas brasileira idealizada pelo PT. Em seu versiculo 13.13 ele recita, Se Lula é o teu pastor, capim não te faltará! Uma citação que em muito enobrece a aqueles que acreditam que possam virar uma mesa, que já provou ter seus pés carcomidos.

Desculpe, meu caro, mas as escolhas foram suas.

Atenciosamente
Renato Gameiro

OS REIS DO PEDAÇO


EM ROSEHILL





EM HASTINGS


EM CAULFIELD




segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Union Strike - 2018 - The Gallant Bloom Handicap

SOMETHING AWESOME - CHARLES TOWN CLASSIC (G2) 2018

Khan - Preis Von Europa 2018 - Cologne

Patternrecognition - 2018 - The Kelso Handicap

Premio Federico Tesio - Gruppe 2 - 2018

STOCKOLM CUP GR3. - 2018/09/23 ストックホルムC(GⅢ)

2018/09/23 ALL COMERS STAKES(GⅡ)

Khan - Preis Von Europa 2018 - Cologne

EUROPEAN LISTEDS












HORSES



PAPO DE BOTEQUIM. PRECISA SE DESENHAR?

Acho que todos tem direito a uma opinião e na forma de expressa-la, mas usar um palavriado envolvente e que poucas sejam as pessoas que possam realmente entende-lo, não ajuda em nada o melhoramento de nossa forma de pensar. Lembram-me aquelas discuções no Supremo Tribunal Federal, onde palavas nunca antes ouvidas por um cidadão comum, são pronunciadas pelos togados, como coisas curriqueiras, numa forma de demonstrar erudição.

Recentemente tive acesso a um texto, que versava sobre um assunto, que confesso que não domino mas não considero que seja tão eficaz a ponto de ajudar alguém a fortificar seus conceitos no tocante a seleção de um cavalo de corrida. Pois é, frase grande e igualmente complicada... Bom artigo em parte de seu conteudo, mas de dificil palatabilidade, como os proferidos pelos nossos antepassados parnasianos. Tipo Euclides da Cunha. Já leram os Sertões? Tentem...  Hoje. a meu ver, tornou-se dispensável para marcar erudição, se escrever termos cientificos, de alta complexidade com construções de frases labirinticas. Tudo isto dentro de um estilo poético, e epopeico que na realidade não o levará a lugar algum. Há necessidade de ser mais direto e claro. A modenidade assim o exige.

Não quero aqui dizer que devamos nivelar nossa forma de informar por baixo. mas temos que ter o minimo interesse que as pessoas entendam realmente o que queremos dizer. Quando não há interesse, e não o de apenas demonstrar erudição.

Leio bastante e confesso que não foram poucos os livros que abandonei depois de certo ponto. Talvez devesse dar uma chance de ir até o final. Outrossim, o tédio tomou conta de meu ser, ou quem sabe outra coisa veio a chamar mais a minha atenção naquele exato momento. Como não sou critico literário, não me sinto na obrigação de ir até o final, para então processar em minha mente um julgamento definitivo. Simplesmente abandono.

O turfe brasileiro tem pouco acesso a literatura de base. Poucos são aqueles que chegam a ler coisas que realmente causem interesse e na minha opinião somem em seu aprendizado. Como disse, tento aprender algo todos os dias, porém, digo de boa fé, que mais aprendo com a analise de pesquisas, do que com artigos escritos.  Resumindo, e sinto hoje mais a vontate de tirar minhas próprias conclusões do que analisar as de outrem,

E cada vez são menos os artigos escritos. Praticamente não temos mais uma midia especializada. Haveria uma azão? Ou as pessoas desistiram de escrever, ou as publicações, sentem o número ínfimo de interessados naquele tipo de leitura, e os rejeitam em seu nascedouro.

Não escrevo por escrever. Acho que algo tenho a ofertar, Posso não estar sempre certo, - e certamente nunca estarei - mas pelo menos é aquela a minha verdade, no momento que estou redigindo. Opiniões variam com o tempo e com os dados disponiveis. Mas conceitos são coisas mais abrangentes e que determinam pelo menos uma direção. E para estes, tento me valer da lógica.

Sei que o louco não se condidera louco, e o ilógico se considera lógico. Pois a lógica e a loucura estão na cabeça de cada um. São os leitores que deverão emitir suas opiniões sobre quem escreve. Não só os criticos especializados. Mas em um pais que por definição já não é para principiantes, o que dizer de seu turfe?

Não há muita lógica no turfe brasileiro. Na grande maioria das vezes as coisas pintam no ar. Dificilmente saimos em busca daquilo que realmente necessitamos. Recebemos em mãos aquilo que os vendedores internacionais julgam que queremos e naturalmente eles não querem. Somente na seleção de potros e de éguas de cria, há uma certa escolha por parte de nosso investidor. Nos reprodutores - que são a base de um mercado - as ofertas suplantam a necessidade da procura. E nos acostumamos a isto. Desculpem, mas se trata de um erro.

E como no futebol estamos fadados a vender. Parece que Quateto de Cordas foi vendido para Cingapura. E seus novos proprietários querem aproveitar o direito que ele tem de correr a Breeders Cup Turf, para leva-lo. Sem tempo suficiente para uma apropriada aclimatação, suas chances de fracassar serão enormes. Os vendedores não tem nada com isto. Não é obrigação deles discutir o que vai ser feito e como será feito. E depositar a grana e partir para outra. Outrossim, o lado triste da história é que se Quarteto de Cordas fracassar feio, ficará a imagem de que o cavalo brasileiro não tem a menor competitividade, O que não é verdade. Mas exigir o impossivel de um cavalo sul-americano privando-o de uma aclimatação, é um tiro no pé. A única derota de Invasor se deu em Dubai onde correu sem um período de aclimatação. Perdeu o Dubai derby e no ano seguinte arrasou na Dubai Cup. Hard Buck foi último no Dubai Derby sem aclimatação e no ano seguinte aclimatado, segundo no King George. Dá para se notar ou será preciso desenhar?