HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

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HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

NOVO RECORDE


PONTO CEGO: DE SOTHEBYS A NEWMAN MARCUS


Não me perguntem o porque. Aliás quero deixar claro pela enézima vez, que não detenho o pode de ter todas as respostas. Simplesmente tento decifrar coisas que para mim parecem enigmas. Um por exemplo é o de certas provas possuirem o dom de projetar futuros reprodutores. Querem um exemplo? A milha do St. James Palace Stakes disputado no não menos famoso meeting de Royal Ascot.

Entre seus vencedores, impressiona-me a participação reprodutiva de cavalos como os espetaculares Kris, Kingmambo, Giants Causeway, Shadarmahal, Frankel  e os medianos Posse, Grand Lodge, Azamour, e Dawn Approach.

Na India, Excellent Art - que para lá se transfeiu em 2013 de forma definitiva em 2013 - desponta, tendo que enfrentar dois consagrados sementais como Multidimensional e Burden of Proof e tem dando amostas, mais do que evidentes, que irá dominar a situação. Trata-se de um filho de Pivotal, que por sua vez, tem provado ser um grande avô materno e agora desponta como um potencial sire of sires, além do grande reprodutor que para mim foi. Pivotal é um exemplo da maleabilidade que vive o turfe moderno. Um sprinter-flyer, capaz de produzir, qualquer tipo de cavalo. Do sprinter ao clássico.

Creio que Kingman e Galileo Gold que vem por ai, tem tudo para se transformarem em reprodutores de exceção.

O que faz uma prova ter esta capacidade, verdadeiramente não sei. Sei apenas que o Derby de epson, em seus idos tempos tinha esta capacidade, num turfe mais voltado as distâncias clássicas. Era uma verdadeira Sothebys. Hoje as meias distância e as milhas principais imperam na estrutura de um turfe que exige mais ressarcimento do que propriamente glórias e talvez por isto a importância do St. James Palace Stakes seja grande. Vivemos a era das newman Marcus. Há quem diga que a prova de Royal Ascot é maior que o Two Thousand Guineas e o Sussex Stakes, na feitura de futuros reprodutores. Eu creio que os que assim pensam, não estão tomados pelo exagêro.

A grande lição a ser tomada como importante, é que o turfe se adequa as necessidades vividas pelo mercado. Que como mercado, tem a semelhança a um camaleão. Toma a forma mais adequada para o momento. Na verdade,  gira em torno da vontade popular e principalmente do anseio da grande maioria.

BOM DIA


THOOUGHBRED DAILY NEWS





DUAS DE BRAMALEA JÁ QUEBRAM UM GALHO SE A IDEIA É A REPRODUÇÃO


HORSES





O QUE VEM POR AI; AUSTRALIA


PAPO DE BOTEQUIM: QUEM AMA NÃO MATA, MUITO MENOS MALTRATA

Fui cobrado por um cliente e amigo, sobre o pessimismo em algumas de minhas ultimas crônicas. Como amigo tem sempre razão, resolvi pensar sobre o assunto e cheguei a algumas conclusões, que aqui repasso.

Sou carioca de nascimento e de coração. Criei-me em Ipanema e desde cedo frequentando o Santo Ignácio, o Maracana, o Salgueiro e a Gavea, fui me formando como ser humano. Se formei-me bem ou mal, é outro problema, mas, pelo menos cresci num Rio de Janeiro, que valia a pena de se viver. Uma cidade maravilhosa, centro da cultura nacional e que atraia o resto do pais e do mundo. 

Outrosssim, depois das Beneditas, dos Garotinhos e dos Cabrais, todos eleitos pelo voto popular, o Rio de Janeiro ruiu como sociedade,  como lazer, em seu futebol e por incrivel que pareça, a Gavea está de pé, e o mesmo não pode ser dito, do Maracanã, como palco de futebol. Vejamos.

