HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS REGINA

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

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HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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ONDE A VELOCIDADE IMPERA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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sábado, 25 de março de 2017

SAUDADES DO ST. RITA - 001






Parana







2010 Dubai World Cup

Curlin. 2008 Dubai World Cup

DUBAI WORLD CUP 1998 - Silver Charm

DUBAI WORLD CUP 1997

Dubai World Cup 2001 - Captain Steve

PAPO DE BOTEQUIM: DE PASMO A ASSOMBRADO

Juro a vocês que fiquei pasmo e assombrado com a negatividade que hoje vive o criador e proprietario de cavalo de corrida do Oiapoque ao Chui. Se bem que só tenha passado no Rio de Janeiro, no Paraná e em Bagé, acredito que nas demais localidades o estado de espirito tende a ser o mesmo. Ou quase o mesmo. E tenho que concordar que eles assoberbados de razão. E então puz-me a pensar. Porque o turfe no Brasil não deu certo? 

Esta é uma atividade disputada a socos e tiros, quando há possibilidade em qualquer parte do mundo de explora-la, aqui é deficitária. Na Colômbia e no Brasil perde-se dinheiro. Tanto assim que na Colômbia fecharam-se os hipódromos. No Brasil, um de nossos principais, só esteve ativado porque os proprietários se assujeitaram a correr sem ganhar prêmios. Logo são estes proprietarios heróis, ou expectadores passivos da situação? Felizmente creio que os 161 votos a favor de uma mudança, contra 120 a favor da manutenção, determinam que não. Pelo menos isto!  Tudo pode acontecer na Amérioca do Sul. palermo há um tempo esteve para fechar. Hoje não mais uma empresa publica, está nadando de braçada.Maronas esteve fechado por quase uma década, mas voltou forte e existe mais profissional e proprietarios brasileiros, indo para lá, do que uruguaios vindo para cá.

Assombro-me com a passividade. E ela começa na formação de nosso plantel. Que as grandes organizações de reprodutores no hemisfério norte se aproventem de nosso deconhecimento e total falta de imaginação, eu até aceito. O que não aceito é nosso desconhecimento e falta de imaginação. E ai me vem um outro pensamento. Se o Brasil, não deu certo, porque o nosso turfe viria a dar? Respondo no final. Primeiro analisemos o Brasil, que foi descoberto na mesma época dos Estados Unidos.

Creio que a teoria de Darwin, que me impressionou bastante quando adolescente, tenha tomado força, quando este esteve no Brasil. Que me desculpem os macacos, mas está na cara que na visão do grande cientista pelo menos os brasileiros deles, pareciam descender. Vejamos porque?

Quandp o Brasil se emancipou definitivamente de Portugal, houveram nos Estados Unidos liberais que temeram pela liderança nas Américas. Afinal, tinhamos um território maior que o deles, nesta época, e principalmente a tendência subserviente de aceitar o dominio de uma grande potência que resolvesse nos encampar. Fossem eles, holandeses, franceses ou ingleses. Evidente que os norte-americanos, um povo nascido da luta, tinha medo que os inglêses aqui acampassem, e tudo aquilo que o Estados Unidos tinha em mente, não iria se verificar.



Eles sabiam do perigo que era o império britânico quando foram, por alguns anos, um de seus satelites, assim como o Canadá, a India, a Africa do Sul, a Australia, e quase 2/3 do planeta, além da quase totalidade dos oceanos. E sairam conquistando terras em forma de guerras contra inleses, espanhois e mexicanos e comprando outras, da Russia, usando a força financeira que tinham. E depois da conquista de parte do Caribe, e a anexão do Alasca, da Florida, de Nova Orleans e o Texas, dobraram em tamanho, uniram-se em um só estado, mas só se tornaram o pais que são depois de sua guerra civil, em 1861.

Nós, por sua vez, fomos descobertos graças a uma calmaria. Viramos um corte graças a um rei fujão, passamos de nada a monarquia num acerto de pai para filho, apresntado nas escolas, como um grito heróico, que até hoje é parte das controversias. Viramos republica, encaixotando  monarquia e a mandando direto para a Europa, sem precisar gastar 200 gramas de pólvora e enquanto ganhavamos o Acre, perdiamos o Uruguay, o que não me pareceu uma troca das melhores.

