HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL
HARAS SANTA RITA DA SERRA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS REGINA

HARAS REGINA
HARAS REGINA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO
HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

STUD H & R
STUD H & R - TOQUE NA FOTO PARA VER UM UM GP. BRASIL QUE VAI FICAR NA HISTÓRIA

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
AEROSOL, MESMO DEVOLVIDO PROVOU SER CRAQUE: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO
ONDE A VELOCIDADE IMPERA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS NIJU

HARAS NIJU
toque na foto para conhecer nosso projeto

HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA
HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

albatroz bloodstock agency, Inc.
albatrozusa@yahoo.com

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

VOCE GOSTA DESTE PEDIGREE?


GP São Paulo de Turfe 1998: Quari Bravo

G.P. Derby Paulista-G1 (22/11/1992) - 2400mG - PALEMON

Gran Premio Latinoamericano (G1) - 1982 Duplex (Bra)

El Sembrador -- Clásico "Grande Premio Brasil" (Grupo I)

PAPO DE BOTEQUIM: NÃO PODEMOS NOS DAR AO LUXO DE TRAZER-MOS OUTROS SAGAMIXES

Estava eu em Gulfstream Park, morrendo de frio, a tomar um café horripilante, - diga-se de passagem - quando um senhor na mesa ao lado comentou que havia acabado de ver a corrida mais surpreendente de sua longa história no turfe. Um allowance de seis animais em que a ordem de chegada foi diretamente oposta a ordem de apostas na pedra. Isto é o azar do páreo ganhou, o segundo azar foi segundo e assim por diante com o favorito sendo último a passo. E complementou, que isto, felizmente não acontecia nos páreos clássicos. E eu me lembrei imediatamente de um Travers Stakes, na verdade o meu primeiro, que aconteceu algo similar, não idêntico, mas que depois de anos entendi porque aconteceu. Ou pelo menos criei a minha versão para o fato.

Foi em 1982 e eu compareci, pois até aquele momento pensei que Conquistador Cielo seria o cavalo do século. Afinal um cavalo que na segunda-feira vence a milha da Metropolitan Handicap e cinco dias depois a milha e meia do Belmont Stakes, tem que ser levado, no mínimo, a sério. Como o foi por toda a imprensa e por mim.

Mas o tempo é implacavel. Ele trata de esclarecer as coisas, clareando pontos nebulosos que só podem ser entendidos anos depois. O Travers Stakes de 1982, seria disputado pelo ganhador do Derby, Gato del Sol, pelo ganhador do Preakness, Alomas Ruler e pelo ganhador do Belmont, Conquistador Cielo. A principio uma chamada perfeita. Um duelo entre os titãns da geração. Apenas que com o tempo, descobriu-se que estes três elementos foram os titãns de uma geração de muito baixa qualidade, falida e de nenhuma utilidade, como posteriormente se tornou evidente, no momento que os três foram levados a reprodução,  e pouco ou nada produziam.

Gato de Sol foi talvez um dos piores ganhadores do Derby. Alomas Ruler, com certeza um fraco ganhador do Preakness, e Conquistador Cielo herói de um Belmont que nada tinha a oferecer. E o ganhador do Travers, acabou sendo, o tordilho canadenses Runaway Groom, que posteriormente levado a reprodução, provou ser também muito limitado em transmissão clássica.

Tudo na vida é momento. O Grêmio perdeu a grande oportunidade  de ter sido campeão mundial, enfrentando um Real Madrid que anda caindo pelas tabelas, no campeonato espanhol.  19 pontos atrás do Barcelona, oito dp terceio colocado o Valência e apenas um ponto apenas, a frente do quinto colocado o modesto Villareal. Este seria o Real madrid que conhecemos?

Haverá outra chance como esta? Torço que sim, Mas a verdade é que este ano a amostragem não me pareceu boa, pois o Real de quase todo o ano de 2017, não foi o Real das finais do campeonato mundial, a começar de sua partida de estréia. Já Hard Buck foi segundo no King George, em que poderia até ganhar. Mas o que faria ele num King George realmente duro em termos de competitividade? Não sei, porém dificilmente gostaria de tentar. Temos que respeitar os parâmetros e sabe aproveita as chances quando elas nos parecem favoráveis. esta é a questão. Porém, para que isto aconteça, é necessário se conhecer o mercado.

