HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

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HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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segunda-feira, 23 de abril de 2018

QUEM GANHA O KENTUCKY DERBY?

Veja as corridas que se seguem 
e tirem as suas próprias opiniões

Vino Rosso - 2018 - Wood Memorial presented by NYRA Bets

Keeneland 2018 Toyota Blue Grass (G2)

Santa Anita Derby 2018

Florida Derby 2018

ARKANSAS DERBY 2018

San Juan Capistrano Stakes (Grade III)

MOMENTO


A FEBRE DE SE CORER O DERBY


SEASONS


INGLIS


HORSES





PAPO DE BOTEQUIM: O CULTO AO ADVERSÁRIO

Li numa coluna antiga de Nelson Rodrigues que as pessoas babavam como bovinos ao ouvir o simples bom dia na voz de Jean Paul Sartre quando de sua entrevista no Brasil. Nunca dei muita bola para Jean Paul Sartre. Na realidade acho que muito o que disse, de pouca ou nenhuma valia. Ele me lembrava muito os arautos de hoje da esquerda caviar, festiva e inoperante brasileira. Porém em um de seus ditos existe uma grande verdade: em um jogo de futebol tudo se complica devido a presença de um time contrário.

Pois é, no turfe a complicação é ainda maior, principalmente quando de vez em quando pinta um Frankel ou uma Winx, que são mais do que apenas meros adversários. São muralhas consideradas intransponíveis. Minha pergunta passa a ser, isto atrai publico ou cria um desinteresse pelo evento?

Eu acho que herói sempre ajuda. Muita gente no Brasil passou a acompanhar a Fomula 1, o tennis, o voley e hoje até o surf, pelos heróis nacionais criados por estas atividades. Vou mais longe, só depois de 1950, é que o futebol - hoje uma febre nacional - passou a ter mais publico que o turfe no Brasil. Logo, não acho que o herói, aquele que domina, seja um "afastador" de interesses. Pois, me custa crer que alguém não queira participar, ou pelo menos assistir a um momento histórico.

O que afasta o interesse em qualquer atividade, é se tentar fabricar o herói. Pois, tão logo, a farsa é descoberta, os pés de barro, sucumbem. Evidente que o adversário que domina, tende a diminuir a competitividade em qualquer arena. Isto é o que no esporte norte-americano tenta se evitar, ajudando-se anualmente os times menos favorecidos. Mas um Michael Jordan ou um Joe Montana, deteminam dominâncias, pois, esta é a lei natural das coisas. O melhor tende a sobresair.

No turfe, a idéia básica é ganhar. E é isto que Winx, Black Caviar, Zenyatta, Frankel, Zarkava, Sea the Stars, Ribot, Nearco, Cigar, Sea-Bird, Invasor, tentaram fazer, a cada vez que colocaram seus cascos numa pista. Uns com absoluto sucesso. Outros com uma pouca menor dose de sucesso. Mas todos dotados de uma indiscutivel dominância.

Por isto o turfe é tão emocionante. Não é a força do dinheiro que sempre impera. Ela ajuda, mas penso ser a competência o seu maior aliado, quando este sucesso é atingido.

Quem no Brasil, apresentou esta competência em pista? Depende do gosto de cada um. Itajara. Much Better. Bal a Bali, Boticão de Ouro, Emerald Hill? Com certeza todos estes apresentaram, mas da mesma forma que qualquer time não pode apenas depender do craque, na criação de cavalos de corrida, há de se depender de um grande número que não foram craques em pista, mas que demonstraram aquela mesma vontade de vencer.

Para mim, este é o maior dom que um cavalo de corrida pode ter. A sua vontade de vencer. Uns o conseguem pois, tem as aptidões para fazê-lo. Outros não, mas mesmo assim tentam, e vendem caro suas derrotas. Creio que Clackson talvez seja um dos maiores exemplos disto no turfe nacional. Outro, Sabinus, Outrossim, muitas vezes você conta com tudo, e tem o infortunio de encontrar pela frente um adversário que tem ainda algo a mais. Gosta também de vencer e ainda tem mais competência. Mas tanto vencedo como vencido, dependem um do outo. O que seria de Alydar e Easy Goer, se não tivessem nascido nos mesmos anos de Affirmed e Sunday Silence? 