Fluminense passa por um desmame, via judicial, por falta de pagamentos de seus profissionais. O Botafogo, talvez esteja passando pelo momento mais critico de sua história. O Vasco, ainda vive a funestra era de Eurico Miranda, na minha opinião, pior do que qualquer crise. Coisa de policia. E o Flamengo, gasta dinheiro a rodo, e continua a não conseguir  resultados, nem a nivel nacional, quanto mais internacional. E a pergunta,  que não pode calar: para onde foram América e Bangu, que um dia já forem grandes?

Logo, dentro da catastrofe que se transformou o Rio de Janeiro, o nosso turfe ainda sobrevive. Aos trancos e barrancos, mas mesmo assim sobrevive. E eu como critico que sou, tenho que admitir, que algo de bom, deve estar acontecendo para que isto seja uma realidade. Assim senhores, da mesma foma que critico, igualmente reconheço quando as coisas de alguma forma, funcionam. Só não tenho a capacidade de resolver os problemas e por isto, nunca me candidatei nem a sindico de prédio.

Somos uma atividade formada e mantida por gente que deu certo fora das dependências do hipódromo. Falo da Gávea, pois, lá foi o meu berço. A entidade, não só sobreviveu a Jânio Quadros, como também ao quadro lamentável atual, que vive a cidade. Assim sendo, existe um amor que não pode ser morto, mas está sendo, visivelmente maltratado. E creio que isto não deveria acontecer.

Temos que eliminar o sentido de exclusão, que na verdade é o pior sentimento que um ser humano ou uma atividade pode ter. Somos excluídos por nossas autoridades governamentais. É hora de berrar e nos fazernos reconhecidos.


HORSES






OS REIS DA PRECOCIDADE


NA NOVA ZELANDIA






segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

WE DELIVER, YOU DECIDE


WE DELIVER
YOU DECIDE

MAGIC MILLION




2018 愛知杯(GIII) エテルナミノル AICHI HAI G3  Eterna Minoru H.Shii

2018 01 14 NIKKEI SHINSHUN HAI 日経新春杯(GII) - 結果速報

2018 01 14 KEISEI HAI 京成杯(GIII) - 結果速報

FT, LAUDERDALE (G 2)STAKES $200,000 1/13/18 - SHINING COPPER !!!

La Canada Stakes (Grade II) 01/13/18

Firenze Fire - 2018 - The Jerome Stakes

Race 4 Singspiel Stakes presented by Longines Ladies Master Collection

Race 5 Al Maktoum Challenge R1 presented by Longines Gents Master Collec...

QUE TAL TRÊS LINHAS DE BRAMALEA?


HORSES




PAPO DE BOTEQUIM: UMA CARACTERISTICA BEM BRASILEIRA


Pelé foi idolatrado. Messi o é também. Porém, não pode ser dito em relação a Maradona e mesmo Neymar. Isto apenas prova que existem duas correntes a ser enfrentadas em uma vida profissional: O desempenho e a imagem. Quando você alinha estas duas características numa mesma direção e esta é positiva, sopa no mel. Porém, se uma delas descamba para a vertente negativa, por exemplo, a imagem, muitas criticas são feitas e nem todas elas são baseadas na qualidade do desempenho. E muito menos todas são honestas.

Isto é um erro. Dizer que Maradona não foi um grande jogador e que Neymar não é estas coisas, é para mim, um exagero. Foram simplesmente grandes jogadores. para muitos com caracteres discutuveis. Cristiano Ronaldo é espetaculoso, Messi introvertido. Neymar moleque, E ninguém será capaz de negar que eles são atualmente os três mais importantes jogadores de futebol em atividade no planeta. Onde quero chegar. Fenômeno tem que ser respeitado, você gostando dele, ou não.  

No turfe brasileiro, muitas pessoas confundem estas duas caracteristicas, principalmente, por causa de quem os possui. O dono nada tem a ver com o atleta. Sempre adotei esta posição, quando analiso e tento criar uma perfil de determinado animal.

Não acredito que adversários devem ser vistos como inimigos. Quem assim o fizer aconselho a procurar um psicanalista, o mais rápido possivel, pois, o complexo de inferioridade deve estar o sufocando. E mesmo nestas disputas, a posição de adversário deveria ficar estrita ao que aconteça na pista. Fora, deveriamos ser uma coisa só. Unidos em função de um turfe melhor.