Onde quero chegar? Que aquilo que a principio parece perfeito, como o campo do Travers de 1982, com o tempo escorre pelo ralo. A inevitabilidade de sacar no momento o erro que está sendo cometido, o induz ao erro maior e Conquistador Cielo, acabou sendo sindicalizado por uma quantia recorde, e provido das mais importantes éguas, naquele momento. 

Muita gente perdeu dinheiro nesta situação. Enquanto Woody Stevens - um dos maiores treinadores que vi atuar - iniciava uma série antologica de cinco ganhadores sequenciais do Belmont Stakes, vencendo de 1983 em diante com Caveat, Swale, Creme Fraiche e Danzig Connection. Porém, a exceção de Swale, que morreu tragicamente um dia depois de ter ganho o Belmont, todos os demais ftransformaram-se em redundantes fracassos reprodutivos. Enquanto Gone West que fracassou na tentativa de ser o sexto ganhador de Woody no Belmont de 1987, prova que tinha a chamada de ter o ganhador do Derby e do Preakness, Alysheba e sua sombra na triplice coroa Bet Twice - que acabou sendo o vencedor do Belmont - este sim se transformou num sucesso no breeding-shed. Alysheba foi quarto atrás de Cryptoclearance e Gulch, que igualmente não primaram por serem reprodutores de primeira linha.

Dizia Vó Adelina, que Deus escreve certo por linhas tortas. Este, para mim, é o quadro exato do que muitas vezes acontece no turfe. Nem sempre aquilo que está espelhado no resultado de uma carreira, representa o futuro brilhante na reprodução. Nos dois anos seguintes, tivemos dois espetaculares ganhadores do Belmont: Risen Star um filho de Secretariat em 1988 e Easy Goer em 1989. O primeiro ganhou por quase 15 corpos. O segundo pelo segundo melhor tempo da história, apenas inferior a Secretariat.  E o que tiramos daí? Que nem Easy Goert e nem Risen Star funcionaram a contento reprodutivamente.

Outa conclusão que se chega, é que a milha e meia norte-americana para os três anos, não parece ser algo de retumbante no cenário internacional. Apenas Afleet Alex e Empire Maker, entre os ganhadores do Belmont, podem ser considerados entre os ganhadores modernos desta prova, reprodutores acima da média. Mas ainda afastados de poderem ser considerados de primeira linha.

Pelo Brasil passou Point Given e atualmente temos Drosselmeyer,  ambos ganhadores desta prova. O primeiro pouco contribuiu. Quanto ao segundo, ainda é prematuro se fazer uma analise mais abalisada.

Senhores, ganhar grupos uns não necessariamente qualificam alguém a poder ser confiável. Ajuda, mas não garante. O importante é se analisar em que condições a vitória foi obtida e contra quem isto se verificou. se não recairemos em outros erros tais como Sagamix...

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS: FARINHAS DE SACOS DIFERENTES

"...não se pode coloca Baronius e Karabas em um mesmo saco, pois, o nacional demonstou ter muito mais qualidade que o irlandês. esta pelo menos é a minha opinião, ainda mais ..."
Montenegro

E não é que eu coloquei, Montenegro. E talvez tenha uma razão para tal. Será?

Sou um fâ de caderninho de Baronius. Como corredor, e como semental. E na verdade sempre tive um pé atrás com Karabas. Mas como disse aqui, o tempo o faz ver as coisas mais claras. A idade também...

Em nossso data base, que conta hoje com os 2492 ganhadores de grupo, veremos que Baronius produziu a 11 individuais ganhadores de grupo, enquanto Karabas apenas 5. Evidente que um iniciou suas funções ainda jovem. O outro para o Brasil foi importado já com idade avançada. Mas como avôs maternos, acredito que possam ser considerados, farinhas de um mesmo saco. Um bom saco, pois, enquanto Baronius comparece com 16 individuais ganhadores de grupo, Karabás contribuiu até aqui com 14. Mas a medida que a posição vai descendo naquilo que chamo de estrutura genética, Karabas se consolida, sendo até hoje responsável por 18 individuais ganhadores de grupo, como pai de segunda mães e oito como de terceira. Posições em que me parece prematuro julgar Baronius, que com três como pai de segunda mãe e apenas um com pai de terceiras, precisa de mais tempo paa ser julgado.

