HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS REGINA

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

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STUD H & R - TOQUE NA FOTO PARA VER UM UM GP. BRASIL QUE VAI FICAR NA HISTÓRIA

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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ONDE A VELOCIDADE IMPERA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA
HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

albatroz bloodstock agency, Inc.
albatrozusa@yahoo.com

domingo, 8 de dezembro de 2019

PONTO CEGO: INSÓLITAS INSTITUIÇÕES


Insólitas instituições nos reduzem a categoria de primatas. 

Confesso que tenho pavor do insólito. Quando era jovem havia até uma certa tolerância. Mas quando você é jovem você ac redita em coisas que a vida lhe ensina que não são bem assim. Por exemplo eu me sentia imortal, que a justiça tardava mas não faltava e que com valor do conhecimento e de sua imaginação todo e qualquer objetivo seria alcançado. As duas primeiras desacreditei e a última as vezes pode ser considerada verdadeira.

Lembro exatamente quando a então poderosa e intocável União Soviética foi extinta com o reflexo da aplicação dos preceitos da Glasnost de Gorbachev. Considerada uma das mais sólidas instituições do século XX,  a União Soviética simplesmente desfez-se como leite Glória na água, enquanto no ar estava um senhor chamado Sergei Krikalev. Lançado de uma base no Cazaquistão, a bordo da estação MIR, ele estava em orbita em volta da terra quando tomou conhecimento que seu pais havia acabado de implodir sobre a pressão politica e isto o obrigou a manter-se em órbita até que as coisas viessem a ser resolvidas, lá em baixo. Este período acrescentado de cinco meses, o fez - somando-se as outras missões que havia feito anteriormente - constituir-se no ser humano que mais tempo permaneceu fora de nosso planeta: 803 dias, nove horas e 39 minutos.

Não seria uma ação digna de primatas, autoridades manterem um ser humano por mais de cinco meses fora de seu planeta, pelo simples fato de necessitar-se de tempo para se reorganizar um sistema? Recordes normalmente devem ser louvados, mas não acredito que este tenha sido dos mais bem vistos, por aquele que o foi obrigado a bater.

No turfe existem ações de incrível semelhança como a aberração descrita. Ações como a de não se pagar prêmios, adotada por antigas direções de Cidade Jardim. O de deixar comprar aqueles de comprovada e constante inadimplência. A de se fazer tratamentos veterinários de cortinas de fumaça, em elementos portadores de doenças que não são aceitas em outros mercados, para fins de exportação. A de inscrever lotes sem sua situação resolvida em vendas publicas ou com qualquer tipo de pendência financeira. De vôos diários de sémen congelados numa atividade que este procedimento é proibido. Mas isto ocorre em nosso mercado. Ou pelo menos ocorria, pois, agora, pouco a pouco está sendo debelada por ação de uma ABCPCC que resolveu moralizar a atividade.

Teóricamente o cara hoje para se candidatar politicamente, tem que ter aquilo que chamam de ficha limpa. Não seria inteligente de nossa parte fazer o mesmo para aceitar alguém como proprietário. Nem que seja um atestado que não se trata de um inadimplente?

Não consigo visualizar um futuro brilhante para nosso turfe sem primeiro moralizar a atividade em todos os seus degraus. Algo está sendo feito, mas precisamos ainda de mais intervenções. E principalmente da ajuda daqueles que acreditam numa moralização da atividade. Mesmo sendo por. muitos, considerada uma atividade em processo terminal. criem-se instâncias onde haveria uma oportunidade de redenção para quem um dia errou. Outrossim, a reincidência e a constância deveriam ser melhor combatidas, para a sanidade do paciente.

Vó Adelina que tinha no radicalismo, uma de suas grandes virtudes, dizia que não adiantava se guardar maças podres ou deixa-las num mesmo cesto com as saudáveis. Seria uma questão de tempo, para todo este cesto corromper-se.

PAPO DE BOTEQUIM: A BOLA NÃO ENTRA POR ACASO




Esta é uma das maiores frases até hoje já ditas. A bola não entra por acaso... 

