HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS REGINA

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

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STUD H & R - TOQUE NA FOTO PARA VER UM UM GP. BRASIL QUE VAI FICAR NA HISTÓRIA

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

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sábado, 18 de novembro de 2017

KEENELAND



OPINIÃO; O DERBY PAULISTANO

Perguntado que fui por um leitor sobre o Derby Paulista, fiz questão de ressaltar que não fizera uma análise fria sobre o mesmo, e que teria que me valer da opinião de quem o fizera e naquele momento afirmara ter sido uma sólida disputa. E citei quem, no caso o Adolpho Smith de Vanconcellos Crippa.

Em qualquer embate fica fácil se apontar a qualidade do mesmo, pelos competidores que o disputam. Isto quando temos uma carreira como o Arco, o King George, o Pellegrini e até o Brasil, que apresentam cavalos já testados. Tanto para o bem como para o mal. Mas quando pela primeira vez, os três anos atingem a distância da milha e meia, é necessátio uma analise mais detalhada. Pois, quem não estiver preparado para tal, poderá levar bugalhos ao invéz de alho.

O mesmo se reflete na análise da qualidade de um animal. Fica fácil, até para o senhor LuiZ, sacar a diferença que uma Enable tem sobre os demais. Porém a que patamar este nivel de qualidade vai atingir, comparativamente falando em relação aos outros de diferentes rincões e eras distintas, é que se torna a equação a ser debatida.

O que apresento a seguir, é uma análise do Adolpho, sobre o referido Derby que na minha opinião é lucida, embora tenha uma conclusão, que reflete uma opinião pessoal, que a meu ver é abalisada e consubstanciada em fatos, outossim, não deixa de ser um opinião pessoal.

Eu conheço bem a praça do Rio de Janeiro. Creiei-me nela. Por tradição na Gávea, só no final do ano - que se aproxima - os verdadeiros tigres saem de seus esconderijos e muitos dos gatinhos selvagens passam a seguir outros rumos. Como no caso, ano passado de Emperor Roderic e No Regrets. O ganhador do derby para mim, não pode não ter ganho sequer uma prova de grupo, até o prezado momento. 

Outrossim, pelo que foi exposto pelo Adolpho, no ano que vem, estes tigres necessitariam ser fortes e consistentes, pois, o que ele viu em Cidade Jardim no dia Derby assim o exige. Mas vamos aos fatos, agradecendo ao Adolpho por esta análise comparativa, a meu ver altamente necessária, para tentar se entender um pouco do que acontece em volta.

O DERBY PAULISTA SEGUNDO ADOLPHO 

Quando disse que foi de bom nível não quis dizer que de lá sairá qualquer craque e sim que estava o que de melhor temos hoje no Brasil.

Veja, no início da geração Dragão andou ganhando tudo, SP e RJ. Quando chegou na milha o Gibraltar Point encerrou sua hegemonia (Dragão depois quebrou), tornou-se o líder inconteste da geração. Após, o Cash do Jaguarete tomou a posição pra si, tendo ido até no Rio e ganho por abandono o páreo.

O cavalo que secundou portanto os dois melhores potros estava no páreo: fez segundo. O cavalo que vinha de 3 vitórias seguidas no Rj, inclusive grupo 1, também estava no páreo: fez terceiro

Assim, não vejo o que de melhor teríamos hoje aqui no Brasil.

Agora sobre o nível do Derby. Cash do Jaguarete ganhou a Taça de Prata no Rio em 1:32:7. Dois páreos depois Emperor Roderic entrou na Raia e ganhou a copa em 1:59:2

26:5 segundos pros últimos 400 metros. Isso não parece ser um tempo compatível. Na verdade o tempo da milha foi tremendamente melhor e o Cash provou nos 2.000 aqui colocando 2:00 numa raia lentíssima que pega e bem os 2.000

Agora vamos ao Derby, páreo corrido em 2:28:9. Páreos seguinte correu o Ministro da Agricultura, como de costume: 2:29:0.

