HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS REGINA

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

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STUD H & R - TOQUE NA FOTO PARA VER UM UM GP. BRASIL QUE VAI FICAR NA HISTÓRIA

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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ONDE A VELOCIDADE IMPERA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

DOIS PESOS E DUAS MEDIDASD

SERÁ QUE A TURMA
DO "MEXEU COM UMA, 
MEXEU COM TODAS"
VAI FAZER UM MOVIMENTO
DE #ELENÃO
COM O JOÃO DE DEUS?


QUEM AVISA AMIGO É: UM INDIVIDUO CHAMADO FILLMORE


Quem acompanha o meu trabalho, sabe de antemão que vejo com reservas a aquisição de um elemento, que esteja colocado como o décimo produto de uma mãe, que em nenhum ano falhou em produzir, mas que da mesma forma, nada de excepcional tenha produzido.

Outrossim, este mesmo leitor, tem certeza que na escolha de um elemento fadado a correr, eu primeiro analiso o animal e depois me dou conta de seu pedigree. Logo, se ele me cativou e é o décimo produto de uma mãe calejada, mas que nada de importante gerou até aquele momento, mesmo assim terá a minha indulgência.

Foi assim com algumas aquisições que levei adiante e entre elas a de um cavalo chamado Fillmore. Ele nem ganhador de grupo é, mas para mim, é de uma qualidade acima de qualquer suspeita. Sofreu agruras, mas há de se convir que um cavalo que correu seis, ganhou quatro e tem duas terceiras colocações em provas de graduação máxima, é um elemento no mínimo digno de respeito. Sendo que em uma destas colocações, a prova mais importante do calendário brasileiro na distância da milha, não foi culpa sua a amarga derrota.

Quando se trabalha com o dinheiro alheio, você tem que ter um grau de discernimento, que lhe propicia, a ter margem de interpretação, para cada situação. Deixei de adquirir Dono da Raia, porque o proprietário que tinha na época, se mostrou ermético em suas convicções. Não comprava prospecto algum, que fosse mais que o sexto produto de uma égua. Aprendeu com a lição.

Logo amigos e inimigos, não façam de investir em filhos de éguas adultas um vicio. De uma chance ao individuo e siga sua convicção. Pois mais importante que qualquer coisa que possam tentar lhe convencer, estar o individuo, que nem todos serão capazes de reconhecer. 

In Loving Memory of Genuine Risk

1980 Belmont Stakes

1980 Preakness Stakes - Codex -vs- Genuine Risk : ABC Broadcast

1980 Kentucky Derby - Genuine Risk

Genuine Risk - 1980 Ruffian Handicap

HORSES




PAPO DE BOTEQUIM. FUGINDO DO ELETRICISTA

A gente sempre é cobrado por aquilo que defende. Estejamos certos ou errados. Mas eu prefiro ter uma opinião a me omitir, como a grande maioria de profissionais de minha classe o faz, para não criar possíveis arestas.

Existem coisas parecidas. Mas nem tudo que é parecido é igual e muito menos servem as mesmas necessidades. Querem um exemplo? As torcidas de Flamengo e Corinthians, que são as maiores do pais. Uma é chamada de Fiel, pois, ela domina literalmente o clube. A outra é dominada pelo clube.

Na criação de cavalos de corrida, existem aqueles que funcionam conforme as exigências do mercado e outros que tentam suprir as próprias existências de forma a ditar novas tendências deste mercado. Ambas funcionam. Qual a eficácia? Varia.

Tomemos como exemplo os cavalos brasileiros com boa participação no turfe norteamericano. Foram 43 qu ganharam provas de grupo, porém destes apenas 10 o fizeram em pelo menos três vezes. Acredito que isto os diferencie, pois, conformaram que durante algum tempo, serem capazes de exercer suas dominâncias em um turfe reconhecidamente mais forte. Como fugir do eletricista no Brasil? Vejam a conclusão que chegamos, ao dissecar suas linhas maternas.

