segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
POINT GIVEN
POINT GIVEN duas boas participações em hipódromos de não muito grande porte, em um allowance e um pequeno stakes de dotação de US$60,000
NORTHERN AFLEET
NORTHERN AFLEET continua sendo um dos mais constantes produtores de vencedores dentro do circuito norte-americano
GILDED TIME
EM GOLDEN GATE, NORTE DA CALIFORNIA,
GILDED TIME FAZ AS SUAS PAZES COM O ESPELHO
EM UM ALLOWANCE NA VELOCIDADE
PUBLIC PURSE - ROYAL ACADEMY
Finalmente Celtic Princess parece estar conseguindo encontrar o seu caminho. Ponto para Public Purse e para o shuttle horse Royal Academy, cuja seis anos Danzon foi terceira.
Pequeno stakes, de pouca bolsa em hipódromo pouco competitivo, mas pelo menos um começo.
Pequeno stakes, de pouca bolsa em hipódromo pouco competitivo, mas pelo menos um começo.
BERNSTEIN
O reprodutor em regime de shuttle na Argentina Bernstein, tem mais um ponto a seu favor em allowance em Hawthorne (Illinois).
sábado, 5 de dezembro de 2009
DELTA DOWNS - GRANDES BOLSAS, BAIXA QUALIDADE
EM UM ENVIROMENT BEM NORTE-AMERICANO
O IMPÉRIO DE MR. PROSPECTOR
VOLTA A DOMINAR
MESMO COM PEDIGREES DE POUCA VALIA
E LINHAS BAIXAS DE NENHUM VALOR
FOI O GANHADOR CLÁSSICO DE NÚMERO 51
PRODUZIDO POR QUIET AMERICAN
OLHO NAS FILHAS DE SILVER DEPUTY
RULE
Primeiro produto da linha 6-d a ganhar prova de grupo na temporada.
Segundo produto do miler Roman Ruler (FUSAICHI PEGASUS) a ganhar prova de grupo na temporada.
Primeiro neto materno do middle distance horse Personal Flag a ganhar prova de grupo na temporada.
MÃE perdedora em 16 tentativas e um total em prêmios de US$19,030

QUIET TEMPER
Primeiro produto da linha 20-b a ganhar prova de grupo na temporada.
Segundo produto do miler Quiet American (FAPPIANO) a ganhar prova de grupo na temporada. Um total de 4 vitórias
Segundo neto materno do middle distance horse Silver Deputy (DEPUTY MINISTER) a ganhar prova de grupo na temporada.
MÃE não correu,
IMBREED EM MR. PROSPECTOR 3x4 e RAISE A NATIVE 4x4x5
CRAFTY C. T. EM FINGERS LAKE
GRAÇAS AO APOIO DO HARAS SÃO PEDRO DO ALTO
NA FIGURA DE SEU DONO NEWTON SIMÕES
A PARTIR DESTA SEMANA
PODEMOS AGORA PUBLICAR NO BLOG
OS RESULTADOS INTERNACIONAIS
DOS REPRODUTORES EM SERVIÇO NO BRASIL
O PRIMEIRO DESTA SEMANA FOI DE CRAFTY C. T.
REPRODUTOR DO HARAS VALENTE, PR
NO NÃO MUITO RECOMENDÁVEL HIPÓDROMO NOVAYORQUINO
DE FINGERS LAKE
FOI EM UM ALLOWANCE DE US$20,000
E NA MILHA, ONDE SEUS FILHOS PARECEM CHEGAR
MELHOR DO QUE NAQUILO QUE ELE SE ESPECIALIZOU.
A VELOCIDADE
MÃE IRLANDESA PELO DERBY WINNER FRANCÊS, CAERLEON
O INTERESSANTE É QUE ELE FEZ PRIMEIRO E TERCEIRO.
O QUADRO COMPARATIVO DE PROVAS DE GRUPO NOS EUA
PUBLICAMOS ONTEM AS MUDANÇAS NO CENÁRIO
DE PROVAS DE GRUPO NORTE-AMERICANAS
O QUADRO COMPARATIVO É APRESENTADO ABAIXO, TENDO EM CONTA
OS CINCO ÚLTIMOS ANOS
E A SITUAÇÃO FUTURA EM 2010
EM 2005 AS PROVAS DE GRADUAÇÃO MÁXIMA
NOS ESTADOS UNIDOS
ATINGIRAM O PATAMAR DOS SEIS DIGITOS
ST. SIMON por cima GALOPIN por baixo. QUAL A RAZÃO?
