sexta-feira, 21 de agosto de 2020

PAPO DE BOTEQUIM: AINDA HÁ DÚVIDAS?


Tem gente que acha que o Lula é inocente e a Dilma brilhante. O que em outras palavras quer dizer que há gosto para tudo. Até para o impensável. 

Houve até um leitor que não acreditou que na importância da genética do animal importado em nossa criação, pois, se assim o fosse, segundo ele, o que trouxemos não seria tão ruim assim. Desculpe, mas é. Houveram exceções. 

Abro um parênteses. O Barão de Itararé dizia quando nada se espera e ai que não acontece nada mesmo. Quem quiser que vá a Niteroi adquirir genética. Eu, prefiro ir a Keeneland. Afinal 70 destes individuais ganhadores de grupos as mães foram por mim importadas. Fecho o dito cujo.

A concentração destes resultados em alguns animais prova que alguns fizeram a diferença. Não todos. Querer comparar Ghadeer por exemplo com Duke of Marmalade me parece ilógico. Mas não cabe a mim, discutir o sexo dos anjos. 

Esta importância, menosprezada pelo leitor, ao contrário é muito e se mantém quando estas que deram certo e mesmo outras que falharam como mães, passam a ser segundas mães, como pode ser visto na lista que se segue. As norte-americanas que como mães contribuíram com 269 individuais ganhadores de grupo, aumentam para 423 o número dos mesmos quando passam a posição de segundas mães. E não são apenas elas. As de todas as nacionalidades.

Estados Unidos - 269 - 423
Argentina - 260 - 422
Inglaterra - 66 - 145
Uruguai - 48 - 73
França - 32 - 74
Irlanda 23 - 59
Canadá - 11 - 19
Chile 10 - 16
Peru - 6 - 7
Itália - 2 - 7
Suécia - 2 - 3
Australia - 1 - 0
Alemanha - 0 - 2

Passam a ser 1,251 individuais ganhadores de grupo, cujas segunda mães são estrangeiras. O percentual passa a ser de 46%. Isto não lhes parece significativo? Espero que até que para o senhor Rodrigo, que minimizou minha análise anterior, quando frisei a importância de se importar, isto denote uma importância. Evidente que 24% já tinham mães estrangeiras, e normalmente elas são filhas de estrangeiras, logo houve um aumento real de aproximadamente 22%. Ou na realidade, pelo menos, uma manutenção de status comportamental. E isto, levando em consideração a adição de possíveis eletricistas na questão, me parece algo a se levar em consideração.

Valeria a pena, ampliar este estudo para o posicionamento destas estrangeiras como terceiras mães e estudar a importância de seus confrontos com alguns eletricistas. Mas, pelo menos para mim é um assunto decidido e lacrado. Afinal não preciso me jogar do último andar do Empire Stakes, para imaginar o que vai acontecer comigo quando chegar ao asfalto.