Vamos deixar uma coisa bastante clara. Nada pode ser comparado a Ghadeer e Clackson. Eles são farinhas de sacos distintos. Mas creio que outros nomes como Waldmeister, Baronius e Karabas, estão bem alinhados naquilo que considero transmissão de classe.

PONTO CEGO: FA FREDDO ALFREDO

Não me lembro de ter feito tanto frio, como está fazendo esta manhã em Hallandale Beach. Nos termometros 6 graus. Isto é frio para ninguém colocar defeito. Principalmente numa região de clima quase tropical. No io de janeiro, haveriam mortes inevitáveis. E com o sol a pino, ceu azul e ótima luminosidade, a coisa se torna ainda mais bizarra.

Não dá para explicar o inverno que está fazendo aqui nos Estados Unidos. Temperaturas que nunca haviam sido alcançados, este ano, estão aparecendo em diversos lugares, com rara constância. Outrossim, aprendi nesta vida, que muita coisa não dá para se explicar. É captar, tentar entender e aceitar mesmo que a coisa não tenha sido bem entendida.

O turfe brasileiro é um celeiro de coisas que não podem ser explicadas, dentro de uma atividade que internacionalmente se provou pela ampla superioridade do certo pelo incerto. Galileo é o certo. Henrythenavigator o errado. Mas ambos foram em pista, cavalos de primeira linha. Portanto, é óbvio, que muitos irão testar as duas opções. Porém, depois, de já povado que são farinhas de diferentes sacos, cabe ao investidor se manter naquilo que provou estar certo. E não tentar mudar a razão das coisas, por poesia ou sentimentos pessoais.

Nunca um criador me impressionou tanto como Paul Melon, na única oportunidade que tive em entrevista-lo em seu haras na Virginia. Lembro bastante de uma frase que disse: Toda infecção se inicia com um invisivel virus e em pouco tempo seu organismo está infestado por um bando deles, agora bastante visiveis. O que ele queria dize com isto? Apenas justificar seu posicionamento sobre aquilo que considerava imprestavel a seus pedigrees. Quando detectava o "virus", o eleminava de sua criação, vendendo todos os animais que o tivessem em seus pedigrees. Drástico? Evidentemente que sim. Funcionou? Creio que sim. Sem o potencial dos grandes potentados, Paul Mellon, conseguiu coisas extraordinãias, como Key Bridge, Mill Reef e outros.

Por isto pergunto, para que dar chance ao azar?

Foram anexadas recentemente ao plantel do Stud H e R, três reprodutoras nacionais, as unicas a serem mantidas para a temporada de 2018. Mas olhem as estruturas genéticas delas. Ondem podem ser detectados virus? Acho que em ponto algum.

Power Dream - Grand Slam-Ghadeer-Clackson-Waldmeister - 9-c na linha de Skyle
Brilhante - Elusive Quality-Grand Slam-Baronius-Karabas - 4-b via Gallia

Super Mommy - Elusive Quality-Ghadeer-Clackson-Storm Bird - 8-h via Lady Be Good

O ponto é simples. Se alguém anseia te uma filha de Elusive Qiality, não basta adquirir qualquer uma. Tem que se achar aquelas que não tenham em sua estrutura genética básica, virus. Penso que Grand Slam, Ghadeer, Clackson, Waldmeister, Baronius e Karabas são antidotos. Eles ativam pedigrees. Eles já provaram serem transmissores de classe. Porque então arriscar?

Bold Ruler wins the handicap race at Camden, New Jersey. HD Stock Footage

Bold Ruler - Preakness Stakes 1957

11/11/57 Bold Ruler wins Trenton Handicap and "Horse of the Year" title

1957 Bold Ruler wins the Wood Memorial Stakes horse race and sets track ...

VOCE GOSTA DESTE PEDIGREE?