Por ordem alfabética apresentamos esta lista, bem como o posicionamento no pedigree da égua importada e da interferência que reprodutores em serviço no Brasil, tiveram nela e em sua descendência.

BAL A BALI
     Be My Side (USA) - 2ª mãe
     Clackson

EINSTEIN
     Merry Sunshine (GB) - 3º mãe
     Waldmeister-Ghadeer

FLUKE
     Castellana (ARG) - 7º mãe
     Red Octoner-Pewtter Platter-Tan-Quiz-Campero-De Quest

LEROIDESANIMAUX
     Dissemble (GB) - mãe

PICO CENTRAL
     Mystere (ARG) - 2º mãe
     Tumble Park-Purple Mountain

REDATTORE
     Political Intricue (CAN) - mãe

RIBOLETTA
     My Valley (FR) - 2º mãe
     Mogambo - Ghadeer

ROMARIN
     Salluca (IRE) - mãe

SANDPIT
     Sand Dancer (FR) - mãe

SIPHON
     Galia (ARG) - 7ª mãe
     Sin Rumbo-Maranta-Dragon Blanc-Maki-Svengali-Kublai Khan

Fica claro na questão, que quanto mais próximo o produto esteja do elemento feminino importado, mais ele ter chance de ter sucesso nos Estados Unidos. Porque digo isto? Porque 80% dos componentes desta lista, tem estas importadas como mãe ou segunda e terceira mães. E nenhuma destas pode ser atribuída a interceção de um chamado eletricista. 

Você ainda acredita que a importação de éguas com genética superior não seja importante? Então analise os percentuais abaixo colocados

Mãe - quatro (40%)
2º Mãe - três (30%)
3º mãe - um (10%)
7º mãe - dois (20%) 

Se estes números não o convencem. Nada o convencerá. Porque na realidade parece que você não quer ser convencido.

THOROUGHBRED DAILY NEWS


HORSES



A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS: SOBRE DUPLICAÇÕES


Renato,

Boa tarde,desculpe a pertubaçao pois não sou colaborador muito menos patrocionador deste conceituado blog apenas um mero leitor e assíduo,pergunto exclusivamente pois não tenho conhecimento o Araras promove as faladas duplicações? pois seu sucesso é grande ou é pelo numero de animais que cria por ano,pois o mesmo qdo não ganha a titular a faixa quase faz o serviço.Aproveito a oportunidade para desejar Boas Festas e um novo ano repleto de alegrias.

Dr. Achilles de Oliveira Ribeiro Neto


Achilles,

Todos quando escrevem  estão colaborando de uma forma ou de outra. Mesmo nas críticas. Os patrocínadores são abnegados que acham que as coisas devem ser ditas. 

O Figueira do Lago passou a adotar duplicações a partir da letra I, e está em segundo nas estatísticas. Algum valor estas duplicações passaram a ter. O Santa Maria trouxe um reprodutor que cruzado com as filhas de Wild Event duplicariam um égua que possuem em comum... Mas você há de convir que Bal a Bali foi, até o presente momento, o melhor que eles produziram em toda história e coincidentemente ou não, carrega uma importante duplicação.

Atenciosamente
Renato Gameiro

OS REIS DO PEDAÇO


NA PEQUENA ASCOT


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

1988 Kentucky Derby - Winning Colors

1988 Santa Anita Derby

2018.12.16 Motomachi Stakes (JPN) - Indy Champ

Gulfstream Park Carrera 11 (61st Running of The Fort Lauderdale) - 13 de...

THOROUGHBRED DAILY NEWS



PAPO DE BOTEQUIM: É IMPORTANTE DETECTAR

Dizem as linguas que pouco concordam, com minhas opiniões e atitudes, que sou um pouco duro demais com o turfe brasileiro. Talvez seja, mas em defesa de meus posicionamentos  afirmo que a gente só né duro com aquilo que ama. Com os filhos, com sua consciência e principalmente naquilo que acredita como certo. 

