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JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

BOM DIA

Politica e esporte quando se confundem em um só item, direcionados com o mesmo objetivo, para mim, é prenuncio do fim.  Desastre na certa. Vejam como funcionou nas Olimpíadas de Hitler quando ele tentado provar a supremacia de sua raça, acabou metendo os pés pelas mãos. Ou estaria eu mais uma vez, escorregando no quiabo ?

Mas na Copa do Mundo disputada na Argentina, diriam alguns, que funcionou e o Peru coagido ou comprado, decidiu a desclassificação de uma seleção brasileira invicta. Pois é, não há de se negar os fatos.

A vinda de Mile ao Brasil, com um dos intuitos visitar Jair Bolsonaro, na mesma época que Messi e seu grupo chegam de forma heróica a final da Copa do Mundo, me fazem crer que Deus embora escreva certo, por linhas tortas, de vez em quando exagera na dose !

No blog dou diariamente pitacos de minha visão politica, mas de maneira alguma julgarei alguém na atividade por suas convicções contrárias as minhas. Pois, creio que uma coisa nada tem haver com a outra.

Logo secundem o facho, pois, sou apenas um idoso que opina sobre assuntos que muitas vezes não domino, mas me trazem sensações mistas...

A Argentina merece ter chegado aonde que chegou, nesta Copa, por sua eterna vontade de vencer e nós brasileiros teremos que aceitar e tentar ter um bom dia. Da mesma forma que daremos inicio hoje de uma coluna que consideramos ser de alta valia, de cavalos que em pista se negavam a perder. Em historias que não podem ser esqucidas, tentarei lembra-los

Ontem fomos 1,744

SERÁ QUE ?

 

NUNCA PERCA SEU SENSO -DE HUMOR

O CASAL PERFEITO
A MULA E O JEGUE !

 

SAUDADE DE TI ERNEST

 

VOCÊ SABIA ?


Sito não existir no turfe brasileiro, o que vejo sobrar no japonês: coesão de princípios. Todos focados numa atividade melhor. No Brasil, infelizmente nos acostumamos a tirar o melhor das coisas, em evidente ganho pessoal e que a atividade se vire em permanecer viva.

Não temos - PELO MENOS QUE EU SAIBA - de um macro plano com objetivos maiores. Vivemos do que o dia seguinte poderá nos proporcionar. Nosso micro plano é de pura sobrevivência e vejo isto no desabafo daquele que criou nosso último grande cavalo, o Eraldo Palmerini.

Olá nestes últimos dias estou vendo uma quantidade enorme de pessoas criadores de cavalo de corrida colocando seus planteis a venda, esta é uma grande preocupação, pois daqui a pouco vai ficar um número diminuto de criadores, esta quantidade não vai conseguir abastecer o mercado de corridas de cavalos no Brasil , proprietário de cavalo velho colocando em leilão de treinamento, porque os custos ficaram muito carros , temos tomar uma providência muito rápida , ós hipódromos criando alguma situação ,para criar ficou muito caro, só para ter ideia , um caminhão de alfafa custa em torno de 33 mil, fora a mão de obra que está cada dia mais difícil , que para manter uma equipe só pagando bem , acho sim que a Abcpcc tem que criar um modelo que reflita sobre nossa atividade, tem muita gente colocando dinheiro do bolso para continuar na atividade, mas temos interferência da família de dizer que estamos gastando muito para criar em uma atividade sem lucro, eu vou tentar encontrar um novo Obataye na minha vida e encontrar um novo Paulo Pelanda de deu de tudo para o cavalo ser o que foi. 

Só estou colocando meu pensamento atual .

Eraldo

E ao contrário que possa parecer, após sua maior conquista, irá diminuir seu plant ao invés de aumenta-lo. Isto não daria a vocês a verdadeira dimensão de nosso turfe ?

HISTORIAS QUE NÃO PODEM SER ESQUECIDAS

 



 



QUEM AVISA AMIGO É::: E DEUS FEZ BUSANDA

Ontem, aqui mesmo neste Bat canal, provei a validade de duas perdedoras, descendentes da talvez mais matunga filha de La Troienne, em produzir elementos diferenciados, quando estes mesmos são selecionados por pertencerem certo veios de real transmissibilidade.