Quem a pronunciou pela primeira vez? Com certeza não foi vó Adelina. Muito menos Machado de Assis. Mas é titulo de um livro, que tive o prazer de ler meses atrás. O recebi de um amigo rubro-negro, anos atrás que deixou claro que aquilo era o que estava sendo impetrado pela nova diretoria do Flamengo e um dia daria frutos. E deu, não apenas frutos. mas vegetais cereais, carnes, numa verdadeira cadeia de supermercados.

Este livro não deveria ser lido por nossos dirigentes de hipódromos? 

Quando escrevi o Submarino da Lagoa de Freitas e encorajei-me a publica-lo aprendi que o brasileiro é o povo que lê muito pouco. Na época havia uma pesquisa que dizia que o povo norte-americano lia em média, dois livros por mês e o brasileiro, menos de um livro por ano. Dá para sentir a diferença de cultura? E se pesquisarem o Lula...

Desta forma sempre considerei o mais importante conselho dado para Nelson Rodrigues ao repórter quando perguntado sobre o melhor remédio para a  juventude, sua resposta foi simples: envelheça. Pois eu me arvoro a dar outros para o povo brasileiro: leia.

Organização e transparência nunca fizeram mal a ninguém. Que nem canja de galinha e cama num início resfriado. Primeiro arruma-se a casa e criam-se formas de poder receber as benfeitorias que devem ser levadas adiante. Os passos passam a ser firmes e na direção determinada. Então, basta usar uma bússola, que o Norte estará definido a sua frente.

Jorge Jesus foi o Norte escolhido pelo Flamengo. Deu certo. Temos que escolher o nosso norte no turfe brasileiro. 

Do outro lado o "Parmera" contrata Borja, Carlos Eduardo e outros bondes a preço de ouro, não usam sua base e ainda poe para dirigir a equipe, os ultrapassados Felipão 7x1 e Mano Meneses e tem pobres de espirito que não entendem por que houveram 19 pontos de diferença?

Nosso turfe necessita de um choque e nossa criação de uma chacoalhada em nossa genética. Mas acima de tudo uma reorganização.

Exagero? Leiam  com atenção a lista de pendências existentes na situação dos lotes que compunham este último leilão de quinta feira organizado pela APPS, onde haviam duas teóricas ofertas totais de planteis. São duas páginas que iam de não pagamento de coberturas há inexistência de passagens de animais de atletas a reprodutoras. Nos bastidores haviam rumores até de alienação de animais a certa dividas constituídas. Isto não seria inadimplência e desorganização ao extremo máxima, dentro da raça humana?

Tivemos ótimos presidentes da ABCPCC. Os dois anteriores ao atual, foram bem acima da média. Outrossim, pela primeira vez - que eu tenha lembrança - a ABCPCC tem tratado daquilo que acima citei como importante: transparência e organização. Moralizar nosso turfe é parte desta limpeza de casa que tem que ser feita, para poder se iniciarem as grandes reformas. causa úlceras, mas um dia igualmente dará frutos.

Indiquei a dois cliente duas éguas nestas vendas que tantas pendências tinham, confiante que nossa Associação as resolveria, pois, visa um aparelhamento melhor de proprietários que realmente fazem a diferença, e que em momento algum se intitulam como  novas forças do turfe.

O mormo, a inadimplência, a queda das taxas abusivas de importação, o êxodo de nossas éguas para Uruguai e agora a moralização da atividade, está sendo efetivamente tratada com seriedade e por isto tiro meu chapéu para o Quintella.

Senhores, da mesma forma que a bola não entra por acaso, não se eleva o patamar de uma atividade sem transparência e organização, e eu acho que a nossa ABCPCC tem em muito contribuído para pavimentar uma futura via de ascensão.