Eu acho que isto acontece em todas as atividades. o que seria do Internacional e do Atlético Mineiro, se não houvessem o Grêmio e o Cruzeiro? Ou de Senna, sem Prost? Ou Jordan sem Magic Johnson? Ou Borg, sem McEnroe? Um faz o outro,

Nosso último herói foi Bal a Bali. Pena que ele não tenha nascido no mesmo ano de Pico Central. Imaginem estes dois disputando uma milha numa grama sequinha? Infelizmente ainda não somos capazes de produzir constantemente heróis. E quando o fazemos, não é sempre que eles veem numa mesma época.

Logo, temos que ter muita inventiva para manter acesa o interesse do publico apostador. Os norte-americanos dão aulas neste setor. A road fo the Derby, é um exemplo disto. Sendo elas constituídas ou não de grandes cavalos, eles fomentam um interesse anormal entre o publico. principalmente o televisivo. Vivo cercado de russos por todos os lados. O russo não preza o turfe, outrossim a partir de Março passam a se ligar no Kentucky Derby. E não são poucos os vizinhos que vem a mim, para saber quem tem chance na prova.

As classificatórias para as Breeders Cup são fatores igualmente positivos. Não deveriamos criar trilhas parecidas, na tentativa de incitar a curiosidade de uma população que ainda acha que o turfe é um hobby de meia dúzia de riquinhos? Deveriamos criar uma forma para sermos sempre noticia em programas como o Fantático. Temos que trazer os grandes jogadores de futebol, artistas e cantores para nosso convívio. Imaginem, que não apenas o Guerrero, mas também o Hulk, a Anita e o Faustão com cavalos correndo na Gávea? Que atenção isto criaria em nossa atividade?

Evidentemente que nomes como estes, pela força de suas presenças e investimento, constituiriam-se em grandes adversários. E daí? A atividade ganharia e aquele que dela paticipasse também. Por isto mesmo, cultuo o adversário e continuo achando o Sartre um bolha...


HORSES





A CAMINHO DO KENTUCKY DERBY



PONTO CEGO: HORA DE LEVANTAR O BALDE.


Das bebidas alcoólicas aos refrigerantes. Dos chás aos diversos tipos de cafés, existem gostos a serem apurados. Porém, de uma coisa tenho plena certeza, á agua é básica e insubstituível. O mesmo aplica-se a mim, em termos de cavalos de corrida. O cavalo brasileiro para mim, é básico.

Você não pode se aventurar a sair pelo mundo comprando cavalos de corrida, a torta e a direita, se não dominar plenamente o conhecimento do cavalo de corrida de seu próprio pais. Não há mistério. O cavalo daqui ou de acolá, tem um desenho, e este desenho, como a aerodinâmica de um fórmula um, é o que você tem que estudar, entender e dominar. Isto acoplado ao pleno discenimento da genética, completam o circuito.

Comprei apenas douas potrancas, que ora estão com três anos de idade, para correr no Estados Unidos. Embora aqui seja outro ball-game, ambas já estrearam. Jurere do Stud Coloado, em Aqueduct, foi segundo na estréia, e a seguir foi segunda novamente e quarta a seguir. Vai ganhar logo. Zusha, do Red Rafa estreou em Santa Anita com uma segunda colocação e já na corrida seguinte veio a ganhar. Guardadas as devidas vênias, ambas fazem parte de projetos que não vão deixar cair a peteca. Nenhuma custou um assombro de dinheiro e creio que estarão no lucro, ao findar de suas campanhas.

No Brasil, evidentemente que temos que sonhar com vôos mais altos. Não é uma posição otimista. É sim a realista. Ter cavalo no Brasil, - no meu modo de ver - é para ser protagonista no patamar mais alto de disputa e se possível ter em suas mãos algo exportável. Independentemente do preço gasto na aquisição.

Não tem um ano que seja, que eu não tinha tido o privilégio de estar profissionalmente atado a um ganhador de grupo. E olha que meu universo de compra, numericamente, não chega a dois digitos em termos anuais. Mas como diria o Simonal para ter fon-fon trabalhei, trabalhei.

O ritmo atual do mercado brasileiro, me faz crer que num curto espaço de tempo tenha que vender pizzas para sobreviver. Não importa, se isto acontecer, creiam, foi muito bom enquanto durou. Aventuras inesqueciveis, em continentes distintos, com a participação da Rainha e dos Sheikhs, enfim, muito a contar para os netos, que infelizmente não tenho. Outrossim, sempre haverá alguém que se interesse em ouvir.