PAPO DE BOTEQUIM: CUSTO E TEMPO


A toda ação terá uma reação igual e contrária. Isto é uma lei da Fisica, mas que de maneira alguma pode ser utilizada quando se discute idéias. Sempre defendi, a tese, que existem vários caminhos para se chegar a Roma. O que difere os mesmos, é custo e tempo.

Outrossim, qualquer que for o caminho escolhido, uma coisa é me parece clara: existirão percentuais distintos no concernente a acertos, que irão definir quais são aqueles mais efetivos. Ficar como num carrosse,l a girar em tono de um mesmo eixo, não levará ningu~em a lugar algum.

O leitor Marcel, fez um comentário altamente importante, sobre algo que leu em um outro blog.

...pois é, precisamos estar em plena evolução, o biótipo de cavalo mudou, os "galopadores" saem de cena e entra a velocidade através da distância e o retorno financeiro o mais rápido possível se dando mais valor a precocidade...

Falemos de Europa. Não há dúvidas que o biotipo do cavalo de corrida sofreu uma transformação, com a entrada em cena primeiramente de Hyperion e logo a seguir de Nearco. Os Hurry Ons e Blandfords, foram colocados de lado como perfis fisicos e aptitudinais e quando Northern Dancer assumiu as rédeas do mercado, a mudança se tornou ainda mais efetiva.

Penso também que tanto Hyperion, quanto Nearco, foram os primeiros a estabelecer o conceito da velocidade através da distância, que depois consolidou-se com a introdução de Northern Dancer. Antes a transmissão de caracteres vinha de um processo compatilhado, onde sprinters, eram sprinters, flyers eram flyers, milers eram milers, e haviam ainda os middle distance horses, os classics e os stayers. esta mudança alijou das disputas, sprinters como The Tetrarch e stayers como Son-in-Law. Mas o processo ficou apenas focalizado no classicos. 

Hoje o cavalo moderno compartimentado é raro. Mas ao mesmo tempo que um Dark Angel e um Killachi esmeram-se em produzir sprinters, sprinters-flyers, como Oasis Dream e Cape Cross, são capzes de produzir elementos para as distâncias clássicas e outros reprodutores como Galileo e Dubawi são capazes de preencher quase todas as lacunas a partir da milha.

Temos que perder a mania de tentar compartimentar. Não há o modelo perfeito e acima de tudo cada caso é um caso. Não estamos falando de um jogo genético para poduzir batatas ou tomates. estamos ciando vidas e vidas voltadas ao atleticismo. Aga Khan tem uma foma de idealizar seus cruzamentos, a Juddmonte tem outra distinta e completamente diferente destes dois criadores, criadores australianos estão apresentando outras técnicas, com imbeeds e duplicações. E todas com sucesso. O que difere, é o percentual de acerto e a qualidade das provas ganhas.

Eu, particulamente tenho uma melhor afeição para com pedigrees dotados de imbreeds, mas nunca deixarei de adquirir um Much Better ou um Einstein, por serem portadores de pedigrees abertos. Acima de qualqie teoia ou crensa, devem estar os individuos.

Quanto a precocidade, é hoje uma necessidade mundial. Ela pode trazer, mais rapidamente o ressarcimento de seus custos e levando-se isto em consideração, criadores se tornaram mais comerciais neste detalhe. Poucos são aqueles que tem paciência de esperar a segunda temporada para se ter seu investimento de volta. Mas a pseudo precocidade tem que ser tratada de uma maneira séria. Não é porque um cavalo foi Champion 2yo, que ele vai ser um transmissor de precocidade. Toda circunstância tem que ser analisada. As vezes você tem um cavalo que se saiu bem em sua primeira tempoada, pois, a competencia naquele ano, não foi das melhores. Entre Uncle Mo e Shanghai Bobby, para mim o primeiro foi um melhor dois anos que o segundo e Scat Daddy do mesmo nivel de Uncle Mo, não pode ser considerado um transmissor de excepcional precocidade. Mais na distância seus filhos se destacam, principalmente a patir da segunda campanha.

