O NINHO DO ALBATROZ
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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quinta-feira, 10 de setembro de 2026
PAPO DE BOTEQUIM: QUANDO A ÚNICA ALTERNATIVA PARECE SER COLOCAR A VIOLA. NO SACO...
Imaginem o menor dividendo da história do turfe britânico oferecido ao publico apostador, ser segundo colocado !
Um filho de Frankel, altamente levado em consideração, de criação e propriedade da Juddmonte Farms, descendente direto de Best in Show, via sua filha Monroe - a quinta mãe do desastrado, e para surpresa de todos, inclusive a minha, criar uma situação como esta em Goodwood. Evidentemente que Najidi Storm estabeleceu um recorde, que ficará por muito tempo, gravado na mente de muitos.
A causa principal da derrota de um grande favorito, na esfera de disputa que for, se dá em sua grande maioria das vezes, pelo excesso de confiança, de uma atuação heróica de um rival, considerado ns época inferior - como o selecionado uruguaio de futebol em 1950, na final do recém construído Maracanã, contra o selecionado brasileiro - ou que seja um simples péssimo dia na vida daquele que parecia ser imbatível no planeta Terra.
No turfe de alto padrão, creio que as derrotas de Nijinsky para Sassafras no Arco de 1970 e a de Zenyatta para Brame em uma Breeders Cup Classic disputada recentemente, possam ser considerados, que me lembre ter assistido, que considero as maiores decepções de favoritos que fracassaram por um que, do destino.
No boxe a derrota de Mike Tyson perante James Buster Douglas (42-1), em 1990. No basquete a até então invicta em 65 jogos seleção norte-americana em 2019 para a Russia. No tennis, a quebra de uma serie de 31vitórias consecutivas no saibro parisiense de Rafael Nadal para Robin Soderling em 2009 em Roland Garros. No hokey no gelo Russia cedendo aos Estados Unidos nos jogos olímpicos de 1980. Para se citar situações que veem imediatamente a minha cabeça, no mundo do esporte.
O que fazer num momento destes ?
Creio que colocar a viola no saco...
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
BOM DIA
A guerra de narrativas que flutua na atmosfera brasileira é colossal. Agora imagine em ano eleitoral. Ela simplesmente avolumasse. E as discussões passam do terreno de idéias a ofensas pessoais. O que num país onde a corrupção rola solta, imediatamente o confronto vira hábito.
Vó Adelina, sábia como sempre, afirmava que em politica, religião, futebol e discussão entre marido e mulher, ninguém deveria meter a colher. Afinal na grande maioria das vezes, nestes assuntos o que tem seu inicio com uma simples troca de idéias, quase sempre termina em barraco. Ministro ataca ministro, e pasmem, até no turfe este mal posicionamento vem se tornando cada dia mais frequente.
Sina do progresso das comunicações ? Talvez, outrossim acho. tratar-se da síndrome do mal informado, que como mal informado que é, invariavelmente apela para as vias de fato, tão logo se vê acuado, sem munição. De uma vez por todas, não me sinto dominador dos pedigrees. Longe de mim, que acredita piamente que o tiro possa vir de qualquer lugar e que em nossa atividade, sempre haverá espaço para um Churrasco, um El Santarém e um Riadhis.
Logo, meus caros vorazes críticos de plantão, aceito as críticas a mim direcionadas, mas igualmente exerço meu constitucional direito de manda-los todos, tomar caju!
Um bom dia para quase todos.
PAPO DE BOTEQUIM: O SUCESSO DE DOIS PATROCINADORES,,
Por mais isento que você tente ser, quando nas duas provas do inicio de uma tríplice coroa, as vitórias recaem em duas criações de seus patrocinadores, isto o alegra sobremaneira. Não acredito que esta expontânea alegria possa fazê-lo assumir uma posição parcial no mercado a favor deste ou daquele proprietário.. Apenas o faz sentir-se feliz , com a constatação de estar sendo amparado por gente que conhece do riscado e dá valor a sua contribuição na atividade como divulgador da mesma.
O hipódromo de Cidade Jardim, luta para se manter em atividade. Entre outras definições, vive na tentativa de sobreviver. Simples assim. Mas quando é necessária a classe para se provar seu ponto de vista, são certos atores que normalmente se fazem presentes e tenho a total certeza que tanto o Figueira do Lago, quando o Eraldo Palmerini de a muito abandonaram o patamar de meros coadjuvantes. Fazem sim parte do elenco principal.
Tanto Vip na Balada como Rabat Again, deram o ar de suas graças. Ela com sua quinta vitória em seu sexto compromisso, o Grande Prêmio Barão de Piracicaba (G1) e ele com sua terceira vitória em sete saídas, desta feita o Grande Prêmio Ipiranga (G1). Ambas as provas disputadas na milha. Lideranças ? Ela certamente sim. Ele talvez uma possibilidade.
Vip na Balada, é uma filha de Drosslmeyer (Distorted Humor) em Menina Veneno, esta uma Quick Road, na importa por nós no ventre, Basilea, que acidentada ainda quando ao pé de sua mãe, foi impedida de competir. Com um pedigree, terrivelmente bem moldado em imbreeds em Northern Dancer (Kentucky Derby e Preakness stakes), Nijinsky (tríplice coroado britânico) e Forty Niner (Travers stakes) e tendo como base sua terceira mãe, a acredito eu, a única filha de Nureyev a ser importada para o Brasil e que se tornou égua base do Figueira, Vip na Balada assegura seu posicionamento de líder feminina de sua geração.
Já Rabat Again, um Coutier (Pioneerof the Nile) numa égua Crimson Tide (Sadler´s Wells) erigido no mesmo nick e criado no mesmo ambiente, do 2025 Souh American Horse of the Year, Obataye, parece estar pronto para luzir, com o passar da idade. O tempo - o dono de todas as respostas - no momento exato, dará seu veredicto.
