Cuál es la razón que hace que GALOPIN aparezca en los pedigrees mayoritariamente presente por sus hijas (es muy curioso pero es así), o sea que es continuado por una descendiente hembra en la mayoría de los casos ?
Y ST. SIMON aparece mayoritariamente continuado por sus hijos machos ?
Se reciben conjeturas……………..-
Creo haber alcanzado la respuesta a ello al analizar la progenie de cada uno de ellos, pudiendo constatar lo siguiente:
GALOPIN tuvo 61 hijos machos y 125 hembras, por lo tanto es lógico que porcentualmente aparezca más a través de hijas.
ST. SIMON tuvo 396 machos y 158 hembras, por lo tanto es lógico que porcentualmente aparezca más a través de hijos, patrón opuesto a su padre.
Sin embargo otro hijo de GALOPIN, GALLIARD tuvo 15 machos y 68 hembras, patrón similar a su padre.
Cromosomas sexuales
Sistema de determinación XY: es propio del ser humano y muchos otros animales. Las hembras, siendo XX, darán gametos iguales con cromosoma X, sexo homogamético y los machos, siendo XY, darán dos tipos de gametos, uno con el cromosoma X y otro con el cromosoma Y. La probabilidad de que en la fecundación, al unirse los gametos, resulte una combinación XX (hembra) o XY (macho) es aproximadamente del 50%.
Lo que más me sorprendió es que cae el preconcepto sobre GALOPIN y su publicitada continuidad predominante a través de su hijo ST. SIMON sobre sus hijas, que es como sobre-entendida por todo el mundo.
No creo que sea yo quien le encuentre explicación, pero para mí aquí hay una clave genética importante, la transmisión genética superior que produce una herencia particular asociada al género de la progenie.
Fernando Martinez
OPINIÃO
Preocupa-me a falta de seriedade de certas agências que se intitulam organizadoras de vendas de cavalos. Agem como se não houvessem uma lei básica, que é internacional, e acham que colocando proprietário (Owner) e primeira mãe (first dam) estão internacionalizando seus catálogos.
A Sociedade de criadores e proprietários do Paraná, é hoje muito bem dirigida. Belina, Frare e o Joaquinzinho, são gente da melhor qualidade. Sérios, honestos e trabalhadores, mas vejam só a que ponto chegamos.
No catálogo de vendas de hoje, deparei com filhas de algumas éguas que importei alguns anos atrás para o Brasil. Ai descobri coisas do arco da velha. Por exemplo.
No lote de número 58 na produção da reprodutora é colocado seu produto de 2005, sem o sexo do mesmo, que não deve ser um dado importante para a "agência" organizadora. Ai vem o produto de 2006, o de 2009 e o de 2010, que ao invés da data de cobertura existe uma data estimada de quando o produto deverá nascer. Logo ela não está cheia de outubro. Ela irá parir em Setembro. A data do último salto é imperativa. No mundo, não para esta "agência" que deve se sentir 100 anos luz a frente de Keeneland, Goffs e Tattersalls.
No mundo inteiro isto seria motivo de piada. Mas o que deve ter acontecido com os produtos de 07 e 08, não seria igualmente um dado importante a se saber? A omissão disto não pode ser visto como uma piada. Não seria importante se ter noção se a égua abortou, teve natimorto, ficou vazia, não foi coberta, ou estes produtos são sem noticias? Para um "agência" séria, evidentemente que teria. Mas para a que organiza este leilão hoje no Paraná, evidentemente que não.
Mas eu achei que fora um erro de catalogo, todavia ao deparar com o lote 18, outra égua filha de uma potranca que comprei, reparei o mesmo. Ela tem uma femea de 2007 e irá parir um produto em 17. 09.2010. Seria este produto de 2007 seu primeiro filho? O que aconteceu com esta reprodutora nos anos de 2008 e 2009?
