Pasma-me que consigam os brasileiros que no Brasil ainda vivem, conviver num terreno de tanta ambiguidade politica. Um pais que é teoricamente laico, mas que padece de uma fé maior pelas instituições que o regem.
Por incrível use possa parecer, o turfe consegue sobreviver - a duras penas diga-se de passagem - neste mar revolto de incertezas e mesmo dentro de suas limitações, em polos como Bagé e o estado do Paraná, criam-se cavalos de corrida, que me parecem internacionalmente importantes. Mas o que dizer de São Paulo ? Um dia lider inconteste neste setor, mas qu atualmente passa por agruras dificeis até de explicar, quanto mais de serem resolvidos. Vejo o Red Rafa, o São Pedro do Alto e alguns mais numa luta estóica de sobrevivência de um mercado, que não tem olhos pra eles e os priva de uma simples ajuda existencial.
Imaginem que o Flamengo vai ter um avião próprio que passa pelo processo final de personalização nos Estados Unidos e conta-se nos dedos da mão esquerda do Lula, os criadores de cavalos de corrida, que podem se dar ao luxo de ter um caminhão próprio para o transporte de seus cavalos. Foi a primeira medida que implantei no finado - mas muito bem exitoso quando em atividade - Estrela Energia.
O que acham vocês de um One Thousand Guineas, uma Dubai Cup e outras importantes vitorias conquistadas em tão curto espaço de existência. O que dizer de centros de criação como o Santa Rita da Serra, do Eraldo Palmerini, do Rio Iguassú e do Cifra, sediados no Paraná? Todos patrocinadores deste blog, pelo simples fato de acreditarem no turfe e que quem o prestigia com sua divulgação merece ajuda, para que haja continuidade. Não poderia ser dito o mesmo do São Pedro do Alto e do Red Rafa?
E o que falar de Bagé ? Diria que segue firme e forte em sua liderança que vai do jovem recém fundado Legacy ao poderoso Araras?
Ontem quase pirei de vez, e o blog praticamente vou não levantou. Desculpem, mas não sou de ferro...





















