No Ministros tínhamos inúmeros ganhadores clássicos, ganhadores de Grupo, de grupo 1 inclusive. Lembrando que se os potros enfrentassem os mais velhos hoje teria vantagem significativa no peso

Pra dar uma base, Olympic Google do Regina, que vinha de Ganhar grupo 3 e chegar antes a 3 corpos do Emperor Roderic, chegou a 5 corpos no Ministro que correu pra um tempo pior que o Derby


Resumindo, se que nada disso é uma ciência exata, mas sigo com a opinião de que tivemos um Derby sólido, onde os primeiros colocados estarão disputando os melhores páreos no RJ e SP em 2019

THOROUGHBRE DAILY NEWS





MAIS DOIS QUE SE FORAMI

VÓ ADELINA TEIMAVA EM AFIRMAR
QUE VASO RUIM NÃO QUEBRA
MAS QUE VASO BOM, SE ESPATIFA
COM MUITA FACILIDADE


ACTEON MAN 
02.10.1998 - 14.11.2017
FIRST AMERICAN
27.04.96 - 12.08.2017


10 Horse Breeds You Will Not Believe Exist

6 WAY PHOTO FINISH AT SARATOGA

WORLD'S TOP 5 RACES OF RECENT TIMES

TOP 5 GREAT BATTLES OF RECENT TIMES

O CANTO DO CISNE DA BELAIR - PRIMEIRA PARTE

PRINCE SIMON 

Dez dias depois de Black Tarquin ter vindo a vencer o segundo St. Leger para o Belair Stud, adentrou nas lides de Cecil Boyd-Rochefort em Newmarket, vindo de Maryland, um potro por Princequillo e Dancing Dora, chamado Prince Simon. Desde o inicio Prince Simon mostrou ser algo de muito especial. Boyd-Rochefort sentiu no íntimo que tinha em suas mãos o ganhador do Derby, mas manteve sua convições reservadas e pouco a pouco veio tirando do descendente de St. Simon, tudo aquilo que ele poderia oferecer. Afinal ele era um St. Simon, que em outras palavras epresentava quanto mais tempo, melhor.

Newmarket passou a tomar conhecimento da existência de Prince Simon, num trabalho realizado pelo mesmo, onde ele veio a reduzir, o tordilho Donore a condição de claiming horseDonore, até então, era tido pelos experts como um dos melhores elementos de sua geração e num trabalho no heath um desconhecido elemento de Freemasson Lodge passou por ele deixando-o há mais de 12 corpos numa fração de segundos. Imediatamente Newmarket entrou em polvorosa. Quem seria aquele castanho exuberante, que nem sequer havia corrido aos 2 anos ?

Cecil Boyd-Rochefort deixou este mistério ser desvendado na disputa do Wood Ditton Stakes, uma milha reservada aos 3 anos nas mesmas condições do 2,000 Guineas. Prince Simon, em sua estréia, destruiu a oposição de forma tão instigante, tão contundente segundo os jornais da época, que passou a ser, agora na opinião dos bookmakers, o favorito da primeira prova da tríplice coroa britânica, com apenas uma saída as pistas. Era evidente sua qualidade. Imediatamente Freemassom Lodge passou a ser o ponto de encontro de jornalistas e fotógrafos que queriam saber tudo a respeito de Prince Simon, arrancando de Boyd-Rochefort o seguinte comentário; "Parece que Greta Garbo está em Freemassom Lodge vinda de Hollywood".

O terreno estava firme e uma forte brisa era soprada, o que em muito ajudariam aqueles com falta de staminaPalestine e Masked Light, os dois melhores dois anos da temporada anterior seriam os nomes a se respeitar. E os três se desprenderam dos demais nos bushes (400 metros do disco). Todavia, indo para o dipPalestine desvencilhu-se dos dois opositores, já que Prince Simon não parecia estar nada a vontade e Masked Light demonstrava não ter a stamina necessária para este grau de oposição. Com o pupilo de Aga Khan parecendo ter a vitoria assegurada, eis que na subida Prince Simon começa a se desprender e ferozmente vindo a encalço de ponteiro começou a diminuir a diferença então de dois corpos. E o fazia a olhos vistos. Mas o disco chegou milímetros antes e Prince Simon veio a perder por diferença mínima. No salto seguinte já tinha cabeça a seu favor e em três saltos meio corpo.

