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HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...

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STUD YELLOW RIVER - Criando para correr

JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

PROCURA-SE

 

BOM DIA


UMA BOA DICA
PARA QUEM QUER
TER UM BOM DIA !

SERÁ QUE ?

 

VOCÊ SABIA ?


NA LUPA DO BARONIUS

O Natal chegou mais cedo em Epsom.

Um bom dia com aquela volta para o batente na segunda-feira de Corpus Christi, feriadão que bombou em diversos lugares do Brasil e um Derby corrido em pista totalmente encharcada com um vencedor da turma que ganha sempre. Vou tratar hoje um pouco da carreira em si, com suas nuances e detalhes. Tivemos inclusive um favorito que largou com 3 patas. E claro, vamos falar do mago de Ballydoyle, com seus 30 anos de supremacia no treinamento dos animais da turma da Coolmore. E para fechar, passarei um pouco pelo pedigree do ganhador, simplesmente CHRISTMAS DAY (Camelot).

Com uma pista mais afeita à natação e ao polo aquático do que para corridas de cavalos, alinharam para a largada do Derby em Epsom 14 animais, sendo Benvenuto Cellini o favorito do público apostador e da cocheira de Aidan O’Brien. E um dos lances mais inusitados que vi em carreira tirou completamente as chances do favorito. O filho de Frankel, montado por Ryan Moore, simplesmente levantou seu pé esquerdo e o enganchou em uma espécie de trilho de segurança que existe no partidor inglês. Largou com 3 patas e sem apoio algum. Após uma corrida apagada, os comissários da prova após estudarem as evidências, declararam Benvenuto Cellini um “não corredor”, ou seja, pelas regras inglesas os apostadores que confiaram nele ficaram salvos, recebendo suas apostas de volta e as poules dos demais corredores foram ajustadas de forma equivalente. Justo e confiável, este é um sistema que preserva e cultiva os apostadores.

Além deste detalhe, o vencedor CHRISTMAS DAY largou sendo enviado para a cabeceira da prova pelo confiante Ronan Whelan e ao chegar ao final da famosa Tattenham Corner (ponto mais baixo na entrada da reta), ele tomou a frente para não mais largá-la. A reta foi uma morosa procissão de PSI. Pouquíssima disputa em uma geração que não empolga, com o tempo mais lento desde 1983, quando Teenoso venceu. Foi a 50ª vitória de Aidan O’Brien em um clássico inglês e o 12º Derby, sendo o quarto consecutivo. O mago de Ballydoyle não estava para brincadeira. Lembrando que o filho de Camelot na britância Beauly (Sea the Stars) pagou eventual de 7/1, e que após a retirada do favorito das apostas o tornou o tertius da prova, um jargão que aponta a terceira força entre os apostadores. Para O’Brien, apenas o meu mais devido parabéns e total respeito a um homem que dedica sua vida ao cavalo de corridas e é brindado com todo o sucesso de quem comanda uma operação gigante de treinamento na Irlanda.

O cruzamento entre o excelente Camelot e o soberbo Sea the Stars, por incrível que pareça, tem um número de ganhadores clássicos baixo. Gerando na verdade apenas o campeão de sábado como ganhador clássico, sendo que o cruzamento já foi tentado em 24 vezes. A mamãe Beauly já havia produzido ao bom fundista, Missed the Cut (Quality Road), e agora colocou no mundo seu melhor produto. Curiosidade é que o segundo lugar, Maltese Cross, apresenta o mesmo cruzamento do vencedor, apenas invertendo os quadrantes de atuação de Camelot e Sea the Stars. Estatisticamente, Sea the Stars como pai e Camelot como avô materno foi uma combinação pouquíssimo tentada (3 vezes) e já produziu 2 ganhadores de provas de black-type. Na Europa, quando uma combinação falha de um jeito, eles mudam o eixo. Com a qualidade das matrizes ajudando a empurrar os resultados, quando não dá de um lado, vamos tentar de outro. Quem sabe algo acontece. Um tipo de inversão muito empírica e que no Derby que mais testou a resistência de seus competidores nos últimos tempos, a combinação foi mortal. Era isso que tínhamos por hoje. Aguardo vocês na Live de logo mais. Até breve.

Abs, Baronius. 

EXTRA ! EXTRA !














NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

 

OLHO NESTES DOIS DIAS


AVISO AOS NAVEGANTES

 

QUEM AVISA AMIGO É

Não é tarefa simples se ganhar uma prova de grupo no Japão. Imaginem uma de grupo 1 na milha ? Agora pensem num quadro de graduação máxima, nesta distancia com 17 participantes, você tirar primeiro e segundo com uma dupla ds cavalos de fio a pavio ? 

A principio inimaginável.

Mas aconteceu no Yasuda Kinen deste fim de semana. Sixpence e World´s End, ambos de propriedade da Carrot Farm. Um Kizuna e um Lord Kanaloa.

Agora, você não só deve acreditar que o tiro pode vir de qualquer lugar, como a qualquer momento ... 

PAPO DE BOTEQUIM. CUIDADO COM O INSETICIDA

Vocês não acharam estranho o que aconteceu com o grande favorito segundos antes da largada do Derby em Epsom ?  E a atitude assumida pela comissão de corridas de anular a sua participação na prova ? Acredito que no mínimo bizarra...

Creio estarmos vendo um ano atípico, povoado de nuances estapafúrdias, cujas peculiaridades, juro que não consigo entender. Certamente estão acima ide minha capacidade cognitiva. Será que é a idade ? O humor ? Ou a maré está mesmo, mais para tubarão que para robalo ?

Não devem ser as duas primeiras situações pois o Wood Stevens e a Met Mile, foram corridas de encher os olhos de qualquer turfísta com mais de dois neurônios funcionando. Será a queda dos favoritos ? O que me leva a crer que talvez não tenham sido favoritos de verdade. A fragilidade da companhia é tanto que Basset parece doberman, Outrossim, esta possibilidade fica em suspenso e certamente cai por terra, com a fraca atuação de um favorito de verdade, Calandagan. Ou será que estou pisando no quiabo ? Difícil, pois sua participação na Coronation Cup, foi no mínimo vexatória !

O que está acontecendo em ambos lados do Atlântico ?

Aqui na parte inferior do globo terrestre a calmaria de sempre e as vésperas da disputa de mais um Grande Prêmio Brasil. Que pinta luzir, mesmo não contando com um nome de alto destaque, porém se há coisa impossível de acontecer na administração do Raul Lima, é deixar a peteca cair.

Falam que o turfe brasileiro necessita de um saneamento básico. Tenho bastante receio de detetizações ardilosas, pois dependendo do inseticida usado, elas podem matar não apenas as baratas, como arrefecer também, a força das formigas.

Estou cabreiro, mas sempre atento no que poderá modificar-se para melhor. Apoio mudanças e investimentos. Três últimos mega leilões nos esperam esta semana. E com eles as esperanças de um turfe mais competitivo, dentro e fora das pistas. O espaço a nossa frente para melhoras é infinito. É só querermos melhorar.

POIS É


VIXE MARIA !!! 

domingo, 7 de junho de 2026

É PARA FRENTE QUE SE CAMINHA


Nossa intenção é a de
 sempre melhorar. Você por exemplo não gostaria de saber a forma de raciocinar e as opiniões de quem criou os ganhadores de grupo abaixo relacionados ?

Pois e, por isto o Dr. Fernando Perche faz agora parte de nossa bancada semanal.


BOM DIA

 

AVISO AOS NAVEGANTES

 

VOCÊ SABIA ?

 

SERÁ QUE ?

PONTO CEGO: DUAS ATUAÇÕES BRILHANTES ANTES DA DISPUTA DO BELMONT


Todos nós temos o direito a uma certa dose e estupidez derivada da falta se conhecimento. Outrossim, como tudo na vida haverá um limite

Pelo terceiro ano consecutivo, o Belmont stakes não foi disputado em seu palco, Belmont Park. Todavia, o importante hipódromo nova-yorkino sofre mudanças, que o modernizarão. Espero apenas que por um longo período. Quanto a Aqueduct, vai virar não sei o que e a centenária Saratoga, sempre será Saratoga, um spa...

Eu estava desestimulado com este Belmont stakes, pois, ninguém e repito com letras maiúsculas NINGUÉM este ano, desta geração mostrou algo que me fizesse acreditar ser algo diferenciado dos demais. E depois Belmont em Saratoga e na distância de 2,000 metros, fede a coisa imposta... É empada sem azeitona, como um Travers disputado em Belmont na milha e meia. Nada tem haver...

