O NINHO DO ALBATROZ
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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domingo, 22 de fevereiro de 2026
OPINIÃO DE UM NAVWGANTE
Respondendo a sua pergunta, no “Papo de Botequim “ simplesmente é porque clube não tem DONO e turfe hoje é EMPRESARIAL. Tem que ter alguém que ganhe dinheiro para se interessar de verdade. A cancha reta vai bem porque tem o Penqueiro que ganha dinheiro pra organizar as pencas e os jockeys clubes, por melhor intencionados que sejam os dirigentes não funcionam. É só olhar o turfe no mundo onde movimenta milhões de dólares e ver como funciona. Ou tem um dono ou uma empresa que administra. SIMPLES ASSIM.
Paulo Henrique
PAPO DE BOTEQUIM. O POR DO SOL DE UM GIGANTE
Todavia, se a experiência e o conhecimento acentua a sua personalidade, as perdas - que cada dia se tornam maiores - balançam com a sua concepção que a vida deva ser vivida, não amanhã ou ontem: tem que ser saborear HOJE!.
Houverm quatro desaparecimentos que particularmente me abalaram, a do incentivador e sócio, Antônio Claudio Assumpção, a do excepcional profissional Alceu Ataide e dos criadores, Pedro Jarbas e Alvaro Magalhães. Quatro pessoas de rara importância a partir de um certo período de minha vida.
Pois bem ao ser informado por seu proprietário - Biba Magalhães - que encerraria sua atividade como criadora de cavalos de corrida, no haras Figueira do Lago, fiquei sem palavras. Tomei conhecimento e me mantive calado, pois, nunca recebi dela, o consentimento de revelar o que a mim foi dito. Mas agora que a noticia se tornou publica, posso externar minha tristeza, pois, já que fui testemunha ocular da história de como cada tijolo foi erguido na propriedade dos Magalhães, em São Miguel Arcanjo. Carinho, amor e zelo, é como o definiria em poucas palavras.
No turfe brasileiro, poucos são os haras que tem a capacidade de ter continuidade uma geração mais. Infelizmente o Figueira, não fugira a regra. Não tenho noticias de um campo de criação brasileiro que tenha quatro gerações de proprietários da mesma família. Na Argentina, isto é comum. No Brasil, infelizmente não.
Mas compreendo a decisão da Biba, pois, algo que foi construído, com tanto amor a dois, sempre se torna difícil, com o desaparecimento de um. Sei que sentirei saudades daquelas noite de conversas no La Rascasse, dos passeios de kart pelos campos, da sentada da mesa redonda da varanda depois do café da manhã, de minha suite sempre arrumada com muito carinho, da inspeção de cada cavalo, enfim, são lembranças que sempre terei comigo, pois acredito que nunca mais se apagarão de minha mente, enquanto viver.
Sei que na visita que farei no dia 30 de Abril próximo, para conhecer a geração de 2024, a emoção será forte, pois, estarei pisando nela última vez em solo que me fez tão feliz. Ma se há uma certeza na vida é que quase tudo tem um fim, menos o respeito aos que merecem ser respeitados.






