Moro fora do Brasil desde 1987, e aqui de fora cheguei a uma conclusão. O Brasil é uma ilha. Uma Ilha que ocupa uma grande parte do território sul-americano. Seja por questões linguisticas, seja por costumes. Nada temos a ver com o resto das populações limítrofes. E agora politicamente, demonstramos isto. Uma guinada para a direita, quando a exceção da Argentina, os demaisvizinhos tendem a se alinhar com a esquerda.

Este "ilhamento" tem seu lado positivo, como igualmente um negativo. E isto é fácil de se ter detectado em nosso turfe. Temos uma forte influência europeia, tanto em genética quanto na forma de se encarar o enquadramento de nossos calendário. Argentina, Peru Chile e guardadas as devidas proporções, Uruguai e Venezuela, são mais alinhados com os Estados Unidos. Tanto em genética quanto na formação de elementos a serem exportados.

Quem está certo? Não sei. Creio até que não exista um certo e um errado. Mas há de se convir, que mesmo para um investidor norte-americano que abre mão de genética em função do que o cavalo especificamente  proporciona em pista, sempre olhará com mais simpatia, primeiro para uma genética que consiga entender e segundo para aquele que lhe pareça mais adaptável ao dirt. Os asiáticos, que são mais abertos, aceitam as duas posições, e por tal,  nos parece hoje o mercado do hemisfério norte, mais compreensível as nossas expectativas.

O La Quebrada, talvez tenha sido o grande impulsionador da genética norte-americana no seio da criação argentina. Aqui acredito que o Santa Maria de Araras tenha sido. Ambos foram e no caso dom último, ainda o é, haras de ponta. Importavam genética melhor alinhada ao dirt. O haras argentino ainda com a vantagem de poder ter Palermo e La Plata. O haras brasileiro, desafiando a grama. Desafiando e a subjugando.

Hoje, as pessoas adquirem um Wild Event ou um Por it Back, cientes que poderão enfrentar mesmo aqueles considerados especialistas na grama. E sabem porque? Pois, além da genética existe algo nela inserida, chamado linha materna e sempre que possível aqui repito, que houve esmero em nossas importações, desde a primeira metade de nosso século passado.

Trouxemos, como disse muitos trombones e tubas para a nossa sinfônica. E sobrevivemos a estas excrescências, graças aos violinos, no caso presente, as éguas importadas no passado. Mas as linhas maternas não podem ser seccionadas por eletricistas de forma constante. Se a filha, a neta e a bisneta o forem, por melhor que tenha sido a importação, morre ali o teor de transmissão de qualidade da mesma. Ela basicamente evapora. Some no universo. E não adianta que a oitava ou nona mãe seja Pretty Polly, Sceptre ou Mumtaz Mahal. Ela inevitavelmente desaparece.

Imaginem o poder de uma Risota, de uma Arumba sendo massacradas pela baixa qualidade de eletricistas. Diminui-se seu poder de ação. Coisa que as Pretty Polys do Santa Maria de Araras conseguiram sobreviver, graças a bem menor inserção dos chamados eletricistas.

Separar o joio do trigo, é olhar uma linha materna e avaliar se ela ainda carrega aquele poder de transmissão. Como disse anteriormente, não adiante ter uma Best in Show, que já foi triturada. Concordo, que ainda possa existir um resquício de qualidade, guardado nas profundezas, mas para ele aflorar é necessário a presença de um regenerador, coisa que não podemos nos furtar de notar, uma grande falta de existência deles por aqui. E mesmo com o regenerador, as vezes é necessário mais de uma geração, para a qualidade emergir de suas profundezas. E como a vida é curta, e o tempo exíguo, a melhor solução será partir para outra.