Resta a nosso mercado saber distinguir o joio do trigo não só na hora de selecionar, mas também na hora de vender...

sábado, 7 de dezembro de 2019

Patternrecognition - 2018 - The Cigar Mile Handicap

Sharp Azteca - 2017 Cigar Mile Handicap

Connect - 2016 Cigar Mile Handicap

Tonalist - 2015 Cigar Mile Handicap

PARABENS

BRAVE CARINA
Elusive Quality e Brave Lady por Roi Normand
cheia de Hat Trick

EPAEPAEPA
Public Purse e Tarpeian Quality por Elusive Quality
cheia de Camelot Kitten

AGORA PERTENCEM AOS HARAS
H e R E FIGUEIRA DO LAGO
SELECIONADAS QUE FORAM
PELA ALBATROZ BLOODSTOCK

PARABÉNS AOS INVESTIDORES

albatrozbloodstockusa@yahoo.com
Renato e Cristina Gameiro


Scintillate wins 1979 Epsom Oaks

1980 Oaks Stakes

1978 Oaks Stakes

BOM DIA: E O TAL DO OUTRO PATAMAR!


Houve gente que num bom dia que dei, respondeu não sentir ainda um diferencial de patamar entre o Palmeiras e o Flamengo.

E ai eu me pergunto se 19 pontos não seria um "diferenciamento" significativo?  Para gente como eu, é outro campeonato...

Simples meu caro Watson. O Flamengo não tem dono. O Palmeiras tem. Eles se alternam. Um dia pode ser a Parmalat, outro o Paulo Noble tira dinheiro do bolso e agora é a vez da tia Leila, que o faz de sua firma. O que isto gera? Divida. E divida gera subserviência. A quem? A quem entra com a grana e de forma ditatorial delimita os poderes do clube. E quando o Midas sai, segunda divisão...

Hoje a divida do Palmeiras para o patrocinadora é de 170 milhões. O que em outras palavras quer dizer, se ela quiser mudar a cor da camisa do "Parmera", sua escolha será acolhida com uma salva de palmas e odes de louvor. Ou será que alguns conselheiros terão coragem de não elegerem tia Leila a presidência do clube nas próximas eleições?

E ademais a torcida do "Parmera", com todo o respeito d]a em meia d]uzia de kombis...

Flamengo, Santos, Atletico Paranaense e Grêmio, fizeram este ano no Brasileirão seus deveres de casa. cada um a sua moda. Isto não degrine seus outros adversários, apenas o coloca num patamar diferente. Ano que vem, poder[a haver mudar;as de nomes. 

Nosso turfe, até que seja provado ao contrário, não tem dono. Assim sendo assemelha-se mais ao Flamengo. Mas difere por seus resultados, que estão abaixo da critica, pela mais falta de organização. Sim eu disse organização, para não me ater a falta de empenho ou desconhecimento das matéria. E eu me pergunto, não seria melhor um dia de corridas com 14 páreos do que dois cada um com sete? 

O que faz alguém crer que a importância de um hipódromo está no número de reuniões que ele possa ter? Pra mim, o importante é o número de páreos a ofertar e a quantidade de cavalos que formam os mesmos. Não haveria uma diferença substancial de custo?  Transformar dois dias em apenas um? Estaria o Chile errado?

Não coaduno com o pensamento que de que com o "apequenamento" de Fluminense, Botafogo e Vasco, estará espelhada a grandeza do Flamengo. Logo, não posso ansiar que o momento difícil que vivem Cidade Jardim, Tarumã e Cristal,  possam fazer da Gávea, algo maior que ela já é. Apenas os alerta que precisam melhorar. Logo, Cidade Jardim, Tarumã e Cristal tem hoje seus alertas, cabe a eles escutar e tentar virar a mesa.

Vai faltar cavalo na praça. Não vivemos mais os dias de abundância. Comissões de carreira tem que se desdobrar para formar páreos. Logo, a lucidez tem que estar acima da cobiça. Dinheiro guardado no cofre, nem sempre quer dizer boa administração.

Tentar diferenciar-se dos adversários, pela fraqueza dos mesmos, não engrandece qualquer que seja a instituição. Sufoca-los, menos ainda. E assim, que me desculpem aqueles que não coadunam da mesma idéia, mas não será o número de reuniões em detrimento do menor número de seus coetâneos, que fará da Gávea,seu turfe sadio e lucrativo.

UM BOM DIA PARA TODOS.