Esta temporada não trazia um campo fértil em classicismo,  embora os dois primeiros colocados no Derby tenham comparecido, mas mesmo assim eu meu conceito faltava-lhe um mínimo de substância. E o que se viu na carreira foi a vitória pálida do ganhador do Derby, Golden Tempo, que novamente corrido em último, atropelou no final e provou que com esta maneira de correr, é melhor que a turma que lhe enfrenta.

Renegade feito novamente favorito, esmoreceu muito no final e simplesmente esmoreceu nos metros derradeiros. Contudo nem tudo er am espinhos, já que Bafferttrouxera seus dois mais compeiitivos corredores para a disputa dos 1,400 metros do Woody Stevens stakes (G1), o invicto Crude Veloity e para a milha do Metropolitan Handicap (G1) a Nysos. 

Para minha surpresa a treinadora de Golden Tempo, surpreendeu a todos com uma apresentação de gala de seu Emglishman, que amassou a Crude Velocity e Nysos voltou a me provar ser um dos mais importantes cavalos de dirt, entre os mais velhos no mundo.

Imbreed nos transmissores de velocidade Storm Cat e Mr. Prospector, Englishman foi cirúrgico, todavia me deu a nítida impressão que dificilmente alcançara a milha. Já Nysos foi supremo, ele que é bisneto de nossa Unbridle´s Elaine.

Ao navegante que acha - e tem todo direito e achar - que errei redondamente na avaliação de Golden Tempo,  peço apenas que de um tempo e vejamos o desenrolar da carreira do mesmo.

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

 

QUEM AVISA AMIGO É

 

PAPO DE BOTEQUIM: O DÉCIMO SEGUNDO PARA AIDEN

A instituição do Derby e principalmente a escolha de Epsom como palco de disputa para recepciona-lo, deveu-se a idéia de honrar à aquele que ao vencer, automaticamente se constituiria não apenas no líder de sua geração, bem como em mais um artífice reprodutivo. Gente importante como Tesio, sempre acreditou nisto. Ganhar o Derby era ua prova física e mental que um cavalo deveria ostentar para ter crédito no breeding-shed.

Durante anos a mística desta carreira perdurou, mas quiz o desatino,  o tempo tratou de na modernidade, transformar o Derby, em algo mais simbólico do que eficaz. Outrossim, ainda imbuído de mística e história. Hoje ne de perto espalha a prova que um dia foi.  Se você tiver duvida da veracidade desta linha de pensamento, enumere os reprodutores de sucesso  que em campanha ganharam esta prova, ainda neste século. Cinco no máximo com especial menções a Galileo, High Chaparral, Camelot, New Approach e Sea the Stars. Reparem que um é filho de Galileo e outros dois irmãos materno e paterno do mesmo. Seria o efeito Sadler´sWells-Urban Sea ?

Danzig
.....Green Desert
..........Cape Cross
...............Sea the Stars (Urban Sea)

Sadler´s Wells
.....Galileo (Urban Sea)
..........New Approach
.....High Chaparral
.....Montjeu
..........Camelot

E o que dizer de apenas dois elementos considerados extraordinários, te-lo vencido nestes últimos dez anos? Golden Horn e City of Troy.

O que era esperado do Derby de 2026 ? No mínimo mais do que o apresentado pelo European Horse of the Year, Calandagan na Coronation Cup. Outrossim, como diz o filósofo popular;

UMA COISA É UMA COISA.
OUTRA COISA É OUTRA COISA.
E ISTO EXPLICA MUITA COISA.
MAS TAMBÉM EMBARALHA AS COISAS.

Logo, não esperava muito deste Derby, mas é verdade que mesmo nas minhas mais desbaratadas alternativas não podia imaginar nem em meus mais eróticos sonhos, que Christmas Day, Maltese Cross e James J. Braddock formariam a trifecta na mais importante carreira de três anos no Reino Unido. Porém, Christmas Day pelo menos é produto de um cruzamento staminado - Camelot em mãe Sea the Stars - num ramo que andava hibernando descendente de Pretty Polly.

Como se pode notar Sadler´s Well e Urban Sea, tem voz ativa na feitura dos novos Derby winners. Mesmo naqueles que não chamam a mínima atenção. O que nos leva a pensar que uma coisa é uma coisa...

EXTRA ! EXTRA !