La Troienne é uma fonte de classicismo, porém, como todos os outros veios, também suscetível, a chuvas e trovoadas.

Busanda, certamente o melhor em pista e possivelmente no breeding-shed, entre as netas de La Troienne, tem que ser estudada com maior afinco. Mas antes algo que penso ser tão importante que merece-a abertura de um parênteses.

Abro parênteses. Presumivelmente Boussac transferiu em 1929 La Troienne para a Inglaterra, por ter adquiirido a um serviço do Derby winner Gainsborough, mas pasma-me ver, ela ser inscrita dois anos depois no Newmarket December sale, comprovadamente cheia de Gainborough. O pior erro de Bousac e um dos maiores acertos de George Blackwell foi fixado pela irrisória quantia de apenas 1,250 guineas - pouco mais de US$6,000. Mas quiz o destino que o primeiro produto daquela que é hoje considerada, como mãe do moderno cavalo norte-americano, nascesse com tantos defeitos de conformação, que teve que ser sacrificado. Fecho este parênteses, aceitando o fato da necessidade de abrir outro.

Abro um novo parênteses. George Blackwell com as aquisições de LadyAngela, para interesses canadenses e La Troienne, para interesses norte-americanos, transformou o perfil do cavalo moderno no mundo. Fecho este parênteses.

Voltando aos trilhos, me vem imediatamente a cabeça, a impressão que o Col. Edward Riley Bradley herdeiro do império turfístico de James Keene e adquirente de La Troienne e Busanda, uma neta de sua mais importante importação, eram feitos do mesmo material. Ela que correu em 65 oportunidades, transformadas em 10 vitórias e 18 colocações, com especial destaque para o Alabama stokes e o Suburban Hcp conquistado sobre os machos. Ele ganhador de quatro Kentucky Derby e doas segundo lugares com cavalos de extremo favoritismo, eram a cara do novo turfe norte-americano que se agrandava, para os mais atentos as oscilações do mercado.

O Col. Bradey veio a falecer em Agosto de 1946 e Ogden Phipps. Green Tree Stud e King Ranch, cotizados assumiram o império da Idle Hour Farm, cabendo a Phipps, na divisão dos cavalos, ficar com Businesslike, a mãe de Busada, com ela na barriga.

Vocês naturalmente já ouviu a celebre frase de algum encantador de serpentes, que "do bom com o bom, há de vir o melhor". Bullshit! E tentam assim vender a idéia das éguas classiqueiras e dos reprodutores consagrados. Vocês tem uma noção de quantos ganhadores de grupo são oriundos de cruzamentos como estes. Não muitos...

Pois é, Busanda teve quatro produtos registrados com o grande Narullah e o que produziu este cruzamento ? NADA 

Com a morte do grande Nasrullah em 1959, a ela foi ofertada Double Jay e um ano seguinte de uma temporada vazia a Tom Fool, quando nela produziu seus dois melhores produtos: Bupers e Buckpasser.

A vida lhe trás vários ensinamentos. Basta ficar atento entender as dicas deixadas pela mesma. Tentando cada vez mais, crer que o tiro possa vir de qualquer lugar.

Estudem as linhas baixas de Outstanding, Polish Navy, Sky Mesa e outros e facilmente descobrirão os parcos veios que ainda se mantém vivos, classicamente, de uma linha materna que aparentemente já deu o que tinha que dar.  Há de se notar que Busanda teve apenas três filhas registradas, duas produto do malfadado cruzamento com Nasrullah e a outra pelo argentino Tatan.

Em compensação Buckpasser se transformou em um dos avôs maternos mais representativos entre garanhões de sucesso: Private Account, Miswaki, El Gran Senhor, Seeking the Gold, Believe It, Wavering Monarch, With Appoval, Woodman, são os que vem imediatamente a minha cabeça.

EXTRA ! EXTRA !