HOJE NA TV


GOFFS


THOROUGHBRED DAILY NEWS





MOMENTO

THOROUGHBRED DAILY NEWS






MOMENTO

ANALISE DAS VENDAS

PONTO CEGO: BRASIL JA VAI A GUERRA

Vocês se lembram desta paródia do Juca Chaves?


Brasil já vai a guerra
Comprou porta-avião
Um viva para a Inglaterra, 
82 milhões,
Mas que ladrões...


Não sei porque me lembrei desta modinha quando tomei conhecimento da tropa de choque que estamos mandando nos representar na prova máxima de nosso continente, o Grande Prêmio Carlos Pellegrini. Talvez apenas coincidência. Talvez esta atitude seja mais próxima da compra do Minas Gerais...

Estamos errados em ir? Perguntou-me alguém.

A principio eu diria que não, mas é a tal da altura do sarrafo, de que tanto falo, que determinará o acerto ou o erro da opção!

Sou partidário que só se tem ciência que uma arma funciona, apertando seu gatilho. Arrocha é um exemplo disto. Tudo que foi feito, eu faria da mesma forma, e também daria com os burros na água. O importante é ter ciência da experiência, pois, prova que a altura de nosso sarrafo anda muito baixa.

Igualmente tenho certeza que se me jogar do terraço do Empire stakes, vou me esborrachar no asfalto. E embora possa até me arvorar a imaginar que tenha uma noção exata da altura dos diversos sarrafos existentes no mundo do turfe, tenho plena consciência que eles mudam de altura, ano para ano.  ™ que se estar atento, pois, a fila anda e o ônibus não passa a cada minuto.

Volto a lembrar que saímos com um cavalo brasileiro sediado nos Estados Unidos para disputar um King George, e posso dizer que não nos saímos mal. Mas vocês sabem porque? Porque primeiramente Hard Buck era um cavalo de extrema qualidade, segundo de imenso coração e  terceiro que ainda por cima foi disputar um King George, num momento propicio.  Mágico. Porque propicio? Porque aquele que ganhou - que era indubitavelmente o elemento mais categorizado a fazê-lo - nunca estará na lista dos grandes cavalos europeus de todos os tempos. E magico? Pois se lá estivessem além de Doyen , cavalos como Montjeu, Galileo, e Dahlia, tiraríamos quinto e Doyen quarto. Não será necessário se desenhar, acredito... Mas voltemos aos trilhos. 

Sei que os argentinos também não andam muito bem das pernas, na milha e meia da pista de grama. Sua genética, nestas últimas décadas perdeu stamina. Optou-se por outra vereda. Outrossim eu não tenho subsídios para avaliar os ganhadores do Derby de São Paulo e do Grande Prêmio Brasil, dentro hoje de um cenário continental. Logo é apertar o gatilho e ver o que possa acontecer. 

Não discuto o custo das incursões. Discuto sim o custo aptitudinal, pois, cada carreira é uma menos na vida de uma cavalo de corrida. Desperdiçar munição com alvos impossíveis me parece um luxo que não deveríamos correr. Sair no escuro para saber no que vai dar tem um preço. Paga quem o quiser. Mas deixar de tentar, pode lhe trazer muito arrependimento depois da carreira corrida.

Desta forma, não posso de maneira alguma aplaudir ou reprovar a ida destes representantes brasileiros para o Pellegrini. Posso apenas dizer que fui somente duas vezes a esta carreira. Ambas com Much Better: ganhamos uma e fomos segunda em outra, mas o citado elemento, era de outro patamar. Um patamar que desde Bal a Bali, não vi mais por aí.

A titulo de ilustração, o nosso porta avião, o Minas Gerais, teve seu final, sucateado que foi nas praias de Alang, na Índia...

PAPO DE BOTEQUIM: FRESTAS ONDE O SOL DEVE PENETRAR

Tenho falado bastante, nas últimas semanas, em patamar. Confesso que tenho uma obsessão por este tal de patamar. Coisa de gente de minha geração. Alcançar o patamar superior passa a ser a obsessão. O objetivo de uma vida. Querer estar sempre no degrau mais alto e de lá se manter mirando a situação.  E eu acho que durante a vida, a gente cria uma couraça em torno de si para se defender do entorno - muitas vezes hostil - e se esquece que são pelas festas que o sol penetra e aquece nosso viver.

