HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS REGINA

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

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HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

BOM DIA


Sunline v Fairy King Prawn December 17 2000

Group 1 Caulfield Cup - Mongolian Khan

2016 CAULFIELD CUP JAMEKA

THOROUGHBRED DAILY NEWS









O QUE VEM POR AI


LONGINES




HORSES






WINGS OF EAGLE

O QUE VEM POR AI> DAQUI A ALGUMAS HORAS


O'BRIEN A UM PONTO DA MARCA DE BOBBY FRANKEL


ARQANA



ANUNCIO


PAPO DE BOTEQUIM: SAUDADES DE ZARKAVA

Não posso afirma que tenha sido a melhor égua que vi correr, mas acredito que tenha sido uma das que mais me impressionou. Lembro de ve-la estrear na França em Longchamp, onde mais tade ela veio a vencer mais cinco corridas de sua invencibilidade de sete tentativas oficiais. Na época disse a um cliente meu, que parecia possuir a lider da geração, que contra ela, seria um suicidio, sequer tentar. O melhor era saber aonde ela iria, para se evitar de enfrenta-la. Ele ouviu e ganhou suas carreiras, até em newmarket sem ser aborrecido.

Afinal se até o Diabo foge da cruz e o campiro do alho, porque então não fufir de Zaekava.

Não creio que existam palavras para se definir o que foi o Prix Vermeille (G1) de Zarkava. Ela tinha uma elasticidade em sua espinha dord+sal, que a caracterizava. Vi o mesmo em nashwan e dancing Brave e mais tarde em sea the Stars e Frankel. Jogava suas patas num movimento que assemelhava-se ao de uma Cheetah, E no Vermeille, ela simplesmente se excedeu.

Trabalhou mal durante a semana, foi considerada fora de seu estado normal no paddock, largou mal, foi mantida na última colocação por Christophe Soumillon em um trem de carreira forte impetrado por Adored. Mas quando foi acionada na reta, sua aceleração foi exuberante. Ela simplesmente, como das outras vezes, simplesmente levantou vôo. A corrida para ele teve seu inicio ali.

Desprendeu-se das demais como  Petit Etoile - do qual ela descende por linhagem materna - o fazia. Ganhou confortavelmente e provou mais uma vez porque sempre a achei em um nível superior a competição. O ar que ela repira é distinto, desculpem, mas é verdade.

Uma vez fui questionado porque achava Zarkava a melhor potranca de sua geração quando a brilhante Natagora se mantinha vencendo as mais importantes carreiras da geração. Como sempre as respostas são dadas na pista. O tempo tratou de clarear qualquer dúvida que possivelmente houvesse. Eu estava certo.

Zarkava excede em classe e isto até minha avó Adelina reconheceria se viva fosse. Existe uma grande diferença entre classe e brilhantismo. Zarkava possuia as duas.

Zarkana é produto da persistência de HH. Karim Aga Khan de manter em suas lides toda a descência de Petite Etoile que poucas respostas deram em pista. Geração por geração ele tentou. Mas como todo bom criador, ele sabia que em algum momento todo aquele classicismo e toda aquele pujante brilhantismo estaria de volta. E creio que Zamindar ajudou em muito. Ele é para mim melhor reprodutor que seu irmão inteiro o famoso Zafonic. Tive a oportunidade de oferecer Zamindar ao Brasil. Ninguém se interessou. O levei para duas temporadas em Ocala, para a Marablue Farm.

Creio que teria sido por demais benéfico a participação de Zamindar no Brasil. Mas infelizmente ele não cativou sequer a atenção dos criadores brasileiros. Pena...

A favor de Zafonic, a sua continuidade linearmente. Outrossim, Zaminar é hoje o avô materno - via Zarkava - do promissor Zarak

NA INDIA



RECORDAR É VIVER: HÁ SETE ANOS ATRÁS

Caro Renato,
Muito me agrada seu trabalho. Sou fã de hard buck, e gostaria de suas considerações, sobre uma pesquisa que que mostra um desenpenho bem maior em termos de vitórias, num geral, de um outro cavalo linha do pai de Spend a Buck, que serve por aqui. Me parece bem interessante a mesma. buckpasser, foi bom corredor. Achava que hard buck, era bem superior. Que bom que tenha muito sangue deste porte entre nós.
Atenciosamente
Carlos Peixoto Jr.

Caro Carlos,

Existem várias formas de se analisar a performance de um indivíduo em suas responsabilidades reprodutivas,  Eu acho que no Brasil - um pais onde o turfe é deficitário - todo e qualquer proprietário procura por aquele indivíduo que possa lhe dar um ganhador do GP. Brasil, São Paulo, dos Derbies ou dos Dianas. Pois, o simplesmente ganhador da prova comum, muitas vezes não paga sequer a conta do mês. Muitas das vezes o faz sair no vermelho.

Hard Buck é de longe - até o presente momento - o único descendente de Buckpasser em serviço no Brasil a dar ao investidor este tipo de cavalo. Não é uma questão de opinião. É um fato. Seus filhos não se impõem cedo, por questão meramente de físico. Na verdade eles o fazem bem mais tarde, por questão de coração.

POUCO HÁ DE SE ESPERAR DESTA SEGUNDA GERAÇÃO DE HARD BUCK. OUTROSSIM, MUITO DEVE SER OBSERVADO, APÓS ELE TER SIDO SINDICALIZADO NO BRASIL E PASSADO ÀS MÃOS DE UM SINDICATO PAULISTA QUE ACREDITO QUE LHE DEVA TER DADO AS CHANCES QUE ELE REALMENTE MERECEU.

Como corredor, não acredito que exista entre os cavalo brasileiros, um que descenda de Buckpasser e tenha uma campanha internacional do mesmo nível da dele a não ser Pico Central, que para mim foi o melhor de todos. Mas aquela segunda colocação no King George VI, não vejo muita chance de ser obtida, por outro descendente de Buckpasser no mundo, muito menos advindo do Brasil. A não ser, no presente momento, Moryba que  um dia o pode fazer, pois, seu pai provou ser isto possível.

Esta semana deve estrear a primeira das duas filhas de Chapel Royal - um outro Buckpasser, em serviço nos Estados Unidos - que selecionei e adquiri para criadores paulistas. Chama-se Lilly Royal. Chapel Royal é um dos únicos filho de Montbrook que me faz crer que possa levar esta linha a um subsequente estágio. Não olho ele com os olhos de visualizar um recordista de produtos ganhadores em sua primeira geração como ele o foi. Um dado importante, mas não decisivo para mim ou para quem possa ver o turfe na escala que ele merece e exige ser visto. E sim por ele ser um cavalo de corrida que realmente demonstrou classe, provando ser um dos melhores dois anos em um pais onde a precocidade prevalece e por ter sido um dos favoritos da Breeders Cup Juvenille.

Como você pode notar não apenas escrevo. Induzo meus clientes a comprar aquilo que acredito.

Não conheço esta estatística por você mencionada. Deve ter seus méritos. Outrossim, como estatístico que sou e sigo as que produzo e me esclarecem o que quero ser esclarecido, concluo que no Brasil, Hard Buck é o único descendente de Buckpasser até o presente momento, que me parece com as condições de produzir um elemento de alta classe. Aliás já o produziu, e em sua primeira geração. Logo, deixou de ser uma questão de achar. Já o é!

Antes que isto se torne um artigo, aqui me despeço tendo em mente que o resto é simples manipulação de dados estatísticos, as vezes com intuitos bem reconhecíveis.

Obrigado por seu e-mail.

Atenciosamente 
Renato Gameiro

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