O NINHO DO ALBATROZ
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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sexta-feira, 22 de maio de 2026
PAPO DE BOTEQUIM: ENTRE O SURFE A A BOCHA
Independentemente da atividade em questão, para que seja alcançada qualquer melhoria, sempre serão exigidas mudanças. Mudanças estas que se mostram necessárias devido ao desenvolvimento constante das ações que regem a citada atividade.
Não é uma ojeriza ao jogo, já que no Brasil existem N distintas atividades de apostas. E muito se discute porque o turfe é uma atividade amada nos principais países na América o Sul, mas não no Brasil.
Pois é, trata-se de um enigma que vem desde os idos tempos de sua implantação que nos persegue até os dias de hoje. Não há desculpa, muito menos justificativas que oriente aos mais estudiosos e preocupados com esta questão, o verdadeiro porque deste afastamento cultural para com as corridas de cavalo, existente no território brasileiro.
Nossos quatro principais hipódromos, funcionam - mal em porcamente - quase que empurrados, por poucas centenas de abnegados. Não há a mínima ajuda governamental e o turfista em novelas e contos, sempre é visto como um viciado, que perde todo o seu dinheiro, colocando em risco o futuro de sua família, em apostas. O mesmo não é curtido, nas loterias, raspadinhas e até no ilícito jogo do bicho.
O hipósrmon da gávea, é o único que flutua. O do Cristal e do Tarumã, respiram ajudados pelas máquinas de sobrevivência, enquanto o de Cidade Jardim, situado na cidade locomotiva brasileira, vive dias de penúria.
Algo deve ser feito e acredito que com a mudança de gerência que o Brasil há de ter, com os resultados das próximas eleições, teríamos que ter um plano de recuperação pronto a ser levado a Brasilia, que não apenas prove a excelência de nossa atividade, bem como os importantes serviços que ela exerce para nossas comunidades.
Um lobby deveria ser montado e colocado a espera do momento propício de ser defendido nas raias do poder. Menos taxas, mais incentivos e um plano de marketing que faça a atividade demonstrar toda sua importância no contexto geral. Afinal devimos ter mais adeptos, que o surfe e a bocha...
quinta-feira, 21 de maio de 2026
PAPO DE BOTEQUIM. O PREÇO DA OUSADIA
Quando se estuda a razão do sucesso dos potentados turfísticos do mundo, nota-se, imediatamente, que a coragem e a ousadia os acompanham e será aquele com maior conhecimento a liderar a gang dos bem sucedidos, no frigir dos ovos. Enquanto outros desaparecerão na poeira do tempo, com sua conta cheias de dinheiro, mas de memórias vazias.
Orgulho-me de ter tentado o Arco, o King George, o Santa Anita Handicap e a Dubai World Cup, com elementos nacionais, todos adquiridos no baixo clero. Nenhuma preço recorde. Apenas na crença de seus olhos e no conhecimento da verdadeira genética. Três se saíram bem, outro nem tanto, contudo em momento algum houve o pagamento do temido mico.
O turfe nada mais é que um grande pescaria. Você inicia escolhendo seu lugar, da vazão a sua paciência e se seu conhecimento for acurado, cedo, cedo o grande peixe irá morder o seu anzol, mesmo tendo a forte concorrência de outros pescadores.Imaginação e conhecimento são primordiais. Mas paciência e vontade de conseguir, veem logo a seguir. Todavia, tão logo o peixe seja retirado da água, o importante há de se ter em mente o que se fazer dele. Pois, embora o tiro possa vir de qualquer lugar, você terá que identifica-lo imediatamente e ter noção que eles não serão muitos. Assim sendo, colocar mãos a obra, o mais rápido possível, passa a ser o X da questão.
Paulo Lobo, talvez o único profissional de treinamento brasileiro a ter sucessos consecutivos na prateleira mais alta do hemisfério norte, sabe como poucos, o preço do estoicismo. Requer, acima de tudo, resiliência. Ve-lo atuar me faz crer que deveríamos ter outros profissionais capazes de igualmente lá chegar e com certeza lá permanecer. Agora chegou a vez de José Aranha tentar seguir os passos do Paulinho.



