Não deveriamos nos concentrar em como melhorar nosso turfe? Coisas como a queda das taxas de importação, um acerto internacional de nossas condições sanitarias, uma melhoria na importação de reprodutores, uma pedra única, enfim tantas coisas que poderiam de alguma forma melhorar a nossa situação.

Tem gente que não gosta de mim. Aceito, mas negar coisas que possam ser construtivas e na verdade não ve-las respeitadas, por ser eu a pessoa que defendo, me parece pobre. De espirito e conceitualmente. Mas ao mesmo tempo aumentam as chances daqueles que confiam e levam avante coisas que muitos acreditam ser apenas frescuras.

Outrossim, este não é o objetivo. Você quer ganhar o King George ou o Arco, pois, sabe que lá vai enfrentar o que de melhor existe no mundo. Ganhar estas provas pela ausência do que há de melhor, pata mim, não funciona. É como tomar café com azeite, ou alface com açucar. Não combina.

Da mesma forma que você não deve temer, ir contra suas idéias básicas quando acha que está a frente de algo inusitado. Pois bem, no dia primeiro de Setembro de 2016, publiquei aqui mesmo, algo chamado Tragam de volta o Baccelo. Quase cinco meses depois , no dia 28 de janeiro de 2016, logo a quase dois anos atrás, publiquei aqui um outro artigo chamado Um Novo Fenômno no Horizonte chamado Quanta Carina,  sobre aquilo que visualizei que poderia ser um fenômeno sem precedentes. O alvo era uma égua de cria chamada Quanta Carina, que acabara de produzir a seu terceiro ganhador de prova de grupo e o segundo de graduação máxima, Dolemite. Recentemente, Quanta Carina produziu a seu quarto ganhador de prova de Grupo - este seleciondo por mim para ir direto para os Estados Unidos - e que não indo, por razões alheias à sua vontade, venceria uma prova de graduação dois, mantendo sua invencibilidade de três carreiras. Assim Quanto Carina, acabou se transformando numa das poucas reprodutores a produzir no Brasil, a quatro individuais ganhadores de grupo.

E eis que ontem, chegou a vez de estrear outro filho de Quanto Carina, que com novo nome Black Cello o fez de forma impressionante. Será que ele se tornará o quinto ganhador de grupo deste fenômeno, que quando senti que talvez o fosse, fui alvo de indagações pouco respeitosas?

Sempre acreditei que um raio possa cai no mesmo lugar duas vezes. É uma situação remota, mas pode acontecer. E quando examinei a Flight Time, avisei a aqueles que estariam interessados nele, que se tratava de um potro muito bom, mas que custaria os olhos da cara. Foi o preço recorde da noite, outrossim, nem de perto de quanto eu achava que ele custaria. Fisicamente ele me lembrava demais a Einstein e por isto sugeri que fosse direto para os Estados Unidos.

É muito dificil, uma égua que já produziu a três ganhadores de grupo, vir a produzir seu quarto. Logo, toda cautela deveria ser tomada.Outrossim o potro era ajeitado demais, para se passar em branco. E havia um detalhe a ser levado em conta. Ela tinha produzido até ali, apenas a cinco filhos, sendo tão somente o primeiro a não correr em prados oficiais. No mais, três ganhadores de grupo - sendo dois de graduação máxima - e uma ganhadora, colocada em prova de grupo. Aqui entre nós, isto cheira a fenômeno?

Sei que tem gente que sempre torce contra. São apavorados de presenciar um fenômeno, a não ser que o mesmo seja de sua propriedade- Eu penso de forma distinta. Torço para Black Cello seja o quinto e que os dois produtos seguintes por Adriano, tenham a mesma capacidade corredora de Dolemite.

Se Black Cello confirmar sua estréia com outras atuações do mesmo nivel, quem sabe Quanto Carina será a primeira reprodutora da era das provas de grupo no Brasil, a gerar cinco ganhadores deste tipo de prova. Ai chama-la de fenômeno não causará a ninguém, surpresa alguma. Vocês não acham?