O que derrotou Prince Simon? Inexperiência? Ou  grande experiência de Palestine.

Torna-se válido ressaltar que Palestine sob a tutela de Frank Butters, havia ganho aos dois anos seis de suas sete saídas, entre as quais cinco clássicos em cinco distintos hipodrómos; o Coventry Stakes de Newmarket, o Gimcrack de York, o National Produce Stakes de Sandown Park, o Richmond Stakes de Goodwood e o Champagne Stakes de Doncaster, sendo apenas segundo para Masked Light em sua última apresentação em pista, no Middle Park Stakes de Newmarket, quando a coudelaria de Aga Khan passava por um sério problema. Antes desta última carreira Frank Butters teve um sério acidente automobilístico, que o fez ao final da temporada se retirar definitivamente de sua profissão, e que deixou o Stud no ultimo mês da temporada sem uma real liderança. 

Marsh assumiu em 1950 o treinamento dos cavalos de Aga Khan. Em sua primeira saida Palestine venceu por 3/4 de corpo ao pupilo de Cecil Boyd-Rochefort Donore nos 1,400m de Henry VIII Stakes de Hurst Park em 15 de Abril. Como este mesmo Donore era infinitamente inferior a Prince Simon e quando da disputa no ano anterior do Champagne Stakes havia sido flagorosamente batido por Premonition, acreditava-se que o pupilo de Aga Khan, ou deixara de ser o mesmo cavalo da temporada anterior, ou o simples aumento da distância havia posto à prova sua já duvidosa stamina. Ledo engano.

Palestine provou nas pistas aquilo o que seu pedigree exalava em termos de velocidade; um grande cavalo até a milha. Filho do extraordinário transmissor de velocidade Fair Trial em mãe ganhadora da milha do Lingfield Park Sprint Stakes pelo também extraordinário transmissor de velocidade Tetratema, após a primeira prova da tríplice coroa, igualmente veio a vencer, desta feita de forma fácil, os 1,200m do Red Rose Stakes de Manchester, a milha do St. James Palace Stakes de Royal Ascot e a milha do Sussex Stakes de Goodwood desta feita sobre o mesmo Donore por 1 1/2 corpo dando a este último nada menos que 12 libras de vantagem. Sua única derrota em seis saidas nesta temporada veio a se dar nos 2,000m do Eclipse Stakes, aonde terminou descolocado. Palestine retirou-se das pistas para o Gilltown Stud em County Kildare com dez vitorias em doze apresentações.

Prince Simon perdeu para um excelente cavalo nesta distância, mas garantiu o total favoritismo para Epson, já que Palestine visivelmente morria no final e Masked Light não era verdadeiramente um "Derby contender". A oposição teria que vir da França, então o maior deposiário da stamina do velho continente, e veio na forma de um fortissimo contigente. Mas a caminho do Derby, Cecil Boyd-Rochefort achou por bem dar mais uma carreira a seu ainda inexperiente pupilo e os 2,000 metros do Newmarket Stakes, foi novamente a carreira escolhida. Para garantir que o trem de carreira era fiel, Boyd-Rochefort escalou um "pacemaker" para a carreira. Salaise montado por Britt e defendendo as cores do Belair Stud teria que assumir a vanguarda e levar o trem de carreira até a milha, porem, na altura dos 1,000m Prince Simon já reclamava a ponta, vencendo a seguir, por larga margem. Ao ser arguido do porque não forçara o trem com Salaise, Britt respondeu; "ele simplesmente deu tudo de si, mas Prince Simon passou quando bem quiz".

O AGENTE 18905 EM AÇÃO

O 18905, é o mais novo agente na vigilância das coisas sem nexo que acontecem no turfe. E porisso mesmo, no Brasil, está assoberbado de trabalho, tal o volume de descrepancias demonstradas em nosso combalido turfe. Na verdade, não pode descançar um minuto sequer, pois, se dorme, as descrepancias aumentam consideravelmente enquanto o número de investidores despenca ladeira abaixo.

