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HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...

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HARAS CIFRA - HALSTON POR MARILIA LEMOS

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HARAS RIO IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

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STUD YELLOW RIVER - Criando para correr

JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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sexta-feira, 15 de maio de 2026

BOM DIA

 

O Flamengo perdeu. Não deixa de ser uma anomalia.

Existem outras anomalias. No turfe brasileiro, algumas me causam um certo desconforto. Não é frescura e sim preocupação. Uma delas, que se repete todos os anos, é a relativa ao quadro de mapeamento das coberturas. Sempre incompletos e com multas para os atrosos, simplesmente ridículas. 

Isto cria um quadro de indecisão para o pesquisador e mesmo para os investidores do mercado. Já não seria hora de organizarmos esta questões sendo bem mais severos para com os infratores ? Somos uma insultaria limitada.

No mais um bom dia para todos.

SERÁ QUE ?


 

VOCÊ SABIA ?



EXTRA ! EXTRA !














QUEM AVISA AMIGON É


Por favor, em Outubro próximo ao votar pensem no Brasil, não numa picanha ... 

PAPO DE BOTEQUIM: A ARROGÃNCIA DA BRAVATA

Vocês se lembram do Pantaleão ? Pois é, foi um dos personagens que o Chico Anysio criou que tinha como principal característica mentir e usar a pobre da Terta para corroborar com seu exagero. 

Passado o tempo eis que aparece um sindicalista de Garanhuns, que com tempo ascendeu ao Planalo e tinha como marca registrada, ao mentir, iniciar com o mesmo refrão "nunca na historia deste pais..."

Pois é exagerar na mentira faz você ganhar votos e até risadas com sua bizarrices. Mas dificilmente ganha corrida. Outrossim, nós os chamados humanos, temos uma tendência a exagerar a realidade. Quando brasileiros ? Mais ainda. E sobre turfe ? Nem se fala !

Um cavalo ganha uma prova por quatro corpos e imediatamente uma turba o classifica da pica das galáxias. Não importa que carreira seja e quem sejam os adversários. Acho isto um desatino. Poucos são aqueles que vi ganhar e provar a seguir os exageros a ele atribuídos. Calandagan e Dayruz, entre os mais recentes, talvez tenham sido aqueles que não foram reconhecidos por mim, de forma imediata. Pois é, a gente erra também...

Mas no caso de Itajara, Frankel, Sea the Stars, City of Troy, Dubai Millenium e Zarkava reconheci-os antes mesmo da terceira carreira e em três casos, já na estréia. Como ? Porque eles se movem de forma distinta. Aspiram o mesmo ar,  mas com maior facilidade. E correm de uma forma que parece que todos os adversários estão ali, apenas para completar a paisagem.

Reconheci recentemente em Obataye algo que via em Much Better. Se continua carreira, automaticamente ganharia o São Paulo e outro Latino e teria um curriculum similar ao outro paranaense. Aliás, diga-se de passagem que os oriundos do Paraná tem sido bastante generosos comigo: vide Much Better, Glória de Campeão e outros. 

Cavalos da corrida machos inteiros, em pista carimbam seus passaportes para o breeding-shed. Simples assim. O falso Pica das Galáxias apenas cria a onda, mas que no frigir dos ovos, não passará de mais um calhau.

Resumindo, a arrogante bravata, tem perna curta, língua presa e geralmente nove dedos. Em outras palavras não o levará a lugar algum. Ou melhor se o levar, será para baixo...

SAUDADE DE TI

POIS É

quinta-feira, 14 de maio de 2026

BOM DIA

Querendo ou não tudo na vida tem um início, um meio e um fim. E como era de se esperar, a live do Ninho do Albatroz completa a sua primeira etapa e oferece a aqueles que a curtem seus dois últimos capítulos. Que terão como pano de fundo a liquidação do Figueira do Lago e mais uma edição das vendas anuais do Santa Maria de Araras. 

A live voltará com uma nova roupagem e esperamos com uma maior dinâmica. Saem o Edson Alexandre e o Marcel Bacelo e entram novos participantes. Todavia, se mantém o compromisso básico à defesa do turfe.

Vamos ver quantas edições em sua segunda etapa haverão.

No mais um bom dia para todos.

EXTRA ! EXTRA !
















SERÁ QUE ?

 

VOCÊ SABIA ?

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

 

PAPO DE BOTEQUIM. UMA QUESTÃO DE HÁBITO

Nesta última viagem que empreendi ao Brasil, fui perguntado em um almoço no haras do Eraldo Palmerini, em São José dos Pinhais, o que me fizera acreditar que levando um elemento inédito do Brasil para os Estados Unidos, poderia transformá-lo lá, em um elemento clássico ? E o que deveria ter neste individuo, que o diferencia-se-o tanto, dos demais ? 

E antes de responder a pergunta propriamente feita, fiz questão de alertar meu interlocutor que não se tratava de um elemento inédito e sim o elemento inédito. Pois, não era o verdadeiro caminho do projeto eleger um elemento e sim quando acha-se o elemento com as características necessárias para suprir as necessidades do projeto, ai sim poderíamos ter as chances mínimas de sucesso. Desta forma fica implícito a diferença entre indivíduos, no tocante a tudo.