É importante se tentar detectar a possível validade de transmissão de uma linha materna. Isto poderá lhe poupar tempo e dinheiro. 

HORSES





PONTO CEGO: A SITUAÇÃO ESTÁ PRETA

Um dos pontos que considero cego, dentro da atividade que escolhi para exercer, está intimamente ligada a um tal de bairrismo, sentimento este que ainda teima em existir no turfe brasileiro em que pese sua inútil validade.  Cito, em "teimar em existir", pelo simples fato que com a modernidade, houve com ela uma globalização e esta, por si só, inibe o simples pensamento em que se possa supor sequer diferenças meramente geográficas.

Imaginem se existe hoje um culto a diversidade, onde religião, politica, cor ou sexo, devem ser considerados iguais, por que só a geografia deveria ser diferente? Penso que tanto nacionalismo, quanto bairrismos estão off-broadway.

O Adolpho Smith de Vasconcellos Crippa, comentou este domingo algo que considero importante. Embora exista uma visível diferença no modus vivendi atual de Gávea e Cidade Jardim, os quatro últimos destacáveis corredores em solo brasileiro, Cash do Jaguatere, Halston, Arrocha e Quaerteto de Cordas, demonstraram suas qualidades, dois as exercendo em maior volume em Cidade Jardim e dois na Gávea. Nenhum dos mesmos está ainda exercendo estas suas funções em território nacional. Três foram vendidos e um saiu por conta própria.

O que fica bastante claro, tanto para mim, quanto para o Adolpho, é que no dia a dia, o turfe do elemento médio no Rio de Janeiro nos parece superior. O que isto quer dizer? No modo de ver, seria que se empiricamente que de 10 partos disputados entre elementos de um mesmo nível, disputados, oito carreiras seriam vencidas por sediados na Gávea e dois em Cidade Jardim. Contudo, na mais alta esfera, não haveria esta possível diferença.

E aqui entre nós, esta chamada mais alta esfera, está cada dia mais restrita, a um número exíguo de cavalos.

Nasci e me criei no Rio de Janeiro e consequentemente a Gávea se tornou meu chão. Logo, haveria em mim uma natural preferência, como no inicio houve. Mas a evolução que tive na atividade me fez enxergar a inexistência de fronteiras neste setor, principalmente por ser tratar de uma atividade, onde o dono pode ter nascido em Belo Horizonte, criado seus cavalos em Bagé e os corre no Rio de Janeiro. E seu escritório sede é em São Paulo.

Não quero entrar mais no mérito desta questão. Creio que o turfe atual disputado no Brasil, está cada mais dirigido para os três anos, pois, ali é que são, realmente definidas, as tendência de cada um. O turfe do cavalo mais velho no Brasil, está fadado ao desaparecimento. Não chego a definido como levado a extinção, mas algo perto disto. E num pais que cada vez mais, cria um número menos, que já se mostra exíguo em produção de cavalos de corrida, que pouco importa devido a burras taxas de importação, e exporta seus melhores produtos, hoje para um continente que pouco trará insumos para nosso desenvolvimento internacional, não acredito que a situação sequer esteja num reluzente cinza chumbo. Está preta mesmo!

NA INDIA


NO JAPÃO




domingo, 16 de dezembro de 2018

Il Mercato, Gran Premio Carlos Pellegrini 2018

PAPO DE BOTEQUIM. EU TIRO O MEU CHAPÈU

É uma piada, mas acontece todos os dias na vida real. O cara senta num bar e assiste o jornal Nacional. Nele aparece um pobre coitado tentando o suicídio do alto de um prédio. Vai ou não vai? A loura da mesa ao lado, comenta: Eu acho que ele não vai pular. O cara retruca, vai com certeza, quer apostar? Ela aceita o desafio e o dinheiro é casado. Logo a seguir, o pobre coitado pula e a loura triste por perder seu dinheiro, comenta. Ele repetiu o que tinha feito no Jornal das seis da Globo News.