Não se mede no Brasil, principalmente para cavalos de shuttle, ou mesmo com pouos filhos registrados, seu valor pelo número de provas de grupo ganhas. O agente 18905, as mede, pelo percentual de ganhadores do GP. Brasil e o Derby carioca, - as duas mais importantes de nosso calendário - em relação ao número de produtos registrados em nosso Stud Book. Talvez ele tenha um senso muito aguçado para seus paradigmas, mas não se chega a provas deste quilate sem ter algo de superior a ter demonstrado.

Perdemos recentemente Acteon Man, um reprodutor que eu tinha por demaias respeito, mas como suspeito de defendê-lo, deixei que o agente 18905 estudasse a situação, para ter ciência exata, se foi ou não uma grande perda para a criação nacional. O laudo do agente foi o seguinte:

Explorado praticamente por seu dono, Acteon Man tem registrado até aqui 99 produtos, em oito gerações, que até aqui poderiam ter ganho o Grande Prêmio Brasil e o Derby Carioca. Isto daria teoricamente uma média de 10 produtos ano. Dois o fizeram: Belo Acteon e Famous Acteon. O que demonstra que seu percentual de qualidade foi de mais de 2,02%. Seria este percentual baixo? Perguntei ao nefasto agente. Sua resposta foi direta.

Olha se Clackson e Know Heights os dois mais pontuadores destas duas provas, respectivamente com cinco vencedores e quatro vencedores, com gerações de 794 e 549 produtos registrados possuem percentuais de 0,6.29% e 07.28%, eu acredito que 2,02% é um percentual de alta importância

Clackson - Lord Marcos (B), Flying Flynn (B), Gogli (D), Murano (D) e Old Pretender (D)
Know Heights - Jeune Turc (B), Queen Desejada (B), Ivoire (D) e Coray (D)

EVIDENTE QUE O NÚMERO 
REDUZIDO DE FILHOS 
DE UM DETERMINADO REPRODUTOR
EM RELAÇÃO A UM COM MUITOS
DIRVIRTUA ESTES PERCENTUAIS.

Então fica impossivel comparar Acteon a cavalos que tenham produzido mais de 150 produtos? perguntei.

Olha é função do agente, quanto mais nefasto ele for, de imaginar o que pode vir a acontecer. Assim, imagina-se que se nestes três últimas gerações de Acteon Man, ele virá a produzir no máximo a 50 produtos registrados. Assim, se nenhum deles ganhar o Derby e o Brasil, mesmo assim, Acteon Man apresentará um indice de qualidade de 1,33%. Deste para cima. Isto apenas corrobora que ele foi uma perda para a criação nacional. E assino embaixo.

Agradeci ao agente 18905 e puz-me a pensar. Da mesma forma que não trazer de volta Roderic O'Connor, foi um erro crasso, que o agente 18905 detectou e não é de hoje, não saber fazer comparações é digno de um tufe subdesenvolvido. Roderic com apenas 92 produtos registrados teve dois ganhadores, das duas provas colocadas como universo e com isto atingiu no Brasil, um indice de 2,17%. Um pouco superior ao de Acteon Man. Mas se Acteon, gerar menos 10 produtos do que for previsto, superaria o indice do irlandês

Pelo o exposto, a conclusão que chego é que a morte de Acteon Man é uma perda de qualidade na criação nacional, assim como a não vinda por pelo menos mais uma temporada de Roderic, ao Brasil, uma descrepancia no minimo no mesmo nivel da apologia do culto do sem nexo. 











HORSES





sexta-feira, 17 de novembro de 2017

WORLD'S TOP FIVE EXPENSIVE STALLIONS

UNBELIEVABLE HORSE LAST MOMENT MIRACLE

OMG !!! THIS HORSE WINS THE RACE BY 200M!! AT 3000M RACE : CAN YOU BELI...

