O NINHO DO ALBATROZ
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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domingo, 26 de abril de 2026
AVISO AOS NAVEGANTES
A ganhadora esta temporada do Australasian Oaks (G1) em Morphettville, trás a tona novamente a importância da aglomeração estrutural genética concentrada entre os mais importantes chefes de raça local.
Há de se aceitar a dominância exercida pelos dois mais importantes chefes de raça na Oceania, Sir Tristram e Danehill. Logo, cruzar-se uma reprodutora como Love Me Quietly imbreed no primeiro na razão 4x4, com um reprodutor como Trapeze Artist, que com ela objetiva um imbreed no segundo na mesma razão, deveria exercer no mercado um verdadeiro frisson. Ao contrário passaram desapercebidos nas análises do pedigree de Panova. Pena, todavia algo facultativo de acontecer.
PAPO DE BOTEQUIM: O ENCANTAMENTO DAS POSSIBILIDADES INFINITAS '-SEGUNDA PARTE
Evidentemente que fazemos parte de uma nação que em momento algum, sequer esboçou o mínimo desejo de dar certo. Somos o pais, do deixe comigo e principalmente de o levar vantagem em tudo. Imaginem como isto reflete em nosso turfe ? Algo que por natureza já o é tremendamente competitivo.
O desempenho com o encantamento das possibilidades infinitas, simplesmente reverbera no ar. Acreditamos que tudo podemos e nada de pior nos vai acontecer. Ledo engano. A primeira queda está por vir ao dobrar a primeira esquina e a taxa de desistência se torna coletiva, principalmente levando-se em consideração que o amor pela atividade, dificilmente passará de pai para filho, na grande maioria dos casos.
Você ver um Fronteira, um Estrela Nova, e outros muito poucos, conseguirem sobreviver por três gerações consecutivas, torna-se cada vez mais raro. Então como transportar este sentimento em culto as tribos patriarcais e linhas maternas, que necessitam de um "esforço familiar", para simplesmente sub existir ?
Por onde passei e ainda estou passando, ouvi reclamações sobre para onde está se encaminhando a nossa atividade, mas o que vi nestas duas últimas vendas - com a inexistência ainda dos haras mais bem sucedidos no mercado - foram preços que não coadunam com os prêmios oferecidos pelos nossos hipódromos. Não seria um situação alarmante ??? Ou espera-se que a grande maioria seja portada após os primeiros sucessos em pista ???
Creio que isto não sinais evidentes de um encantamento das possibilidades infinitas. Ou serei eu que com o meu ceticismo aparente, estou escorregando no quiabo ???
Temos duas, das quatro forças necessárias para se ir diante nesta atividade, os campos e a mão de obra especializada, tanto dentro como fora das pistas. No entanto ainda engatinhamos na genética e certamente nos arrastamos com a organização das corridas, pelo simples fato da ausência onde publico.
Detectada a causa, que tal combatermos o efeito ?




