Os anos se passaram e estabilizamos uma politica café com leite. Voltamos a ser alvo dos anseios expancionistas norte-americanos, so quem forma de “ajuda”. Inicialmente vieram a missão Rockefeller, a  seguir a negociação de nossa entrada na segunda guerra mundial trocdos por 40,000 milhões de dolares depejados por Rooseveldt, que financiaram as obras de Volta Redonda. Com a queda de Hitler, Mussuline e Hiroito, a Inglaterra é que passou a ser um satélite norte-americano e o Brasil, uma “parceiro comercial” sem direito a lucro, apenas na divisão das despesas.

Desculpem completo este ano 67 anos. Os amigos que fiz, fiz. Os que não fiz, dificilmente os farei e o principal a cada dia o número de gente que se encrespa com o que eu escrevo, se torna maior. Porque? Pelo simples fato de recusar-me - ou por teimosia ou por formação moral - a dizer o que as pessoas sonham em ouvir e manter o velho hábito de dizer o que elas deveriam ouvir, Tornei-me um cético a partor dos nove anos de idade e cada vez amava mais meus cachorros, quanto mais conhecia a raça humana. Mas o que isto tem haver com nosso turfe? Tudo!!!!

Somos ainda o pais dos garanhões de listas. Listas recusadas pela Australia, Africa do Sul, India, Argentina e Chile. Cito apenas estes cinco paises, pois, são paises que tem hoje entre seus lideres de estatísticas por prêmios ganhos, reprodutores de origem nacional, formados encima de antigas e bem urdidas importações. Ai eu pergunto o que fizemos, quando para aqui trazíamos cavalos para servir, com certa expressão? Nada. Não fixamos nossas tribos. E caímos no marasmo e na lei do menor esforço. Recebemos a lista dos negados, evidentemente regados a “pompas e circunstâncias”, perdemos mais um ano e nos mantemos como um pais onde alguém tem que ganhar.

Por isto quando aparece uma No Regrets, uma Daffy Girl, um Much Better, um Bal a Bali, um Itajara, e uma Immensity, nos extasiamos, como um criança em sua primeira visita a Disneyworld.

Mas mesmo assim não me conformo. Aliás, o incoformismo é parte de meu carácter. O Brasil não deu certo pela classe politica que temos. O turfe não deu certo, porque mesmo sendo formado de brilhantes porfissionais liberais, baqueiros, industriais e comerciantes, ninguém parace querer se unir, para tocar o barco para frente, mudando o rumo dos acontecimentos. Dá trabalho? Evidente que sim, mas tem recompensa, bem ai a frente.


Sei que pouco ganho em apontar para estas nossas falhas crônicas. mas se, por um milagre divino, uma meia duzia de jovens escute, estarei recompensado. Amigos, tornei-me agente, por o que agiam na época na comercialização dos cavalos de corrida - a maioria ainda vivos e ativos - me fizeram pensar que para errar como erravam, era pelo menos mais barato que eu o fizesse, ciente do que estava fazendo. Nos erros, poderia apreender. Eles, nunca.

Examinei quase 800 potros. A grande maioria que vai a venda em Junho e me dei ao luxo de meter o bedelho também, naqueles que vou enfrentar, pois, aprendi que a melhor maneira de se trilhar seu caminho para o winners circle, é primeiramente conhecer quem serão seus adversários. Sei que não é mais hora para deblaterar pelo leite derramado Ele se foi pelo ralo, Mas a vaca continua viva e ela pode nos dar um novo horizonte. isento de assombros e lamentações. Depende apenas de nós.

Estou como vocês a procura de um novo champion. Deus premiou-me com um punhado deles, que me orgulho de apresentar num anuncio. Nenhum comprado por sequer baixos seis digitos em dolar, Evidente que errei, como todos, mas pelo menos acertei mais. E quem pode se vangloriar-se de ter acertado? Digo, ter pelo menos corrido provas como um King George, uma Dubai Cup, um Santa Anita Handicap, mais de uma Breeders Cup e assim vai. E porque não correram? Não acreditaram ser possível com o material que dispunhem? Garanto a vocês que,  e está provado que não se trata de convesa de mercador.

