Acabou-se o que era doce. Quem comeu, regalou-se.
Este é um ditado brasileiro repetido antes mesmo de vó Adelina encontrar sua cara metade. Que na verdade significa que uma situação verdadeiramente vantajosa chegou ao fim, e quem aproveitou, aproveitou ! Quem não, sambou !
Pois é, Royal Ascot finalizou e mais um ano de grandes corridas lá disputadas passaram a pertencer a apenas o imaginário, dos mais exigentes deste intrincado mercado, que é o do cavalo de corrida. Sonho de 99% dos turfístas terráqueos, dura cinco dias a cada ano, mas deixa marcas indeléveis quem dele participou.
Procuramos no dia dia, prazer das corridas, mas chega um tempo em nossas vidas, que nos tornamos, mais criteriosos. Já não é todo embate, que nos tira do sério. Um Arco, um King George, uma Breeders Cup, uma Dubai Cup, um Santa Anita Handicap e principalmente algo tão prestigioso como Royal Ascot são ainda os artífices de um turfe maior, visto erroneamente como impossível de ser alcançado, por turfístas brasileiros, com cavalos nacionais. Ledo engano...
Espero apenas que com minha breve passagem pelo turfe tenha provado exatamente ao contrário ao mercado brasileiro, com Hard Buck, Much Better, Einstein e Gloria de Campeão, para se citar apenas alguns.
Um bom dia para todos.






