Volto a repetir: não existe verdade absoluta. Você pode chegar a seu intento de várias formas. Estou satisfeito em chegar a meus intentos da forma como encaro fisicos e pedigrees. Mas respeito a forma como outros conseguem igualmente fazê-lo.

HORSES






A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS

As corridas brasileiras estão agora aparecendo aqui em Gulfstream e imeditamente iniciam-se boatos que haverão investidores que estarão prontos a armar carreiras, principalmente o hipódomo da Gávea, para jogar aqui e ganhar rios de dinheiro em dolares. Confesso que não sei se isto pode ser real ou obra de ficção. Mas chegou a meus ouvidos das mais diferentes fontes. Será possivel? Quando isto não lhe passa pela cabeça, não quer dizer que não exista. E no meu caso, nunca fui expert em jogo, aliás, estou mais para neófito do que para expert, neste setor.

Não estou bem a par, de como está aparelhada a atual comissão de corridas do hipódromo carioca, mas não tenho ouvido "chiado" que algumas corridas possam estar sendo manipuladas. Muito pelo contrário, tenho assisitido a disputadas de muito empenho e que me parecem transparentes. Mas como disse não sou nenhuma autoridade no assunto.

Imagino que se algum dia alguém tiver o intento de preparar corridas, a coisa irá ser desmascarada e combatida. Pois, se assim não o for, todo o processo irá por água abaixo no mercado de apostas internacional.

Aceito que possam existir interesses distintos em ser proprietário de cavalos de corrida. Eu por exemplo quando tive cavalos queria vencer. Outros podem ter o desejo de jogar. E deve ainda ter alguém que pense em manipular. Não consigo mais, é ter aquele trauma, que as coisas não estão correndo honestamente. Pefiro ser taxado de um boboca do que um hábil manipulador de conceitos.

Mas aqui fica um alerta. Penso que se alguém suspeite, e este alguém ame a atividade, que coloque a boca no trombone.

RECORDAR É VIVER

Vou deixando de antemão, minha opinião que sorte sempre é necessária para ajudar aqueles que já se ajudam com a captação de conhecimento. Eu não assisto carreiras em Galway, na Irlanda. mas sabado eu estava assistindo as carreiras de Newmarket e Goodwood, e entre uma e outras provas de Doncaster, Thirst, Galway e outros hipódromos.

Pois bem, corria a sua segunda carreira um potro chamado Amadeo Modigliani, um Galileo, em mãe Danehill Dancer, que para mim já está no patamar de um nick. Mas ainda haviam duas coisas naquele potro que me chamaram a atenção. O primeiro ele ser um descendente direto de Mumtaz Mahal, sua nona mãe. E segundo o fato desta corrente feminina que iniciava em Mumtal Mahal e termina em sua mãe, sete reprodutoras são de pelagem tordilho. Achei interessante e fixei minha atenção, mas nada esperava, já que Galway não combina com um investimento chamado Galileo. e em sua estréia em Curragh - que não passou de uma terceira colocação - só pude notar quem ganhou, Gustav Klimt.

E aqui entre nós, eu com 10 kilos a menos ganho em Galway.

Mas não ganharia da forma de Amadeo Modigliani o fez. Ganhou sem mudar o galão, por quase seis corpos e o terceiro colocado a mais de 11.

Não tenho como avaliar contra quem ele correu e se galway pode ser digno de comparação com Curragh ou Leopardstown, mas que este cavalo correr, ele corre.






O QUE VEM POR AI: SABADO NA NOVA ZELANDIA



O QUE VEM POR AI: SABADO NOS ESTADOS UNIDOS


EM PORTO RICO


NA ARGENTINA


NO PERU


NO BRASIL



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

THOROUGHBRED DAILY NEWS




MAGIC MILLION



Metropolitan Handicap 2004 - Pico Central

Carter Handicap 2004 - Pico Central

Vosburgh Stakes 2004 - Pico Central

GP Brasil Turfe 1993 - Villach King

1983 GP CARLOS PELLEGRINI INMENSITY - A BOLINO

VOCE GOSTA DESTE PEFIGREE?