Examinei uma potrada acima da média fisica mundial. Alguns, extraordinãrios. Sei que posso perder dos feios, dos reservados e daqueles que simplesmente não vi. Mas sei também, que se tive a sorte de selecionar champions, o fiz por saber a diferença do extraordinário, do muito bom e deste para as categorias inferiores, Desculpem a mim por ser compulssivo e obcessivo, mas se você quer chegar a lugar algum, com cavalos de corrida, e daí partir para o mais dificil, que é ficar lá, desconheço outra forma.


Termino aqui, o resumo desta minha viagem, com uma certeza: o proprietario brasileiro que não sonhar em ganhar ou criar um elemento que pelo menos dispute uma destas provas internacionais que citei acima, está na atividade errada. E fico pasmo e assombrado em ver que não são poucos, E o pior: cada dia, o número cresce...


THOROUGHBRED DAILY NEWS






O QUE VEM POR AI: HOJE É DIA DE DUBAI CUP









sexta-feira, 24 de março de 2017

2012 Dubai World Cup - Monterosso

DWC 2016 Race 9 Dubai World Cup Sponsored By Emirates Airline

Race 9 - Dubai World Cup Sponsored By Emirates Airline

2015 Dubai World Cup Sponsored By Emirates Airline (Group I)

2004 Dubai World Cup - Pleasantly Perfect

A CADA ANO UM ELEMENTO DE ALTA CLASSE

NÃO QUERO AQUI,
ME ATER A OUTROS CHAMPIONS COMO
MUCH BETTER, DA HOSS, CARA RAFAELA,
GLORIA DE CAMPEÃO, LITTLE BABY BEAR, INDIAN HOPE
E ATÉ A MINHA INSQUECIVEL BABY VICTORY.
ELAS SÃO PASSADO E QUEM GOSTA DE PASSADO
É MUSEU 
O PASSADO É PARA SER RESPEITADO
NUNCA SE VIVER DO MESMO
PELO RESTO DE SUA VIDA

QUE TAL FALARMOS DESTA DÉCADA?


ESTRELA MONARCHOS (2010)
Champion

FAMOUS ACTEON (2011)
Derby

GIULIA (2012)
Uruguayan mare of the year

ENGLISH MAJOR (2013)
Champion


(2014)
sinto um cheirinho de championship no ar


(2015) 
pode ser o seu...

DEVE HAVER UMA RAZÃO...


albatrozusa@yahoo.com
renato gameiro

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E XPONHA O SEU TRABALHO AQUI
AQUI ESTÃO OS NOSSOS NÚMEROS
DESTA SEMANA


BALLYDOYLE EM DUBAI


OS ESTADOS UNIDOS NA DUBAI CUP



CALIFORNIA CHROME EM TREMENDA BADALAÇÃO NA VENDA DE SUA IMAGEM


PAPO DE BOTEQUIM: IDENTIDADE

FIRST AMERICAN


 Rodei muito pelo Rio Grande do Sul e Paraná, e vou dizer algo que tenho certeza que todos vocês já estão carecas de saber. Nossas estradas estão em petição de miséria, e parece que ninguém do governo está preocupado com o fato. Ai eu me pergunto: para onde vai o dinheiro do contribuinte? Infelizmente a Lava Jato está nos alertando para onde e isto cria uma identidade em nossos governantes, que não me parece das melhores.

Mas na verdade o que eu tenho que estar preocupado é para onde foi o dinheiro de Cidade Jardim. Pode ser que agora sob outro gerenciamente, uma forma de se pagar os prêmios se torne uma realidade, que mudemos a identidade atual do hipódromo pailistano. Veja a que ponto chegou-se. Em vez de se discutir cruzamentos ou detalhes de corrida, temos que nos ater a pagamento de prêmios, no hipódromo situado no mais forte estado da união. Seria cômico se não fosse trágico. Estado de um grande artista, numa incompetência de baixa burguesia.