Este aquecimento ajuda a construir seu conhecimento. E o conhecimento lhe trás o discernimento de saber a diferença entre o delírio e o otimismo. Vou explicar o porque deste raciocínio, que para mim é lógico.

Delírio é imaginar que o Flamengo vai atropelar o Liverpool - se esta for a final do Mundial de clubes. O otimismo é acreditar que se de um lado existe um trio que hoje é o melhor da Europa. formado por Firmino, Mané e Salah do outro lado existe um trio, que deve ser considerado o melhor da América do Sul, formado por Bruno Henrique, Gabigol e De Arrascaeta e isto pode vir a equipar a forças, se não houver um Mazenga pelo caminho...

Ledo engano, quem diferente pensar.

A diferença que existe entre o futebol europeu e o sul-americano é grande. O Flamengo vive um momento, o problema é que o Liverpool o vive também. O mesmo acontece no turfe. Não acredito que o melhor elemento sul-americano, possa ir na Europa e ganhar do melhor elemento europeu. Falo isto com conhecimento de causa. Ajudei a levar Hard Buck para o King George e ele foi segundo. Volto a repetir, segundo a quatro corpos de um cavalo que - mesmo tendo ganho o King George - nunca será lembrado entre os grandes europeus de todos os tempos.

Foi o momento que agiu em nome de Hard Buck. Este mesmo momento que poderá agir em prol do Flamengo. Evidente que a habilidade e o talento, têm que estar presentes. Outrossim, tanto esta habilidade quanto este talento, tem como patamar algo construído na América do Sul, cujo parâmetro, salvo raríssimas exceções, é inferior ao mais alto patamar europeu

Sonho com o King George e o Arco, assim como já sonhei um dia com a Breeders Cup, o Santa Anitra Handicap e a Dubai Cup.  E estes objetivos foram alcançados. Agora como realista que sou, uso meu otimismo me prevalecendo do momento. Que quando estiver propício, acredito que deva ser explorado em seu limite.

Temos que ter convicção que há uma possibilidade, cuja probabilidade de acontecer não é grande. Mas este sonho pela pequena fresta existente, tem que ser penetrado pelo calor do sol e nos fazer lutar e tentar ir, onde outros consideram ser impossível chegar.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

TATTERSALLS


BOM DIA. OBRIGADO NAÇÃO

Saiu a nova tabela do Flamengo:


Goiás e Avaí vão de seis
Grêmio de cinco
Vasco da Gama de quatro
"Parmera" de três.
O resto será tratado com piedade...


Avisei com antecedência que me tornaria insuportável. Logo, houve muito tempo para deletar-me de sua lista de opções. Agora que o Flamengo ruma a Doha, só resta aguentar esta xaropada e ao Kropp colocar suas barbas de molho, pois, o Flamengo já destituiu quatro treinadores de seus cargos, só este ano.

Brincadeiras a parte. Futebol é uma atividade de altos e baixos. Hoje o Flamengo está por cima, amanhã quem sabe o Grêmio ou o Santos, o Vasco... O Vasco? Não vamos exagerar... Tem que se aproveitar o tempo, zoando de seus adversários, pois, há consciência que amanhã você poderá ser zoado pelos mesmos. E a vida continua.

O turfe reune menos paixão e existe uma coisa que o difere do futebol. O craque, é respeitado. Não existe um dominante e irritante padrão de torce contra. Aplaude-se o vencedor e mesmo que esta vitória tenha um gosto amargo em sua garganta, aceita-se a mesma.

Não costumo sonhar. Ou se sonho, normalmente não me lembro o que sonhei. Deixo meus sonhos, para vivê-los acordados. Sonho por exemplo por um turfe brasileiro melhor. Por um cavalo brasileiro que se imponha internacionalmente. Por mais um carnaval ganho pelo Salgueiro. São sonhos difíceis de se concretizar, mas longe de poderem ser considerados impossíveis.