PAPO DE BOTEQUIM

Nós hoje vivemos momentos informativos. Somos bombardeados de informações importantes ou vazias. Elas surgem de todos os lugares.  cabe ao leitor filtra-las e saber ingerir somente aquilo que interessa.

Não adianta querer catequisar o publico de uma coisa que para você parece clara, mas que para este publico não soa redondinho, como deveria soar.  Você como analista, obrigatoriamente necessita que entrar nas verdadeiras necessidades deste publico - que muitas das vezes não sem nem reconhecidas pelo própio publico - e tentar supri-las com aquilo que pesquisou e concluiu. E ai, existirão aqueles que absirveram as mensagens. E os que a s repudiaram. Cavacos do oficio.

Comunicação deveria ser a coisa mais banal possivel. Outrossim, a boa comunicação, aquela que penetra e se fixa, não é tão simples assim, pois, você fala para um publico que lê, mas que você desconhece gostos e tendências.

THOROUGHBRED DAILY NEWS




HORSES




PAPO DE BOTEQUIM: A OPERA BUFA

A cultura conteporânea do turfe em vez de mobilizar o espirito critico do turfista brasileiro e sua vontade de combater o estado atual em que se encontram as coisas, faz que tudo isto seja percebido  e vivido com resignação e fatalismo, como se fossem fenomenos naturais, com a chuva, a neve e o frio. Não vejo reação e sequer uma vontade de exercê-la. Estariamos vivendo uma ópera bufa? um cataclisma de idéias parvas? Um tsunami financeio de largas proporções? Estou quase certo que sim. De tudo um pouco.

Vocês já atentaram para a chamada do Esporte TV da Globo? Ela cita e mostra rápidas imagens de atletismo, basquete, ciclismo, futebol, ginástica, hipismo, iatismo, judo, maratona, natação, remo, surf, tenis e voley.  E ainda frisa de A a Z. Quatorze esportes, e nada de turfe. Isto apenas demonstra como nossa atividade é considerada no maior meio de comunicação brasileiro: um zero bem mais a esquerda, que poderiamos supor. No mesmo nivel de bocha, sinuca, xadrez, purrinha e sabe lá o que... Desculpem, mas eu acho isto o cumulo.

O abandono que passamos é grande, pois, quando pequeno me acostumei e por isto passei a me interessar pelo turfe, já que as carreiras da Gávea eram apresentadas na televisão, nas tardes do fim de semana. Por mais leigo que você possa ser, a simples apresentação da imagem cria a curiosidade e meu passo seguinte, - quando pude fazê-lo - foi ir a Gávea. Lá me apaixonei por tudo em torno, desde as sedas vibrantes ostentadas pelos jóckeys, como pela nobresa dos cavalos e porque não assim igualmente dizer, do publico, altamente bem vestido. Esta era a forma antiga de se atrair uma geração de novos turfistas.

E funcionou comigo e com uma geração. Isto depois de Janio Quadros aprontar das suas e muitos ciadores-propietarios como os Seabras, terem abandonado a atividade. Com 15 anos compareci a meu primeiro Grande Prêmio Brasil, e um cavalo nacional venceu: Zenabre. Houve torcida e vibração intensa.

A cidade parava, durante a semana que antecedia a carreira jornais, revistas e a própria televisão, mantinham o interesse no evento com notas e flashes, pricipalmente dos cavalos argentinos, chilenos e uruguaios que a este evento compareciam com regularidade.

Para onde foi isto tudo? Não sei. E não culpem a Internet, o surf e o que quer que seja. pois o que você quiser que for, existe - muma ainda maior escala - nos Estados Unidos, na França, no Japão e até na Austrália. Perdemos o interesse popular, por nossa própria culpa. De um lado elitizamos demais e de outro achamos que não precisava manter a marca em evidência, que o publico continuaria a jorrar da terra e encher todas as arquibancadas e jardins. Hoje, nem uma somos capazes de encher.

A promoção dos grandes e mesmo pequenos eventos turfisticos, rola solta nos Estados Unidos, na Europa, no Japão e em qualqier lugar que seja. Menos no Brasil. Algo é feito, não posso ignorar, mas em comparação ao que é feito nos Estados Unidos, diria ser simplesmente ridiculo.