 















PAPO DE BOTEQUIM. O TURFE DOS QUADRADINHOS

 Não gostaria de ser aquele, a ter que pronunciar o odioso, "eu não disse" ? Todavia, tem horas que juro, dá vontade de fazê-lo e da maneira mais provocativa: em voz suave e bem devagarinho...

Os impropérios cometidos no turfe, são gritantes. Exageradamente ridículos. Tantos que são capazes de danificar com os tímpanos, contudo temos que engoli-los e degustar o sapo como se fosse uma lagosta. 

Sei que qualquer tentativa nossa de imitar o modelo que deu certo, em quem quer que seja, dificilmente funcionará, pois, cada povo tem sua característica própria. E nós infelizmente não temos pelo turfe, a mesma intensa paixão de japoneses, australianos e argentinos. Somos o país do futebol ou do esporte que nos possibilita identificar o herói do momento. Seja ele Sena, Guga ou mesmo Oscar.

Ai neste exato momento a Globo exala todo o seu poder midiático, encampa o herói da vez - quanto mais de esquerda melhor - o telespectador engole a isca e a audiência almejada é finalmente alcançada, de uma maneira nada sutil, mas agora com a total anuência dos patrocinadores que são os responsáveis principais pela banda tocar.

Não há improviso. Existe sim uma obediência natural, alheia de raciocínio lógico, à opinião do incentivador da causa, o chamado "influencer", e bola para frente. No Brasil, quando alguém se quer lançar no mercado como influenciador de opinião, se auto denomina altista. È o primeiro passo. A seguir deixa transparecer uma tendência para a esquerda, se proclama um progressista e passa a aceitar a polêmica do genero, como natural . Este é o processo usual de um simples mortal, se tornar um cool.

Felizmente até o presente momento, o turfe permanece ileso a este modismo. Porém, tem pago um caro preço por isto. Jockey não usa brinquinho e tem um normal corte de cabelo, que o diferencia dos demais modernos atletas. Basta ser baixinho, leve e não ter, o mínimo  amor a vida, para se enquadrar na profissão.

O turfe é dos quadradinhos como eu e muitos dos de você.

POIS É

 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

BOM DIA

Fiz amigos na Argentina, mas também angariei um número grande de inimigos, pois, por anos escrevi na Palermo Blanca, a principal revista de turfe local. Um dos amigos me repreendeu sobre o Bom Dia de ontem, defendendo a tese que eu imputei somente aos argentinos a insanidade daquele que foi o conflito que travaram contra os ingleses, na malfadada guerra das Malvinas, ou Falkland.

Agradeço, mas não mereço, porque imputei sim as causas da insanidade mental, na Junta Militar que dirigia aqueles país, o que na minha opinião é algo bastante distinto de acusar o povo argentino. 

Mas como diria vó Adelina, quem apanha, não esquece, errado estou eu. de achar que com os dois gols de Maradona, contra a Inglaterra na Copa do mundo que logo se seguiu, tivesse selado as diferenças, uma vez por todas e definitivamente colocado o ponto nos i-s. Ledo engano, não bastou um deles ser com a mão e outro em que o craque argentino driblou a todos, até a alma da progenitora do técnico adversário, pois ficou claro que esta celeuma bélica nunca será esquecida

NÃO ENTENDO ESTAS RAIVAS ETERNAS, 
ENTRE NETOS MUITOS DELES NEM VIVOS ERAM
 QUANDO A QUERELA SE FEZ PRESENTE. 
OUTROSSIM, NO FUTEBOL ISTO FICOU 
EXTREMAMENTE CLARO MESMO NO BRASIL
COM O ÓDIO QUE AS TORCIDAS  DO
SPORT DE RECIFE E O ATLÉTICO DE MINAS
NUTREM PELO FLAMENGO. 

Pois na realidade, quem apanha, realmente não esquece. E pelo que se viu mais uma vez em campo, a Argentina nuca esqueceu e dificilmente esquecerá dia. Jogo,ou com alma e venceu em espirito.