04º GAVEA 14 01 2018

PEGASUS


HORSES




PONTO CEGO: PARA ONDE QUEREMOS IR?

O medo do sucesso é o primeiro passo para o insucesso. Já dizia a nobre e sábia vó Adelina, pois como ela própria imediatamente complementava a seguir, caldo de galinha, mal não há de fazer, porém forte não o fará. O que ela queria dizer com isto, é que excesso de cautela, não o leva a grandes voôs.

Sonhar grande é diferente de extrapolar seus desejos. Sonhar grande, é pensar que se pode ganhar o King George, mesmo com um cavalo criado no Brasil. Extrapolar seus desejos, é imaginar que você irá morar em Marte, ou que a dona Dilma de um hora para outra vai dizer coisa com coisa. Sempre tive como meta, só selecionar um cavalo que pudesse levar meus clientes aos picaros do sucesso, mesmo sabendo que alguns deles teriam que se contentar com o páreo da segunda feira, pois como sempre pensei, em se tratando de cavalos de corrida, bonitos quase todos são, bons poucos serão. Logo pensar pequeno, pode até funcionar, outrossim, numa muito menor escala do que pensar grande.

Tivemos por alguns anos, o TNT por aqui, que praticamente ajudei a formar e penso que pelo menos contribui em aguçar ainda mais, a mentalidade de pensar grande que sempre existiu em seu proprietário, o Gonçalo Borges Torrealba.  Este estabelecimento de cria, foi para mim, aquele que tentou subir mais alto na escala de trazer genética de primeiro mundo para nossa criação. Royal Academy e Elusive Quality, são em minha opinião dois exemplos claros sobre isto. Custaram quantias bem acima do plauzível, dentro dos padrões de cautela e do que o mercado brasileiro poderia devolver em temos de resultados financeiros. Houve erros, como Our Emblem e outros, mas não se pode acertar sempre.

Se ele soube exploar ou não o potencial genético que teve em suas mãos, não cabe a mim discutir. O fato dele tornar possivel o acesso a estes dois cavalos, me paece o mais importante de tudo. Por razões, que não cabem a ser discutidas, este estabelecimento de cria foi fechado e o TNT migrou para o centro da criação mundial, o Estado de Kentucky. Lá seu proprietaio adquiriu uma fazendo de forte calibre, que não vinha andando bem com as próprias pernas e ele estabilizou algo, que pode dar certo ou não. Para mim, não importa. O que importa é que um sonho maior foi galgado.

Parte do projeto Gun Runner, às vesperas de uma disputa no final do mês, de um tal de Pegasus com bolsa de US$17,000,000 - a mais bem dotada careira do universo - é um outro voô, que na minha opinião, que já era grande, e ainda poderá se tornar maior. E este para mim deveria ser o espirito. O de pensar grande e ter a paciência de esperar pelas respostas que o próprio mercado há de dar. Coisas bem feitas tendem a receber boas respostas.

Amigos, o turfe brasileiro precisa de uma chaqualhada. E complemento, das grandes, pois, o marasmo em que vivemos está formando um rodamoinho, que tenderá a nos dragar ao fundo, se não abrirmos os olhos e agirmos rápido. Uma decisão terá que ser imeditamente tomada. Todavia, o passo inicial e determinar para onde queemos ir? Ai monidos de um mapa e de uma bussula, pensar grande e iniciar a caminhada. 

Desculpem os mais cautelosos e conservadores, mas nada vale ficar se lamuriando com a situação e nada fazer para muda-la. Por sua vez, achar que tudo possa estar as mil maravilhas, pois, se está ganhando, numa competitividade inexistênte, não me parece lúcido, e muito menos ludico, pois, existem, na vida, coisas mais fáceis ainda de se atingir e menos custosas para o bolso.

Volto a me desculpa pela franqueza, porém, ainda não senti uma meta dentro do que se está se fazendo no turfe brasileiro. Pode ser que exista esta meta, e eu é que não tenha sacado. Quem souber, por favor me esclareça.

O QUE VEM POR AI


HORSES




NO JAPÃO



domingo, 14 de janeiro de 2018