Torço,veementemente para que as coisas mudem seu rumo. Acho que tudo poderia acontecer de diferente, se conseguissemos trabalhar as massas jovens. De 100 que comparecessem, talvez cinco se mantivessem na atividade. Mas não vejo muitos filhos que queiram seguir os passos dos pais. E netos, menos ainda.

HORSES





PONTO CEGO: DE TUDO FICAM TRÊS COISAS

Vale a pena existir. E explico o porque.

Um dia indo da casa de minha mãe em direção a praia, ao atravessar a Praça General Osorio, em Ipanema no Rio de Janeiro, deparei com Fernando Sabino, já com idade avançada, lendo em um banco. As pessoas passavam por ele e pareciam não o notar. Aquilo, me calou fundo e me senti com coragem de sentar a seu lado e puxar um fio de conversa. No meio da conversa, lhe confidencie que tudo dele havia lido e que escrevia, e que um dia gostaria de me tornar escritor.

Ele gentilmente me pediu para falar de alguma coisa que tivesse escrito e foi ai que eu vim com aquela minha idéia maluca sobre o livro que depois acabei escrevendo, sobre um submarino na Lagoa Rodrigo de Freitas, que um capitão do exército acreditava que era parte de um complô nazista de raptar o então presidente Getulio Vargas.

Fernando Sabino, por educação ou talvez mesmo por ter gostado, deu um boa gargalhada e e recitou um poema, escrito por ele, que para mim soou como um incentivo, E complementou dizendo que eu levasse a idéia avante e que se um dia escrevesse sobre o tal submarino, que trouxesse para ele ler e assinar um prefácio. Acabei escrevendo, mas quando terminei, Fernando Sabino, infelizmente já nos havia abandonado e eu acabei tendo meu prefácio escrito, por outro herói de minha existência, o Chico Anysio.

O encontro se deu em 1987, ano em que me transferi para os Estados Unidos. O poema, que depois copiei de um de seus livros, assim dizia:

De tudo ficam três coisas.
A certeza que estamos começando.
A certeza de que é preciso continuar e
A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar.
Fazer da interrupção um caminho novo,
Fazer da queda um passo de dança,
Do medo uma escola,
Do sonho uma ponte,
Da procura um encontro,
E assim terá valido a pena existir.

Guardei estas palavras, como disse anteriormente como um grande incentivo. De um libriano, como eu, que nos deixou no inicio deste século.

Amigos, inimigos e aqueles que não fedem nem cheiram, tenham certeza de uma coisa, não só vale a pena exitir assim como vale a pena lutar por um turfe brasileiro melhor. Mesmo que tenha que se nadar contra a maré, e o mar esteja infestado de tubarões. E muitos enão devem perguntar porque? E eu respondo citando, que uma criação capaz de gerar Much Better, Itajara, Pico Central,  Siphon, Bal a Bali e dezenas de outros, vale a pena, pelo simples fato de já ter provado ser ela capaz.

Nossos haras estão de parabens, pois, mesmo com uma genética inferior, são capazes de crirt atletas de nível internacional.

Acertar não é o que sempre se consegue, mas o fato de um enforço, naquela que você considera a direção certa, faz a pena existir. Não importa que menos de 2,000 pessoas tenham lido sobre o Submarino da Lagoa Rodrigo de Freitas. Para mim, o importante é que ele foi escrito, publicado e lido. Não importa que Hard Buck, ficou a alguns centimetros de meu sonho. O fato de ter tentado, para mim faz toda a diferença, pois meu sonho quase se tornou uma realidade. Não importa que seu time de futebol ou sua escola de samba, não consiga o titulo. O mais importante é que eles estão ainda vivos e na luta. Como diria Fernando Sabino, do medo uma escola, do sonho uma ponte, da procura um encontro, e assim terá valido a pena existir.





EM SANTA ANITA


O QUE VEM POR AI: QUINTA EM MEYDAN


OS REIS DO CLASSICISMO


O QUE VEM POR AI: NA AUSTRALIA


EM HONG KONG


NA AFRICA DO SUL


NA INDIA




terça-feira, 16 de janeiro de 2018