Depois, o leilão vai mal e sempre haverá uma desculpa.
Turfe se faz com informação e lisura. O que está acontecendo dentro e fora de nossas pistas me deixa tonto. O que esta "agência" acredita que esta fazendo é errado. Ela prejudica o vendedor, a sociedade que representa e lesa o comprador.
Eu estava com tudo pronto para prestigiar a venda e dois compradores prontos a investir. O Fernando Perche se prontificou em me apanhar no aeroporto e me ajudar na parte veterinária. Marquei com o Adolpho Smith de Vasconcellos Crippa, nos encontrarmos, mas ao ver isto, decidi que seria mais honesto para como os meus clientes deixar para se tentar algo em Cidade Jardim dia 10.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
O NOVO QUADRO DE PROVAS DE GRUPO NOS ESTADOS UNIDOS
O committee norte-americano reduziu o número de provas de graduação máxima de 115 para 113. Trata-se do primeiro decréscimo desde 2004, quando 100 carreiras atingiram o top status. O número de Grade 2 igualmente terá uma redução de 159 para 156.
Em 2010, Grade 1s terão 23.2%, 32% serão Grade 2s, e 44.8% Grade 3s. Os $800,000 do Sunland Derby foram aquinhoados com a graduação 3. Primeiro por terem conseguido reunir dinheiro para dar esta significativa bolsa, outrossim também por dela ter participado em sua versão de 2009, aquele que posteriormente ganhou o Kentucky Derby, Mine That Bird.
Analisando-se detidamente o novo quadro para 2010 chegaremos a conclusão que houve realmente uma forte queda em provas entre os mais velhos que requeressem stamina, bem como em provas na pista de grama o que demonstra cada vez mais o compromisso do turfe norte-americano com a precocidade, a velocidade e por que não dizer com o dirt.
O downgrade deste último grupo de provas citadas, certamente incitará o afastamento cada vez maior dos corredores de fundo e grama, tanto europeus quando norte-americanos, o que obviamente nos facilitará a participar destas carreiras com muito maior chance e assim termos chances de abiscoitar estas bolsas, que para nós tem uma efetiva importância financeira.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
A MELHOR CARREIRA DO FIM D SEMANA NOS EUA
DUAS BRASILEIRAS
ATUANDO ESTE FIM DE SEMANA
NA ESFERA CLÁSSICA NORTE-AMERICANA
BOA SORTE É O QUE DESEJAMOS
PARA ZARDANA E EISSOAI
NA VERDADE ELAS VÃO PRECISAR.
OPINIÃO DO LEITOR
Entrando neste papo de botequim
Renato, não escondo de ninguém que sou seu admirador. Ainda terei o imenso prazer de conhecê-lo pessoalmente. Mas desta vez, se vc me permite, vou discordar das suas observações no tocante ao episodio Leandro Guignone. Acredito que no momento é difícil qualquer tipo de manifestação de solidariedade ao referido profissional e a seu pai. Pois se são acima da média, já mais deveriam se envolver com esse tipo prática, que é prejudicial ao turfe de modo geral (proprietários, criadores, apostadores, proprietários de centro de treinamento, etc). Sou escrevente de cartório, trabalho diretamente com o patrimônio alheio e se por uma falta do escrevente, quer por imperícia ou até por prevaricação, acarretar a perda de um bem ou causando qualquer tipo de prejuízo ao usuário do cartório, além de eventual indenização, o mesmo estará sujeito a uma boa suspensão e no caso reincidente, exonerado do cargo a bem do serviço público. Não sei se vc sabe, mas o Dulcidio cumpre a segunda suspensão pelo uso de substancias proibidas, isso dentro de um espaço de pouco mais de 1 ano. Muito para um treinador desse calibre, sendo que com relação a segunda suspensão, inicialmente a pena foi branda, o que pegou mal para a comissão de corrida carioca, que após muito protesto, pois o mesmo era reincidente, corrigiu a pena anteriormente aplicada. Agora esse episódio envolvendo seu filho e seu substituto RMLIMA, dificulta o controle da imaginação da galera, inclusive a minha. Claro que não podemos se precipitar no julgamento, pois isso seria injusto, até porque não temos elementos suficientes para tal ação. Acredito que se o Dulcidio não teve ligação direta com esses episódios, o mesmo pecou por omissão. Se você observar a ultima resolução da comissão de corridas do Rio, um caso semelhante envolvendo um treinador e seus substitutos acarretou no cancelamento de suas respectivas matriculas. Se o Dulcidio foi convidado a se retirar do Centro de Treinamento Vale do Itajara, esse foi o preço por tal falta. Se um Tabelião se omitir, não punindo um escrevente faltoso, qual a segurança que ele transmitirá ao usuário do cartório?.
