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O NINHO DO ALBATROZ
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segunda-feira, 21 de setembro de 2026
NA LUPA DO BARONIUS
Um japonês voador em NY
Bom dia. Bem meus amigos, o assunto da semana foi único, a reabertura do histórico hipódromo de Belmont Park e um passeio do japonês voador FOREVER YOUNG (Real Steel) durante a Jockey Club Gold Cup. Acompanhando de longe, através da cobertura dos canais de transmissão, pude ver um hipódromo ainda em construção, mas com belíssimas áreas para os frequentadores e profissionais, um padoque espetacular e pistas que aparentam perfeitas condições. Que Belmont Park siga vivo por bastante tempo, empurrando as corridas em Nova Iorque para frente. Salve o turfe!
O primeiro passo na jornada de FOREVER YOUNG para tentar o bicampeonato da BC Classic foi dado antes dele entrar na pista. Ele simplesmente afugentou Sovereignty do páreo e ficou com o campo para si. A disputa da carreira foi bem ridícula, diga-se de passagem. Os cavalos que alinharam no partidor não tinham a mínima condição de competir com a fera oriental e durante a milha e meia o que se viu foi um cavalo excepcional, maduro e senhor das suas próprias ações. Segundo as palavras de seu treinador, Yoshito Yahagi, o animal estava com 80% de condicionamento, a carreira foi uma preparação para a BC e há trabalho a ser feito até ele estar no ponto certo para brilhar em Keeneland em 6 semanas. Da prova, a única observação que fica foi que o filho de Real Steel correu a reta final toda apoiado na mão esquerda, um equívoco, percebido pelo seu treinador em entrevista em japonês (obrigado, dona Helena!). Ele disse que vai trabalhar a correta troca de mãos de apoio para que tudo esteja perfeito em sua próxima atuação.
A filiação de FOREVER YOUNG vem do cruzamento de Real Steel (Deep Impact) na matriz americana Forever Darling (Congrats). Ela é ganhadora de prova de Grupo 2. Além do craque, ela produziu mais um ganhador de prova de grupo e tem 7 produtos registrados. A segunda mãe, Darling My Darling é meia-irmã do craque japonês Zenno Rob Roy, sendo segunda mãe também do craque Sierra Leone, um grande rival do japonês voador. Além disso, vale registrar que o ganhador clássico brasileiro, Charles do Bronxs, descende deste ramo, sendo neto de Darling My Darling. O papai, Real Steel, tem índice de prêmios por produto corrido de 50% acima da média japonesa e índice de classicismo baixo com aproximadamente 2,5% de ganhadores clássicos. Seu melhor animal, obviamente, é o querido e mundialmente aclamado FOREVER YOUNG.
Para finalizar, o cruzamento entre Real Steel e a filha de Congrats só foi realizado uma vez, logo não tem amostragem para análise estatística, mas somente por curiosidade registro que o japonês voador, que tem mais de 32 milhões de dólares em prêmios, faz o cruzamento superar a média de ganhos por produto corrido em 100 vezes. Isso mesmo. Seus ganhos são 100 vezes a média de um cavalo de corrida. O vovô Congrats foi destaque há pouco em lupa e não há dúvida que ele está entre os melhores no cenário americano. Ele apresenta 44 ganhadores clássicos através de 1.358 produtos em idade de corrida e se não tem um resultado ponderado espetacular, por outro lado seus filhos ganhadores clássicos embolsam muito dinheiro. Foi isso que minha lupa magnificou nesta semana. Aguardo todos vocês logo mais na Live com o convidado especial, o jornalista Marcelo Mastrobuono. Até breve.
Abraços, Baronius
PAPO DE BOTEQUIM: TALVEZ HOJE, UMA QUEDA ESCURA, SEJA OBSCURA
Nunca me senti inibido de fazer afirmativas, que para muitos, caracterizavam, uma certa lunaticidade em meu modo de ver as coisas. Afirmar, segundos após a estréia que Frankel, poderia vir a ser um novo Ribot, com certeza tenha sido uma delas.
Mesmo levando-se em consideração que este ganhador do National stakes (G1) seja filho daquele que mais se aproximou do feito - seu pai Camelot - custa-me crer que tenha geneticamente a estamina necessária já detectada por O´Brien, para chegar ao Derby, que dirá o St. Eger. Se não vejamos: para uma mãe apenas vencedora de uma carreira, - e feito na distância curta - cuja estrutura genética seja formada por No Nay Never (Prix Morny), Woodman (Anglesey stakes) e Danzig sinto a falta de uma maior necessidade de fundo. Ademais, se levarmos em consideração que o tripé mágico formado por imbreeds em Northern Dancer, Mr. Prospector e Danzig em seu pedigree e ter como segunda mãe, a ganhadora do Irish 1,000 Guineas (G1) acentuam um perfil de velocidade acentuada a seu perfil calcado de alto classicismo.
Vibro com a perspectiva de seu experiente treinador, de enxergar mais longe, - neste exato momento - a luz do final deste túnel. O turfe precisa de tríplices coroados, mesmo tendo-se em consideração que poucos são os elementos que demonstram alto classicismo de levantar os Guineas e o Derby e tentar o St. Leger. Perde-se inclusive notoriedade na exploração no breeding-shed, o simples ato de fazê-lo. O mercado atual não anseia pelo ganhador de 2,800 metros. Há quem repudie até os 2,400m metros. Logo é um luxo assim pensar em tríplice coroa, em se tratando de turfe europeu.
Penso que poucos podem se dar ao luxo de tentar e certamente a Coolmore é um deles.
domingo, 20 de setembro de 2026
BOM DIA
Sou parte dos 6% remanescente dos eleitores do Eneas Carneiro, aquele que teve coragem de afirmar que um ser que não tinha o mínimo conhecimento educacional, não poderia dirigir uma nação, da mesma forma que outro sem o conhecimento e o treinamento de aviação não poderia dirigir um Boeing. E vocês viram e estão vendo no que dá se tentar...
Meu nome é Enéas !
Seu tempo em televisão só o permitem dizer isto no horário gratuito. E ele o fazia todo santo dia, e em cada um deles, ganhava mais eleitores.
Perseverança é o maior incentivador do sobrevivente, em qualquer ramo escolhido por este, para se desenvolver. Penso isto, a cada dia que acordo e começo a conferir as noticias
Um grande domingo para todos !
ONTEM FOMOS 5346.






