Einstein pintou em cena e não serei cabotino a ponto de afirmar que vi nele um potencial ganhador do Santa Anita Handicap. O que vi, fiou atleta, com alto pedigree, inclusive com chances de sair-se bem no dirt norte-americano em distâncias da milha aos 2,000 metros. E no meu conceito de que iniciado no regime de treinamento norte-americano, suas chances tornariam-se maiores. O que em momento algum, soou para mim como uma utopia. O tempo apenas provou que eu não estava errado e que a validade do projeto, seria autenticada no momento da seleção do elemento. 

Seres humanos e equinos, são levados pelos hábitos. Um brasileiro posta na vidraça de seu apartamento um faixa simples com o dizer Ladrão e imediatamente a Policia Federal, pede que ele retire a faixa, pois, no subconsciente nacional, aquela alcunha estava intimamente ligada ao atual presidente da republica, condenado em três instâncias e por unanimidade, por roubo além de outras "cositas mas"... 

Hábito ?

O cidadão norte-americano não estava acostumado a tomar café. Muito menos fazê-lo socialmente em uma loja destinada a tal. Contudo, o Starbucks, depois de uma viagem de um de seus gerentes a Milão, sentiu que poderia implantar o hábito de Seattle a Miami, e transformou o hábito em uma febre cosmopolita.

Porque então o receio de sair mundo afora com o cavalo brasileiro ? Porque não aumentar as chances de sucesso, fazendo-o iniciar todos o processo de treinamento nos moldes norte-americanos ?  A lógica diz que sim.

Nelson Rodrigues foi o primeiro colocar em seus comentários utópicos a tendencia de nos sentir-mos atacados pelos complexo de cães de sarjeta. Ele foi o primeiro a profetizar da importância que teríamos no contexto do futuro futebol mundial. Estava ele errado ?

Não temos ciência de como criamos bem e da qualidade de nossos profissionais, sejam eles veterinários de haras ou de prado, jockeys ou treinadores. Parte de nosso completo de inferioridade. Selecionar bem é mais que necessário. Implementar o projeto é a situação mais simples de toda a questão. E com estas duas vertentes equacionadas, tudo passa a ser uma fixação do hábito.

R hábito se cria...

QUEM AVISA AMIGO É

 

POIS É

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

UM CAVALO A SER RESPEITADO

 

BOM DIA


 Não estaria o Brasil necessitando de um detergente que o limpe de vez ? Um bom dia para todos.

SERÁ QUE ?

 

VOCÊ SABIA ?



 

 

NAS ENTRELINHAS DO TURFE

Neste último fim de semana tivemos as disputas das primeiras provas da Coroa Francesa. Interessante como tenho dado "sorte" e meus artigos tem se interligado com os resultados em pista. Vamos chegar lá...

Na prova dos machos, vitória para Rayif, filho de Sea The Moon (Green Desert/Danzig) em mãe Holy Roman Emperor (Danehill/Danzig), família 9-e, a mesma de Bow Echo vencedor da primeira prova da Coroa Inglesa, com 4x5 em Danzig e 5x5 Northern Dancer. Notem que atualmente na Europa, Danzig tem expandido seus tentáculos através dos descendentes de Green Desert. Algo que não é de hoje...

Já na versão feminina, vitória da invicta Diamond Necklace, filha de St. Mark's Basilica (Nureyev/Northern Dancer) em mãe Dansili (Danehill/Danzig), família 21-a com 3x4 Danehill e 5x5 Northern Dancer. Notem que o inbreeding em Danzig, já funcionava, hoje se nota também como ponto de força o inbreeding em seus filhos Danehill e Green Desert. Algo a se observar nos cruzamentos no Brasil e explorá-los.

No Japão, tivemos a importante prova para os três anos, a NHK Mile Cup com a vitória de Rodeo Drive, filho de Saturnalia (Kingmambo/Mr. Prospector) em mãe Beverly Hills (Danehill/Danzig), família 9 com 4x5 Northern Dancer, 5x5 Storm Bird e 5x5 Mr. Prospector.

A dois artigos bato na mesma tecla, "as tribos dos reprodutores mostram as dominâncias atuais e as tribos dos avôs maternos normalmente demonstram a dominância de um passado não tão distante..." No final de semana passado mencionei os A. P. Indy/Seattle Slew que não ganharam nenhuma prova de importância no fim de semana do festival do Kentucky Derby, mas como avô materno levaram o Kentucky Derby, o Kentucky Oaks e o La Troienne.

Neste fim de semana foi a vez de Danehill, não levou nenhuma grande prova, mas se fez presente nas três principais provas para os três anos no Japão e França como avô materno. Danehill na Europa e A. P. Indy nos EUA, um dia dominantes, dão os primeiros passos para deixarem as linhas altas dos pedigrees do futuro e passarem para outras posições nos mapas dos pedigrees. Isso irá  de fato acontecer? O tempo dirá...

No fim de semana, tivemos mais uma prova de GI, o The Goodwood GI vencido por Desert Lightning, filho de Pride Of Dubai (Machiavellian/Mr. Prospector) em mãe High Chaparral (Sadlers Wells/Northern Dancer), família 8-f com 3x4 Danehill, 4x5 Northern Dancer.

Notaram alguma semelhança nos inbreedings de Rayif, Diamond Necklace e Desert Lightning? São nessas "coincidências" que a pista nos mostra onde estão os pontos de força nos pedigrees para buscarmos explorar... Bom "coincidências", mas como diz o Gameiro, uma vez é sorte, duas coincidência, e três é porque sabe o caminho, tem algo nesse angu... imagina isso ocorrer no mesmo fim de semana?

Até a próxima quarta, abraço virtual

Marcel Bacelo 

NUNCA PERCA SU SENSO DE HUMOR