Um Abraço
Marcelo Augusto
MARCELO,
O que foi achado? Um dopping ou um tratamento ministrado fora do tempo? Isto é que todos necessitam saber. Eu, você, enfim toda a comunidade turfística. Diz você com extrema propriedade
... Claro que não podemos se precipitar no julgamento, pois isso seria injusto, até porque não temos elementos suficientes para tal ação....
O problema é que no caso de Dulcidio, ele já foi julgado, demitido e perdeu grande parte de seus animais sem que ainda tenhamos elementos suficientes para tal ação. Logo ele era o alvo. Disso hoje não tenho mais dúvidas.
Muita mancha vai aparecer, agora que a máquina foi calibrada pelos franceses. Creia-me, todos os treinadores dão as mesmas coisas, com raras exceções, pois, os distribuidores dos pulmonils da vida o oferecem aos treinadores inclusive lhes garantindo assessoria gratuíta de como ministrar a medicação e quando deve cessar o tratamento da mesma.
Não gosto de julgar pessoas e atos, mas ficou evidente para mim que o alvo era o pai, e o meio era o filho. Leandro deve pagar por seus atos. Dulcidio também, mas ter gente telefonando para cada um dos clientes do último, pedindo para que o deixe, me parece simplesmente exagerado. Ou melhor direcionado.
Como sempre disse, o dono de um centro de treinamento tem o direito de escolher ou demitir qualquer um dos treinadores que ali militam. Mas no caso daquele que mais trouxe trofeus para o mesmo, achei forte demais.
Ninguém é anjo nesta atividade Marcelo. Agora três ou quatro treinadores estão indo para o brejo, pergunto: Existirão pessoas que estão telefonando para seus proprietários, convencendo-as em deixar o mesmo?
Abraços
Renato Gameiro
Renato, não escondo de ninguém que sou seu admirador. Ainda terei o imenso prazer de conhecê-lo pessoalmente. Mas desta vez, se vc me permite, vou discordar das suas observações no tocante ao episodio Leandro Guignone. Acredito que no momento é difícil qualquer tipo de manifestação de solidariedade ao referido profissional e a seu pai. Pois se são acima da média, já mais deveriam se envolver com esse tipo prática, que é prejudicial ao turfe de modo geral (proprietários, criadores, apostadores, proprietários de centro de treinamento, etc). Sou escrevente de cartório, trabalho diretamente com o patrimônio alheio e se por uma falta do escrevente, quer por imperícia ou até por prevaricação, acarretar a perda de um bem ou causando qualquer tipo de prejuízo ao usuário do cartório, além de eventual indenização, o mesmo estará sujeito a uma boa suspensão e no caso reincidente, exonerado do cargo a bem do serviço público. Não sei se vc sabe, mas o Dulcidio cumpre a segunda suspensão pelo uso de substancias proibidas, isso dentro de um espaço de pouco mais de 1 ano. Muito para um treinador desse calibre, sendo que com relação a segunda suspensão, inicialmente a pena foi branda, o que pegou mal para a comissão de corrida carioca, que após muito protesto, pois o mesmo era reincidente, corrigiu a pena anteriormente aplicada. Agora esse episódio envolvendo seu filho e seu substituto RMLIMA, dificulta o controle da imaginação da galera, inclusive a minha. Claro que não podemos se precipitar no julgamento, pois isso seria injusto, até porque não temos elementos suficientes para tal ação. Acredito que se o Dulcidio não teve ligação direta com esses episódios, o mesmo pecou por omissão. Se você observar a ultima resolução da comissão de corridas do Rio, um caso semelhante envolvendo um treinador e seus substitutos acarretou no cancelamento de suas respectivas matriculas. Se o Dulcidio foi convidado a se retirar do Centro de Treinamento Vale do Itajara, esse foi o preço por tal falta. Se um Tabelião se omitir, não punindo um escrevente faltoso, qual a segurança que ele transmitirá ao usuário do cartório?.