Ontem, excepcionalmente sonhei com algo extraordinário. Não me lembro o que, mas creio ter sido extraordinário, pois acordei com aquela inusitada satisfação de ter vivido uma situação bem acima das expectativas. Dormir pelo menos duas vezes de semana com o Flamengo fazendo gols a granel, nas deixa de ser reconfortante. Será que tem haver com a ida do Flamengo a Doha? Ou quem sabe de algum cavalo que selecionei, ter provado sua qualidade no King George? Certamente não foi a nova prisão do Lula, pois, se assim o fosse, certamente o teria lembrado.

Qualquer que tenha sido o mesmo, - quem sabe até uma goleada do Flamengo no Liverpool - hoje sinto que será um grande dia e espero que o seja para todos vocês.  Sonhem acordados, pois, são sonhos de muito maior valia do que os  vividos, dormindo.

PONTO CEGO: A DIFERENÇA ENTRE O CRAQUE E O MUITO BOM CAVALO

Durma-se com um barulho destes. O Cruzeiro quer torcida única em seu jogo contra o Palmeiras em Belo Horizonte, que decidirá ou não sua permanência na primeira divisão  O time de tia Leila, não pode sequer reclamar, pois, usou do mesmo estratagema contra o Flamengo em sua Arena, na semana anterior. Aonde estamos chegando?

Está certo que no caso do "Parmera", já se sentia que seria um velório, com a velação dos cadáveres do Mano Meneses e Alexandre Mattos, e em se tratando de velórios, creio que seja de bom alvitre se ter a presença apenas dos mais chegados. Será diferente com o Cruzeiro?

Não podemos deixar que ações contrárias ao espetáculo tomem conta do mesmo, pelo simples fato de haver interesses outros na atmosfera. No turfe, hoje existe um anomalia que considero perniciosa a disputa. Grande favoritos quando batidos, culpam adversários por fazerem corridas contra eles. Se houver dolo, concordo com a reclamação. Mas quando é apenas a mudança de um ritmo de carreira, discordo. Para isto existem os faixas. E mesmo que não sejam os faixas que propiciem estas mudanças, tem que ser respeitada a situação, que todos se inscrevem com o intuito de ganhar. O favorito passa a ser o alvo principal. Usar de artifícios anti-esportivos nunca. Usar de detalhes substanciais sempre.

O verdadeiro craque não necessita de um tipo de carreira. Lembro que se as coisas não saíssem da forma que queria, Easy Goer não demonstrava todo o seu potencial. O placar final contra Sunday Silence foi 3x1. Logo, Easy Goer não era craque. Apenas um grande cavalo que encontrou pela frente alguém com mais vontade que ele de vencer. Com seu pai Alydar havia acontecido  exatamente o mesmo, anos antes, e Affirmed acabou elevando o placar para 7x2, se não me engano.

Carreiras são para ser disputadas. Não obrigatoriamente para serem vencidas. Craque na acepção da palavra, pelo menos para mim, é aquele que corre, - na grande maioria das vezes - o que é capaz, independentemente do trem de carreira e das peripécias que a mesma possa pregar. Creiam-me já estive profissionalmente ligado a alguns, e me sinto apto a distinguir a diferença.

1976 Oaks Stakes

1974 Oaks Stakes

1973 Oaks Stakes

THOROUGHBRED DAILY NEWS








PAPO DE BOTEQUIM: A PROCURA DE UM LEGADO

Levei um pito!

Pois é, depois de velho ainda estou sujeito a sermões reprovativos. Paciência. Ainda mais que foi um pito que reputo injusto. Fui acusado de pensar muito no passado. Falar de Tesio e me ater a situações já vividas. Pois é, quem assim o pensa, tem todo o direito de pensar, mas para mim, vivem uma outra realidade. A do universo paralelo.

Uma sociedade que não se atem a sua história, na verdade é incapaz de reconhecer-se a si mesma. Razões? Não só desconhece suas próprias raízes como as verdadeiras razões que o trouxeram até aqui. E não conseguindo entender a si mesmo, provavelmente se tornará incapaz de entender o adversário. E assim o sendo, não estará preparada para pavimentar o futuro de uma forma racional e organizada. 

