domingo, 23 de agosto de 2020

A CERTEZA EM UMA TEORIA


Pois é, depois do exemplo que dei do inbreed boussaquiano de Galileo, bem aventurado no Futurity Stakes de Curragh, existente no pedigree de seu vencedor Mac Swiney, hoje, nesta mesma tarde outro dois anos, só que na Turquia, vencia trazendo em seu pedigree nada menos que seis inbreed e uma duplicação.

Vocês sabem quantos ganhadores de grupo no mundo, neste século possuem sete inbreed em seu pedigree? Que eu tenha pesquisado seis ,com Gulum Oaman. Alguns poderão imaginar que este número é ínfimo. Será? Pois bem, quantos cavalos você tem conhecimento que trazem em seus pedigrees sete inbreed? Logo, este número pode ser absurdo. Quiça 100%.


Logo, tenham cuidado com as observações. O que considero válido é quando se está militando em um mercado com menores possibilidades como o turco e por que não dizer, o nosso, deveríamos explorar mais estas possibilidades para potencializar pedigrees, frágeis em termos de mensageiros. Agora se isto não for o problema e o problema é ganhar da Coolmore, da Godolphin, da Juddmonte e de Aga Khan, faça um 2x3 em Galileo, preferencialmente numa égua da 13-c , como Mac Swiney ou da 9-c. como é o caso de Gulun Osman.

Para quem possa ter memória curta, lembro que Enable, que acredito ser uma das melhores éguas da história do turfe, tem seu pedigree consubstanciado num igualmente fechado inbreed em Sadlers Wells na razão 3x2. E ela descende da consagrada 4-m.

E para deixar uma situação ainda mais consolidada, em relação a importância que os inbreeds assumem nos dias de hoje, enquanto escrevia esta, Chaos Theory, carimbava seu passaporte para a Breeders Cup Sprint Turf, vencendo o Green Flash Stakes (Gr.3). Já notaram que ele possui um tripé de inbreed em Northern Dancer-Mr. Prospector-Deputy Minister?