Um Abraço
Marcelo Augusto
MARCELO,
O que foi achado? Um dopping ou um tratamento ministrado fora do tempo? Isto é que todos necessitam saber. Eu, você, enfim toda a comunidade turfística. Diz você com extrema propriedade
... Claro que não podemos se precipitar no julgamento, pois isso seria injusto, até porque não temos elementos suficientes para tal ação....
O problema é que no caso de Dulcidio, ele já foi julgado, demitido e perdeu grande parte de seus animais sem que ainda tenhamos elementos suficientes para tal ação. Logo ele era o alvo. Disso hoje não tenho mais dúvidas.
Muita mancha vai aparecer, agora que a máquina foi calibrada pelos franceses. Creia-me, todos os treinadores dão as mesmas coisas, com raras exceções, pois, os distribuidores dos pulmonils da vida o oferecem aos treinadores inclusive lhes garantindo assessoria gratuíta de como ministrar a medicação e quando deve cessar o tratamento da mesma.
Não gosto de julgar pessoas e atos, mas ficou evidente para mim que o alvo era o pai, e o meio era o filho. Leandro deve pagar por seus atos. Dulcidio também, mas ter gente telefonando para cada um dos clientes do último, pedindo para que o deixe, me parece simplesmente exagerado. Ou melhor direcionado.
Como sempre disse, o dono de um centro de treinamento tem o direito de escolher ou demitir qualquer um dos treinadores que ali militam. Mas no caso daquele que mais trouxe trofeus para o mesmo, achei forte demais.
Ninguém é anjo nesta atividade Marcelo. Agora três ou quatro treinadores estão indo para o brejo, pergunto: Existirão pessoas que estão telefonando para seus proprietários, convencendo-as em deixar o mesmo?
Abraços
Renato Gameiro
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
PAPO DE BOTEQUIM - O POÇO SEM FUNDO
Gostaria e estar falando aqui de algo mais interessante. Todavia a suceção de fatos noticiados após a descoberta do ato de dopagem, pela comissão de corridas do Jockey Club de São Paulo, parece ser um poço sem fundo. Pelo que entendi o treinador Leandro Guignone pegou dois anos e meio de suspensão, outrossim, parece ser acusado de estar suspeito em mais alguns casos. O que complicará ainda mais sua futura vida profissional. Não acredito que o Jockey Club, como entidade esportiva tenha que fazer absolutamente mais nada do que aplicar o código nacional de corridas, pois, ele é claro. Prevê inclusive o período de condenação pelo dolo impetrado. Se a entidade se achar lesada em instancias maiores, que passe o problema para o ministério de justiça e deixe que este decida se existe campo para um processo criminal.
Os comissários de corridas, não são juízes nem policiais. São apenas pessoas que prestam serviços a entidade, aplicando a lei existente dentro de um código pré estabelecido. Nada mais do que isto. Pressões de A, B ou C não me parecem justas ou mesmo cabíveis.
É triste, mas mesmo sendo um talentoso profissional, Leandro Guignone errou e deve pagar por seu erro como outros profissionais o fizeram e hoje estão ainda em atividade após o cumprimento de suas respectivas penas. O que não entendi muito foi outro fato: o do consagrado treinador Dulcidio Guignone ter sido convidado a se retirar do centro de treinamento que ora milita. Me pareceu um ato intempestivo e impensado. Sei que o dono do mesmo, ou de qualquer outro centro de treinamento, tem o direito de deixar nele trabalhar o treinador que assim melhor lhe convier. É o seu direito de propriedade. Mas há de se convir que Dulcidio Guignone é entre os que ora ali transitam, o que melhores resultados obteve. Diria mais: ele foi um dos profissionais que fez o centro ter o nome que tem, com seus resultados.
