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quarta-feira, 24 de junho de 2009

YEATS O ROCKY BALBOA EQUINO


Estaba curioseando en el pedigree de la madre de YEATS, LYNDONVILLE y lo que primero se destaca es la repetición 5 x 5 dentro de su cuadrante inferior, en el jefe de raza de la categoría “Profesional” PRECIPITATION.

PRECIPITATION fue reconocido más que nada como padre de padrillos, y está presente en ella a través de sus hijos machos PRECIPTIC y CHAMOSSAIRE.

Lo siguiente que me llama la atención es la aparición de dos individuos con estructuras muy similares de cruzamiento en ambos cuadrantes, CHARLOTTESVILLE y ARTIC PRINCE.

CHARLOTTESVILLE es un hijo de PRINCE CHEVALIER en madre NEARCO en abuela SINGAPORE por GAINSBOROUGH.

ARTIC PRINCE por su parte es también un hijo de PRINCE CHEVALIER en madre NEARCO en abuela SOLARIO por GAINSBOROUGH.

En ambos la línea materna continua con presencias de CYLLENE, ST. SIMON.

Por línea alta LYNDONVILLE se remonta a PHAROS y por la línea alta de su cuadrante inferior también.

Comparto totalmente lo que Renato expresara en cuanto a que merece seguir un camino distinto al de la mayoría de los ganadores de la ASCOT GOLD CUP en chances reproductivas.

Fernando Martinez

Lyndonville, a mãe de Yeats correu em três oportunidades e não demonstrou nenhuma qualidade em pista.

Quando Yeats foi elevado a condição de favorito do Derby após sua vitória nos 2,000m do Derby Trial stakes (Gr.2) em Leopardstown, temi que lhe faltasse aquela aceleração final tão peculiar e necessária naqueles que querem ter sucesso em Epson. Sabia que a stamina deveria estar lá, já que sua mãe era imbreed em Precipitation, e onde há Hurry on, pode faltar tudo, menos stamina.

Outrossim, há de se convir, que esta extirpe desenvolveu-se através de décadas pela sua capacidade staminica, nem tanto por sua aceleração final. Eram cavalos voluntariosos que participavam da carreira e agüentava no coração as penúrias dos últimos metros.

Na Irlanda, num páreo de apenas quatro cavalos ele correu de ponta mas quando Jamie Spencer pediu por ele na reta, ele simplesmente demonstrou não ter outra marcha. Manteve-se na mesma marcha e venceu confortavelmente, se eu não me engano, por 1 ½ corpo. Não me lembro o que foi alegado em termos de injuria, mas no dia do Derby, Yeats simplesmente não compareceu. Na verdade voltou apenas um ano depois, sendo segundo em um grupo 3 na distância de 2,000m.

Quando o vi inscrito na Coronation Cup, confesso que pensei com meus botões. "Se ele não encontrou uma marcha neste período que esteve afastado das pistas, não vai chegar a lugar nenhum". Mas ele chegou e por mais de dois corpos despediu a concorrência. Novamente tomou a ponta e na reta não foi acionado. Logo, não sei se Kieren Fallow não passou a marcha por que não a tinha ou simplesmente não precisava. Mas em sua corrida seguinte, o Grand Prix de Saint Cloud notou-se que a marcha não existia. Ele correu terceiro e na reta quando a ele foi pedido aceleração, não a mostrou e chegou na nona colocação a quase 20 corpos de Alkaased, que venceu a prova.

Logo, era esperado que seus responsáveis jogassem naquela sua possível stamina e a solução plausível seria aumentar a distância. Isto foi feito e ele pelo menos foi quarto a menos de dois corpos nos 2,800 metros do Irish St. Leger. Novamente correu em terceiro e não acelerou. Como no continente norte-americano existe uma carência de stamina, talvez tenha sido esta a razão para trazê-lo a disputar no Canadá, os 2,000m do Canadian International (Gr.1). Foi sexto a 12 corpos depois de liderar a carreira até a entrada da reta.

Foram sete meses de preparação, mas ele estreou em sua campanha de 5 anos vencendo os 4,000m da Ascot Gold Cup (Gr.1) por 4 corpos. Dai para frente estabelecido como stayer ganhou quatro Gold Cups e a maioria das carreiras que enfrentou.

Mas terminemos com esta ópera e voltemos ao trilhos. Tanto Top Ville como Sparkler, nomes em posições importantes no pedigree de sua mãe, nunca demonstraram serem dotados de uma real aceleração final. Porque assim o afirmo e dou tanta importância ao fato? Porque vi Top Ville correr. Acredito inclusive que ao ganhar o Prix du Jockey Club em 1979, o fez por tratar-se de uma turma amena, pois tanto Lê Marmot, quanto Sharpman que o seguiram, eram cavalos limitados em classe e quiçá em stamina. Mesmo quando ganhou o Guichê e o Lupin, Top Ville o fez encima de cavalos como Irish River e Bellypha, nas distâncias de 2,100m e 1,850, ambas, a meu conceito, acima da capacidade deste dois grandes milheiros. Top Ville dominou, por sua stamina, em uma geração que demosntrava ausência da mesma. Nunca o fez, por sua caracteristica de corrida.

Os pontos que você apontou no pedigree da mãe de Yeats realmente são pontos importantes a serem estudados. O que sei, é que Yeats tem o coração, a stamina e acima de tudo a consistência para transmitir a sua progenie. Se for cruzado com reprodutoras que tenham, precocidade, velocidade e advindas de linhas com acentuadas acelerações finais, pode vir a ser um must reprodutivo.

Mas quando Yeats será levado a reprodução?

Ele parece Rocky Balboa. Quando menos se espera ele está de volta. E agora ainda mais, pois, existe a possibilidade levantada por seus responsáveis dele correr o King George VI, o Irish St. Leger e quiça o Arco, numa prova inconteste que existe uma tentativa de torná-lo um prospecto mais atrativo em termos reprodutivos.

Será que vai funcionar? Creio que assim possa, pois, a turma entre os mais velhor me parece amena e apenas Sea the Stars demonstra ser for real entre os três anos.