Contudo esportes hoje dominados por certas entidades - em sua grande maioria - potentados que nitidamente estão mais interessados no lucro financeiro do que no futuro em si da atividade. E pelos eventos descritos, estão influenciando os resultados das partidas de futebol. Pobre, Cabo Verde, Egito, Noruega e Suíça... na Copa e nas opiniões "técnicas" de influenciadores no turfe.
Pela segunda vez nesta Copa, hoje vou me dar ao direito de assistir a um jogo, de forma direta, por ser-lo em minha opinião, disputado entre as duas maiores seleções em atividade: França e Espanha. Que em condições normais de pressão deveria ser a final deste campeonato.
E porque o faço ? Porque primeiramente amo futebol e "segundamente" não acredito que haja dinheiro suficiente que compre ninguém que participe deste evento. Do goleiro ao juiz. Do VAR ao bandeirinha. Do implantador do cabo do drone, a aquele que enche asa bolas. A Gloria será maior que o lucro capital.
No turfe, onde o irracional - o cavalo - é ainda a peça principal do encaixe, fica mais difícil do pífio perdurar sem ser notado. Mas no futebol, um pênalti arrumado, uma expulsão de má fé, uma má interpretação de algo, coisas que podem tranquilamente serem ditadas por um árbitro, fica mais simples direcionar a vitória a quem quer que seja. E o interesse gera milhões...
Mas amanhã irei igualmente acompanhar ao terceiro jogo, a disputar-se entre as duas seleções mais ajudadas deste evento: a Argentina e a Inglaterra. E aqui entre nós, farei por achar que as guerra das Falklands ou das Malvinas, ainda não teve um desenrolar definitivo e eu como todo ser humano, adoro um "barraco" !
Fechamos ontem com 2132 expectadores...