Pois é, tem gente que vê a coisa acontecer e não se convence que aconteceu, acontecerá, e tudo por uma simples razão. Neste caso é a ordem natural das coisas.

O ano não acabou. Faltam apenas duas semanas e algumas provas de grupo ainda serão disputadas pelo mundo afora. Outrossim, o percentual de 87% de ganhadores de grupo este ano que trazem em seu pedigree pelo menos uma duplicação, não deve ter mudança significativa. muito menos os que trazem duas duplicações, que esta na casa dos 72%. Logo, se negar a aceitar estes percentuais, é o mesmo que perder dinheiro que nem a loura do bar. É claro que no caso dela, existe 0% de chance de mudança. E o caso aqui o percentual seria de 13% ou até de 28%. Mas você em sã consciência acredita nestas odds? Arriscaria seu rico dinheirinho com esta margem de possibilidades?

É final de ano, e a proximidade do Natal, faz a gente ficar mais condescendente. Mas acredito eu que burrice tem um limite. É pegar o dinheiro, como o cara do bar fez, mesmo sendo um ato injusto, pois, ele igualmente tinha assistido à aquela cena na Globo News, é justo. Pois, não importa. Ela, a loura, pediu para seu roubada.

Muitos criadores e proprietários brasileiros pedem para ser roubados. Uns por falta de informação. outros por serem teimosos. Hoje nas estatísticas de criadores que disputam suas provas na Gávea, o nome do Figueira do Lago pode estar causando surpresa a alguns. Segundo colocado a frente de muitos criadores tradicionais, sediados a muito tempo no turfe carioca,. Evidente que a razão de seus bons resultados, é proveniente de muitos outros fatores, tais como mudança de campo, adoção de um sistema de cria e recria, treinamento, seleção de matrizes, porém, o que me chama mais atenção é a forma como tem conduzido seus cruzamentos. Todos dentro da lógica, que tem como base, em que se duplicando o que há de melhor no pedigree, as chances de sucesso tendem a aumentar. E aumentaram, consideravelmente.

Eu acho que se olha para frente, e quando você se propõe a subir uma escada, é para cima que você deve direcionar sua atenção. Mesmo quando não exista ninguém a sua frente. A muito falei desta letra L do Figueira do Lago, que vi no haras ainda pequena. Ela possui em pista quatro ou cinco elementos que podem ser considerados diferenciados. E o mais incrível. de cinco pais distintos. Logo, há de se convir que exista uma grande possibilidade dos cruzamentos serem os responsáveis por esta situação.

Querer nem sempre é poder. Mas no caso presente, seus responsáveis parecem querer, e o melhor de tudo, estão podendo. E depois de décadas de labuta, o simples ato de aceitar que é necessário uma mudarnça radical talvez seja um dos mais difíceis atos para a raça humana. Requer reconhecimento que algo não está funcionando a contendo e muita coragem para enfrentar toda uma situação que era adversa e agora passa a ser desconhecida. Todavia, se é necessário, que seja feita. 

Uns abandonariam a atividade e comprariam um barco. Outros iriam se divertir em Paris, e existiriam aqueles, como a loura burra. que continuariam insistindo, a espera que houvesse uma mudança significativa de algo que parecia selado e lacrado. Contudo, os responsáveis por este estabelecimento de cria simplesmente se negaram a permanecer onde sempre estiveram. Identificaram suas fraquezas, localizaram o que deveria ser mudado e se fortaleceram dentro de atitudes lógicas. E os resultados apareceram. Para isto eu tiro meu chapéu.

ELOGIADO - Gran Premio Félix de Álzaga Unzué (G1) - San Isidro - 15/12/2018

PONTO CEGO: E TEM GENTE QUE ACHA A TAL DA ACLIMATAÇÃO UMA FRESCURA !