Não há nem mistério nem sorte de se adquirir a um bom cavalo de corrida. Há de se ter conhecimento, imaginação e muita perseverança. E acima de tudo a crensa, que o bom cavalo de corrida pode vir de qualquer lugar e ter como dono, eu, você ou quem quer que seja. Sei que quando defendo estes conceitos estou legislando em causa própria. Para muitos o turfe é apenas um prazer. Para mim, a razão de minha sobrevivêmcia. E me lembro sempre daquela piada, do cara que teve a sua calça presa na arquibancada do circo e ao ver todos correrem pois, o leão havia fugido de sua jaula, apelou, senta que o leão é manso!

Amigos, inimigos e neutros, o leão não é manso, mas não está tão faminto a ponto de o devorar. A crise é grande em todos os setores: palco, bastidores e platéia. O Brasil, já chegou ao fundo do poço, e  não acabou. Nem vai acabar, como Hiroshima e Nagasaki, não conseguiam extinguir o Japão. Logo, não vamos ser devorados, nem pelo leão, nem pelo PT. Agora cabe a nós tentar levantar o balde. Chuta-lo, só irá piorar a situação.

EM SANTA ANITA


NA ALEMANHA


NA IRLANDA


EM CHARLESTOWN


OS MARINHEIROS DE PRIMEIRA VIAGEM


NO JAPÃO

É com imensa satisfação que vejo uma reprodutora brasileira, ganhadora de grupo 1 na África do Sul, e descendente de um potranca por nós selecionada nos Estados Unidos, para o haras Santa Ana do Rio Grande, brilhar no Japão.

Satono Walkure, é uma Deep Impact, mas sua mãe e sua vó, genuinamente brasileiras. Indian Blossom, por nós selecionada, era uma Fred Astaire, numa não corrida por Diplomat Way cuja linha materna é considerada de pouco objetividade 20. Com estes atributos, há de se convir que ela deveria ser dono de um fisico sobrenatural. E era, tanto que foi adquirida por um haras que visava primeiramente o fortlecimento de suas lides, mas que sabia visualizar a oportunidade de se reforçar ainda mais na áea do treinamento.

Indian Blossom venceu sete carreiras, sendo sua pincipal participação, a segunda colocação no OSAF (Gr.1). Como a grande maioria de potrancas que selecionei para o Stud TNT e Estrela Energia, que na época não pensavam em criar, um bom elemento em pista, pode vir a se tonar excelente no breeding-shed. Foi o que aconteceu no TNT e depois no Estrela Energia. Porém, no caso de  Indian Bloomsom, foi estabelecido, acredito eu, um importante veio internacional.





domingo, 22 de abril de 2018

A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS: UM ALIVIO, PIOR NÃO PODERÁ FICAR

Caro Renato , 
mais uma vez vc não quer polemizar mais está na sua índole vc querer isto , vc quer  ver se vai melhorar as coisas , acho eu que vai piorar , como pode faz dois dias que vejo leilões e fiquei muito triste , o de hoje foi melhor porque??????????????? É o pessoal das pencas , “rola “ mais dinheiro que nos hipódromos oficiais . Sua ideia de um leilão anual é maravilhosa de 2/3 dias , em Porto Alegre , sabe quantas vezes vai acontecer nunca , por milhões de motivos bem conhecido por vc , não vou externar . Mais uma vez  vou polemizar consigo , vc insiste que estamos criando muito bem , mais não se traduz em qualidade , onde isso nos leva????????????????? Entendo seu lado profissional , e a coerência ????????????????

Abçs;
Claudio Pragana

Claudio,

Vivemos uma etapa dificil em nossas vidas. Refiro-me a nós brasileiros, independentemente de morarmos em Hallandale Beach ou Recife. Concodo com você, é torturante assistir aos leilões e ver que todo um trabalho - que é criar um cavalo de corrida - resumir-se nas migalhas que são oferecidas, pelo poucos abnegados que não desistem de ser proprietarios.

Volto a repetir. Estamos criando cavalos de corrida que fisicamente nada devem ao similar do hemisfério norte. Não temos a genética apurada deles, mas temos o capricho de nossos profissionais. Bagé,que tomo como exemplo, faz o queixo cair de qualquer investidor do exterior que a visite. Sei que transforma-la em uma nova Lexington, é dificil, pelo menos a curto e médio prazo, mas tornar nossos leilões parecidos com os de Keeneland, acredito que nem tanto. basta acreditar-mos que as coisas não acontecem nos Estados Unidos, apenas por obra e acaso do Espiito Santo. 

