O NINHO DO ALBATROZ
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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sábado, 16 de maio de 2026
PAPO DE BOTEQUIM: A DISASSOCIAÇÃO DO FATO
Admiro a todo aquele que se sente mais do que é, pois, ser é uma ação passageira, e quem pensa e age desta forma, no mínimo olha para um futuro maior. Logo, fica claro o valor que dou a ambição e a coragem de alguns, em não ter medo de deixa-la aparente. Entendida a questão, seguimos adiante.
Imaginar que um elemento criado no Brasil, com a genética que temos a disposição nos levará a um Arco, a um King George, a uma Breeder´s ou Dubai Cups não o faz um sonhador. Simplesmente um elemento visionário. E isto já foi provado, em mais de uma oportunidade por diferentes cavalos. Assim sendo, o que deveríamos fazer para implementar ainda mais as nossas chances de sucesso ? Pensar grande, selecionar com critério e empreender ainda com mais convicção. Nunca desassociar o projeto original, dos escolhidos a implementa-lo, no caso, animais e profissionais.
O primeiro ponto a ser levado em consideração, é o que revela o que faz um elemento a ser considerado clássico. Ele tem que ter ganho ou se colocado até terceiro numa carreira reconhecida como de grupo, pelo comitê internacional. Todavia, este fato não lhe outorga de maneira alguma, a garantia que ele poderá se tornar no breeding-shed um produtor de outros elementos clássicos.
Um desavisado em pista pode se tornar um fenômeno reprodutivo e a emenda ao contrário também se verifica. Logo, geralmente é do cruzamento que nasce a nova chama, embora há de se convir que a prepotência de certas linhagens, tendem a dominar outras mais receptivas do que propriamente doadoras.
Há de se levar em consideração que por exemplo modernamente, Hasili e Urban Sea, propiciaram o surgimento de veios prepotentes em sua dominância. Portanto o que a mais de u século atrás, a ordenação que o australiano Bruce Lowe elaborou em relação as linhas maternas, facilitou ao estudioso detectar veios de alta potencialidade de transmissão de classicismo. Coisa que é mais fácil se detecta nas linhas altas, principalmente se levarmos em consideração o infinito o menos número de segmentos transmissores de classe.
Desta forma, tudo na conjunção genética tem uma razão de ser e raso torna-se o argumento de que mais de 85% dos elementos ganhadores atuais de provas de grupo, advém de éguas tão somente classiqueiras... Pois o que resta é a pergunta chave: qual a percentagem de classiqueiras em relação a elementos clássicos, compõem os planteis da Coolmore, Juddemonte, Godolphin e Khan ?
sexta-feira, 15 de maio de 2026
BOM DIA
Isto cria um quadro de indecisão para o pesquisador e mesmo para os investidores do mercado. Já não seria hora de organizarmos esta questões sendo bem mais severos para com os infratores ? Somos uma atividade limitada.
No mais um bom dia para todos.
PAPO DE BOTEQUIM: A ARROGÃNCIA DA BRAVATA
quinta-feira, 14 de maio de 2026
BOM DIA
Querendo ou não tudo na vida tem um início, um meio e um fim. E como era de se esperar, a live do Ninho do Albatroz completa a sua primeira etapa e oferece a aqueles que a curtem seus dois últimos capítulos. Que terão como pano de fundo a liquidação do Figueira do Lago e mais uma edição das vendas anuais do Santa Maria de Araras.
A live voltará com uma nova roupagem e esperamos com uma maior dinâmica. Saem o Edson Alexandre e o Marcel Bacelo e entram novos participantes. Todavia, se mantém o compromisso básico à defesa do turfe.
Vamos ver quantas edições em sua segunda etapa haverão.
No mais um bom dia para todos.




