Sabem de uma coisa que me irritava profundamente? Era quando alguma coisa ia mal e vó Adelina lembrava: não foi por falta de aviso? Pois é, isto é chato para burro. Pior do que dizer a um amigo que a esposa do mesmo anda frequentando durante as tardes, a casa do vizinho.

Detesto lembrar, algo que avisei, não foi escutado e redundou num grande problema como previra. Mas não foi na realidade por falta de aviso, que deixei claro que via com poucos bons olhos Quarteto de Cordas correr sem estar devidamente aclimatado. Ou será que há algum ser humano, capaz de apostar que ele corre tão pouco?

Eu não acredito, e apostei que em sua segunda corrida, contra adversários bem mais fracos que na Breeders Cup Turf, seu resultado seria ainda pior. E certamente o foi. Sabem porque? Porque já vi este filme. Muitas e muitas vezes. Quando um cavalo é levado ao esforço, quando está ainda em seu período de aclimatação, a ladeira se torna ainda mais íngreme. e ele a desce com a desenvoltura de um Feneme sem freios. Agora pode levar um ano, para voltar ser o que era, se houver muita sorte. Vão castrá-lo e ele há de comer o pão que o diabo amassou.

Sei que tem gente que acha que a aclimatação de um cavalo do hemisfério sul para o norte, é frescura. Hotario Luro, Whittingham e McNelly, não eram da mesma opinião. Muito menos Mandella e Paulinho Lobo. Outrossim, os expertos de almanaque, acham que se trata de uma tremenda de uma frescura. Agora pergunto a aqueles que assim o pensam, um exemplo de cavalo que chegou correu as suas primeiras corridas sem aclimatação que tenha arrebentado com a boca do balão. Desculpem, mas vou sentar, pois, se esperar em pé ficarei cansado.







2017 12 16 12a GP JOAQUIN S DE ANCHORENA G1

A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS: NÃO BRIQUEM COM O GENERAL STUD BOOK

Sempre me posicionei sobre coisas que considero importantes para o desenvolvimento de nosso turfe. E uma das que sempre combati foi a da monta artificial, aquele que quando aqui escrevi, houve gente que se revoltou e pediu por provas. Ora senhores, nós sabemos que certos garanhões, por idade, deficiências diversas, ou até pelo número de éguas que terá que servir, são como assim dizer "ajudados" artificialmente. Eu não concordo por razões que considero lógicas e parece que o General Stud Book é da mesma opinião. E como ele parece ter o poder decisório, todo cuidado me parece pouco.

Sei que sempre que comento algo deste teor, desagrado a muitos. Mas como disse, repito, este tal de politicamente correto é a base da nulidade que se encontram muitas das coisas deste pais. E afinal quem gosta de mim gosta, quem não gosta, não vai ser a partir de agora que vai gostar.

Contudo, lembro que o que mais me chamou a atenção em Lexington, era o fato das montas serem gravadas em video. Logo, se houvesse necessidade de uma futura comprovação, havia onde se recorrer. Não deveríamos proceder de uma mesma forma?

Fico feliz, que o Jose Carlos Fragoso Pires Junior me tenha repassado um alerta de nosso presidente da ABCPCC, sobre este assuntos pois, ele, o assunto não nosso presidente, me preocupa muito.


O problema central : a ABCPCC não pode enfrentar de peito aberto a questão do descredenciamento do Stud Book Brasileiro.

O Stud Book Internacional - General Stud Book , Weatherbys - tem o poder discricionário de não aceitar registros de cavalos produzidos por monta artificial .

Não entro no mérito se é certo ou errado .
A monta artificial pode acarretar o descredenciamento do SBB , que passaria a registrar MESTIÇOS !
Não blefam.
Já fizeram no Peru e no Equador e teriam muito prazer em eliminar o concorrente de melhor custo-benefício do planeta !

Creio que , agora , me fiz entender!

Antonio Quintella

Quintella, eu entendi.