Mas como fazer isto de vivemos um caos social? No mundo da politica, temos pelo menos oito candidatos a presidência da nossa republica, com mais de 160 acusações, sobre os mesmos, a maioria por corrupção. Perguntaria eu? Que pais é este? Temos uma senadora de um importante estado da federação tentando se comunicar com o mundo árabe. Será que ela se sente no mesmo patamar de Gertrude Bell, a rainha do Deserto do inicio do século passado? Acho que não. Temos ex-governadores, um ex-presidente e grandes homens de negócios presos ou cumprindo tempo de prisão. Falta tornozelera eletrônica no mercado. Poderemos achar isto normal?

A idéia que na verdade não é minha, - e de um consenso - de se tentar organizar as vendas de cavalos de corrida no Brasil, no modelo em que elas são desenvolvidas nos mais adiantados centros do turfe, pode nunca se verificar. Existe muita inveja e defesa de interesses pessoais. O que não me parece até admissivel em uma atividade que naufraga a olhos vistos. Mas pelo menos tem que ser discutida e tentada. O impossível me parece possível. Tem que alguém abraçar a bandeira e provar que as coisas podem mudar. Ou será que Hiroshima e Nagazaki, acabaram definitivamente com o Japão? Desculpe meu otimismo, porém de uma coisa tenha certeza: pior não poderá ficar.

Greenham Stakes

O QUE ACONTECEU SABADO NOS ESTADOS UNIDOS




MOMENTO


THOROUGHBRED DAILY NEWS



HORSES





PAPO DE BOTEQUIM: NÃO APANHAR PARA EVITAR UMA QUEDA

Tento fazer do Papo de Botequim, um verdadeiro papo em um botequim. Despretencioso e acima de tudo, participativo. Outro dia comentei que sempre detestei filmes com sequências. Mas assiti, além do Poderoso Chefão, parte da sequência de Rock. Um filme idiota, mas que tinha como principal significado, frases que tentavam levantar a moral daquele que assitia. Diga-se de passagem que muitas destas frases, para pessoas mediamente desenvolvidas mentalmente. Outrossim, que funcionavam. Uma destas frases, não me lembro em que filme, se o quarto ou o quinto, dizia: não é importante quanto você bate mas sim quanto você aguenta apanhar.

Abro um parênteses.Vó Adelina dizia coisa parecida: o importante não é o número de vezes que você cai, mas sim o número de vezes que se levanta. Outrossim, como Silvester Stallone provou ser mais bem sucedido que vó Adelina, vamos nos manter nos chinelos dele. Fecho o parênteses certo que a melhor solução é não apanhar para assim evitar uma queda.

Escrever um blog, não é propriamente padecer num paraíso, como é atribuido as mães, mas diria que se apanha muito e você se quizer mante-lo de pé, tem que aguentar o tranco. Você escreve lé, e alguns entendem cré. Você cria uma suposição e imediatamente uma grande leva entende que você afirma e jura de pés juntos, que aquilo foi por você lavrado em ata. E somado a isto existem os erros natuais que você comete, inerentes a lapsos de memória e mesmo desconhecimento de causa. Por isto, tendo a me manter em meu lugar, e não aventurar-me a vôos maiores, onde tenho que ainda tatear para tentar chegar a lugar algum.

Amigos, inimigos e neutros, nada no turfe pode ser levado ao pé da letra. Muita coisa é suposição. E em sua grande maioria, opinião. Quanto mais na criação de cavalos de corrida, que depende quase que única e exclusivamente de uma tal de genética. Você supõe, acredita que possa ser aquilo, mas não há viva alma que possa lhe garantir que aquilo seja realmente a verdade.

Você investe pesado num Galileo, é supõe que possa estar certo. Eu diria que comprando um Galileo, você estará no máximo aumentando as suas chances de estar certo, mas isto de maneira alguma lhe garante que esteja, pois, existem também Galileos, que correm pouco. E estes como os Duke of Marmalades são pura perda de tempo.

Eu penso e transmito a quem quizer ouvir, que o bom cavalo pode vir de qualquer lugar e ser filho de quem quer que seja. Outrossim, existem maiores possibilidades, por exemplo, se eles forem criados em um bom haras de Bagé, e for filho, por de um Wild Event.

Não creio que o pedigree seja tudo na vida de um cavalo. Porém, acredito que ele é peça importante no sucesso da maioria deles. Assim, como o físico e também a forma como foi ele criado. 

