Bom dia Renato,
Li o artigo do Fragoso Pires dividido em duas partes e gostei muito da explanação. Gostaria de fazer pequenas considerações. Os problemas do nosso turfe são locais, logo as soluções também virão de nossas terras. Ele indica uma direção falando sobre um calendário nacional de consenso. Turfe precisa de TURFISTA. Vou continuar batendo meu tambor. Sem apostas, sem receita, sem renda para proprietários, sem compradores internos para nossa criação. Tenho utilizado o Betfair e Bet365 ultimamente, também já utilizei a PMU. O volume de apostas mundial é gigantesco e crescente. Hoje nossos clubes de corrida concorrem com essas plataformas globais. Citei apenas poucos participantes deste mercado gigantesco. Se não estivermos dentro desse jogo global, nos restará apenas a miséria local. Quanto a graduação das provas entendi que o mercado já faz o necessário para diferenciá-las. As decisões da IFHA parecem ser nocivas ao nosso "Courses & Elevage". Precisamos defender nossos interesses junto às entidades que controlam o turfe mundial. As condições nos prejudicam? O que fazer pra mudar as condições? Caso participar destas entidades represente o caminho de nossa ruína, que sigamos novos caminhos em busca do pote de ouro no fim do arco íris. Sei que realizar o necessário nunca é simples em nenhuma atividade. É importante ter clareza dos problemas e objetividade para resolvê-los. Que possamos ter um turfe mais unido e próspero, onde todos saiam ganhando.
Abs, Baronius
Gil, é pena que o excesso de responsabilidades do Zequinha, nos prive de tê-lo em mais oportunidades aqui no Ninho. Mas sempre que possível, tentarei explora-lo.
Renato
Gil, é pena que o excesso de responsabilidades do Zequinha, nos prive de tê-lo em mais oportunidades aqui no Ninho. Mas sempre que possível, tentarei explora-lo.
Renato