THIS ALSO HAPPENS JOCKEY HELPED HIS GF TO WIN BY BLOCKING FAVOURITE

THOROUGHBRED DAILY NEWS







PAPO DE BOTEQUIM: O COMPLEXO DE VIRALATAS

Uma das mais significativas características dos povos de terceiro mundo é glorificar, aqueles que de alguma foma se mostram diferenciados. Seja para o bem. Seja para o mal. Nelson Rodrigues batizou esta tendência, em se tratando de brasileiros, de complexo de viralatas. Aquilo que vem de fora tem sempre um valor maior que o similar nacional e quanto mais desconhecida é a questão, com mais respeito ela é reverenciada. Outrossim, digo que esta forma de ser, não é uma caracteristica apenas brasileira. Ela se mostrou em diversas outras civilizações, hoje consideradas desenvolvidas, apenas que em séculos anteriores.

A mais importante personagem feminina do seculo XVI, a italiana Catherine de Medici, é vista pela história, pelo poder que exerceu na França, como mãe do rei Francis II e regente de mais dois de seus filhos, igualmente reis, Charles IX e Henry III, na corte francesa, bem como pelo terror que imprimiu a seus inimigos com seus venenos letais. Eu não tiro o valor de alguém que produziu a três reis, sobreviveu na era das guerras religiosas entre católicos e Huguenots e ainda por cima soube subjulgar a extensa lide de inimigos, inclusive a mais poderosa reinante na Arqui-inimiga Inglaterra, Elizabeth, a raínha virgem, apenas com seu alto senso politico, a força de sua intriga e com seu poder de envenenar a quem a desagradasse. 

Outrossim, vejo como ponto de maior importância do legado de Catherine de Medici, o fato dela ter introduzido na atrasada França, o garfo, a faca, as colheres e também o gosto pela culinária. Há de se notar, que consigo além dos utencilios citados, trouxe aos 15 anos para a França de Henry II, os cozinheiros, as especiarias e estabeleceu aquilo que hoje é visto com bom olhos na civilização francesa: a etiqueta e a chamade french cuisine.

Todo ser, seja humano ou equino, possui qualidades e defeitos, Os que se destacam na história normalmente tem mais qualidades do que defeitos. Southern Halo, um dos maiores chefes de raça da criação platina, transmitia uma fragilidade de capilares. Cigal, um dos bons garanhões que tivemos no século passado, era conhecido por transmitir a seus filhos, aquilo que o impossibilou de sequer correr, fragilidade nos tendões. O maior ganhador de estatísticas norte-americanas, Bold Ruler, era reconhecido por transmitir problemas em joelhos. Cabe a cada um detectar as caracteristicas de cada individuo, explorar as boas e tentar anular as más. Esta é uma das maiores importâncias do cruzamento, pois, embora muitos ainda duvidem, por ignorância, birra ou desconhecimento, o cavalo de corrida é produto de um pai e de uma mãe, e de toda a herança genética de ambos. Dai a importância de um pedigree.

E como fica a tal da transmição linear? Ela se manifesta quando existe dominância, seja pela tribo paterna, ou a familia materna.

Nelson Rodrigues, dentro daquele que foi o seu maior legado deixado, caracterizava os viralatas, como aqueles que seguiam qualquer banda, e se negavam a agir como cães de raça. Não somos inferiores no turfe a despeito da suspeita qualidade de nossa genética em relação, a dos principais centros turfísticos do mundo. No entanto, isto seria uma problema contornável se não adorassemos seguir a banda, qualquer que seja a qualidade da mesma. Se a moda é hoje Galileo, trazemos vários, os mais exdruxulos independentente da campanha ou da inexistência da mesma, como fizemos anos atrás com os Storm Cats, e em décadas anteriores com Northern Dancer. Simplesmente seguimos a banda. E qual foram os resultados das experiências anteriores? Diria que os mais funestos possiveis...

Sei que qualquer opinião é algo pessoal e sujeita a ser derrubada no momento seguinte. Não tenho dúvidas que Graciliano Ramos foi um dos maiores escritores do Brasil. Mas como comentarista de futebol, acho que falhou quando em 1922, foi enfático sobre o futebol: este tal de futebol não vai pegar no Brasil. Como também penso que o Renato Portalupe, evoluiu bastante como técnico de futebol, mas foi infeliz quando afirmou que o Corinthians ia despencar... Opinar é direito de cada um. Errar de todos.