O conhecimento da história - no turfe moderno - talvez mais até do que qualquer outra disciplina, é para mim, a ferramenta principal na construção do crescimento profissional e na ativação do um senso imaginativo. Sem estas ferramentas fica impossível sonhar, por situações que possam se tornar plausíveis de cristalizarem-se em efetivo sucesso.

Sucesso, eis a situação que todos no turfe almejam. Penso que 90% dos proprietários e criadores de cavalos de corrida, estão mais interessados no sucesso técnico que propriamente o financeiro. São gente economicamente bem resolvida e que aceitam o desafio de participar de uma atividade, que apenas o disco de chegada dita as normas do padrão de qualidade.

Um dos pontos que todos nós, que vivemos desta e para esta atividade ansiamos é estar ligado ao verdadeiro líder de uma geração. Daí a importância, nos principais centros turísticos do mundo, de algo chamado Derby. Seja em Epson, Churchill Downs ou Palermo, o Derby pode diferir em pista e distância, mas nunca em seus princípios primordiais: a consolidação de uma liderança.

Dos anos 60 para cá, houveram grandes ganhadores em Epson, dos quais devem ser destacados, Sea.Bird, Royal Palace, Sir Ivor, Nijinsky, Mill Reef, Roberto. Grundy, The Minstrel, Shirley Heights, Troy, Shergar, Golden Fleece, Nashawn, Generous, Sinndar, Galileo, Sea the Stars, Camelot, outrossim, nem todos atingiram sucesso no breeding-shed. Sou ainda daqueles que acredito que a função principal da pista - principalmente no tocante aos machos - é selecionar quem deva seguir campanha no breeding-shed. E antes o Derby de Epson espelhava este padrão. Hoje acredito que não tanto mais.

Galileo e seu irmão materno Sea the Stars, certamente reavivaram a áurea do Derby, áurea esta que teve suas eras triunfantes no breeding-shed com a inclusão de Sir Ivor, Nijinsky, Mill Reef, Roberto, The Minstrel e Shirley Heights e depois de um longo e tenebroso inverno, os dois citados no inicio deste parágrafo. Mais timidamente tivemos lampejos deste brilho em certos vencedores do Kentucky derby, já que negar o sucesso de Northern Dancer, Seattle Slew, Pleasant Colony, Sunday Silence, Unbridled, seria um ato em vão. Mas há de se notar, que Unbridled venceu o Kentucky derby de 1990 e Shirley Heights, o de Epson em 1978. Respeitodamente são elementos de um outro século.

Tirando os filhos de Urban Sea, diria que de há muito, estas duas importantes provas, que teóricamente definem a liderança de suas respectivas gerações, estão. atualmente, muito aquém de municiar o breeding-shed, das forças que ele realmente necessita para manter a fila andando. 

No Brasil Spend a Buck, valorizou a sua vinda com sucesso no breeding-shed e Monarchos deixou sua marca com a vinda de uma das mais importantes corredoras dentre as importadas e nativas do turfe nacional. Sinndar e Sunnys Halo foram fracassos retumbantes por onde passaram. Real Quiet e Smarty Jones tiveram seus dias finais no vizinho Uruguay e estas foram as únicas relações que tivemos de mais importante com estas duas provas.

Porque me atenho a este assunto? Pois esta semana foi me perguntado qual a razão de não tentarmos trazer um ganhador de derby do hemisfério norte, principalmente europeu, se o nosso calendário clássico na parte de sua maior valia, estava direcionado ao fundo? Primeiramente que para trazê-lo teríamos que ter o risco de adotar um fracassado, pois, um ganhador de Derby não custa o preço de uma cocada e duas mariolas. e ai estaríamos jogando contra nossas odes. Já que apenas Spend a Buck deu, enquanto Sinndar, Sunnys Halo,  Real Quiet e Smarty Jones, foram iniciativas frustrantes. Demos com os burros na água!