O noticiário que acompanho, mas do qual não participo - pois, acho que existe coisa bem mais producente do que ficar entrevistando treinadores, dirigentes e proprietários em investigações de cunho quase policial - afirma de Guignone está fora do centro de Treinamento Itajara e ainda sem rumo determinado. Tenho plena convicção que o centro em si não determina a qualidade de performance de um cavalo. Aqueles bonequinhos com as cores de proprietários que ganharam grupo 1, não são fruto do centro e sim dos treinadores que determinaram aquelas vitórias. Não sei se os bonequinhos vão com estes treinadores, quando estes saírem ou forem convidados a sair. Talvez devessem.
Existem outros centros de treinamento melhores e bem mais aparelhados do que o referido. Logo, quem determina esta qualidade de performance em um cavalo de corrida é o treinador que o treina. Assim sendo, depois, depois de um breve período de adaptação a outra pista, Guignone deverá exercer seu trabalho onde quer que seja, com a mesma eficiência. O que não garante que o treinador que o substitua possa exercer o mesmo domínio, como ele o fez até o presente momento, no cenário turfístico nacional, apenas por treinar no centro ao qual Guignone foi convidado a afastar-se.
Não entendo porque ele foi convidado a sair? Outrossim, não é minha obrigação entender, justificar ou exigir explicações. Como observador diria que a suspensão que ele cumpre e o caso do cavalo que tirou quinto no Derby em São Paulo, sob a tutela de um substituto seu e parece ter sido igualmente pilhado com uma substância qualquer no exame anti-dopping, não o fazem um pária como a coisa parece estar pintando no contexto geral. Mas volto a repetir, é direito daquele que tem a propriedade do centro querer que ele se retire, como também em uma atitude anti-esportiva não deixe que um cavalo seu tire a foto da vitória em um Grande Prêmio São Paulo.
Lembro-me do caso Gabriel Meneses e como este outro profissional foi perseguido dentro do Jockey Club de São Paulo. Ele que deveria ser a meu ver, o chefe da escolhinha de aprendizes, pois, foi um grande jóquei quando em pista. Episódios como estes deveriam ser evitados. Não se forma ou se mantém um quadro de profissionais perseguindo-os ou eliminando-os e sim punindo-os no rigor do código e dando-lhes a chance de voltar a sua atividade.
Espero que todos os profissionais envolvidos sejam punidos dentro do rigor do código nacional de corridas. Penso que todos devam cumprir o período de condenação de suas respectivas penas. Mas anseio que não se criem depois revanchismos e perseguições de quem quer que seja. Aprendi que meu pai, que qualquer patrão deve ser rigoroso com seus subalternos, mas nunca injusto e muito menos desrespeitoso. Todos nós somos factíveis ao erro e todos nós devemos ser punidos pelos mesmos. Mas nunca marcados eternamente pelo erro cometido.
A situação é forte, pois, os dois principais protagonistas, tanto pai como filho, são profissionais bem acima da média, e como tal igualmente factíveis a inveja de outros profissionais que esperam vê-los longe das disputas do dia a dia. Facilitaria a estes pobres de espírito em muito – se é que eles possam existir - suas ascensões profissionais. Anos atrás uma outra comissão de corridas deste mesmo hipódromo de São Paulo, tentou banir um profissional, que se manteve em atividade com um recurso garantido e obtido dentro da lei. Na época chegou a ser publicado nos programas que este citado profissional continuava no exercício de sua profissão contra a vontade desta comissão. A coisa não diluiu-se bem e o profissional está até hoje exercendo sua profissão. Se não me engano, sem nenhuma outra punição até o presente momento. Desta forma, creio que punições devem ser executadas e na maioria dos casos funcionam, sem reincidências graves por parte dos punidos. Mas nunca perseguições e muito menos “alijamentos”.
Quero novamente repetir, pois, repetitivo sou. Nenhuma ligação pessoal ou profissional tenho com os principais implicados neste surto. Acompanho suas respectivas carreiras, como as dos demais. Como estatístico e analista que sou, evidentemente tenho mais respeito a profissionais que obtém grandes resultados do que aqueles que não ganham, quebram cavalos e embora não sejam pegos por medicação, mesmo assim, afastam mais proprietários da atividade por sua total inabilidade em exercer sua profissão com sucesso. Dopping, por mais forte que o seja, não faz uma cadeira correr, nem um cavalo de claiming bater a um verdadeiro campeão. Deve ser coibido e preferencialmente banido, para que todos tenham a mesma chance dentro de pista. Porém nunca rotulado como a razão pelo sucesso deste ou daquele profissional, quando este apresenta uma série histórica.