Que todos nós tenhamos um grande dia e esperemos que no Domingo tenhamos conhecimento quenadou e morreu na praia...

SERÁ QUE ?


 

SAUDADE DE TI

 

VOCÊ SABIA ?

 

QUEM AVISA AMIGO É:. O LEGADO DE NO FIDDLING

Não chegaria a garantir que minha vida é um livro aberto, e que na minha opinião nunca o será, seja de quem ou com quem, estivermos tratando, no momento. 

Todos nós temos os nossos mistérios. Nossos segredos profissionais. Nossas verdades mais intimas. Muitos delas trancafiadas a sete chaves no fundo de nossas mentes e até em alguns casos, impossíveis de serem trazidos a tona, por nossa pura incapacidade de fazê-lo. Seja por pura timidez, ou simples avareza cientifica. Enfim, não passamos de seres escravizados por nós mesmos.

Outrossim, quem abre as portas de seu conhecimento a outros, merece um certo crédito, pois, estrapola suas respectivas defesas pessoais e tornam-se os professores da vida. Podem até estar errados, todavia tem o merecimento de ter aberto as comportas de seu saber, aos que querem aprender.

Aprendi muito com George Blackwell, Roberto Prado Telles, Atualpa Soares, Maggi Giovanni e outros mestres que nas mais diversas épocas de minha formação, de alguma forma contribuíram, somando um algo a mais, dentro de mim, Contudo no final do período de conhecimento e início da trilha que o levará a profissionalismo, tudo se resumirá em sua capacidade de decisão entre o que possa ser joio e o que realmente é trigo. Trata-se da fase de consolidação de seus conceitos, dentro de um eterno aprendizado, que irá exigir de você obediência eterna a mais pura verdade de toda e qualquer existência: sempre haverá algo a ser aprendido.

Basicamente minha crença maior, esteve e acredito que pelo tempo que me resta, sempre estará nas linhas maternas, que são o mais fidedigno ponto de ligação entre o início e algo que nunca terá fim: a linha de transmissão de caracteres. O que faz um puro sangue de carreira o ter ou não, é o mistério a ser desvendado. Cabe a você, estudar cada situação e emergir do buraco negro que envolve todos a questão daquele intrínseca vontade de vencer, que uns tem e outros não.

O australiano Bruce Lowe, facilitou o trabalho de todos, identificando o inicio de toda e qualquer matriz dos primórdios da criação desta raça. Classificou-as em famílias e deu chance que cada árvore crescesse segundo suas aptidões. Outros estudiosos, mantiveram e até ampliaram seu trabalho, originando a possibilidade de se identificar certos veios producentes e outros nem tanto. Os producentes passaram a ter um valor. enquanto os outros a sobrevivência refém dos mais desavisados.

Aproveito a oportunidade de trazer a vocês,  no Quem avisa amigo é, sempre que possível e no regime do conta gotas, o conhecimento daquelas famílias que para mim, mantém um grau de eterna produção de elementos clássicos em sua maior profusão, tendo como base minha identificação com 100 éguas use considero básicas na transmissão moderna do cavalo clássico de corrida. A começar, por aquela que foi a maior motivação de Lowe, a linha materna por ele batizada com o número 1. Até hoje viva na solidez de três veios de alta transmissibilidade, o de No Fiddling (1945), Busanda (1947), e Striking (1947). Três netas, por três diferentes filhas. Sobrevive e se prolifera o veio 1-x, que representa para a comunidade, o ponto de partida do moderno cavalo norte-americano.

Cabe-se abrir um parêntesis ao criador francês Marcel Boussac, responsável pelo aparecimento de La Troienne e depois, pela venda da mesma ao mercado norte-americano, naquele que segundo ele próprio, "foi o seu maior erro cometido como criador". Fecho o parênteses.

Mas voltemos aos trilhos. No Fiddling, que no nosso idioma pátrio, revela ser Sem Complicações, na verdade o era, pois não conseguiu ganhar uma carreira sequer em 18 tentativas. Também o que se esperar de uma filha do apagado King Cole ? 