Temos sim que tentar trazer cavalos inéditos, que tenham tido honestas campanhas em pista, e que preferencialmente estejam dotados de um bom fisico e um excedente significativo de carga genética. Acredito que devamos nos abster da prova em si e sim nos focar na campanha do elemento. Perder na primeira turma não é desdouro algum. Agora não participar dela com o menor brilho e se ater a provas menores, a meu ver, minimiza as suas chances de sucesso.

Creio que o número de ganhadores do Arco que povoaram nosso breeding-shed tenha que ser considerado expressivo. Porém, falando um português claro, que legado nos deixou?


O QUE VEM POR AI









































O QUE VEM POR AI: DOMINGO

OS REIS DO PEDAÇO


ACONTECEU NA INDIA

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Balanchine- The 1994 Epsom Oaks Stakes (Epsom Downs)

THE OAKS - 1958

THE QUEEN WINS THE "OAKS"

BOA DIA: MUDANÇAS QUE VEM POR AI

Sou um ser opinativo por definição. Contudo,  minha vida não é uma obra acadêmica do que pode ser feito ou não deverá ser mais feito. Evidente que sempre haverão divergências de ênfase, mas não serei eu o responsável pelas mesmas. Serei apenas responsável por minhas opiniões. E as mudarei, quando for provado que elas não funcionam mais.

Acredito, por exemplo, na força da genética, mas nem por isto a considero a resposta definitiva a todas as perguntas. Seu peso é importante, porém, não definitivo. 
Chegar-se ao cavalo diferenciado, necessita que uma série de outros fatores. Procura-los, identifica-los e finalmente seleciona-los como forma de se vasculhar por algo novo e a ajuda que você necessita para ter sucesso.

No futebol sempre fomos exportadores de genética. Hoje a coisa se modifica. Os Jorges, Jesus e Sampaoli, demonstraram quão fraco está a nossa "genética técnica" e das mudanças que vem por ai. Sinal de novos tempos. Não seria hora de importarmos dirigentes europeus para nosso futebol e para nosso turfe?

Um bom dia para todos.

TATTERSALLS


STUD FEES


PONTO CEGO: PARA OS AMANTES DE UMA SOCIEDADE SEM FINS LUCRATIVOS

Dada a força do Social no Jockey Club Brasileiro, a pluralidade de seus sócios em relação ao Turfe, fica bastante difícil ao executivo presidente do turfe, olhar com os olhos completamente isentos de qualquer outra preocupação, para os problemas de nossa atividade. Para se eleger e dirigir o turfe, são necessárias alianças com o Social, que na politica brasileira é chamado de presidencialismo de coalizão. Mas que no turfe acaba se transformando num presidencialismo de cooptação. Em outras palavras. O turfe se tornou escravo do Social. São eles que decidem o futuro de nossa atividade.

Lembro que o Social tem a sua importância, mas até o solo de que se aproveitam, foi doado pelo governo ao Turfe. Não para que fossem construídas piscinas e quadra de tênis, mas sim para serem desenvolvidas corridas de cavalos. Uma atividade que geraria divisas e empregos a comunidade. O que me incita a pensar que num mundo normal, em que um hipódromo deveria ter um perfil mais chegado a um casino que a um clube. o Social deveria depender do turfe e não no sentido inverso.

Somos uma atividade gerida por clubes e talvez por isto estagnada no tempo e no espaço. Nossos hipódromos não tem dono, embora certos presidentes ajam como ser fossem donos dos mesmos. Assim sendo, não tem obrigação de darem certo e sob este prisma, acabam não dando por serem sociedades sem fins lucrativos. Que de maneira alguma visa guardar dinheiro no cofre, ou torra-lo sem recompensar aqueles que a fazem existir...

E mesmo assim acordo hoje, esperançoso por dias melhores e desejando que este espírito tome conta de todos os turfístas, pois, sem esperança e sorte, a gente se engasga com um chicabon.

EURICO ROSA DA SILVA




OLHEM AS GROUP ONE MARES QUE JUSTIFY RECEBEU


THOROUGHBRED DAILY NEWS