Que todas as partes que interagem no processo o conduzam com lisura e justiça, dentro da lei do código nacional de corridas. E que aqueles que se considerem lesados ajam da maneira que a sua consciência assim o exija na área da justiça comum.
OBSERVACIONES SOBRE VODKA - ABRAZOS DE URUGUAY
Con la reciente victoria de la yegua VODKA en la JAPAN CUP (G1) me vino a la mente un artículo publicado por Renato en el blog hace tiempo ya, por octubre de 2008, que a la luz de quien fuera su vencedor (o vencedora para este caso) se vuelve sumamente importante.
Tengamos en cuenta para empezar que VODKA es una descendiente de HAIL TO REASON por línea paterna y por su ramal materno responde a la familia 3 l.
Sobran los adjetivos para calificar a esta yegua que se ha convertido en la mejor yegua de la historia de Japón. Anteriormente en 2007 había ganado el Derby japonés, siendo la primer hembra en 64 años en obtenerlo. Lleva ganadas nada menos que siete competencias de Grupo 1, esta última sobre 2.400 metros en el excelente registro de 2´22´´80/00. Además venía de vencer en dos competencias de similar categoría pero sobre 1.600 metros, por lo que se ve que no tiene problemas con la distancia.
Me permito transcribir algo que en aquel artículo se resaltaba:
Neste mesmo fim de semana Osumi Grass One venceu os 2,000m do Niigata Daishoren (G3) em Niigata. Isto também representa algo. Sete são igualmente os individuais ganhadores de grupo da linha 3-l. O mais impressionante de tudo não é o fato de todos sem exceção o terem feito entre a milha e os 2,000m, à exceção de um na pista de grama. O que me deixe completamente perplexo é o detalhe de seis dos mesmos serem produzidos por distintos descendentes Hail to Reason. Estaria se estabelecendo um excepcional conexão entre a linha Turn-To e as éguas descendentes por linhagem materna de Mayonese?
Recuerdo que en aquel momento, en un intento de buscarle una explicación a esa afinidad constatada, me dirigí al pedigree de HAIL TO REASON, que muestra una duplicación 4 X 4 en una matriarca, PLUCKY LIEGE por medio de sus hijos ADMIRAL DRAKE y SIR GALLAHAD.
Esta matriarca, como la gran mayoría de ellas, esta “marcada” fuertemente por individuos machos de destaque
Ejemplo PRETTY POLLY 4 x 5 x 5 STOCKWELL, DAHLIA 4 x 4 x 5 HYPERION y por el contrario los jefes de raza están fuertemente influenciados por grandes matriarcas, caso ECLIPSE 3 x4 en la yegua SISTER TO OLD COUNTRY WENCH, STOCKWELL 5 x 5 x 5 en PENELOPE, y ejemplos innumerables ), y me refiero a que no necesariamente deben estar repetidos, sino que pareciera que la aparición de influyentes antepasados del sexo opuesto unas generaciones para atrás, ayudan a potenciar la calidad reproductiva.
Así podemos observar por el lado de su padre SPEARMINT que tiene una repetición en STOCKWELL 4 x 4 x 5 (familia 3), pero resulta tal vez más fácil observar el linebreeding de la propia PLUCKY LIEGE con múltiples presencias de tres individuos de la familia 3 en los primeros lugares de blood%, STOCKWELL, su medio hermano KING TOM, la madre de ambos POCAHONTAS.
Comparto totalmente la idea del análisis de historia, tanto la antigua como la más reciente, y su interpretación a través del análisis de estadísticas como la relevada para este caso, pues se obtienen siempre formidables herramientas que allanarán el camino.
Fernando
DELTA DOWNS
PROBLEMAS DE QUARENTENA EM CALDER
IRÃO ADIAR AS SUAS DUAS PRIMEIRAS
PROVAS DE GRUPO DO MEETING TROPICAL
RESTARÁ DELTA DOWNS
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