Pico Central tinha maus curvilhões, e corria para burro! Se sua alma estava aparente ou não, não interessa. Quem o comprou tem todos os méritos, pois, nele viu alguma qualidade que passou a desapercebido de outros. Much Better era um Baynoun em mãe Brac e de maneira alguma isto o prejudicou como cavalo de corrida. E Bal a Bali, era número quarenta e poucos, numa venda, onde geralmente estão nos 20 primeros lotes, os animais mais cobiçados pelo mercado compador e até na crensa de seus vendedores. Logo, passou a desapercebido para muitos.

Não há uma regra geral para se cometer menos erros. Erros acontecem, e simplesmente são impossíveis de serem evitados. Há sim um senso de lógica que cada um guarda para si e tenta aplica-lo na seleção de um potro para correr. E a lógica diz, que se você errar menos, terá a chance de acertar mais. Quizera eu ter uma bola de cristal para definir minhas escolhas...

Todos nós ansiamos pelo BBB, não o Big Brother Brasil, mas sim o Bom, Bonito e Barato. Eu vou mais longe. O bom nunca é caro, pois, ele dá retorno. Mas você tem que fazer o seu dever de casa e ter coragem de colocar seu pescoço de fora, na hora de selecionar aqueles que mais lhe agradaram. E assima de tudo, apanhar, resistir e preferencialmente não cair ...

HORSES





PONTO CEGO: MENOS SEMPRE SERÁ MAIS

Tenho os meus heróis. Quando eu ainda engatinhava aqui nos Estados Unidos, o Forty Niner de San Francisco dominava o futebol norte-americano e dois nomes me chamavam imediatamente a atenção: o treinador (coach) Bill Walsh e o quarterbeck, Joe Montana.

Li o livro dos dois, e no de Bill Walsh, uma frase sua, me marcou sobremaneira. Ele que se aposentou ao conseguir seu terceito superball, deixou lavrado oficialmente que um treinador tinha uma vida útil de dez anos. Depois disto haveria uma queda natural e aquele que quizesse se manter, o estava fazendo por si, não pelo bem da agremiação que dirigia.

Porque isto me impressionou? Porque me alertou que se você quizer se manter no jogo, como protagonista, haverá uma necessidade imperiosa de reciclagem. E principalmente no turfe, onde performances e genética, mudam conforme a direção e a intensidade dos ventos.

Reviso meus conceitos quase que semanalmente tendo em mãos os resultados das provas de grupo. Faço isto no Brasil desde 1974 e no mundo a partir de 1990. Contudo, para o efeito do dia em que vivemos, o que vale são na verdade os últimos oito anos, isto é, quando aqueles que nasceram - por exemplo em 2009 - já completaram o ciclo de seus primeiros cinco anos em pista. Ai da para se tirar um pefil da situação.

Vivemos atualmente a era de Galileo, Tapit e , como as existentes anteiomente de Sadlers wells, Sunday Silence, Southern Halo, Danehill, Ghadeer e tantos outros no mundo que por assim dizer "dominaram" seus respectivos mercados. Alguns seguiram pela transmissão linear, outros passaram a reger um lugar de não tanta importância em termos de linhas altas, mas de significativa eficácia nos quadrantes inferiores. E a vida continuou para todos. Da mesma forma que espero, que a vida continue para mim.

Quando Desejado Thunder entrou para reprodução, cobeturas suas foram doadas, pois, pouco interesse havia em adquiri-las. Eu cobri quatro éguas com ele. Ai veio a liquidação do Alvaenga e o Ponta Porã adquiriu Desejado Thunder em 15 prestações de 5,000 reais. O Ponta Porã parece que adotou uma venda total de plantel, que pode até ser apenas uma oferta, e por quanto sairia Desejado Thunder?

O proposto, lance inicial de 10,000 reais em 15 prestações foi confirmado. O que em outras palavras, já dobrava o de aquisição,  mesmo levando-se em conta o envelhecimento do reprodtor em alguns anos, mas com uma coerente valorização pelo que ele apresentou até aqui em pista.

Ai chegamos ao preço final considerado base de 13,500 de parcela e o aviso que para um cliente da agência que organizou a venda. Base, porque ele foi verificado antes de sua entrada definitiva no leilão. estes lances presupoem-se descontos na hora da aquisição final assim como brindes e coberturas do reprodutor. Agora pergunto, como explicar isto para um investidor estrangeiro?

Confesso que somos por demais inventivos, mas as vezes esquecemos do básico: menos sempre será mais.


OBS



HORSES





HORSES