Porém, vou dar uma opinião. Mesmo trazendo filhos médios em termos de campanha, nosso sucesso com filhos de Mr. Prospector, excederam até as mais otimistas expectativas. E isto se estendeu por transmissão direta por mais de uma década.

Northern Afleet, First American, Signal Type, Dodge, Choctaw Ridge, Fast Gold, Elusive Quality e Torrential, pertencem a seleta casta dos reprodutores que vieram a gerar mais de 10 individuais ganhadores de grupo. Não haveria a oportunidade de utilizarmos, um filho ao menos de um deles, reprodutivamente?

Continuamos amanhã.

SEASONS




HORSES





KEENELAND



OS REIS DOS DESMAMADOS


O QUE VEM POR AI: EM HONG KONG



EUROPEAN LISTED


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A MAIS INSTIGANTE ESTREIA DE UM CAVALO EM SARATOGA EM 29013 - Honor Code - 2013 Saratoga Maiden Race

Honor Code scores impressive win on TVG

Honor Code - 2013 Remsen S. (G2)

Honor Code - 2015 Whitney Stakes

Honor Code - 2015 Metropolitan Handicap (G1)

OLHA COMO A ARGENTINA JÁ APRENDEU


THOROUGHBRED DAILY NEWS






KEENELAND



HORSES







PAPO DE CAFÉ DA MANHÃ: GRANDES RIVALIDADES, GRANDES RECONHECIMENTOS

Estava tomando café da manha, quando algo soou claro em meus ouvidos. A maior forma de censura, se chama, o politicamente correto, onde tudo passa a ser medido e especificado, segundo determinados parâmetros estabelecidos por mentores espirituais. Eu penso que o homem nasceu livre e vem ao mundo como capaz de fazer o que melhor lhe der na telha. O problema é que tem que se ter telha...

A evolução em  qualquer atividade, geralmente nasce de uma rivalidade, pois, a disputa é um dos elementos mais revigoantes, já citados na humanidade. A nível internacional, tantos nos carros, Ferrari x Lamborghini, como na politica democratas e republicanos, como no turfe, Coolmore x Darley, o que se sente é uma tentativa de melhoria técnica e operacional, a cada ano que passa.

No Brasil, houveram e existem ainda grandes rivalidades: PTB e UDN, Internacional e Grêmio, São José Expedictus e Mondesir. E isto não quer dizer que sejam ou foram inimigos. Apenas rivais.

Existe uma tendência no Brasil, de o que se não entende é genial. Vide o economês. Quando a mal fadada Dilma apresentava aquelas visões inexequiveis de ventos encaixotados, metas nunca traçadas, mais dobradas quando alcançadas, para muitos poderia ser um toque de genialidade. Não era nem nunca foi. Era apenas uma idiota dizendo idiotices.

Outrossim nas grandes rivalidades, aquelas que realmente captam a atenção de todos, existe mais genealidade que idiotice. Por isto, querer ganhar de uma coisa inferior, não o torna superior. Apenas menos pior que seu adversário. Assim ajudar um ao outro, com troca de idéias, informações e possiveis troca de conhecimentos, só ajuda a atividade como um todo. E a partir dai, que o melhor vença.

O que mais admiro na Juddmonte, em HH Aga Khan, e em outros potentados turfisticos internacionais são suas respectivas capacidades de enfrentamento no mais alto nivel de competição. Eles não se escondem em provas menores. Vão para os embates maiores, mesmo sabendo que não possuem a chance de vencê-los. A isto chamo, mentalidade vencedora.

Estamos perdendo no Brasil, este nivel de mentalidade e acima de tudo de competitividade pelo exôdo constante de alguns grandes proprietarios para países vizinhos ou por simples abandono de outros, da atividade. Diminuimos consideravelmente o nosso plantel de éguas. Baixamos a olhos vistos o nivel de nosso quadro de reprodutores e somos cada dia menos criadores. Onde isto vai nos levar?

HORSES