Ontem estive almoçando com o Alexandre Frari que vem se mantendo coerente, correndo seus cavalos e ganhando em profusão em Cidade Jardim. Fui a seu haras e senti o porque as coisas estão ocorrendo a seu favor. Mas lhe perguntei se esta seria esta a única opção. E depois de pensar um pouco, concordou que não, necessáriamente. Evidentemente que não, pois existem hoje outras vertentes que a meu ver devem ser exploradas. Por eemplo correr cavalos, na Gávea, no Uruguai, ou mesmo nos Estados Unidos. A titulo de raciocinio, vamos supor que um custo de um cavalo em treinamento nos Estados Unidos equivalha ao de quatro cavalos aqui.  O que vem primeiro a sua mente, é, puxa é caro para burro!Mas e a recompensa? Eu abriria mão de quatro aqui em função de um lá. E se as coisas funcionassem bem, os ganhos além de serem bem maiores, serão recebidos. Coisa que não estava sendo sequer honrada em Cidade Jardim,


 FORESTRY

Vi cerca de 700 potros da turma de 2015, e posso novamente afirmar que estamos criando bem. Fisicamente nossos melhores cavalos nada devem ao coetaneo estrangeiro, mas em termos de genética, não pode ser dito o mesmo. Logo criamos uma identidade fisica, mas não ainda uma genética. Que teria seu inicio com a fixação de uma raça. E ai fica a ressalva: mas com que dinheiro? Amigos temos gasto dinheiro, infelizmente escolhido os cavalos errados. O mesmo que gastamos em operações de shuttle de cavalos que a meu ver, pouco contribuiram ou estão contribuindo  com a melhoria de nossa genética, poderia ser gasto com outros, ou até, em um extremos, com um maior apoio ao reprodutor nacional, melhorando com éguas importadas ao exterior. Ito poderia criar a identificação de uma raça.

Pela manhã tive o privilégio de rever a dois dos mais importantes reprodutores que temos em nosso rebanho: Os velhinhos First America e Forestry. Eles estão em minha lista das dez mais importantes opções que temos, neste momento, em se tratando em coberturas. São de uma genética superior e deveriam ser melhor explorados. Timeo, filho de um deles, já deu o ar de sua graça. Mas como se não se provou um cavalo superior a seus coetaneos além de nossas fronteiras, como Fluke, Romarin, Redattore e tantos outros, peguntaria o incrédulo. Embora esta seja uma das premissas que tenho como básicas, para a utilização de um reprodutor nacional, pergunto, Qual o cavalo que ganhou na milha, nos 2,000 metros e na milha e meia, provas de graduação máxima e se manteve em carreira por mais de duas temporadas?


TIMEO

Amigos, ele ganhou o João Adhemar de Almeida Prado, na milha, e aos dois anos. Os 2,000m do linneo de Paula Machado aos três e a milha e meia do grande Prêmio São Paulo, aos quatro anos de idade. Correu em sua totalidade 18 vezes, e apenas uma vez saiu do placar. E ainda cabe ser citado, ter sido ele, segundo em nossos dois Derbies e quarto em nossos dois Guineos.

Levado a reprodução, ele em suas primeiras temporadas, teve 16 filhos registrados, sete na primeira e nove na segunda, o que em outras palavras, lhe tira qualquer identidade de poder pelo menos tentar ser um bom reprodutor. Não vou entrar no mérito da qualidade das éguas. Apenas considero seu resultado até aqui revigorante, pois além de ter quatro ganhadores, um deles o fez em prova de grupo.

A seleção brasileira de futebol, até um ano atrás execrada nas eras Felipão e Dunga com o Tite voltou a ter sua identidade resgatada. Ontem a noite, após levar de cara com um penalty pelas fuças, reagir, para então dominar e meter quatro em Montevideo. Isto revela identidade. A mesma identidade que Arrogate voltará a provar amanhã em Dubai, ter e que espero que o reprodutor nacional, um dia tenha. Tenho pela frente não muitos anos de vida, mas acredito que ainda verei.

O QUE VEM POR AI: NA AUSTRALIA