Quem hoje, da década de 50, é capaz de negar que por um momento de sua vida, não desejou ser o cabo Rusty e ter a seu lado um cachorro como Rin-Tin-Tin ? Ou quem sabe, numa parte de sua existência, fazer parte da família Cartwright em um sitio chamado Bonanza ?
Os já acima do 70, sabem muito bem a que estou me referindo.
Nós amantes do turfe, que como eu ouviram emocionados falar-se de um lendário invicto chamado Ribot, tomou conhecimento da tríplice coroa conquistada no velho continente por um cavalo canadense chamado Nijinsky e teve a felicidade de ver na tela o Belmont stakes de Secretariat, sabe os que emoções sentidas na pele, como estas, representam numa vida ainda em formação.
Hoje o mundo está a sua mercê, num piscar de olhos em apenas um toque de uma tecla de computador. A internet lhe faz lembrar de tudo e a atual IA, lhe responde a toda e qualquer dúvida, que possa pairar sobre sua cabeça. Basta-se ter curiosidade e um pingo de imaginação, para se chegar a onde se quer ir.
O conhecimento é gerado, quase que automaticamente.
Anseio loucamente que todos nós tenhamos um dia melhor do que o outro, na tentativa de nos tornarmos seres melhores. Seria ansiar demais ?






