Criação e propriedade de Ogden Phipps, treinada pelo legendário Sunny Jim Fitzsimmons e depois levada fins reprodutivos pelo haras que a mantinha pensionista, No Flddling custou a demonstrar o seu real valor. Que de uma forma ou de outra, cristalizou-se por intermédio de sua neta, a ganhadora do Frizette, Regal Gleam (Hail to Reason) que propriedade da Claiborne  Farm, iniciou uma verdadeira dinastia, culminando com o aparecimento de seu neto, o vencedor do Derby francês, Benson and Hedges Gold Cup e segundo no Irish Derby - todas provas de graduação máxima - Caerleon (Nijinsky e Foreseer).

Caerleon, além de tudo, constituiu-se num sólido reprodutor com a produção de 128 stakes winners, num índice de 12,5%. Entre os de sua produção, cabe-se distinguir o Epsom Derby winner, Generous.

Apenas a titulo de ilustração, a primeira égua de cria por mim adquirida em solo norte-americano foi a perdedora Gleaming Water (Pago Pago), uma neta de Regal Gleam, via Foresser, que com Fast Gold me proporcionou ter o acima de qualquer suspeita, Leau Vivre.

Resumindo, para se ter o luxo de possuir uma La Troienne do veio No Fiddling, aconselho a ter uma descendente de Regal Glean, preferencialmente pelo ramo Foreseer, o mesmo das ganhadoras Future Queen (Wild Event e Bridge Queen) e Talenta (Wild Event e Brincalhona), ambas ganhadoras de graduação máxima no Brasil, e netas da importada Bribe (Bertrando), esta uma neta de Foreseer, importada sabiamente pelo Santa Maria de Araras.

Esta é a análise a ser feita por quem quer minimizar as chances de erro. Seria assim, que você seleciona o seu plantel ?

EXTRA ! EXTRA !

 














AVISO AOS NAVEGANTES


Uma coisa tem que estar viva em sua mente, se a idéia é competir com igualdade de chances no turfe brasileiro. Você tem que ouvir e saber ler aquilo que realmente interessa, independentemente da pessoa a se escutar ou consultar.

Por isto tornei-me o que sou. Nada especial, diga-se de passagem, mas que acredita saber identificar aquele que tem compromisso com a vontade de vencer. E o fiz, ouvindo, lendo e assistindo. Simples assim...

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

 

PAPO DE BOTEQUIM: A ARTE DE SER SEGUNDO

Em qualquer situação, em qualquer hemisfério, creiam: perder é uma merda!

Não há como definir o fato, de outra maneira, pois tanto de cabeça em pé como Cabo Verde contra Argentina recentemente, quanto no dia seguinte soltando porrada e impropérios para todos os lados como Paraguai contra a França, o resultado final invariavelmente será o mesmo: desclassificado. 

Não pensem que gostei de ser segundo no King George com Hard Buck, ou com Cara Rafaela na Breeders Cup Juvenile Fillies. Foi uma merda, porém há de se convir, que melhor do que estar fora do marcador ou em casa vendo televisão. Deu para entender, ou vou ter que desenhar ?

Não existe também, aquilo que muitos tendem a definir, como saber perder. Você não se torna um vencedor, simplesmente aprendendo a perder. Você se revolta, se rebela, se descabela trancado no banheiro até que um dia aprende o caminho e procura não repetir os antigos erros. Simples assim.

O impossível passa a ser visto, como apenas improvável e este muito dependerá de você. E quanto mais você acerta, mais sedimentada fica em seu ser, a verdade que na realidade  na maioria das vezes, dependerá em maior escala de seu conhecimento, de sua resiliência e de um pingo de sorte.

Não haverá jantar de graça. Você terá que lutar por seu lugar ao sol, pois, tão logo seja notado como um novo player, passa automaticamente a condição de concorrente, brigando pela mesma fatia da torta.

Isto se chama mercado.

Ele no inicio parece ser um gigante, todavia depois de anos, você saberá a descobrir seu lugar no mesmo. E com sorte, manter-se no mesmo.

POIS É