O NINHO DO ALBATROZ
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sábado, 3 de outubro de 2026
BOM DIA
PAPO DE BOTEQUIM: UM ARCO SEM FAVORITOS
Verdade seja dita, no turfe moderno plenipotente de artimanhas e artifícios, a maior balela que pode vir a ser acreditada, a mente do turfísta, é a barbada. Ela só existe na cabeça de alguns. A prova maior do que possa ser dito a este respeito, está no simples fato de Frankel, considerar por muitos o maior cavalo que até hoje piou na grama, não ter sequer disputado, o Derby, o Arco ou o King George.
Questão apenas de ausência de estamina ? Provavelmente que sim. Mas não seria talvez o receio de jogar fora uma invencibilidade ? Quando que no tempo de Sea-Bird, Ribot e Dancing Brave, houve o menor resquício de dúvida em pelo menos arriscar ? Época que ser imbatível até os 2,1000 metros era inviável de liderar um Timeform.
Brigadier Gerard, talvez tenha sido outra afirmativa crível de uma dúvida perene, que pairou sob a cabeça de um excesso de responsabilidade. A milha meia é para mim, a verdadeira prova de endurance clássica, em um cavalo de corrida. Outrossim,o estado da pista, bem como a espartana diferença de peso ofertado as fêmas, principalmente as de três anos, faz da prova parisiense, a forma mais cruenta de se provar qualidade.
Note-se que até o presente momento, nenhum participante logou vencer esta carreira em três oportunidades e me parece bastante representativo o fato de dos sete únicos vencedores desta prova em duas oportunidades, três eram o chamado sexo frágil. E coincidentemente os dois últimos a fazê-lo, fêmeas. Aliás, nunca deve ser omitido o fato de que de 1970 para cá, 19 foram as vitórias femininas, perfazendo-se assim o importante percentual de quase 35% das vezes,
Seria isto um prenúncio que Katalpa poderia vir a ser considerada favorita ? Ou a considerada ainda em evolução, Diamond Necklace ? Tendo em conta esta mesma linha de raciocínio, existe uma plausível chance de sucesso nas patas, do igualmente inexperiente, Maltese Cross, recente ganhador do Grand Prix de Paris (G1) e segundo colocado no Derby de Epsom. Ele tem a estrutura genérica montada para tal: Sea the Stars (Derby e Arc), Camelot (British e Irish Derbies), Peintre Celebre ( Arc e French Derby) e Platini (Gran Premio di Milan). Ou será dinlmnte um ano japonês ?
No mais nunca é demais se levar em consideração de que, quem ganhou oito versões desta prova, bem pode bisa-la com Daryx ea aumentar para nove...









































